Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

A corrupção é epidêmica

Esquema na terceirização de serviços médicos pode ter sonegado R$ 65 milhões


**** São os mais raivosos contra a presidente Dilma e o programa 
"MAIS MÉDICOS" que atendeu 40 milhões de pessoas

**** A corrupção é epidêmica
ANDERSON FALCÃO AZEVEDO 

FARC 'CONCRETEMOS UN NUEVO ACUERDO'

La Habana, Cuba, sede de los diálogos de paz, julio 3 de 2015
CONCRETEMOS UN NUEVO ACUERDO
Nos encontramos una vez más quienes representamos a las FARC-EP en los diálogos de paz de La Habana, con los plenipotenciarios del gobierno de Colombia. El propósito de ahora es continuar atendiendo nuestro compromiso con la reconciliación nacional, con la verdad, con las víctimas y su reparación integral, y llegar también a la formalización de acuerdos de no repetición. Se trata, de continuar la marcha hacia la paz.
Todos conocen el por qué de nuestra presencia en Cuba. Tras décadas de guerra ninguna de las partes del conflicto logró derrotar a la otra; es decir que ninguna ha sido vencida. En pie de igualdad y frente a unas mismas obligaciones y deberes que surgen del Acuerdo General para la Terminación del Conflicto suscrito el 26 de agosto de 2012, los contendientes, debemos seguir firmes y resueltos a dar cumplimiento a La Agenda de Conversaciones ampliamente conocida.
El ambiente sin embargo está cargado de nubarrones que han venido oscureciendo el camino que nos resta por andar para llegar sin más contratiempos a la meta ya diseñada. Lo deploramos.
Pero, no fuimos los responsables de la terminación del cese al fuego unilateral e indefinido declarado por nosotros el día 17 de diciembre de 2014. Durante más de cinco meses lo mantuvimos con disciplina, gesto que condujo a la reducción de por lo menos el noventa por ciento de las acciones de guerra.
Aunque este resultado es reconocido por propios y extraños, lo cierto es que pudo más el carácter pendenciero de quien como Ministro de Defensa, consideró que el éxito de la tregua era su derrota.



De tal manera que so pretexto de una acción defensiva de las FARC- EP sucedida el 14 de mayo del presente año en Buenos Aires, Cauca, –de la cual hasta ahora comienza a aflorar la verdad de los hechos-, lanzó la salvaje retaliación que ocasionó lamasacre de decenas de guerrilleros que permanecían en sus campamentos atendiendo la orden de alto al fuego.
Jairo Martínez y Emiro Jiménez, dos de nuestros negociadores en La Habana destacados para realizar labores de pedagogía de paz entre nuestros combatientes, y que habían sido puestos en tierra colombiana en desarrollo de protocolos convenidos con el gobierno, cayeron abatidos en Cauca y en Chocó mientras realizaban su tarea. Junto a ellos murieron otros valiosos combatientes y también Román Ruiz, comandante del 18 Frente e integrante del Estado Mayor Central de Las FARC-EP.
No nos extrañe entonces que hoy nos encontremos en un punto de recrudecimiento de la confrontación por decisión de una contraparte que frente a nuestro gesto de paz, amplificó su grito de guerra. Estamos donde quiso colocarnos el gobierno, a sabiendas de las consecuencias: en esta contienda armada asimétrica y absurda, ciertamente, no nos íbamos a dejar matar.
Pero tenemos además el infortunio, de que en este contexto no deseado por nosotros, muchos hechos se le atribuyen a las FARC, aunque no lo sean, pareciéndose más a una pesca en río revuelto de una extrema derecha, que no quiere el progreso de los diálogos porque le teme más a la verdad que a la cárcel.
No obstante lo anterior, al finalizar la ronda que hoy inicia, aparte de nuestra disposición de desescalar el conflicto, comenzando porque nadie se deje contagiar del lenguaje guerrerista del anterior ministro de defensa, que nada resuelve, tenemos la aspiración de darle buenas noticias a nuestro país y al mundo, alrededor del tema de víctimas y la Comisión para el Esclarecimiento de la Verdad, la Convivencia y la no Repetición-si la contraparte muestra igual determinación-, para concretar el texto de un nuevo acuerdo. El Cese al Fuego Bilateral, que es vida para el proceso, no puede seguir siendo represado con argumentos inconsistentes.


DELEGACIÓN DE PAZ DE LAS FARC-EP

OU BOLA OU BÚLICA - Redução Não é a Solução

Artigo feito para um  jornal no  Espírito Santo.

