Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Comunicado FARC-EP:' ES NECESARIO SUPERAR EL FENÓMENO DEL PARAMILITARISMO PARA ALCANZAR LA PAZ.'


Cabezote escudo                                                          delegacion paz                                                          farc ep

                La Habana, Cuba, enero 21 de 2016, año de la paz

ES NECESAR IO SUPERAR EL FENÓMENO DEL 
PARAMILITARISMO PARA ALCANZAR LA PAZ.


Con esperanza podemos comunicar hoy, que a partir de este ciclo en 
la Mesa de Conversaciones iniciaremos un debate profundo sobre la 
urgente necesidad que para la paz de nuestro país significa superar el
 azote del paramilitarismo. Difícilmente se podría entender que las 
FARC-EP concluyeran el paso de una organización armada a
 movimiento político legal sin tener garantías ciertas de su
 desmantelamiento.
Ya hemos avanzado en compartir nuestras respectivas visiones
 buscando identificar la naturaleza, la complejidad y la amenaza
 que para el futuro de la sociedad y la democracia representa éste 
fenómeno, constituido hoy en la principal talanquera que impide el
 tránsito definitivo hacia una Colombia en paz y con justicia social.
Lastimosamente, tenemos que señalar que mientras iniciamos 
este debate, la actividad de los grupos paramilitares se multiplica por
 todo el territorio nacional. Asesinatos y amenazas a la población civil
 de un lado, y combates con las fuerzas insurgentes por el otro, configuran
 hoy una realidad en departamentos como Norte de Santander, Chocó,
 Antioquia, Córdoba y Nariño.
No terminábamos de lamentar las muertes de civiles en el Chocó y el 
desplazamiento masivo de campesinos en Antioquia, cuando el pasado 
16 de enero supimos del asesinato en San Calixto de Nelly Amaya Pérez,
 líder campesina y comunitaria del Catatumbo. A sus familiares,
 toda nuestra solidaridad y nuestras condolencias por su vil asesinato.
Sobre el tema, en la Mesa de Conversaciones hemos venido sosteniendo 
una postura clara: el paramilitarismo en Colombia ha sido una política de 
Estado. El fenómeno paramilitar no se limita a su manifestación 
estrictamente armada: las mal llamadas BACRIM. Buscar solucionar el 
problema ubicándose solamente en este plano, deja intactas las 
condiciones y la infraestructura que ha permitido la existencia de estos
 grupos, a la vez que libera de responsabilidades a los diversos sectores 
de la vida nacional que llevan años de beneficios e impunidad, fundados en
 el terror paramilitar.
La parapolítica, la para-economía, y una concepción equivocada del 
llamado “Orden público”, que le da tratamiento de guerra a la protesta social
 y al ejercicio de los derechos ciudadanos, al tiempo que justifica la justicia
 privada, también hacen parte de este fenómeno.
La solución efectiva a este flagelo requiere contemplar sus manifestaciones
 militares, económicas, políticas y la corrupción generalizada que es su
 caldo de cultivo. ¿Quién se lucra? ¿Quién despoja? ¿Quién desplaza?¿
Quién financia? ¿Quién aprovecha los votos derivados del miedo?
Son interrogantes que tenemos que resolver.
Atacar la integralidad del fenómeno requiere precisamente del 
desmantelamiento de ese engañoso aparataje que da sustento a 
múltiples acciones criminales contra el pueblo, e impiden la democracia
 plena.
Avanzar hacia un definitivo fin del paramilitarismo requiere de voluntad 
política y de un compromiso decidido de la multiplicidad de fuerzas 
vivas de la nación: partidos políticos, gremios económicos, movimientos
 sociales, medios de comunicación y personalidades.
Imperiosamente, debemos construir entre todos, un verdadero pacto 
político, ético y moral que permita que las generaciones venideras de 
compatriotas, no tengan que sufrir esta desgracia. Un compromiso
 efectivo de NUNCA MÁS.
Se requiere así mismo de múltiples ajustes en la institucionalidad, 
que impidan que el Estado pueda ser instigador, cómplice o aliado
 de actividades de organizaciones criminales supuestamente 
contrainsurgentes. En ese sentido, proponemos crear un nuevo tipo 
penal destinado a sancionar la promoción, organización, financiación o
 empleo oficial o privado de estructuras o prácticas paramilitares.
Hemos propuesto también la creación de una Comisión Nacional por el
 Desmantelamiento del Paramilitarismo y contra la Impunidad en Colombia, 
órgano independiente pero con participación de instituciones del Estado, de
 representantes de organizaciones de víctimas y de derechos humanos,
 y de las FARC-EP en tránsito a movimiento político sin armas.
Esperamos que el fruto de toda esta discusión bilateral, nos traiga 
nuevas noticias que alimenten las esperanzas de nuestro pueblo por
 una paz estable y duradera que se traduzca en justicia social, en bienestar
 y buen vivir para los colombianos.
DELEGACIÓN DE PAZ DE LAS FARC EP.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

