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sexta-feira, 19 de junho de 2015

FARC-EP se solidarizan con refugiados del mundo



FARC-EP se solidarizan con refugiados del mundo

Victoria Sandino Palmera, comandante y miembro de la delegación de paz de las FARC-EP se dirigió a la prensa éste 19 de junio, para solidarizarse con los refugiados del mundo, cuando se conmemorará mañana su día mundial.

Señaló, en el planeta hay en la actualidad más de cincuenta millones de refugiados y calificóeste hecho como la peor crisis humanitaria de las últimas 7 décadas, “asistimos al triste espectáculo de una Comunidad Internacional que cierra sus puertas a aquellos refugiados que procedentes de países árabes y africanos desestabilizados o empobrecidos por las potencias occidentales, tras escapar de la muerte en aguas del Mediterráneo, solo han encontrado más negación de sus derechos en el rico continente europeo”.

En su intervención la comandante Sandino se refirió al caso colombiano, de quien dijo ocupa el segundo puesto a nivel mundial de desplazamiento de sus connacionales a nivel interno, después de Siria. “El conflicto social, político y armado que padece Colombia es la causa principal del desplazamiento interno y del exilio de millones de nuestros compatriotas”enfatizó.

Por otro lado recordó que hay en el exterior algo mas de 5 millones de colombianos, como consecuencia de la negación de sus derechos políticos, sociales y por persecución política.


En el Día Mundial del Refugiado, urgimos al Gobierno de Colombia a que acceda a trabajar seriamente con nosotros para acabar con el drama de los millones de compatriotas que han perdido hogar y arraigo, teniendo que iniciar, lejos de los lugares donde nacieron y emprendieron sus proyectos de vida, una nueva existencia llena de incertidumbres y dificultades para disfrutar los derechos que Colombia les ha negado”. Finalizó la comandante Victoria Sandino.

Oficina de presa delegación de paz FARC-EP

A Venezuela que os insanos não querem ver

 Encaminhado por Safrany
 
 
Golpismo modelo exportação de Aécio Neves
17 junho 2015 17/06/201 Miguel do Rosario
Diretamente de Caracas.
A Venezuela, assim como outros países latino-americanos, governados ou não pela esquerda, tem problemas de violência urbana, infra-estrutura, saúde, educação; as mazelas sociais ainda não foram resolvidas.
Problemas, enfim, como os tem todos os países do mundo.
Entretanto, a grande injustiça que se faz à Venezuela, assim como a todos os países bolivarianos, é acusá-la de “ditadura”.
Nenhuma democracia é perfeita.
Nós, brasileiros, sabemos muito bem disso: e a nossa Câmara Federal, dominada hoje por conservadores obtusos, fanáticos religiosos, bancada da bala e lobistas corruptos, é a prova disso.
Por orientação do professor Wanderley Guilherme, eu li recentemente o livro A Democracia e seus Críticos, do Robert Dahl, um liberal progressista que é um dos maiores teóricos da democracia nos Estados Unidos.
Um dos conceitos mais importantes sobre democracia de Dahl é que, não existindo democracias puras, o que chamamos de democracia deveria ser tecnicamente classificado como “poliarquia”: regimes em que vários modelos políticos se misturam para formar sistemas nos quais os cidadãos tem mais ou menos participação nos processos decisórios.
Dahl deixa bem claro que o grau de democracia em qualquer instituição deve ser medido pelo grau de participação política dos indivíduos.
Por isso, Dahl é fortemente cético em relação, por exemplo, à suprema corte americana, considerada por ele como quase um “desvio” democrático, na medida em que consiste num poder não mediado diretamente pelos cidadãos.
Neste sentido, e em vários outros, a democracia da Venezuela – e várias outras ditas “bolivarianas” – é muito mais avançada, profunda e autêntica do que a brasileira.
Os cidadãos votam mais, e várias distorções do nosso sistema, como por exemplo a absoluta falta de participação da sociedade nos processos de seleção de magistrados e promotores públicos, foram corrigidas nos sistemas chamados bolivarianos.
No Equador, instituiu-se concurso público para juízes do supremo tribunal federal. E há mandatos fixos para esses cargos.
Ainda no Equador, criou-se direitos até para a natureza. Qualquer cidadão pode entrar na justiça para defender, por exemplo, o direito de um “rio”, contra a agressão de uma empresa ou cidadão.
Tem coisas lindas acontecendo em nossas Américas, e que não sabemos por causa de nossa maldita mídia, sempre golpista e sempre mentirosa.
Estou em Caracas, a convite da presidência da república (da Venezuela).
Há outros brasileiros por aqui, convidados ou não.
Entre os convidados, conheci o professor da UFMG e jurista José Luiz Quadro Magalhães, coordenador, no Sudeste do Brasil, de uma rede de juristas que estudam o “novo constitucionalismo” da América Latina.
Magalhães já se tornou “consultor oficial para assuntos bolivarianos” do Cafezinho, e irei entrevistá-lo ainda esta semana para o meu Projeto Bolivar .
Conversando com ele, é incrível (e triste) constatar o muro de preconceito, ignorância e mau caratismo que a mídia construiu entre a opinião pública brasileira e nossos vizinhos “bolivarianos”.
Não há nenhuma ditadura na Venezuela!
Nas bancas, há jornais de oposição. Na TV, a maioria dos programas são de oposição. Nas últimas eleições presidenciais, a oposição perdeu por pequeníssima margem de votos.
Que ditadura é essa?
Ainda estou conhecendo o regime, mas evidentemente posso afirmar que não é perfeito, porque isso não existe.
Mas é um regime que nasceu do esforço de aprofundar e radicalizar a sua democracia.
Neste sentido, é exatamente o oposto de uma ditadura.
Sintomático que os que chamam a Venezuela de “ditadura” são os mesmos que saem às ruas, no Brasil, ao lado de pessoas carregando faixas em prol de uma intervenção militar…
Teremos uma agenda intensa por aqui nos próximos dias.
Aécio Neves chegará aqui na quinta-feira, para se encontrar com líderes da oposição e seus “presos políticos”.
Ainda estou tentando entender melhor essa história de “presos políticos”.
Um amigo jurista me explicou outro dia o seguinte: todo preso é preso político.
É incrível que, diante do absoluto descalabro que se tornou o nosso sistema penal e carcerário, com dezenas de milhares de brasileiros presos em modo de “prisão preventiva”, sem condenação, sem sentença (e isso deixando de lado essas sinistras conspirações midiático-judiciais que temos visto desde a Ação Penal 470) – é incrível que diante de tantos problemas urgentes a serem resolvidos no Brasil, o senador Aécio Neves venha querer intervir na Venezuela.
Não satisfeito em ter se tornado uma espécie de liderança golpista doméstica (e o fato de ser xingado de “arregão” por coxinhas histéricos apenas prova que ele é sua liderança), Aécio Neves pretende se tornar um golpista panamericano?
 