OU BOLA OU BÚLICA - Redução Não é a Solução
(título da Música de João Bosco , Aldir Blanc)

“ A única coisa séria do circo são os palhaços”, atestou Millôr Fernandes, escritor, jornalista, intelectual.

Há pouco mais de 20 anos, Vitória era referência mundial de saúde e educação, reconhecida por organizações internacionais. Na época o governo municipal, em viagem a Cuba (era lá, o Período Especial, duro), firmou com o governo de Havana um Termo de Cooperação entre os dois governos, para trazer a esta ilha - que ‘é uma delicia’- os modelos bem sucedidos de educação e saúde da ilha de lá. E assim foi feito.

Após cinco mandatos e meio, assistimos hoje, a uma educação sucateada e uma saúde capenga. ‘... Mas ninguém fica pra sempre na frente de "vejo amanhã", pois é. Barba, cabelo, bigode, na marra você me arrancou, mas quem... “É bola ou búlica, é fogo esse jogo, não dá pra enganar, nega”

O Deputado Mageski, protocolou um Requerimento de Informação solicitando que Haroldo Rocha,o secretário de Estado da Educação, homem de confiança de Hartung, encaminhe cópia do contrato de locação com a Associação Educacional de Vitória (AEV), proprietária do prédio localizado no campus da Faesa São Pedro, em Vitória, para a implantação da 1ª Escola Estadual de Ensino Médio em turno único: Projeto Escola Viva. Custará 62 mil reais mensais aos cofres públicos este aluguel, feito sem licitação e envolvendo a ONG ES em Ação. O Projeto Escola Viva, após polemica, foi aprovado em junho. O contrato de aluguel foi feito em abril. Paulo Hartung é o governador, hoje e sucedeu a Vitor Buaiz na PMV, quando era ela, referencia mundial em educação e em saúde. . É Bola ou Búlica?

Milton Nascimento , na década de 70, teve uma música com letra totalmente censurada. Falava de EL REY:' Hoje é Dia Del Rey',mas... 'Amanha Será Outro Dia...'.

Ficamos mais de 8 anos sem Conselho Estadual de Cultura, o estado não convocava eleições. Tem 12 anos que lutamos para um conselho estadual de cultura, de fato. Temos o Instituto SINCADES,  não passa de uma incógnita para a sociedade: Estabelecido por decreto, num dos governos anteriores 'del rey', ou Paulo Hartung, não esclarece a quem serve, como serve, como classifica projetos.

Queima eles , Senhor!

Magno Malta, ainda deputado, em 2001, em uso de emenda parlamentar ou genérica, doa uma ambulância, na época comprada pelo ‘simbólico’ valor de 400 mil reais . Sanguessuga.
Um povo sem memória acaba vítima do sistema: político, social, econômico. Perde a base histórica de sua existência, tornando-se marionete à exploração de oportunistas, de ‘progressistas’ num discurso onde progresso não passa de privilégio ou objeto de sustentação para a manutenção do poder.

Marcos Vicente largou a vice-presidência da CBF para assumir o cargo de deputado federal. Só isto, hoje, dispensa apresentação.

Paulo Foleto, da noite para o dia - literalmente - passa do NÃO para o SIM. Quanto valeu o SHOW ? ' Diz que deu , diz que dá, diz que deus dará'

E todos  defendem a redução da maioridade. 

#Reduçãonãoéasolução, a solução é implementação de politicas públicas, sem superfaturamentos e punição aos que nos sonegam a estes direitos exemplificados acima.
‘...Chega, já foi o tempo do "tá louca"...’ É Búlica.


Fernanda Tardin – Blogueira, militante de Direitos Humanos, membro do Forum Memoria e Verdade ES, presidenta da CALLES – Casa América Latina Liberdade e Solidariedade ES

as veias abertas de uma câmara de dePutados imunda - REDUÇÃO NÃO É SOLUÇÃO

#ContraoGolpe #ReduçãoNãoÉSolução 
 ***DOSSIÊ CUNHA***: ver abaixo, entre outras matérias: 

Eduardo Cunha, o homem que a direita procurava  
 
**************************************

 

Leia também:

Para ministro do STF, manobra da Câmara fere Constituição Federal
Redução: Confira quem votou contra a juventude brasileiraApós manobra, Câmara aprova redução da maioridadeParlamentares denunciam manobra de Cunha para ganhar "no tapetão"
Cunha e os ditadores em miniatura: não é só a maioridade penal!
Cunha e os ditadores em miniatura: não é só a maioridade penal! 
 
