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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

PARA PROTEGER REINALDO AZEVEDO, OMBUDSMAN DA "FOLHA" FALTA COM O DEVER, IGNORA LEITORES QUEIXOSOS E DESRESPEITA CIDADÃOS IDOSOS.

Reinaldo Azevedo: pego na mentira.
Há exatas duas semanas a Folha de S. Paulo publicou uma coluna de Reinaldo Azevedo na qual, para satanizar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (o que ele e a veja fazem dia sim, outro também, há anos), mentiu descaradamente sobre o desfecho do Caso Battisti.

Após sustentar que Lula se consideraria "o inimputável da República", Azevedo foi mais além em suas invencionices manipulatórias: 
"Vai ver isso decorre daquela maioria excêntrica formada no STF, em 2009, que decidiu que o refúgio concedido a Cesare Battisti era ilegal, mas que cabia a Lula decidir se o terrorista ficaria ou não no Brasil. Ficou. Assim, os excêntricos de toga lhe concederam a licença única para decidir contra a lei".
No mesmo dia (15/01/2016), os três principais defensores de Battisti na batalha de opinião publica outrora travada escrevemos à ombudsman da Folha, Vera Guimarães Martins, pedindo um posicionamento do jornal com relação a quem utiliza suas páginas para falsear a História e insuflar campanhas de ódio.

Eu pedi à ombudsman que cumprisse a sua missão de defender as boas práticas jornalísticas, evitando que fosse estigmatizado um escritor já sexagenário, que está aqui em situação perfeitamente legal e leva vida produtiva e pacata em nosso país, tendo esposa e filho brasileiros. 
Cesare Battisti, hoje: um sexagenário pacato e produtivo.

E expliquei o que o Supremo Tribunal Federal realmente decidira, ao cabo de três longas e dramáticas sessões de julgamento, cujas três votações tiveram o mesmo placar de 5x4, atestando a complexidade do assunto que Azevedo pretendeu esgotar de forma tão leviana e superficial:
"1. anular a decisão do então ministro da Justiça Tarso Genro de conceder refúgio humanitário a Battisti, por considerar que os motivos alegados eram insuficientes para tanto;
2.     autorizar a extradição de Battisti, solicitada pela Itália;
3.   reafirmar a jurisprudência de que cabe ao presidente da República, como condutor das relações internacionais do País, a palavra final sobre pedidos de extradição. 
Foi, portanto, uma mentira cabeluda do Azevedo: Lula não decidiu 'contra a lei', apenas exerceu uma prerrogativa presidencial que sempre existiu em nossa tradição republicana. 
Azevedo também tenta vincular demagogicamente a terceira decisão à primeira, o que é uma ofensa à inteligência dos leitores da Folha. O refúgio humanitário foi anulado, mas isto apenas impedia Lula de o restabelecer. A decisão presidencial foi outra, a de não autorizar a extradição".
Para Dallari, negar extradição foi "ato de soberania".
O valoroso jornalista Rui Martins solicitou que se publicasse algo "para retificar erro do colunista Reinaldo Azevedo, em nome da equidade e veracidade  na imprensa". E deu dois links para a ombudsman informar-se melhor sobre o assunto, em termos legais: um do respeitadíssimo site Consultor Jurídico e outro do maior jurista brasileiro vivo, Dalmo de Abreu Dallari. 

E Carlos Lungarzo, professor universitário, escritor e defensor histórico dos direitos humanos, depois de esmiuçar os aspectos jurídicos do caso, desabafou:
"A posição da Folha no caso Battisti é conhecida não apenas no Brasil, mas também no exterior, bem como suas interpretações do caso e suas fontes, nem sempre isentas. 
Entretanto, a matéria do colunista Reinaldo Azevedo excedeu tudo o que já lemos na Folha e mesmo em outros veículos..."
O que fez a ombudsman, diante de tais queixas consistentes, apresentadas por leitores e cidadãos respeitáveis, os três idosos, os três com um currículo inatacável como paladinos dos direitos humanos?
 Passado condena: ajudando Médici a soprar as velinhas.