A Venezuela que Aécio não quer ver
Victor Farinelli 17/06/2015 Carta Capital 17 de junho de 2015
A preocupação do senador Aécio Neves e alguns líderes da direita brasileira é legítima. Porém, é interessante constatar como essa iniciativa anunciada de visitar os presos políticos do país é sustentada por argumentos descontextualizados e que omitem uma situação política muito mais complexa, da qual o principal defendido pela comitiva brasileira não é vítima, mas sim o contrário.
Falamos de Leopoldo López – já que, dos outros três presos políticos venezuelanos, um está em prisão domiciliar e outro já foi libertado.
 Em 2013, no mesmo dia em que Nicolás Maduro foi eleito presidente, a oposição convocou seus eleitores a irem imediatamente às ruas para dizer que não reconheciam os resultados – a vitória do chavismo foi por uma diferença de votos tão pequena quanto a de Dilma sobre Aécio no ano seguinte, talvez por isso o político mineiro se sinta tão identificado com a direita venezuelana e sua postura.
Leopoldo López e o próprio candidato opositor Henrique Capriles foram às câmeras pedir para as pessoas “saírem a manifestar sua indignação”. Elas foram, e o resultado daquela noite foi a morte de oito eleitores chavistas, a maioria moradores de favelas de Caracas, além de ameaças com armas nas portas do canal TeleSur – conhecido por seu apoio ao governo socialista.
As mortes não mudaram o ímpeto da oposição em invalidar as eleições ou desestabilizar Maduro e o novo governo, mas suavizou o discurso da maioria. Capriles foi o primeiro que passou a falar em “denunciar sem violência”, sem se desculpar pelo ocorrido naquela noite, mas acusando o golpe.
López não. Além de não demonstrar arrependimento pelas oito mortes, dobrou a aposta. Criou o movimento La Salida (“a saída”), cujo objetivo declarado era “realizar todo tipo de ato capaz de desestabilizar o governo”, e insistia em dizer que nada iria detê-lo enquanto não conseguisse o que o nome do movimento pedia: a saída de Maduro do poder – pense você mesmo se qualquer semelhança com as ações contra Dilma Rousseff, por parte da oposição ou dos movimentos que defendem o início imediato do seu processo de impeachment, é mera coincidência.
Um vídeo de 2007 mostra que mesmo antes de lançar o movimento La Salida, López já incentivava atos de desestabilição do governo do então presidente Hugo Chávez, articulando grupos de estudantes opositores a que utilizassem “mecanismos não pacíficos para poder expressar sua frustração”.
Assim começaram a surgir as manifestações massivas, as barricadas tanto no centro quanto nos bairros periféricos de Caracas e em outras regiões, os tiros e as mortes. Entre 2013 e 2014, 46 pessoas foram mortas em enfrentamentos ou barricadas, e também foram registrados 900 feridos. Diferente do que se diz na grande imprensa brasileira, a maioria das vítimas não é de opositores ao governo de Maduro, embora boa parte sim.
Porém, muitos chavistas também perderam a vida naqueles confrontos, e houve um terceiro grupo de vítimas, os membros da Guarda Nacional Bolivariana, que não são necessariamente chavistas mas morreram em confrontos com manifestantes opositores armados.
À exceção de Antonio Ledezma, que foi acusado de conspiração contra o governo e preso antes de ser julgado – e que agora está em prisão domiciliar –, os demais políticos venezuelanos foram condenados por terem sido os incentivadores das barricadas de outras formas de violência como forma de fazer política na Venezuela. Apesar de ser esse nada nobre motivo o que os levou à cadeia, Daniel Ceballos, Enzo Scarano – que já foi libertado – e principalmente Leopoldo López, líder e criador do movimento La Salida, são considerados presos políticos pela oposição venezuelana.
Em novembro de 2014, quando López, Ceballos e Scarano já estavam presos, familiares de algumas das vítimas dos confrontos criaram o Comitê das Vítimas das Barricadas. Embora a maioria dos integrantes seja de familiares de chavistas, também participam parentes de opositores.
