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sábado, 23 de abril de 2016

Alem de Golpistas são mentirosos


Dilma retoma tese de golpe e sugere que Temer não tem legitimidade


"Não gosto de juízes da lei, que não atiram em ninguém; batem o martelo destruindo vidas e está tudo bem; justo é quem anda pelo certo e não se abala; de quem a elite tinha medo, o povo respeitava" - Z´áfrica Brasil em "o Rei do Cangaço", música sobre Lampião.
- Sem citar nomes, Dilma reprovou os ministros que se manifestaram sobre o tema depois da votação da Câmara que deu aval ao impeachment –Celso de Mello, Gilmar Mendes e José Antônio Dias Toffoli.
Para a presidente, eles não deveriam emitir opinião, pois terão de se manifestar em provável recurso ao STF feito pelo governo.
Questionada pela Folha ao fim de uma entrevista coletiva na residência do embaixador do Brasil na ONU, Antonio Patriota, sobre o tema, ela respondeu que "não é a opinião do Supremo".
"É a opinião de três ministros. São apenas três ministros, e são ministros que não deveriam dar opinião porque vão me julgar", disse.
Após evitar falar em "golpe" em seu discurso à ONU, 
a presidente Dilma Rousseff voltou a usar o termo em
 entrevista à imprensa brasileira em Nova York.
WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR

'O Brasil disse ao mundo para não ser levado a sério'


ACACHAPANTE! E VERDADEIRO.
.
Quem ainda não fez ideia do desastre que foi para o Brasil no mundo o espetáculo golpista de domingo passado deve ler o artigo no conservador colunista do jornal…
WWW.TIJOLACO.COM.BR
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Renato Rabelo: O efeito bumerangue do 17 de abril

Camaradas, recomendo a leitura do último artigo do camarada Renato Rabelo ! Nele Renato faz uma claríssima análise da conjuntura política atual é por vir... Reproduzo o artigo logo  abaixo:

Renato Rabelo: O efeito bumerangue do 17 de abril

O vergonhoso dia 17 de abril já é uma marca histórica do novo tipo de golpe de Estado, expressão do DNA da direita, constante na história política do Brasil. O espantoso enredo que culminou neste dia fatídico descobriu na atualidade as entranhas do conservadorismo de direita no Brasil, sua ideologia e seus métodos políticos enraizados desde a origem da casa grande, passando pelo selo do período histórico do capitalismo “retardado”, resultando no sistema político predominantemente elitista, patrimonialista e umbilicalmente subordinado ao poder econômico dominante. Nem os ares democráticos que bafejaram a Constituição de 1988, derrotando o autoritarismo ditatorial, alcançaram reverter essas dominâncias.

O strip-tease que abrangeu o conservadorismo nacional, a direita e a ultradireita, desvendando seu primarismo e estupidez, todos unidos fervorosamente na ânsia de destituir a presidenta Dilma Rousseff – realmente o que se passou foi uma inconstitucional eleição indireta —  sendo um momento que, de forma concentrada espelhou quem é a maioria da Câmara dos Deputados: lídimos representantes, vistos em viva fisionomia e viva voz, da elite conservadora brasileira e muitos expressando seu pensamento retrogrado e fascista. Glória a minoria que se impôs de forma digna e corajosa à investida antidemocrática.

A maturidade da consciência social e da elevação da consciência política do povo e da sociedade em geral tomam maior saliência em determinados períodos históricos de maiores conflitos, ou mais precisamente de maior intensidade, da velha de guerra, luta de classes. Mas, sobretudo, em momentos que sintetizam décadas, como o espocar do acontecido no domingo de 17 de abril. Daí o espanto e grande impacto causado, provocando maior indignação dos defensores da democracia, e um choque de consciência em grandes parcelas da população, dos que já desconfiavam da trama golpista em marcha e, mais, dos que eram permeáveis ao impeachment golpista, porém não tinham noção do que seria e de quem veria após a derrubada da presidenta da República.