Nada, absolutamente nada. Nem publicou a retificação que se impunha, nem mesmo respondeu aos três e-mails. Foi uma ofensa inédita: todos os ombudsman anteriores achavam algo para dizer em tais situações, ainda que não passassem de platitudes ou desculpas esfarrapadas.

Ou seja, Vera Martins não cumpriu sua obrigação profissional, não se comportou com um mínimo de civilidade e nem mesmo levou em consideração a condição de idosos dos seus interlocutores. 

Ficou muito aquém de sua digna antecessora, Suzana Singer, que teve coragem de discordar da outorga de um espaço semanal para Reinaldo Azevedo fazer sua panfletagem ultradireitista, argumentando que no jornalismo impresso "espera-se mais argumento e menos estridência; mais substância, menos espuma; do contrário, a Folha estará apenas fazendo barulho e importando a selvageria que impera no ambiente conflagrado da internet".

Mas, só pessoas muito especiais ousam remar contra a corrente. E Reinaldo Azevedo parece ser exatamente o tipo de colunista que a Folha gosta de ter, tanto que acaba de admitir um filhote do dito cujo como colunista júnior no seu site.

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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Embaixadora de Cuba no Brasil fala sobre a IV Cúpula da CELAC

26 de janeiro de 2016 - 16h21
Embaixadora de Cuba no Brasil fala sobre a IV Cúpula da CELAC
 A próxima cúpula de chefes de Estado da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC) será realizada em Quito, Equador, no período de 27 a 29 de janeiro, quando a presidência do bloco passará a ser exercida pela república Dominicana.