Nos conturbados tempos de hoje, porém, é preciso lembrar que as vítimas chavistas têm o mesmo valor que as vítimas opositoras. Para quem busca proveito político da situação, esse princípio de igualdade nem sempre é efetivo, e quem alega isso é a porta-voz do Comitê das Vítimas, Yendry Velásquez.
Segundo ela, o Comitê tem realizado viagens dentro e fora da Venezuela, para tentar visibilizar sua luta, mas raramente consegue alguma repercussão na imprensa. “Não viajamos tanto quanto elas (as esposas dos presos) que têm dinheiro para viajar para mais lugares e por mais tempo, mas o pior é a sensação de que quase ninguém quer escutar o que você tem para denunciar”, diz ela, numa entrevista para o canal TeleSur.
Aécio Neves recebeu Lilian Tintori em Brasília, em maio, visita que agora será retribuída. (foto: AFP)
A comparação é com o grupo de esposas dos quatro presos políticos opositores, encabeçado por Lilian Tintori, mulher de López, que já visitou os Estados Unidos, o Peru – participando do Foro de Lima, versão neoliberal do Foro de São Paulo –, o Chile, o Panamá – durante a Cúpula das Américas – e alguns países europeus. No Brasil, as esposas foram ao Congresso Nacional, escoltadas pelo senador Aécio Neves, seu principal apoiador no país.
No Chile, elas tiveram uma agenda mais cheia, quase uma semana inteira. Visitaram as casas de Pablo Neruda e alguns antigos centros de tortura transformados em memoriais, além do Museu da Memória. Solicitaram encontro com a presidenta Michelle Bachelet e não foram atendidas, mas receberam o apoio de legendas como o Partido Democrata Cristão – que apoiou o golpe de 1973, que logo se opôs à ditadura – e a União Democrata Independente – partido símbolo do pinochetismo, criado nos Anos 80.
Em abril passado, durante a Cúpula das Américas realizada no Panamá, os dois grupos se encontraram. As diferenças entre eles começaram pelo fato de que as esposas dos presos participaram de muitas das atividades programadas no evento, e o utilizaram bem para promover sua causa, enquanto o Comitê de Vítimas das Barricadas teve que se contentar a fazer protestos com cartazes do lado de fora – haviam recebido a confirmação do credenciamento, mas acabaram tendo seu ingresso negado no último minuto, sem explicação por parte dos organizadores.
Ainda assim, os familiares das vítimas continuaram tentando encontrar os meios de comunicação para passar seu recado, mas sem muito sucesso. Sua última jogada foi a de ir ao hotel onde se hospedavam as esposas dos presos, onde houve finalmente um cara a cara entre Lilian Tintori e Yendry Velásquez.
Inicialmente constrangida, Tintori tentou mostrar que se solidariza com a causa das vítimas, dizendo que elas deveriam “unir forças, porque essas lágrimas que vocês têm são as mesmas que eu tenho (…) lutando por mais democracia na Venezuela, é a mesma luta”. Velásquez rebateu rapidamente essa afirmação: “não são as mesmas lágrimas, porque o seu esposo está vivo, o meu está morto, o seu esposo incitou a violência e graças a isso o meu está morto, o seu esposo assumiu sua culpa no ano passado, e agora vocês querem posar de vítima perante o mundo, e o pior é que não existe igualdade, todos escutam a você e a mim não, a parcialidade se vê e se sente todos os dias”.
Ao organizar uma visita aos opositores presos, Aécio e a direita brasileira agem parcialmente e politicamente – também é bom lembrar que quase todos os anos têm eleições na Venezuela, e as deste ano serão as legislativas, cujos resultados serão cruciais para a continuidade do governo de Nicolás Maduro.
Bom seria se o grupo de parlamentares brasileiros surpreendesse e também se encontrasse com o Comitê de Vítimas das Barricadas, já que o movimento também representa vítimas opositoras, mas não somente. Um gesto que mostraria um interesse bem mais amplo sobre o quadro de violência política que existe hoje na Venezuela. Mas, convenhamos, isso é muito pouco provável.