O espetáculo chefiado e encenado, sob a condução revestida de bazófia, pelo presidente da Câmara – o corrupto mor, envolvido em múltiplos delitos, réu em julgamento no STF – com toda a nudez tornada exposta, impactou o Brasil e o mundo. A imprensa mundial, tanto na Europa como nos Estados Unidos e demais regiões, não entrou na versão ilusória da mídia grande do Brasil, dominada pela oligarquia de direita brasileira. Ao contrário denunciou amplamente o complô golpista.

A assimilação incisiva desse momento político dramático desenrolado na Câmara dos Deputados pode levar a mudança significativa na compreensão e atitude da maioria da população diante da conspiração e da aparente traição que poderá levar à deposição da presidenta da República. A vitória do pré-golpe festejada acerbamente pelos defensores do impeachment fraudulento e eivada de desvio de poder, sem comprovação de crime de responsabilidade da presidenta da República, pode ser o tiro que sai pela culatra nos desígnios da oligarquia de direita e seus acólitos, mesmo no caso em que a presidenta venha a ser destituída. A presidenta Dilma cresce nesse período de maior conflito. Tem sido um polo determinante da resistência por sua determinação e coragem.

Os desdobramentos da situação atual serão imprevisíveis, sendo uma burla, pura fantasia, uma quimera a suposta pacificação, credibilidade e estabilidade prometida pelo pretenso governo Temer-Cunha. Tal governo não se livrará do seu pecado original de golpista e de ilegítimo. Já está marcado como assaltante do poder de Estado, numa nova forma de golpe encoberta por um invólucro “institucional”. E, pelo cariz de seus condutores, são crescentes as vozes que chamam a atenção do risco elevado de assalto aos cofres públicos.

A revelação do curso da conspiração golpista, didaticamente demonstrada na sessão de domingo da Câmara dos Deputados e, sua sequência agora, que pode vir a ser consumada no Senado, e se tiver a desgraça do Nihil obstat ou o beneplácito do STF, é uma tentativa desesperada de um novo pacto político, à direita. Cuja tendência seria pela prevalência de grande instabilidade política, maior descrença e uma volta à política ultraliberal da década de 1990, que tanto infelicitou o país.

Em contraste, cresce e se afirma a consciência democrática e patriótica no país crescentemente demonstrado em manifestações e atos públicos e massivos. Surge um novo período que abre caminho para organização de um movimento de maior unidade das forças e de personalidades de afinidades de esquerda. Nesse sentido, são elucidativas as manifestações e mobilizações em crescimento das bases populares, de jovens e mulheres, e notadamente o fortalecimento das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. Do redimensionamento do campo partidário de esquerda e das novas lideranças que se forjam em consonância com o novo tempo da luta democrática, popular e progressista. A conspiração da direita e sua tentativa aventureira de estar a qualquer modo no centro do poder, em contrapartida, acabam forjando uma oposição democrática e popular mais consequente, capaz de extrair lições e mais preparada para os novos desafios.         

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https://renatorabelo.blog.br/2016/04/22/renato-rabelo-o-efeito-bumerangue-do-17-de-abril/
Enviado por Ricardo Tristão

DENUNCIE O GOLPE PARA A ONU!!!

DENUNCIE O GOLPE PARA A ONU!!! COPIE ESSA LISTA DE MEMBROS DA ONU E MANDE O TEXTO ABAIXO EM INGLES PARA TODOS AO MESMO TEMPO!!! MANDE QUANTAS VEZES PUDER!!! COMPARTILHE!!!
distri.delbrasonu@itamaraty.gov.br
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japan.mission@dn.mofa.go.jp
delun@mfa.no
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comoros@un.int
congo@un.int
contact@missioncrun.org
ministarstvo@mvep.hr
cuba_onu@cubanmission.com
mission@cyprusun.org
drun@un.int
missionecuador@nyct.net
egypt@un.int
elsalvador@un.int
equatorialguineamission@yahoo.com
Mission.NewYork@mfa.ee
SUBJECT: Coup against Democracy in Brazil
I hereby denounce the political/press coup that my country, Brazil, is going through, as well as to state my support to the president Dilma Rousseff. I take the opportunity to say that the population is subjected to one voice only , the Globo TV mainstream media, which selectively and implicitly supports the shady process to step Dilma Rouseff downA portion of the Brazilian population, which is aware of what is really going on, asks for your support to our fight to defend our democracy.