      01 - jul  13 Danny Glover: Estado civilizado não deve processar 
Na TV CUTSOLUÇÃO INCORRETA
Caetano e Gil criticam, em vídeo postado no Facebook, a aprovação da redução 
da maioridade penal pela Câmara dos Deputados.
Assista!
Caetano Veloso e Gil ficaram chateados com a aprovação na Câmara da redução 
 
NÃO SABE PERDER
Pela segunda vez neste ano, a Câmara dos Deputados utiliza de manobra para 
votar textos que já haviam sido rejeitados no Plenário da Casa.
Mais uma vez, quem perde é a democracia e a sociedade brasileira.
...
Leia mais na Agência ‪#‎PT‬ de Notícias
Ver mais
Parlamentares contrários à proposta haviam pedido, anteriormente, adiamento 
da sessão. Texto foi aprovado em meio a questionamentos regimentais
 
 
















Por Renato Rabelo, em seu blog:


A instabilidade política em nosso país se agrava. A autoridade presidencial é 
questionada e vive-se uma descontrolada e selvagem situação institucional. 
Os partidos da oposição – tendo o PSDB à frente – são instrumentos da mídia 
hegemônica e de seus patrões na guerra aberta e camuflada para derrotar a
 esquerda, sendo o PT sua expressão principal, com o objetivo de desacreditar 
e derrubar a presidenta Dilma Rousseff e criminalizar o ex-presidente
 Luiz Inácio Lula da Silva.
Leia mais>>>
 
2 de julho de 2015 | 01:33 Autor: Fernando Brito
Embora ainda falte muito para que se consume a redução da maioridade penal
 (nova votação na Câmara, duas no Senado e o Supremo) já existe uma
 sentença definitiva sobre a Câmara dos Deputados, com o resultado da votação
 desta madrugada. Foi revogada, definitivamente, qualquer esperança de que
 haja ali qualquer resquício de retidão moral que ali se pudesse esperar.
 Não apenas por part...

TENDÊNCIA VIOLENTA
Depois de "linchar" menores na capa da revista Veja, a editora Abril deverá 
responder, na Justiça, por violação de direitos dos jovens.
A Defensoria Pública de SP quer que a editora faça uma retratação sobre a 
reportagem publicada, retire as fotos e iniciais de nomes e sobrenomes dos 
adolescentes expostos.
...
Além disso, a Abril poderá pagar indenização por dano moral coletivo.
Leia mais na Agência ‪#‎PT‬ de Notícias http://goo.gl/2t3AnP
Ver mais
 
Captura de Tela 2015-07-02 às 10.21.24
     
Denúncias

'Veja' acionada por capa contra jovens

Por Altamiro Borges
Em plena ofensiva reacionária da "bancada do BBB" - bala, boi e bispo - 
pela redução da maioridade penal, a "Veja" exibiu na semana passada uma
 capa sensacionalista com quatro menores e a manchete terrorista: 
"Eles estupraram, torturaram, desfiguraram e mataram. Vão ficar impunes". 
Nesta terça-feira (30), porém, a edição criminosa sofreu um baque. 
A Defensoria Pública de São Paulo moveu ação contra a Editora Abril por 
"violar os direitos dos adolescentes à inviolabilidade de imagem e à privacidade" 
e por "facilitar a identificação dos rapazes", estimulando represálias e linchamentos.
Leia mais>>>          
 
Por Altamiro Borges
A campanha de ódio difundida diariamente pelos programas policialescos
 de rádio e televisão não foi suficiente para garantir a redução da idade penal.
 Numa votação apertada e histórica, que varou a madrugada desta
 quarta-feira (1), a Câmara Federal rejeitou a proposta que reduziria 
a maioridade de 18 para 16 anos para os crimes graves. O placar final: 303
 deputados votaram a favor, 184 contra e 3 se abstiveram. Por se tratar de
 um projeto de emenda à Constituição, sua aprovação exigia no mínimo 308 
votos favoráveis. A "bancada do BBB" - bala, boi e bispo - foi a principal 
derrotada na votação. O presidente lobista Eduardo Cunha, que acelerou a
 tramitação do projeto, também sentiu o baque.
 