 
 
 




 
 
 
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Enviado por: Jacob Blinder

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Limpeza étnica: redução da maioridade penal aprovada no congresso

Comissão da Maioridade Penal



            Estes são deputados 'justiceiros': a grande maioria deles, da bancada ruralista e evangélica.

Este blog  convida aos leitores  listarem a todos os votantes 'justiceiros' . Apostamos que no final, poucos ou nenhum , estará livre de alguma acusação. Tiramos como base o senador Magno Malta, indiciado na CPI do SANGUE SUGA por superfaturamento de verbas da sua emenda genérica ( era deputado federal) quando em 2001 comprou uma ambulância por 400 mil reais.. Os demais provavelmente não estão em situação confortável se tomarmos como parâmetro a Ética e moral , norteadores da sociedade ( não a ética e moral de 'representantes eleitos')

porque falamos isto? Simples:

No país onde os justiceiros desviam verbas públicas destinadas a garantir direitos fundamentais da população,
- num país onde adolescentes assassinam a um índio e por serem ricos ficam imunes a cadeia,
- num país onde o filho de Eike Batista , dirige bêbado, e mata um pedestre e não vai pra cadeia
- num país onde as batidas policias em favelas são violadoras e boçais,
- num país a justiça deixa imune a parlamentares VIOLADORES,

A justiça servirá para promover em grau maior a limpeza étnica.

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Relato de uma visita:

Tem uma década e meia que visitei na cadeia , o filho do homicida de minha mãe. Na época do assassinato dela, o visitado era uma criança de 5 anos, preto e pobre tangido eternamente como ' filho de bandido'. Cresceu MARCADO. Infelizmente , colaboramos socialmente para joga-lo do outro lado da pista...marginalizado, marginalizou-se.
 A visita foi acompanhada por outros militantes de DH, policiais militares, diretor do presidio. Do dia da visita a sua saída(liberdade condicional), não nos perdemos de vista e hoje comemoro que por um programa de atendimento e reinserção social, o visitado de década passada, hoje está definitivamente reinserido na sociedade . Os detalhes, emoção ... guardaremos em nossa mente, mas jamais deixaremos de clamar, doendo ou não na memória e em nossas mentes:

REDUÇÂO DA VIOLÊNCIA social para não cogitar redução de maioridade

MAIS EDUCAÇÃO, SAÚDE, INCLUSÃO, VALORIZAÇÃO do SER HUMANO
se assim, teremos redução de VIOLÊNCIA


Honduras em luto: assassinado Hector Martinez

COMUNICADO !
Con profundo dolor y consternación comunico al Pueblo de Honduras,
a los Pueblos Internacionales y la Comisión Interamericana de Derechos Humanos 
que el compañero y hermano Docente universitario y Defensor
de Derechos Laborales

Don HECTOR MARTINEZ MOTIÑO
el día 17 de junio a las 21:40 h fue vilmente asesinado.

