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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Requião lança manifesto por um Brasil soberano, democrático e popular

Importante bate papo . Um leitura fundamental
A Partir desta mate´ria: 


Marcos Rebello Muito bom mesmo! Isso é um raio-x do país. É um alerta sobre o perigo estendido no tempo que está desmanchando a nação e um chamamento aos poucos com consciência que ainda existem para que se faça uma revolução em todos os níveis a fim de tentar resgatar o controle do país. É uma tarefa árdua e difícil, basta vermos nas fisionomias do próprio Lula, porque a deterioração já está muito avançada. O que se vê de positivo são lampejos de euforia na massa pelo que existe em Lula de esperança. Mas ele desaparecendo, mesmo que existam dois ou tres outros, não conseguem concentrar a mesma tração, nem em disposição e nem em força capaz de retirar o país do círculo entrópico do buraco negro que o está tragando. Esta tua postagem veio muito a propósito, porque desde segunda-feira venho pensando uma maneira de chamar a atenção de algumas pessoas para a necessidade urgente de criarmos uma corrente para dar impulso ao que o próprio Requião e a Fattorelli estão fazendo sobre a necessidade de fazer-se uma auditoria da dívida pública. Isto sendo feito, a medida consequente seria exigirmos que a emissão da moeda ficasse sob responsabilidade do Congresso e não do BC. Mas esta medida depende de outra de igual proporção que é uma Reforma Política profunda e ampla a fim de dotar o Congresso da transparência, confiança e responsabilidade necessárias.
Claudio Machado Correto.
As únicas discordâncias que tenho, é quanto passar para o Congresso a prerrogativa de autorizar a emissão de moeda, mesmo condicionado a uma reforma política profunda e ampla. Prefiro a proposta do Requião, que é a de estabelecer regras de articulação das ações do BC ao Tesouro Nacional. 
A outra não é bem uma discordância, mas uma diferença de compasso e de fórmula. 
Me refiro à auditoria da dívida. 
Acho que ela não deve ser feita de antes de uma reforma política ampla e profunda. Também não acho que deve ser feita de firma isolada, ou seja, deve se dar em um novo ambiente político, econômico e social, como aponta Requião, acompanhada (precedida ou concomitante) a diversas outra medidas econômicas.

Marcos Rebello Sim, concordo com a segunda parte. Reforma Política primeiro e depois a auditoria. Entretanto, partem do princípio de que a aceleração da ruptura do sistema financeiro global exige que "uma" auditoria seja feita a fim de resgatar algum controle sobre as finanças do país antes do caos.
Sobre o "estabelecimento de regras de articulação das ações do BC ao Tesouro Nacional" vai depender do próprio relacionamento existente hoje que deve estar pautado nos moldes do relacionamento das mesmas instituições nos EUA. Ou seja, os bancos determinam o comportamento do BC e do Tesouro. Tanto que o sistema fracionário bancário é o mal maior que endivida o trabalhador. 
Então, devemos estabelecer quem virá primeiro, o ovo ou a galinha! Se for o ovo, que este não esteja chôco! Se for a galinha, que ponha ovos a peso de ouro!
Claudio Machado Perdoe-me, mas vou insistir na questão do BC.
Política monetária e cambial  devem estar articuladas com a política fiscal e orçamentária e estas, por sua vez, com as demais políticas públicas (saúde, educação, investimentos em infraestrutura, habitação...). 
É por isso que acho que deve ser por aí.
Desde que acompanhada de outra medidas que rompam com a lógica vigente.



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