A MANCHETE QUE JÁ ESTÁ ESCRITA: 10 MILHÕES DE DESEMPREGADOS NO BRASIL!

Em 1933, no auge da Grande Depressão, um quarto de toda a força de trabalho estadunidense estava desempregada. Dos que não foram para a rua da amargura, 30% aceitaram reduções em seus salários.

Aqui e agora, evidentemente, a coisa ainda não está tão ruim, mas é chocante sabermos que os desempregados, depois de se manterem na casa de 6,6 milhões no período 2012/2014, deram um salto para 9,1 milhões em 2015.

Isto levando-se em conta o nível de emprego apurado no trimestre agosto-setembro-outubro do ano passado. Os prognósticos dos economistas são de que, se em novembro-dezembro-janeiro não for alcançado o patamar altamente simbólico de 10 milhões de desempregados, pouco ficará faltando. E não existirá medida nenhuma no mundo capaz de evitar que seja atingido logo no trimestre seguinte.

Mesmo porque a saída de situação tão crítica não se dará apenas com iniciativas na área econômica. Será necessário o restabelecimento da confiança dos agentes econômicos no timoneiro da nau Brasil.

A presidente Dilma Rousseff perdeu a credibilidade ao prometer o que não pretendia entregar em 2014 e nem que a vaca tussa a recuperará em meio à recessão. Vai continuar sendo vista, pela grande maioria dos brasileiros, como a mãe da penúria atual e o primeiro obstáculo a ser removido para o País sair do fundo do poço.

E, enquanto não se desatar o nó político, os grandes capitalistas continuarão jogando na retranca, adiando investimentos e enxugando custos, pois lhes importa mais não sofrerem perdas mínimas do que muitos brasileiros estarem perdendo tudo que têm.

A pregação de Marina Silva, anti-impeachmet e pró-cassação da chapa presidencial pelo TSE, é obviamente interesseira, pois a convocação de uma nova eleição nos próximos meses pode dar-lhe a vitória que só o jogo sujo do PT evitou em 2014, ao recorrer à mais agressiva e falaciosa campanha de satanização de todas as nossas eleições presidenciais.

Mas, isto não impede de ser a melhor saída do labirinto em que nos encontramos e até um caso em que a Justiça Eleitoral escreveria certo por linhas tortas (pois o estelionato eleitoral é motivo imensamente mais grave para a anulação do resultado das urnas do que todos os alegados pelos oposicionistas). As leis brasileiras são patéticas, atêm-se ao secundário e não punem quem faz campanha prometendo exatamente o contrário do que já decidiu fazer, o que se constitui na própria negação da democracia!

Vale repetir: a campanha à moda do Goebbels da Dilma, tornando legal mas extremamente ilegítima sua reeleição, foi a principal causa do ano político catastrófico de 2015, muito mais do que os efeitos da Operação Lava-Jato. O povo não é bobo, percebeu ter sido vítima de uma vigarice eleitoral e não se conforma. Quem será insensível a ponto de negar-lhe tal direito?   

