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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Alagoas tem CSA na Série A do Brasileirão, com Marta na torcida, e Turismo de Primeira Classe



Alagoas tem CSA na Série A do Brasileirão, com Marta na torcida, e Turismo de Primeira Classe

por Fernando Soares Campos(*)

O CSA - Centro Sportivo Alagoano -, clube centenário, conquistou mais que o simples acesso à Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol, o Brasileirão: fez uma escalada inédita no futebol nacional, partiu da Série D e, em 3 anos consecutivos (2016/17/18), chegou à Série A, um resultado nunca antes obtido por outra equipe desde que foi estabelecida a fórmula de disputa por séries.

Em 2019, o CSA estará compondo o quadro formado pela elite dos clubes brasileiros e disputando o principal certame nacional. Daí, se a equipe continuar nesse ritmo de ascensão, o Azulão, como é carinhosamente tratado pela sua torcida, pode chamar a atenção do mundo esportivo ao conquistar uma vaga entre os representantes brasileiros na Copa Libertadores da América. Que ninguém duvide, pois o clube que tem a jogadora Marta como “talismã” tem suas chances aumentadas.  

A conquista histórica do CSA, passando a ocupar posição na elite do futebol nacional, contou com a participação ativa de sua mais ilustre torcedora, a jogadora Marta, alagoana de Dois Riachos, município do Médio Sertão Alagoano, eleita pela FIFA, seis vezes, a melhor do mundo. Marta acompanha todos os movimentos do clube como se estivesse cumprindo um juramento matrimonial: “Eu, Marta, recebo a ti, CSA, como meu legítimo clube. Prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na vitória e na derrota, por todas as partidas da nossa vida". 

Ela esteve presente em Caxias do Sul (RS), no sábado (24), quando da vitória que carimbou o acesso do clube à Série A do Brasileirão. Marta acompanhou os principais jogos do Azulão no estádio Rei Pelé, em Maceió, e não poderia faltar à final da Série B, partida decisiva contra o Juventude. Ela foi até o estádio Alfredo Jaconi e conferiu a goleada: CSA 4 x 0 Juventude, o que gerou festivas comemorações na capital alagoana durante todo o final de semana.

Curiosidades

Você sabia?

Luiz Felipe Scolari, Felipão, chegou ao CSA em 1981, clube no qual conquistou o seu primeiro e único título como jogador. Ele era o capitão do time e, após a saída do então treinador, Walmir Louruz, assumiu as funções de treinador da equipe. 

O cantor Djavan, alagoano de Maceió, ainda muito jovem, jogou no CSA. Ele tinha tudo para crescer como futebolista, mas preferiu a carreira musical. Como diria Benito Di Paula: "Seria muito bom, seria muito legal, se cantor ou compositor pudesse ser ator e jogador de futebol".

Além de futebol e boa música, o que mais tem Alagoas? 

O litoral alagoano é comparado ao que de mais belo possa existir no Mar do Caribe. Tal semelhança faz com que a região seja intitulada de "Caribe Brasileiro". Somente Maceió conta com quarenta quilômetros de orla deslumbrante. Em todo o Estado, situa-se a Costa dos Corais, a segunda maior barreira de corais do mundo, onde se pode apreciar as belezas paradisíacas das praias dos litorais norte e sul do Estado e desfrutar das piscinas naturais e da pureza de suas águas cristalinas, em diversos tons azulados e esverdeados. Além da semelhança com as praias caribenhas, também caberia denominações como "Polinésia Atlântica", "O nosso Tahiti", ou mesmo dizer como na música de Caetano: "O Hawaí, seja aqui, tudo o que sonhares". 

Confira as imagens assistindo ao clip da música "Minha Sereia", interpretada pelo cantor-compositor alagoano Carlos Moura: 

Minha Sereia
Mergulhar no azul piscina
No mar de Pajuçara
Deixar o sol bater no meu rosto
Ai que gosto me dá

Mergulhar no azul piscina
No mar de Pajuçara
Deixar o sol bater no meu rosto
Ai que gosto me dá

E as jangadas partindo pra o mar
Pra pescar, minha sereia
Maceió, minha sereia
Maceió, minha sereia

Para assistir ao vídeo e ouvir a música, clique AQUI 

A orla principal de Maceió, com extensão de cerca de seis quilômetros, é formada pelas praias de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca. Nessa região concentram-se os melhores a mais modernos hotéis da cidade, além dos concorridos quiosques de praia e os melhores restaurantes, onde se serve desde as bebidas de marca internacionalmente conhecidas até cachaças artesanais de alta qualidade. Também é aí que se encontram tradicionais delícias gastronômicas: camarão, tapioca, petiscos de frutos do mar, sururu ao leite de coco, peixes, ou mesmo carne de sol com queijo de coalho, tudo especialmente preparado à maneira nordestina. 

Onde se hospedar?
Ponta Verde é praia protegida por barreiras de corais. Nos dias em que os ventos estão mais fortes, torna-se favorável a prática de esportes náuticos como windsurf, caiaque e stand up paddle, também conhecido como SUP, que consiste em remar em pé em cima de um pranchão, deslizando sobre as águas mornas e cristalinas do mar de Maceió.
O Holiday Inn Express Maceió é uma das melhores opções de hospedagem na capital alagoana. Localizado a apenas 150 metros da Praia de Ponta Verde, o hotel oferece acomodações confortáveis com WiFi gratuito, acesso à piscina, ao terraço e à academia. No café da manhã, incluso no preço da diária, é servido um bufê completo, suficiente para o hóspede começar o dia bem disposto.  
Confira todas as vantagens de se hospedar no Holiday inn Express Maceió.
Para reserva, clique Aqui 
(*)Fernando Soares Campos é escritor, autor de "Fronteiras da Realidade - contos para meditar e rir... ou chorar" - Chiado Editora - Portugal - 2018. 

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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Doações são legais e não houve contrapartida, diz Instituto Lula

Ricardo Stuckert 

Em resposta à nova acusação da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo contra o ex-presidente Lula por lavagem de dinheiro, feita nesta segunda-feira 26, o Instituto Lula esclarece que as doações recebidas pela entidade "são legais, declaradas, registradas, pagaram os impostos devidos, foram usadas nas atividades fim do Instituto e nunca tiveram nenhum tipo de contrapartida".


A força-tarefa cita uma suposta influência de Lula ao presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, para que continuasse a contratar os serviços do grupo brasileiro ARG no país. A influência, além de não ser comprovada, sequer seria crime. Quatro anos depois, o Instituto Lula recebeu uma doação da empresa no valor de R$ 1 milhão. Para o Ministério Público, o dinheiro teria sido uma contrapartida à influência internacional de Lula.


O Ministério Público também denunciou o controlador do grupo ARG, Rodolfo Giannetti Geo, por tráfico de influência em transação comercial internacional e lavagem de dinheiro. Lula também seria acusado de tráfico de influência, mas o crime contra ele prescreveu, uma vez que o ex-presidente já completou 70 anos. Segundo a denúncia, os fatos aconteceram entre setembro de 2011 e junho de 2012.  - Brasil 247