#‎TodosContraRedução
A grande vitória da juventude brasileira, conquistada sob grande mobilização 
ontem (30), ao impedir a redução da maioridade penal, corre o risco 
de ser revertida.
A proposta rejeitada será novamente votada pela Câmara, na noite de hoje 
(1º), em clara manobra da oposição e desrespeito ao regimento interno
 da Casa e à Constituição.
...
“Nós ganhamos ontem e não podemos permitir que através desse golpe a
 oposição, mais uma vez, violente a democracia e inverta a decisão 
soberana do plenário da Casa, alertou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).
Leia na Agência ‪#‎PT‬ de Notícias
Proposta que reduz a maioridade penal foi rejeitada, na terça-feira (30), 
em votação na Câmara dos Deputados. Oposição quer 
retomar votação nesta quarta

Os crápulas da política do ódio são “menores” e não podem ser punidos?

2 de julho de 2015 | 00:18 Autor: Fernando Brito
No momento em que se discute a redução da maioridade penal, 
para mandar para uma cadeia abjeta os menores de 16 anos – que 
já vão para a reclusão, e quem já viu uma reclusão de menores não 
gostaria de passar um dia ali – é contraditório e vergonhoso que se possa 
estar fazendo na mais completa impunidade, num vilipêndio à República e 
a todas as mulheres como estão fazendo... 
 
A FAVOR DA JUVENTUDE
O Partido dos Trabalhadores votou contra a proposta que reduz a
 maioridade
 penal de 18 para 16 anos.
Leia mais na Agência ‪#‎PT‬ de Notícias
Para ser aprovado, texto precisaria receber 308 votos favoráveis. 
Foram contabilizados 303 votos a favor e 184 contra.
 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Reabertura de embaixadas é primeiro passo; além do fim do bloqueio, ilha pede devolução da base de Guantánamo e fim de processos desestabilizadores



http://2.bp.blogspot.com/-5g8kVlGJcII/VZQnL2TL92I/AAAAAAAAEQU/3LnDFoDQ6jE/s400/EEUU-Cuba.jpg
















Por Vanessa Martina Silva noOpera Mundi

Nesta quarta-feira (01/07), os governos de Estados Unidos e Cuba finalizaram as negociações para a retomada das relações diplomáticas entre os países e anunciaram a abertura de embaixadas em ambos os países em 20 de julho de 2015, após 54 anos de ruptura. Em carta enviada ao presidente Barack Obama, o líder cubano, Raúl Castro, disse que “a parte cubana assume essa decisão, animada pela intenção recíproca de desenvolver relações respeitosas e de cooperação entre nossos povos e governo”.

De acordo com comunicado do Ministério das Relações Exteriores, abertura de embaixada é o primeiro passo para a retomada completa das relações entre os países. O órgão governamental ressalta que, para que isso ocorra, Cuba exige fim do bloqueio econômico e financeiro à ilha, a devolução da Base Naval de Guantánamo e que os Estados Unidos cessem o patrocínio a atividades desestabilizadoras, bem como a transmissão, ilegal de rádios e TVs no país. 

O anúncio da abertura das embaixadas ocorre pouco mais de seis meses após o anúncio do início das conversas, em 17 de dezembro do ano passado. As relações entre os países foram rompidas desde a imposição do embargo norte-americano à ilha em 1961, após a declaração do caráter socialista da revolução cubana, em meio à chamada Guerra Fria.


Em declaração dada nesta quarta, Obama declarou que esse é “um passo histórico para um novo capítulo com nossos vizinhos na América”. E afirmou: “nós somos vizinhos e agora podemos ser amigos”. 

Raúl Castro ressaltou que o restabelecimento das relações diplomáticas se dará com base na Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas e “na igualdade soberana, na solução de controversas por meios pacíficos, na abstenção de recorrer à ameaça ou ao uso da força contra a integridade territorial ou à independência política de qualquer Estado, na não intervenção nos assuntos que são de jurisdição interna dos Estados, no fomento de relações de amizade entre as nações baseadas no respeito ao princípio da igualdade de direitos e à livre determinação dos povos, e na cooperação na solução de problemas internacionais e no desenvolvimento e estímulo do respeito aos direitos humanos e as liberdades fundamentais de todos”.

A fala de Castro faz menção ao amplo histórico intervencionista dos Estados Unidos na América Latina e, principalmente em Cuba, onde aviões clandestinos chegaram a sobrevoar a ilha para fazer propaganda contra o governo e fumigar plantações, além do patrocínio de atos terroristas para prejudicar o turismo no país, como relata o jornalista Fernando Morais no livro “Os Últimos Soldados da Guerra Fria” (Companhia das Letras, R$ 45,00).