Dos 513, apenas 36 deputados se elegeram com seus próprios votos

QUE TAL ESSA SOBRE A NOSSA "DEMOCRACIA"?
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Do site da Câmara:   Apenas 36 dos 513 deputados
 federais que vão compor a Câmara na próxima legislatura
 (2015-2018) alcançaram o quociente eleitoral com…
WWW.DIARIODOCENTRODOMUNDO.COM.BR

O probelma é encontrar quem termine o trabalho sujo


***
Jornal GGN - SEX, 22/04/2016
"O problema está com o Supremo", diz Janot sobre afastamento de Cunha
Da Agência Brasil
Janot diz que Cunha é alvo de mais seis investigações na PGR
Por André Richter
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é alvo de mais seis inquéritos por fatos distintos, além das duas denúncias que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.
A situação de Cunha foi tratada pelo procurador na manhã de hoje (22), durante palestra para alunos brasileiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, da Universidade de Cambridge, nos Estados Unidos.

De acordo com o procurador, dois dos seis inquéritos abertos para apurar fatos distintos em relação a Cunha estão em fase avançada e deverão “rapidamente” virar duas denúncias ao Supremo.

Perguntado por um aluno brasileiro sobre o papel da procuradoria para acelerar a ação na qual pediu ao STF afastamento de Cunha do cargo de presidente da Câmara, Janot respondeu que “o problema está com o Supremo”.

Em dezembro do ano passado, Janot pediu ao STF o afastamento de Cunha. O relator é o ministro Teori Zavascki, que ainda não tem data para liberar o processo para julgamento.
Para justificar o pedido, o procurador citou 11 fatos que comprovam que Cunha usa o mandato de deputado e o cargo de presidente da Casa “para intimidar colegas, réus que assinaram acordos de delação premiada e advogados”.

No mês passado, o Supremo abriu ação penal contra Eduardo Cunha. Seguindo o voto do relator, ministro Teori Zavascki, a Corte entendeu que há indícios de que Cunha recebeu US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras.

Na defesa, o advogado Antonio Fernando Barros disse que a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o deputado “não reúne condições para ser admitida”.

Confira AQUI: http://jornalggn.com.br/noticia/o-problema-esta-com-o-supremo-diz-janot-sobre-afastamento-de-cunha
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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoon
PressAA


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Frente Brasil Popular Brasília, 21 de Abril de 2016 Circular 14_2016_Continuidade da luta contra o Golpe

Frente Brasil Popular 

Brasília, 21 de Abril de 2016

Circular 14_2016_Continuidade da luta contra o Golpe

O Coletivo Nacional da Frente Brasil Popular com a presença de todas as 60 entidades, movimentos e correntes partidárias que o integram, além de representantes de mais de dez estados, numa das mais concorridas reuniões de todo período, reunido ontem, 20 de Abril, em São Paulo, após longos e aprofundados debates sobre a conjuntura politica atual, tomou os seguintes encaminhamentos e deliberações.
Para facilitar o debate entre todos militantes e as instancias locais que compõem a nossa frente, sintetizamos nos seguintes pontos por áreas de atuação:

I-     Orientações para ações na área institucional (Congresso e STF) 
1. Intensificar o corpo à corpo com todos os Senadores para pressionar o voto contra o Impeachment.  Avisar que quem votar a favor do golpe, será denunciado na sociedade como golpista. Já que a Presidenta não cometeu nenhum crime e por tanto não há motivos para o Impeachment.  E ainda que houvesse motivos teria que ser para toda chapa.
2. Denunciar a contradição existente de como um Congresso corrupto, que tem mais de cem de seus integrantes como réus em processos no STF, pode julgar uma Presidenta inocente.  Seguir denunciando, os senhores Temer, Cunha e Jucá como GOLPISTAS.  Seguir pedindo a cassação de Cunha por corrupção. 
3.  Somos contra (e a posição foi unanime entre todos da plenária) as propostas que circularam na imprensa e entre senadores da possibilidade de antecipar as eleições ou fazer um acordo para eleições gerais em outubro de 2016.   Isso seria dar motivos para legitimar os golpistas, aceitando uma renúncia branca. Além disso, ninguém tem garantias sobre a lisura do pleito. Os 54 milhões de eleitores elegeram Dilma para todo período até dezembro de 2018.   Por fim, esta é uma medida juridicamente inviável, e por tanto dispersaria e dividiria nosso campo.
4. Marcar uma audiência com a Presidência do Senado e do STF para entregar todos os manifestos de setores da sociedade que se posicionaram contra o golpe.  (Responsáveis: Ana Flávia, Ana Maria e Moroni).
5. Reunião de representantes das frentes FBP e Povo Sem Medo com os senadores aliados contra o Golpe, dia 26/04 à noite. Responsáveis: Moroni e Alessandra (Participação das Entidades das Operativas das duas Frentes). O senador Jorge Vianna já se dispôs a marcar.  
6. Em cada estado, além da pressão sobre os três senadores para que se posicionem contra o golpe.  Denunciar os que têm assumido a posição golpista, fazer cartazes com seus rostos, colocar em locais públicos, fazer manifestações em suas residências, na chegada ao aeroporto.  Ou seja, deveremos marca-los como golpistas, antes, durante e depois da votação. Por fim,  denunciar os senadores golpistas que sejam réus ou cometeram alguma ação contra os interesses do  povo.
7. Consultar partidos e juristas sobre medidas cabíveis a serem tomadas junto ao STF.

II-     Sugestões a serem apresentadas ao Governo:
1. Sugerir que a Presidenta se mantenha altiva, na ofensiva, denunciando seus inimigos, traidores, em todos os espaços públicos explicar ao povo o que está acontecendo.  Sobretudo sobre os verdadeiros objetivos do golpe, que são também de implementar um programa neoliberal, que recupera as taxas de lucro do capital financeiro, retira direitos dos trabalhadores e vai priorizar a aplicação dos recursos públicos nas áreas de interesse do capital. 
2. Sugerir que a Presidenta Dilma construa um ministério com notáveis que expressem para sociedade um novo projeto de Governo.  Ainda que o tempo seja curto, esse ministério se manteria como um verdadeiro governo paralelo, se se consumar o golpismo.
3. Apresentar sugestões de um plano de emergência com medidas populares. Ou seja, em cada setor popular, implementar três ou quatro medidas simples e objetivas, que ajudem a resolver os problemas do povo, sem necessidades de leis ou aprovação do Congresso. (Todas as entidades devem enviar para a secretaria sugestões de medidas até o dia 22/04 às 18h. Responsáveis: Mariana, Katerina). 
4.  Sugerir que o governo tome a iniciativa de encaminhar ao Congresso uma proposta para viabilizar a necessária reforma politica, sem a qual não teremos uma democracia representativa. Seja através de plebiscito ou da aprovação dos projetos existentes no Congresso. A forma de explicitar o governo deve decidir.  E assim, mesmo que seja inviável politicamente pela correlação de forças atual, nos coloca na ofensiva, e deixa o ônus da negação aos golpistas. (Vamos consultar os amigos juristas e os representantes das entidades que já apresentaram iniciativas desse tipo, para saber a melhor proposta a ser apresentada ao Governo).

III- Inciativas a serem tomadas na Sociedade, nas ruas, nas redes sociais e com nossa base organizada:

1. Manter a unidade popular. Denunciar sistematicamente o verdadeiro objetivo de implementar um programa neoliberal, e esclarecer a sua natureza e propostas, conforme já as que vem circulando na imprensa, que certamente custarão muito caro para o povo brasileiro. 
2. Manter a linha politica centrada da defesa de que Dilma é a Presidenta eleita e Temer o usurpador, o golpista. 

