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domingo, 21 de agosto de 2016

Sem Terra acampam por quatro dias em Vitória- ES

Sem Terra em sua II Jornada Campo e Cidade, acampam por quatro dias em Vitória ES
Os manifestantes permaneceram em Vitória por quatro com as mesmas reivindicações, pois e resposta alguma por parte do Governo estadual.


A II Jornada Campo e Cidade ficaram acampadas do dia 15 até o dia 18 reivindicado a politica agrícola e ambiental, medidas estruturantes, política agrária e direitos sociais.
Participam da Jornada 14 organizações, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Federação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores/as Familiares do Estado do Espírito Santo (FETAES/STRs), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Associação de Pequenos Produtores Rurais do Estado do Espírito Santo (ASPEPRO), Comissão Pastoral da Terra  (CPT), Associação de Programa de Agricultura Alternativa (APTA), Comissão Quilombola, Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (CONIC), Pastoral da Juventude Rural (PJR), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Regional das Associação. dos centros de formação em alternância do Espírito Santo  (RACEFFAES), Associações de Pequenos Agricultores e  Cooperativa da Agricultura Familiar de Vila Pavão (CAF).
Diones Albani, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) disse "a jornada de luta é muito importante, pois é um momento de reafirmação da luta por políticas públicas adequadas para a agricultura familiar e camponesa". E #ForaTemer


Imagem Jornal Século Diario

A política agrícola e ambiental:
plano de política emergencial, com a Intervenção do Governo do Estado para resolver definitivamente o endividamento dos agricultores familiares/camponeses atingidos pela maior crise hídrica do Espírito santo, com a anistia de todas as parcelas (custeio e investimento) vencidas e vincendas até 31 de dezembro de 2017, incluindo as operações prorrogadas e quitadas em 2015/2016 e refinanciamento das atividades pela seca nos financiamentos agrícolas concedidos nos últimos dois anos;
Crédito emergencial não reembolsável por família, incluindo os jovens, no valor de R$ 5.000,00 por agricultor/a concretizando o auto sustento familiar e comércio local e a garantia da aplicação do FUNSAF;

Medidas estruturantes reivindicadas são a construção de barragens de pequeno porte, que beneficiará os agricultores, famílias, assentados da reforma agrária e comunidades quilombolas;

- Construção de pequenas barragens a benefício dos agricultores famílias, assentados da reforma agrária e comunidades quilombolas;
- Programa massivo de recuperação ambiental (Ex. Programa Reflorestar) beneficiando agricultores/as familiares/camponeses;
- Garantia de ATES e ATER pública, gratuita e de qualidade de forma continuada para aos agricultores familiares/camponeses e comunidades tradicionais;
Política agrária
- Reivindicação de política pública estadual de eforma agrária – assentamento de famílias acampadas,
Garantia da continuidade e expansão da habitação rural, com atendimento imediato das demandas apresentadas – PNHR;

Direitos sociais:
- Que o governo estadual garanta continuidade e fortalecimento da educação do campo obedecendo a realidade das comunidades rurais.
- Não fechamento de nenhuma escola no meio rural.

 Participamos das duas Jornadas Campo e Cidade e entendemos a importância da integração do campo e a cidade, pois a sobrevivência de quem mora na cidade depende da produção dos alimentos oriundos do campo.
Ana Paula Perciano  é Diretora de Relações Internacionais da UNA- ES e Diretora de mídias sociais da Calles.

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