 Claudio Machado*

O encontro reunirá os chefes de estado e ministros das relações exteriores dos 33 países membros.
Os representantes dos países que integram o bloco regional avaliaram temas como a erradicação da pobreza e a redução da desigualdade.
Em entrevista com a embaixadora de Cuba no Brasil, Marilena Ruiz Capote, a diplomata falou sobre a importância da CELAC para a América Latina e para a superação dos históricos problemas sociais que persistem na maioria dos 33 países membros.
Disse a embaixadora que Cuba, como os demais países da América Latina e Caribe se empenham para o fortalecimento da CELAC, importante  mecanismo de diálogo e integração regional, que vem consolidando-se progressivamente desde sua fundação, em 2011.
Ao ser perguntada sobre o papel que Cuba exercerá na IV Cúpula da CELAC, a embaixadora destacou que desde a fundação da  Comunidade de Estados Latinos Americanos e Caribenhos, seu país trabalha para seu fortalecimento, considerando essa  organização como um importante e fundamental mecanismo de diálogo e integração para os países e  os povos dos 33 países membros.
Segundo a embaixadora, as delegações técnicas de todos os países trabalharam intensamente durante todo o ano de 2015, procurando consensos para o desenvolvimento de propostas comuns de linhas de ação.
Declarou que seu país tem grandes expectativas  em relação à próxima Cúpula, por  que nela serão debatidos os grandes problemas da região, buscando avançar em direção à erradicação da pobreza e para que se  aperfeiçoe cada vez  mais o diálogo político entre os países membros.
Segundo informou a Embaixadora, a delegação cubana será presidida por Miguel Díaz-Canel Bermudez, primeiro vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba.
A Embaixadora destacou que neste momento em que a região latino-americana e caribenha enfrenta uma situação complexa, a CELAC é um dos mecanismos capazes de contribuir para supera-la. 
Disse que os problemas enfrentados pela Comunidade, como o desenvolvimento e a erradicação da pobreza, são comuns e que, podemos e devemos buscar soluções conjuntas, tentando alcançar a maior unidade possível dentro da diversidade de nossas realidades e processos.
Segundo a embaixadora, essa é a posição de Cuba, reafirmada pelo Presidente Raul Castro em dezembro passado, no encerramento da sessão da Assembleia Nacional do Poder Popular.
Marielena Ruiz Capote destacou que a proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz, aprovada na Cúpula de Havana em 2014, baseia-se no respeito à diversidade como a base das relações entre a América Latina, o Caribe e qualquer outro país do mundo.
A CELAC, de acordo com a embaixadora, deve também enfatizar  seu papel como representante da América latina e Caribe com outros países e regiões do mundo, como o Fórum CELAC-China, criado em 2014, durante a II Cúpula, realizada em Havana, como também outros mecanismos de cooperação com a Rússia e a Índia.
A titular da Embaixada de Cuba no Brasil acredita, como é prática nas reuniões das Cúpulas da Comunidade, que sejam aprovadas Declarações Especiais sobre problemas diversos que afetam nossa região.
Especialmente em relação a Cuba, ela tem convicção de que será reafirmado pelos países membros da CELAC a rejeição ao bloqueio dos Estados Unidos a Cuba exigindo sua imediata suspensão.
Espera também que os países membros da CELAC apelem diretamente ao Presidente Obama para que use de seus poderes executivos para flexibilizar a aplicação dos embargos, pois o bloqueio é um obstáculo para todos os planos de desenvolvimento de Cuba.
Marielena Ruiz Capote afirmou ainda que aguarda que seja reafirmada a posição da CELAC sobre a devolução a Cuba de parte de seu território, ocupado ilegalmente pelos Estados Unidos, onde está instalada a base naval de Guantánamo.
Ao abordar a questão da migração, a Embaixadora declarou acreditar que a Cúpula da CELAC manifestará rejeição às políticas seletivas de alguns países de fora da região, que tratam os migrantes de forma diferenciada, de acordo com seu país de origem. A IV Cúpula reafirmará a necessidade de que a migração de e para a região seja regular, segura e ordenada.
Outros temas, como a segurança alimentar, a mudança climática e a luta contra o terrorismo também serão tratados durante a reunião dos países membros.
A Embaixadora cubana está convicta de que a IV Cúpula da CELAC dará um importante passo adiante, para reforçar a integração e a política regional que visa o desenvolvimento e  a superação das desigualdades sociais dentro cada país e entre os países membros.
Cada país tem como desafio buscar somar os pontos fortes e as capacidades de cada um, solidariamente, aos esforços conjuntos para a promoção do crescimento da América latina e Caribe.


 *Claudio Machado e secretário estadual de comunicação do PCdoB do Espírito  Santo, vice-presidente da Casa da América Latina "Liberdade e Solidariedade" (Calles) e coordenador  do núcleo capixaba do Barão de Itararé
Encaminhado por Ivette Martinez
Consulado de Cuba em Sao Paulo

domingo, 24 de janeiro de 2016

Agradece Evo Morales apoyo de Cuba a Bolivia en salud pública




Agradece Evo Morales apoyo de Cuba a Bolivia en salud pública
LA PAZ.—Un fuerte aplauso al líder de la Revolución Fidel Castro y al presidente cubano, Raúl Castro, así como a los integrantes de la Bri­gada Médica cubana pidió ayer el presidente Evo Morales a la Asam­blea Legislativa Plurinacional, en agra­decimiento por el importante aporte dado a la salud boliviana.
En el informe de su gestión du­rante los diez primeros años de go­bierno a la cabeza de la revolución boliviana, Morales destacó el reconocimiento de la salud pública co­mo un derecho humano fundamental, establecido en la Cons­titución Política promulgada el 7 de febrero del 2009.
Informó que la Brigada Médica cubana ha realizado desde su lle­gada en el 2006 un total de 63 millones 116 000 consultas gratuitas a bo­­livianos, salvado 86 229 vidas, he­cho 45 248 partos, 171 712 cirugías y cin­co millones 818 000 análisis clí­nicos.
Aclaró que desde el 2005, por iniciativa de algunos municipios es­ta­ban presentes oftalmólogos y téc­ni­cos de la Operación Milagro, y en el to­tal de estos diez años los espe­cia­listas cubanos recuperaron la vista de 672 508 pacientes, de ellos 542 529 bolivianos.
Este país andino cuenta hoy con 5 150 médicos generales graduados en la Escuela Latinoa­meri­cana de Me­dicina de Cuba, así como un es­pecialista en genética y nueve graduados de cuarto nivel en asesoramiento genético, recalcó Morales.
El Presidente celebró sus diez años como jefe de Estado en la Asamblea Legislativa Plurinacional, donde pre­sentó un informe de su gestión, la cual comparó con lo hecho por los gobiernos neoliberales que saquearon el país entre 1985 y el 2005.