3. Explicar para o povo o que significa o Golpe e seu programa econômico, buscando mobilizar a base da classe trabalhadora e, sobretudo, a juventude trabalhadora das periferias das grandes cidades.
4. Construir um Dia Nacional de escracho à Globo. A FBP delega à FNDC a definição de data. Assim que for definida será anunciada por circular.
5. Transformar o 1º. de Maio em uma "grande assembleia popular dos trabalhadores," como espirito e levantar as bandeiras que dialoguem com a sociedade, seguindo a denuncia do golpe e projetando o futuro. Devemos fazer um esforço para estimular, que além das capitais, se realize atos de 1º. de Maio no maior número possível de cidades.  E assim, eles podem cumprir também um papel de plenárias da classe trabalhadora para discutir a conjuntura e o que fazer daqui para frente.
6. Construir uma paralisação nacional que interrompa a produção, o transporte, o comércio, e sinalize para a burguesia e os senadores, que haverá muita luta, se passar o golpe. Desde logo, devemos ir debatendo e construindo essa paralisação, que terá que ser alguns dias antes da Votação no Senado pelo afastamento da Presidenta.  Sabe-se que a votação dever ser ate o dia 11 de Maio.  O Coletivo Nacional delegou às centrais sindicais da FBP e FPSM, como CUT e CTB, decidam a melhor data para o movimento sindical tendo como indicativo a semana de 2 a 9/05.
7. Convocar uma Mesa de Diálogo Nacional, entre as diversas iniciativas democráticas que estão se mobilizando contra o golpe como: Frente Povo Sem Medo, artistas, juristas, igrejas, etc., para o dia 2/05 em Brasília (Centro Cultural Brasília), às 14 hs. Responsáveis: João Pedro, Fred, Joaquim, Orlando, Moroni, Patrícia, Felipe.
8. Incentivar a paralisação de atividades nas universidades e escolas, com os estudantes, professores e servidores, educadores.  A CNTE, a UNE, o Levante Popular da Juventude, UJS e demais organizações estudantis estão fazendo as articulações, mas devemos tomar a iniciativa em todos os estados.
9. Elaboração de uma Carta do Povo Brasileiro contendo a denuncia ao golpe, e apresentando nossas propostas emergências para a crise.  Essa carta seria apresentada e amplamente distribuída em panfletos, jornais, redes e programas no dia 1º. de Maio. Um esboço da Carta será circulado no dia 29/04 para que todo Coletivo Nacional opine. Responsáveis: Breno (Coordenação), André, Júlio Turra – até o dia 28/04
10. Seguir promovendo debates e atos políticos-culturais no maior número possível de universidades, teatros, etc. Motivando a que a sociedade se mantenha mobilizada contra os golpistas.
11. Foram sugeridas duas atividades complementares a serem realizadas em Brasília,  sobretudo com a militância da região, em caso de se perpetuar o Golpe. Um ato de solidariedade e acolhida à Presidenta, e um ato de Protesto no Palácio do Planalto, contra os golpistas e usurpadores do governo.
12. Ver com nossos artistas e comunicadores a caracterização de Michel Temer como o Silvério dos Reis da atualidade.

IV- Orientações para as articulações Internacionais
1. Participação da FBP no Foro de SP e Fórum Social Mundial para denunciar o golpe e a ofensiva conservadora.
2. Convocar uma atividade com todas nossas articulações internacionais para prestar solidariedade ao Brasil.
3. Constituir uma equipe de companheiros/as que tem experiência em articulações internacionais, para que priorizem de agora para diante, iniciativas que envolvam as denuncias, solidariedade internacional, para isolarmos os golpistas. Equipe: Iole (Coordenação), Socorro, Gabriel, Jandira, Rafael, Moraes, Fundação Leonel Brizola, Gilberto Leal.