Abertura não é normalização de relações

O comunicado divulgado pelo ministério das Relações Exteriores cubano, a abertura das embaixadas corresponde à primeira etapa do que será “um longo e complexo processo para a normalização dos vínculos bilaterais”. O texto ressalta que não poderá haver relações normais entre Cuba e os Estados Unidos enquanto “seja mantido o bloqueio econômico, comercial e financeiro que se aplica com todo rigor, provoca danos e carências para o povo cubano, o obstáculo principal ao desenvolvimento de nossas economias”.

Além disso, Cuba considera “indispensável que se devolva o território ilegalmente ocupado pela Base Naval de Guantánamo, sejam encerradas as transmissões radiofônicas e televisivas ilegais que são violadoras das normas internacionais e lesivas à nossa soberania, que se eliminem osprogramas dirigidos para promover a subversão e a desestabilização internas e se compense os danos humanos e econômicos provocados pelas políticas dos EUA”.

A ilha reconhece, no entanto, as decisões tomadas até o momento por Obama, “de excluir Cuba da lista dos Estados patrocinadores do terrorismo internacional, de pedir que o Congresso levante o bloqueio e de começar a modificar a aplicação de aspectos dessa política no uso de suas prerrogativas executivas”.

Cuba reitera que as relações devem ser estabelecidas com base no “respeito absoluto à nossa independência e soberania; o direito inalienável de todo Estado de eleger o sistema político, econômico, social e cultural, sem ingerência de forma alguma; a igualdade soberana e a reciprocidade, que constituem princípios irrenunciáveis do direito internacional”. E reitera que o governo comunista segue o processo de “atualização de seu modelo econômico e social para construir um socialismo próspero e sustentável, avançar no desenvolvimento do país e consolidar as conquistas da Revolução”.


 encaminhado por Ivete Martinez Consulesa de Cuba no Brasil

deputados COMPRADOS

Estratégia de Cunha garantiu a aprovação da PEC que diminui para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso e lesão seguida de morte.
Deputados que votaram não ou se abstiveram na primeira votação e que votaram sim na segunda:(COMPRADOS)
- Abel Mesquita Jr. (PDT-RR)
- Celso Maldaner (PMDB-SC)
- Dr. Jorge Silva (PROS-ES)
- Dr. Sinval Malheiros (PV-SP)
- Dulce Miranda (PMDB-TO)
- Eros Biondini (PTB-MG)
- Evair de Melo (PV-ES)
- Expedito Netto (SD-RO)
- Heráclito Fortes (PSB-PI)
- JHC (SD-AL)
- João Paulo Papa (PSDB-SP)
- Kaio Maniçoba (PHS-PE)
- Lindomar Garçon (PMDB-RO)
- Mandetta (DEM-MS)
- Mara Gabrilli (PSDB-SP)
- Marcelo Matos (PDT-RJ)
- Marcos Abrão (PPS-GO)
- Marcos Reategui (PSC-AP)
- Paulo Foletto (PSB-ES)
- Rafael Motta (PROS-RN)
- Subtenente Gonzaga (PDT-MG)
- Tereza Cristina (PSB-MS)
- Valadares Filho (PSB-SE)
- Waldir Maranhão (PP-MA)
Deputados que votaram sim na primeira votação e que votaram não ou se abstiveram na segunda:
- Arnon Bezerra (PTB-CE)
- Marcelo Castro (PMDB-PI)
- Penna (PV-SP)
Deputados que votaram sim na primeira votação e faltaram à segunda:
- Francisco Chapadinha (PSD-PA)
- Francisco Floriano (PR-RJ)
- Genecias Noronha (SD-CE)
- Laercio Oliveira (SD-SE)
- João Carlos Bacelar (PR-BA)
- Mauro Lopes (PMDB-MG)
- Wellington Roberto (PR-PB)
Deputados que faltaram à primeira votação e votaram sim na segunda:
- Cabuçu Borges (PMDB-AP)
- Iracema Portella (PP-PI)
- Irmão Lazaro (PSC-BA)
- Rogério Marinho (PSDB-RN)
- Silas Brasileiro (PMDB- MG)
- Takayama (PSC-PR)

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Câmara dos Deputados rejeita a PEC que reduz a maioridade penal

OS EXTERMINADORES DO FUTURO - Deputados que votaram SIM?
http://www.cartacapital.com.br/blogs/parlatorio/veja-lista-de-votos-da-reducao-da-maioridade-penal-3638.html
No ES votaram SIM os deputados: 
Marcus Vicente ESSim  -  ex Vice Presidente da CBF
Carlos Manato ESSim
 os demais deputados Federais do ES votaram NAO