“Necesito mostrar” - Brecha


 do perfil de Andrés Thomas Conteris
Facebook - Democracy Now

Article in BRECHA Magazine in Uruguay (Spanish) "I Need to Show"
January 14, 2016 / 14 enero, 2016 by Florencia Rovira
Jihad Dhiab, ex prisoner from Guantánamo, demands its closure re-creating the torture

 at U.S.
 Embassy in Montevideo on 14th anniversary (Jan 11)
Artículo en BRECHA de Uruguay - “Necesito mostrar” Autor: Florencia Rovira
Jihad Dhiab, ex preso en Guantánamo, reclamó su cierre recreando la tortura frente la

 embajada de EE.UU. en Montevideo en el 14 aniversario (11 enero)
Artigo na revista brecha no Uruguai (espanhol) "Eu preciso mostrar"
January 14, 2016 / 14 Janeiro, 2016 by Florença rovira
Jihad Dhiab, ex-Prisioneiro de guantánamo, exige o seu encerramento recriar 
a tortura na embaixada dos EUA em Montevidéu em 14º Aniversário (jan 11)

Artigo na brecha de Uruguai - "preciso mostrar" Autor: Florença rovira
Jihad Dhiab, ex-Prisioneiro em guantánamo, exigiu o seu encerramento recriando a tortura
 contra a embaixada dos EUA. U. Em Montevidéu no 14 aniversário (11 Janeiro)

Es lunes y en la esquina de Gaboto y Cebollatí reina la calma vespertina. A esta hora estaría desolada si no fuera por una decena de personas que convergieron frente a un almacén sobre una acera que servirá de plaza informal. “Hoy, pulpa de…
BRECHA.COM.UY

Por que é urgente romper a paralisia do Banco do Sul?,

Por Marcos Rebello
 A proposta do Banco do Sul deveria ser retomada imediatamente para concretizar
 uma base de sustentação econômica e política do maior celeiro de víveres da humanidade.
 Este banco automaticamente estaria sendo amparado pelo Banco do BRICS pela
 inevitabilidade da necessidade e pela simples existência e propósito de ambos!
Eu proponho novamente, como o fiz anos atras, a criação de um Mercado de 
Futuros Sulamericano Unificado para reunir e centralizar o potencial produtivo agrícola
 e mineral da região. Esta seria a terceira proposta de maior peso depois do Banco do
 BRICS e Banco do Sul.

Os governos da América do Sul se encontram em 
uma encruzilhada. As economias da região…
VOLTAIRENET.ORG|POR ,REDE VOLTAIRE

Vale recorre e alega prejuízo de R$ 35 milhões


e consideramos que desse valor diário, nada fica de impostos pro ES... 
aqui só os resíduos...
O valor corresponde a um dia em que a produção fica parada
GAZETAONLINE.COM.BR

Acordo de Paz : Não tá facil - Paramilitares ameaçam

Cabezote escudo                                                          delegacion paz                                                          farc ep


Diante dos 3 últimos comunicados, sigo com a mesma opinião:
Esse acordo é arriscado.