V- Iniciativas para reforçar nossa organicidade como FRENTE BRASIL POPULAR, em todo pais e, sobretudo nas bases.
1. Priorizar a construção e organização dos Comitês Populares da FBP, em defesa da democracia, contra os golpistas, no maior numera de municípios e bairros.
2. Elaborar uma cartilha de orientações, com as tarefas para a constituição e o que fazer nesses comitês da FBP nessa conjuntura. (Responsáveis: Valter (Coordenação), Orlando, Laryssa, Mariana, Leidiano). Prazo: 22/04
3. Preparar nossas organizações, tomando as medidas necessárias para protegê-las da ofensiva da Direita, que certamente se intensificará, com a criminalização em todos os níveis.
4.  Intensificar a articulação dos nossos comunicadores e a iniciativa da Central de Mídia, nos organizando melhor na atuação da comunicação nas redes e outros espaços que dispomos.    A Central tem se reunido no Barão de Itararé, mas cada movimento/entidade deve designar companheiros/as da área de comunicação para priorizarem esta iniciativa.   Responsável: Ana Flávia (fbpcomunicaco@gmail.com).
5.   Ir debatendo nos estados e nas próximas reuniões, sobre a necessidade de realizarmos a II Conferência Nacional da Frente Brasil Popular nos próximos meses. Tema que devemos ir aprofundando.

A próxima reunião do Coletivo Nacional será no dia 6 de Maio, das 9h às 17h em São Paulo.  Contamos com uma forte presença das organizações, que devem indicar dois dirigentes por movimento e dos coletivos estaduais.

Saudações
Secretaria Operativa

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Estudantes fecham a Paulista em manifestação contra o Golpe #StopCoupInBrazil #SOSCoup

video

A ESPERA DE DILMA- Nos USA Brasileiros contra o Golpe



Stop the coup in Brazil!
Grupo de brasileiros contra o golpe aguardando a chegada da presidente Dilma Roussef na residência oficial do embaixador do Brasil em Nova Iorque nesse momento.
Amid the visit of president Dilma to UN general council, Brazilians residents of New York assemble to demonstrate their support to the president and protest the right wing coup that is aimed to ouster president Dilma.
Fotos Mídia NINJA