E é porque o poder está suspenso no vácuo que temos de devolvê-lo à sua fonte, o povo. Dar-lhe a oportunidade de indicar uma saída, já que os poderosos se mostram impotentes para tanto: não se entendem e, com suas disputas mesquinhas e canibalescas, estão nos conduzindo para o imponderável.

Dez milhões de desempregados num país cujo povo é muito pobre (nunca deixou de sê-lo apesar da propagandaiada ufanista, está aí o IDH sofrível que não me deixa mentir), significam miséria, desespero e morte nas periferias, grotões e quebradas do mundaréu. Quem será insensível a ponto de não se comover? 

Dilma significa um, um mandato a que se apega com unhas e dentes, sem jamais mostrar competência para exercê-lo nem humildade para reconhecer que cometeu erros crassos na gestão anterior e agora os está cometendo piores ainda, ao insistir em impor-nos o receituário econômico da direita apesar de ter sido eleita pela esquerda. Como ela se tornou tão insensível a ponto de não renunciar?

Dois milhões e meio de desempegados adicionais só no ano passado é um número bem maior do que um. Mexe muito mais com meus sentimentos e convicções. 

É pelos 2,5 milhões (e pelos que a eles se somarão) que choro. São eles que me inspiram a pregar, por enquanto no deserto, no sentido de que a esquerda recoloque a solidariedade para com os explorados no centro de suas preocupações.

Estar ao lado dos que vivem nas favelas, cortiços e casebres é muito mais importante para revolucionários do que desfrutar das mordomias dos palácios.

E gerenciar o capitalismo para os capitalistas não nos aproxima um milímetro sequer da revolução.

OUTROS POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):

KIM KATOU UM FRILA. E DAÍ?
APOLLO NATALI: "O BOMBARDEIRO DO GETÚLIO".
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PARA SALVAR A PELE DA DILMA, ATÉ O DELFIM NETO SERVE!
FELIZ É A NAÇÃO CUJO SENHOR É O POVO!
REINALDO AZEVEDO MENTE
REINALDO AZEVEDO MENTE/2 (mensagem de Rui Martins à ombudsman da "Folha de S. Paulo")
REINALDO AZEVEDO MENTE/3 (mensagem de Carlos Lungarzo à ombudsman da "Folha de S. Paulo")

A PM E SUAS "PRATICAS CORRIQUEIRAS DE BANDITISMO INSTITUCIONALIZADO CONTRA MANIFESTANTES"
A PM DE SP BARBARIZOU DE NOVO. E A PEC 51/2013 (DA DESMILITARIZAÇÃO DO POLICIAMENTO) SE ARRASTA NO SENADO.

A MANCHETE QUE JÁ ESTÁ ESCRITA: 10 MILHÕES DE DESEMPREGADOS NO BRASIL!

Em 1933, no auge da Grande Depressão, um quarto de toda a força de trabalho estadunidense estava desempregada. Dos que não foram para a rua da amargura, 30% aceitaram reduções em seus salários.

Aqui e agora, evidentemente, a coisa ainda não está tão ruim, mas é chocante sabermos que os desempregados, depois de se manterem na casa de 6,6 milhões no período 2012/2014, deram um salto para 9,1 milhões em 2015.

Isto levando-se em conta o nível de emprego apurado no trimestre agosto-setembro-outubro do ano passado. Os prognósticos dos economistas são de que, se em novembro-dezembro-janeiro não for alcançado o patamar altamente simbólico de 10 milhões de desempregados, pouco ficará faltando. E não existirá medida nenhuma no mundo capaz de evitar que seja atingido logo no trimestre seguinte.

Mesmo porque a saída de situação tão crítica não se dará apenas com iniciativas na área econômica. Será necessário o restabelecimento da confiança dos agentes econômicos no timoneiro da nau Brasil.