Em 21 de Janeiro de 2016:


COMUNICADO CON GUERRA SUCIA Y PARAMILITARISMO 
JAMÁS ALCANZAREMOS LA PAZ
Le informamos a la comunidad del Guamocó y sus alrededores que en el área general
 de Puerto Claver en el Bagre nuestra organización viene confrontando decididamente 
las estructuras criminales y bandas paramilitares que se han ensañado contra las
 gentes humildes de estas regiones.
En lo que va corrido del año han sido asesinados los labriegos Jair Suárez de 20 años y 
Francisco Moreno de 84, que se unen a 5 campesinos más ultimados y desaparecidos en
 el mes de diciembre. En la vereda El Coral secuestraron y amenazaron sus habitantes 
por más de 20 horas. Han sido hostigados los pobladores de las veredas La Llana, 
Pueblo Santo, Moquí, Pisingo, Primavera, Santa Rosa, Caño Ñeque, La Arenosa, 
Ralito y La Aduana quienes han sido desplazados a Puerto Claver y El Bagre.
Por ningún lado se escucha la voz de la Iglesia denunciando estos hechos, ni los
 grandes medios de comunicación, ni la Cruz Roja o defensores de derechos
 humanos. Poco ha hecho la Fuerza Pública para evitar estos atropellos 
siendo de conocimiento público el despliegue paramilitar que hacen desde sus 
campamentos ubicados en Cuturú.
El tejido extorsivo del paramilitarismo se extiende sobre la población bajo el 
infame principio de que “todos deben aportar algo”. Existen casas de pique con
 estructuras armadas que cobran impuestos comprometiendo las 
economías de pequeños y medianos comerciantes, tenderos, droguerías, 
bombas y estaciones de gasolina, ferreterías y almacenes de repuestos, 
mineros, comerciantes de víveres, campesinos cultivadores de la hoja de coca
 y todo tipo de actividad que el paramilitarismo local considere fuente de
 ingreso para el sostenimiento de sus estructuras criminales, incluidas las
 amenazas a defensores de derechos humanos, reclamantes de tierra y 
líderes populares.
El Gobierno y sus voceros en la Mesa de Diálogo deben entender que no 
podrá darse la transformación de una organización armada en movimiento 
político abierto para debatir en las plazas públicas, ideas y visiones de país,
 sin armas, si no se desmonta el paramilitarismo de Estado disfrazado de Banda Criminal.
Con todos los ejemplos históricos que conoce Colombia de traición y matanzas a
 la oposición política no se puede tolerar más victimizaciones por parte del
 Estado. El paramilitarismo ha sido el mecanismo más eficaz que han empleado 
en su lucha contrainsurgente. Es el momento de esclarecer e iniciar el 
desmantelamiento total del fenómeno paramilitar.
Y que las comunidades organizadamente se levanten, denuncien y exijan el
 retiro de sus territorios de quienes tanto daño y terror les han causado; solo así, 
será posible sembrar las semillas de paz y justicia que nos merecemos.
Movilizarnos ya en torno a la terminación definitiva del conflicto y el exterminio 
de las causas que lo originaron. La guerra o la paz son asuntos que nos 
conciernen a todos los colombianos y estamos obligados a pronunciarnos. 
Con guerra sucia y paramilitarismo, jamás alcanzaremos la paz.
Compañía Gerardo Guevara
Bloque Magdalena Medio FARC – EP
Montañas del Nordeste Antioqueño
Enero 20 de 2016