Pronunciamento do Mujica durante solenidade da Medalha da Inconfidência

Pronunciamento do Mujica durante solenidade da Medalha da Inconfidência

Mineiros e mineiras, a vida me ensinou algumas coisas. Os únicos derrotados são os que deixam de lutar. Mas vocês têm de saber que não há um prêmio no final do caminho. O prêmio é o caminho mesmo, é o andar mesmo. Nossa luta é muito velha. São falsos os términos. Esquerda e direita são inventos da Revolução Francesa. Na realidade, são caras permanentes da condição humana, como as caras de uma moeda, e fluem e refluem permanentemente na história.
E penso que talvez seja uma luta eterna com fluxos e refluxos, com pontos de partida, com quedas e voltar-se a levantar. Há que se aprender que, na vida, as causas nobres necessitam de coragem sempre para voltar e começar.
Eu sou do sul, venho do sul e represento o sul, os eternos esquecidos do planeta.
Ser do sul não é uma posição geográfica, é um resultado histórico. E venho ao Brasil, tenho cultivado amigos no Brasil, porque a América será livre com a Amazônia ou não será. Porque é enorme o conhecimento e ciência que nos tiraram o mundo central.  Porque perdemos nossos melhores filhos, porque lhes pagam melhores salários no mundo central, porque estamos entrando em uma outra era, globalizada, de comunicações, onde a fronteira é mais de negócio do que de amparo e justiça aos povos. E todos sabemos que a democracia nunca será perfeita, e não pode ser, porque é uma construção humana e os seres humanos não são deuses. Não.
Por isso, porque somos diferentes, porque nascemos em lugares diferentes, porque pertencemos a classes diferentes, porque geneticamente temos matizes em nossos programas. Porque nossa história pessoal nos dá ou nos tira pelo que foi. Os homens são semelhantes, mas cada um é particular, diferente, e como não somos perfeitos, a sociedade tem e terá sempre conflitos.
Não podemos viver sozinhos, somos sociais. Ninguém pode viver sozinho. Precisamos de um cardiologista, de um mecânico, de um professor para nosso filho. Precisamos de alguém que dirija o ônibus, de alguém que nos ampare na vida, de uma parteira quando nascemos e de alguém quando morremos.
Porque somos sociais e temos defeitos, porque somos diferentes, há conflitos. Por isso, precisamos da política. Tem razão Aristóteles: o homem é um animal político, porque a função da política não é gerar corrupção e acomodar gente. A função da política é colocar limite à dor e à injustiça. A função da política é lutar por um mundo melhor e também buscar permanentemente as inevitáveis diferenças. A função da política não é aplastar. A função da política é negociar as inevitáveis diferenças que se apresentam na sociedade.
Porque insisto nesse ponto? Porque o pior resultado que se pode ter para as novas gerações é o conflito que se está vivendo no Brasil, e que pode fazer com que muitos jovens cheguem à conclusão de que a política não serve para nada, e são todos iguais.
E caso essa juventude se recolha e que cada um for cuidar apenas de si, é o mesmo que construir a selva. Todos contra todos. Há que salvar a política. Há que dar estatura à política, e isso não é um problema de partido, é um problema do Brasil. Pior que as derrotas é o desencanto.
Viver é construir esperanças, esperanças de um mundo melhor.  O que seria da vida sem sonho, sem esperança, sem utopia, sem alegria de viver, o que seria da nossa existência? Um negócio calculado, uma mercadoria que se compra e que se vende.
Não, a espécie humana é outra coisa, é contraditória mas tem sentido e tem sentimento. Se você tem um casal de filhos de três ou quatro anos e leva um jogo só para um, verá que você tem um problema. Porque o outro sente que você não o tratou com igualdade. Porque, companheiros, a igualdade a gente tem dentro de nós, antropologicamente. Não se toma a igualdade como desejo de ser tudo igualzinho, como tijolo, todos alinhados. O sentimento de igualdade é ter o direito às mesmas oportunidades na vida, e quanto nos falta, latino-americanos, para poder dar oportunidade aos milhões que ficam à margem do caminho da nossa pobre América!
Com minha companheira, estivemos 30 anos presos, mas a vida nos deu o prêmio de viver e nada é mais bonito que a vida. Mas sobretudo os jovens devem saber: há que se cuidar da vida, há que semeá-la, há que colocá-la a serviço de uma causa nobre. Aprendam a viver, e tem de trabalhar para viver, porque senão viverás às custas dos outros.
A vida não é só trabalhar. Tem de assegurar tempo para viver, amor, filhos, para os amigos, que nesta vida não é felicidade acumular dinheiro. O problema é acumular carinho e servir para algo. A diferença é como vemos a vida, se a vida é só egoísmo ou a vida é também solidariedade, “hoje por mim, amanhã por você”.
Mineiros, o Brasil é muito grande, muito forte, mas tem muitas feridas. Há que defendê-lo, mas há que se entender que já não estamos no século passado e o desafio é outro. Estão construindo unidades mundiais de caráter gigantesco, como a comunidade econômica europeia, e que se os latino-americanos não conseguirem uma voz comum no concerto internacional, não seremos nada.
Do mundo que nos vê em cima, os frágeis têm de se unir com os frágeis para ser menos frágeis. É isso que temos de começar a entender. A burguesia que conduz a economia não pode sair a colonizar. Há que juntar aliados, porque essa batalha é no mundo inteiro.
Eu me sinto muito uruguaio, e sou brasileiro porque sou americano, porque sou da América Latina. Minha pátria se chama América Latina. Meus irmãos, todos os pobres esquecidos da América Latina. Os que não chegaram em nenhum lugar, os que são apenas um número, os estigmatizados, os perseguidos, os esquecidos, porque democracia não é só votar a cada quatro ou cinco anos. Democracia é acrescentar o sentimento de igualdade da realidade e igualdade básica entre os homens.
Com vocês até sempre. Obrigado, mineiros.

Contra o golpe, Comitê pró-Democracia é lançado no Senado

Contra o golpe, Comitê pró-Democracia é lançado no Senado
Comitê é formado por integrantes da Frente Brasil Popular, da Comissão Justiça e Paz, da CNBB, pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, senadores e sindicatos
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Contra o golpe, Comitê pró-Democracia é lançado no Senado
Foto: Lula Marques/Agência PT
Postado por Agência PT, em 20 de abril de 2016 às 09:00:34
Foi lançado nesta terça-feira (19) no Senado o Comitê pró-Democracia que vai trabalhar parabarrar o golpe e esclarecer a opinião pública sobre os riscos que estamos vivendo no atual processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff

O comitê é formado por integrantes da 
Frente Brasil Popular, da Comissão Justiça e Paz, daConferação Nacional dos Bispos do Brasil, pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, senadores e sindicatos. No ato de lançamento, estavam presentes os senadores Paulo Paim(PT-RS), Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Douglas Cintra (PTB-PE),Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Lindbergh Farias (PT-RJ).