A presidente Dilma Rousseff perdeu a credibilidade ao prometer o que não pretendia entregar em 2014 e nem que a vaca tussa a recuperará em meio à recessão. Vai continuar sendo vista, pela grande maioria dos brasileiros, como a mãe da penúria atual e o primeiro obstáculo a ser removido para o País sair do fundo do poço.

E, enquanto não se desatar o nó político, os grandes capitalistas continuarão jogando na retranca, adiando investimentos e enxugando custos, pois lhes importa mais não sofrerem perdas mínimas do que muitos brasileiros estarem perdendo tudo que têm.

A pregação de Marina Silva, anti-impeachmet e pró-cassação da chapa presidencial pelo TSE, é obviamente interesseira, pois a convocação de uma nova eleição nos próximos meses pode dar-lhe a vitória que só o jogo sujo do PT evitou em 2014, ao recorrer à mais agressiva e falaciosa campanha de satanização de todas as nossas eleições presidenciais.

Mas, isto não impede de ser a melhor saída do labirinto em que nos encontramos e até um caso em que a Justiça Eleitoral escreveria certo por linhas tortas (pois o estelionato eleitoral é motivo imensamente mais grave para a anulação do resultado das urnas do que todos os alegados pelos oposicionistas). As leis brasileiras são patéticas, atêm-se ao secundário e não punem quem faz campanha prometendo exatamente o contrário do que já decidiu fazer, o que se constitui na própria negação da democracia!

Vale repetir: a campanha à moda do Goebbels da Dilma, tornando legal mas extremamente ilegítima sua reeleição, foi a principal causa do ano político catastrófico de 2015, muito mais do que os efeitos da Operação Lava-Jato. O povo não é bobo, percebeu ter sido vítima de uma vigarice eleitoral e não se conforma. Quem será insensível a ponto de negar-lhe tal direito?   

E é porque o poder está suspenso no vácuo que temos de devolvê-lo à sua fonte, o povo. Dar-lhe a oportunidade de indicar uma saída, já que os poderosos se mostram impotentes para tanto: não se entendem e, com suas disputas mesquinhas e canibalescas, estão nos conduzindo para o imponderável.

Dez milhões de desempregados num país cujo povo é muito pobre (nunca deixou de sê-lo apesar da propagandaiada ufanista, está aí o IDH sofrível que não me deixa mentir), significam miséria, desespero e morte nas periferias, grotões e quebradas do mundaréu. Quem será insensível a ponto de não se comover? 

Dilma significa um, um mandato a que se apega com unhas e dentes, sem jamais mostrar competência para exercê-lo nem humildade para reconhecer que cometeu erros crassos na gestão anterior e agora os está cometendo piores ainda, ao insistir em impor-nos o receituário econômico da direita apesar de ter sido eleita pela esquerda. Como ela se tornou tão insensível a ponto de não renunciar?

Dois milhões e meio de desempegados adicionais só no ano passado é um número bem maior do que um. Mexe muito mais com meus sentimentos e convicções. 

É pelos 2,5 milhões (e pelos que a eles se somarão) que choro. São eles que me inspiram a pregar, por enquanto no deserto, no sentido de que a esquerda recoloque a solidariedade para com os explorados no centro de suas preocupações.

Estar ao lado dos que vivem nas favelas, cortiços e casebres é muito mais importante para revolucionários do que desfrutar das mordomias dos palácios.

E gerenciar o capitalismo para os capitalistas não nos aproxima um milímetro sequer da revolução.

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FELIZ É A NAÇÃO CUJO SENHOR É O POVO!
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REINALDO AZEVEDO MENTE/2 (mensagem de Rui Martins à ombudsman da "Folha de S. Paulo")
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A PM DE SP BARBARIZOU DE NOVO. E A PEC 51/2013 (DA DESMILITARIZAÇÃO DO POLICIAMENTO) SE ARRASTA NO SENADO.