                La Habana, Cuba, enero 21 de 2016, año de la paz

ES NECESAR IO SUPERAR EL FENÓMENO DEL 
PARAMILITARISMO PARA ALCANZAR LA PAZ.
Con esperanza podemos comunicar hoy, que a partir de este ciclo en la Mesa de 
Conversaciones iniciaremos un debate profundo sobre la urgente necesidad que 
para la paz de nuestro país significa superar el azote del paramilitarismo.
 Difícilmente se podría entender que las FARC-EP concluyeran el paso 
de una organización armada a movimiento político legal sin tener garantías
 ciertas de su desmantelamiento.
Ya hemos avanzado en compartir nuestras respectivas visiones buscando
 identificar la naturaleza, la complejidad y la amenaza que para el futuro de 
la sociedad y la democracia representa éste fenómeno, constituido hoy en la
 principal talanquera que impide el tránsito definitivo hacia una Colombia en paz 
y con justicia social.
Lastimosamente, tenemos que señalar que mientras iniciamos este debate,
la actividad de los grupos paramilitares se multiplica por todo el territorio nacional. 
Asesinatos y amenazas a la población civil de un lado, y combates con las 
fuerzas insurgentes por el otro, configuran hoy una realidad en departamentos
 como Norte de Santander, Chocó, Antioquia, Córdoba y Nariño.
No terminábamos de lamentar las muertes de civiles en el Chocó y el 
desplazamiento masivo de campesinos en Antioquia, cuando el pasado 16 de enero
 supimos del asesinato en San Calixto de Nelly Amaya Pérez, líder campesina
 y comunitaria del Catatumbo. A sus familiares, toda nuestra solidaridad y 
nuestras condolencias por su vil asesinato.
Sobre el tema, en la Mesa de Conversaciones hemos venido sosteniendo 
una postura clara: el paramilitarismo en Colombia ha sido una política de Estado. 
El fenómeno paramilitar no se limita a su manifestación estrictamente armada:
 las mal llamadas BACRIM. Buscar solucionar el problema ubicándose solamente 
en este plano, deja intactas las condiciones y la infraestructura que ha
 permitido la existencia de estos grupos, a la vez que libera de responsabilidades
 a los diversos sectores de la vida nacional que llevan años de beneficios e 
impunidad, fundados en el terror paramilitar.
La parapolítica, la para-economía, y una concepción equivocada del llamado 
“Orden público”, que le da tratamiento de guerra a la protesta social y al ejercicio de
 los derechos ciudadanos, al tiempo que justifica la justicia privada, también hacen 
parte de este fenómeno.
La solución efectiva a este flagelo requiere contemplar sus manifestaciones militares,
 económicas, políticas y la corrupción generalizada que es su caldo de cultivo.
 ¿Quién se lucra? ¿Quién despoja? ¿Quién desplaza?¿Quién financia? 
¿Quién aprovecha los votos derivados del miedo?
Son interrogantes que tenemos que resolver.
Atacar la integralidad del fenómeno requiere precisamente del desmantelamiento 
de ese engañoso aparataje que da sustento a múltiples acciones criminales contra 
el pueblo, e impiden la democracia plena.
Avanzar hacia un definitivo fin del paramilitarismo requiere de voluntad política y de 
un compromiso decidido de la multiplicidad de fuerzas vivas de la nación: 
partidos políticos, gremios económicos, movimientos sociales, medios de comunicación 
y personalidades.
Imperiosamente, debemos construir entre todos, un verdadero pacto político, ético y
 moral que permita que las generaciones venideras de compatriotas, no tengan que
 sufrir esta desgracia. Un compromiso efectivo de NUNCA MÁS.
Se requiere así mismo de múltiples ajustes en la institucionalidad, que impidan 
que el Estado pueda ser instigador, cómplice o aliado de actividades de
 organizaciones criminales supuestamente contrainsurgentes. En ese sentido, 
proponemos crear un nuevo tipo penal destinado a sancionar la promoción, 
organización, financiación o empleo oficial o privado de estructuras o prácticas 
paramilitares.
Hemos propuesto también la creación de una Comisión Nacional por el
 Desmantelamiento del Paramilitarismo y contra la Impunidad en Colombia, 
órgano independiente pero con participación de instituciones del Estado, 
de representantes de organizaciones de víctimas y de derechos humanos,
 y de las FARC-EP en tránsito a movimiento político sin armas.
Esperamos que el fruto de toda esta discusión bilateral, nos traiga nuevas
 noticias que alimenten las esperanzas de nuestro pueblo por una paz estable y
 duradera que se traduzca en justicia social, en bienestar y buen vivir para los colombianos.
DELEGACIÓN DE PAZ DE LAS FARC EP.