Por uma diferença de cinco votos, a Câmara dos Deputados não aprovou a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para alguns crimes. Na tumultuada sessão iniciada na noite desta terça-feira, 30, e terminada somente na madrugada de quarta, 1º, foram apenas 303 votos a favor. Como se tratava de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), eram necessários 308 votos. Um total de 184 deputados foi contrário à redução. Três se abstiveram. 
Como o texto rejeitado era um substitutivo redigido na comissão especial criada para debater o tema, a Câmara ainda votará a proposta original, mais severa, que determina redução para todos os tipos de crimes. Segundo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a votação ocorrerá na semana que vem ou somente depois do recesso parlamentar de julho.
"A gente sabia que ia ser uma luta. Eu fico feliz de a gente ter conseguido levar a votação. Apesar de todos os contratempos, foi uma sessão histórica e importante", disse Cunha após a votação. Dezessete peemedebistas votaram contra a orientação do partido.
O texto rejeitado reduziria de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso, tráfico de drogas, lesão corporal grave ou seguida de morte e roubo com causa de aumento de pena, como o uso de arma. O governo quer que o prazo máximo de internação de menores que cometem crimes hediondos passe de três para oito anos. A proposta tramita no Senado, que começou a discutir o tema em plenário na sessão desta terça.
A sessão, que durou cerca de cinco horas, foi marcada por discussões acaloradas. "Reduzir a maioridade penal aumenta a violência na sociedade. Não diminui. É ineficaz", afirmou Ivan Valente (PSOL-SP). "Não somos vingadores. Somos legisladores. Temos que garantir o futuro da nossa juventude. O mesmo Estado que não acolhe, que não dá educação, cultura, lazer, não pode ser o Estado da punição", disse Valente.
Integrante da chamada "bancada da bala", o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), coronel da reserva da Polícia Militar, criticou texto escrito pelo grupo parlamentar contrário à redução da maioridade penal. "Quem escreveu isso aqui ou fumou maconha estragada ou não sabe o que diz", afirmou da tribuna o deputado.
Ao concluir seu discurso, Fraga foi alvo de manifestação de estudantes que acompanham a sessão nas galerias do plenário. Outros deputados da "bancada da bala", todos vestindo camisetas pretas onde se lê "redução da maioridade penal já", reagiram. O Capitão Augusto (PR-SP) olhou para os manifestantes e friccionou os dedos insinuando recebimento de dinheiro.
Concluída a votação, manifestantes comemoraram a rejeição cantando "O Cunha é ditador", "Nas ruas, nas praças, quem disse que sumiu, aqui está presente o movimento estudantil".
Contrário à redução da maioridade penal, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou  que a medida deve fazer a população carcerária do País aumentar em até 40 mil pessoas por ano, o que agravaria ainda mais o déficit de vagas do sistema prisional brasileiro. Atualmente, faltam 220 mil vagas nos presídios para abrigar os 607 mil presos do País.
O governo tentou durante todo o dia impedir que o grupo de parlamentares favorável à alteração na Constituição atingisse os 308 votos necessários para garantir a mudança. 
A ação do governo começou pela manhã. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, convocou reunião com líderes de partidos da base do governo para apresentar argumentos contrários à redução. Segundo ele, se a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) for aprovada, a situação do sistema prisional brasileiro ficaria "catastrófica". "A situação será alarmante. As consequências serão desastrosas para o País", afirmou.
O ministro lembrou o déficit de prisões. "Temos presídios completamente superlotados. A taxa de ocupação chega a 160% e há mais de 400 mil mandados de prisão a serem cumpridos. Temos necessidade de um outro sistema prisional."
Bomba atômica
Cardozo disse que o governo entregará, no fim deste ano, 40 mil vagas prometidas pela presidente Dilma Rousseff em 2011. Ou seja, o governo levou quatro anos para oferecer o número de vagas que seriam necessárias em um ano se a redução da maioridade for aprovada.
"Isso é uma bomba atômica para o sistema prisional dos Estados", disse o ministro da Justiça. "Há momentos em que o governo não pode deixar de informar que o caminho é desastroso." A pesquisa sobre sistema prisional que Cardozo afirmou ter distribuído para deputados e senadores indica ainda que detentos têm nível de contaminação por HIV 60 vezes maior do que quem está em liberdade.