A senadora Vanessa Grazziotin avaliou o resultado na 
Câmara dos Deputados como apenas a etapa inicial do processo, que não pode ser considerada uma vitória consumada por parte dos golpistas. “Domingo não tivemos uma vitória, mas não tivermos uma derrota. Porque começou o processo. Aqui, no Senado, é possível enterrar o processo”, afirmou, após avaliar que a votação na Câmara provocou uma “humilhação do Brasil internacionalmente” pela baixa qualidade dos debates.

A senadora Fátima Bezerra fez um discurso motivador e de incentivo para a continuidade da luta contra o golpe. “O resultado na Câmara causou muita indignação e tristeza porque assistimos a um 
festival de hipocrisia”, disse. “Mas continuamos de pé, não desanimamos. Trazer o comitê pró-democracia é um recado de que vamos resistir contra esse golpe travestido de impeachment. E para nós nada foi fácil nunca. Talvez esse seja um dos desafios maiores da nossa geração. À luta e até a vitória, companheiros.”

A aprovação de uma pauta que atinja as conquistas dos trabalhadores e ponha em risco direitos é a principal preocupação do senador Paulo Paim. “Calcule a ponte para o inferno que será o programa do 
Michel Temer, a tal da ponte para o futuro”, afirmou, mencionando aposentados e pensionistas como os maiores afetados por perdas como o fim da correção do salário mínimo. 

Para os senadores Douglas Cintra e Gleisi Hoffmann, o trabalho de mobilização será fundamental para fazer os senadores derrubarem o impeachment. “Temos que aumentar a pressão sobre os que estão indecisos. É importante registrar que a pressão será decisiva e mostrar que aquilo que alguns estão dizendo a favor do impeachment não é a voz de todos”, disse. 

“Toda mobilização que temos que fazer na sociedade terá que ser rápida e intensa. Se vier da
sociedade um movimento forte, temos condições de reverter”, completou Gleisi.

 

Da Redação Agência PT de Notícias
Enviado por Vitor Buaiz


JUVUNTUDE TOMA A AV PAULISTA: #naovaitergolpe


-28:17
65.153 visualizações
Mídia Ninja fez uma transmissão ao vivo.
Por André Tokarski :
"Nos somos da luta, nos somos da rua"!
Um elemento novo entrou em campo na luta contra o golpe. Milhares de jovens tomaram a avenida paulista no início desta noite. A manifestação foi convocada pelo facebook com o título "Juventude nas ruas ‪#‎Nãoaogolpe‬". Reuniu seguramente mais de 10 mil jovens nas ruas e outros quase 10 mil nas redes pela transmissão ao vivo do Mídia Ninja.
A luta contra o golpe segue firme e pode ganhar novos contornos. A revigorada espontaneidade da parcela progressista da juventude que esteve nas ruas em junho de 2013 (sem negar a apropriação da direita através da grande mídia e de potentes aparatos nas redes sociais) se encontrou com a bandeira justa da luta contra o golpe, empunhada pelas entidades estudantis (UNE, UBES e ANPG), pelos movimento sociais, Frente Brasil Popular e Povo sem Medo, pelas juventudes políticas, como a UJS, JPT e Levante Popular da Juventude, e por partidos como o PCdoB, PT, PSOL e PDT.
As mulheres eram ampla maioria nas ruas hoje. As jovens "belas, recatadas e do lar" dão um recado forte: vai ter luta!
Ao final do vídeo é possível identificar Nathália Keron Miranda, militante da UJS, falando no jogral: "nos somos da luta, nos somos da rua, não aceitaremos ditadura de nada, (...) porque o que estão fazendo com a Dilam é uma opressão"!
Fora Temer, fora Cunha! Não ao golpe!