El suceso ocurrió después de que llegó una comisión investigadora de los derechos humanos 
al CURLP a constatar todas las denuncias realizadas por el compañero Héctor, no sabemos 
cual fue el dictamen de esta comisión pero deja mucho en sospecha este hecho.
Por la CIDH le fueron otorgadas Medidas Cautelares el día 19 de mayo,
pero el Estado de Honduras no se importaba por nada y resulta responsable
por este vil hecho.
Mi dolor acompaña a su esposa y sus hijos y toda la familia y me queda
únicamente de proceder a que no se queda impune este crimen cometido.
Ana Franzen, def. DDHH - Costa Rica
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On Thursday, June 18, 2015, gustavo zelaya 
OTRO ASESINATO
HECTOR MARTINEZ MOTIÑO FUE MASACRADO EN CHOLUTECA. POR DENUNCIAR ACTOS DE CORRUPCION PÚBLICA EN EL CENTRO UNIVERSITARIO DE CHOLUTECA.POR MANTENERSE EN RESISTENCIA A TIEMPO COMPLETO CONTRA LOS ABUSOS DE PARTE DEL ESTADO. POR HABER MANTENIDO ACTITUDES FIRMES, DECENTES, HONESTAS, HECTOR MARTINEZ FUE VICTIMA DE PERSECUCIÓN, FUE DESPEDIDO DE SU TRABAJO, REINTEGRADO,  HASTA IMPONERLE MEDIDAS CAUTELARES POARA PROTEGER SU VIDA DE LAS AMENAZAS RECIBIDAS POR LAS FUERZAS DE SEGURIDAD DEL ESTADO. POR ESO LO ASESINAN.
ESAS MEDIDAS CAUTELARES SOLO HAN SERVIDIO PARA QUE LOS ASESINOS CONTROLEN A SUS FUTURAS VICTIMAS, LAS MEDIDAS CAUTELARES SON LA OCASIÓN PERFECTA PARA PLANEAR CON SEGURIDAD EL CRIMEN Y  ASESINAR COMPAÑEROS COMO HECTOR MARTINEZ.
ESTA FUE LA ULTIMA PUBLICACIÓN DE HECTOR EN SU PÁGINA: “LA DIRIGENCIA DE LA SOCIEDAD CIVIL NO MARCHA CON ANTORCHAS, ELLOS ESTAN MARCHANDO CON UNA SOLA ESTRELLA Y ESAS POSICIONES SON CONTRADICTORIAS CON LA ASPIRACIÓN DEL PUEBLO...DÍGANLE A OMAR Y CARLOS QUE LA MENTOLINA ESTÁ AGOTADA”.  POR ESO Y OTROS ACTOS HONESTOS ACRIBILLAN AL COMPAÑERO.
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Asesinato de Hector Martinez Motiño y el directorio de la CURLP-UNAH festeja !
A través de fuentes absolutamente confiables me denuncian que a las 12 horas del vil hecho contra el Docente Don Hector no se ha emitido ni siquiera una Nota de Duelo, la mas pequeña noticia, una SUSPENCION DE LABORES, que están seguro que a los docentes hasta se negará el permiso para participar al velatorio y sepelio.
Queda en la evidencia de lo que las autoridades del CURLP han hecho y queda su continuo abuso de autoridad.....El CURLP se fundó en el año 1997 con 20 profesores, en donde Héctor fue uno de los fundadores, hoy 18 años más tardes laboran alrededor de 80 docentes y el 90% tienen una antigüedad laboral de más de 15 años , es decir caminamos un largo camino juntos.
En la UNAH, comenzando desde la rectora, se ha perdido la tolerancia, en donde las autoridades actuales y no digamos las autoridades mediocres locales se creen dueños de su propia verdad y pisotean a todos los trabajadores y trabajadoras.
Ayer en la inspección del CONADEH sin finalizar o emitir un informe ya se sentía consternación por los muchos abusos de autoridad en contra de todos los trabajadores del CURLP....todos tenemos sospechas de los autores intelectuales, porque Héctor los hacía quedar en evidencia de su abuso.
Las denuncias fueron interpuestas ante el Ministerio de Trabajo y Ministerio Publico, esperamos que aun con el fallecimiento del colega Hector serán investigados.
Por ultimo se expresa el mas profundo pésame a la esposa, los hijos y demás familiares por parte de los colegas docentes, trabajadores y empleados de la CURLP-UNAH
Tomado nota de lo descrito y publicado, el día 18 de junio 2015
Ana Franzen, def. DDHH – Costa Rica

Crucificação em parada gay

Meu comentário sobre a postagem:
http://juntosomos-fortes.blogspot.com.br/2015/06/a-verdadeira-mensagem-crista-gay-da-arte.html?showComment=1434638158866
.
A crucificação em parada GLBT

A arte é a representação daquilo que existe. Mesmo que tente, a arte não pode alterar verdades, ou ela passa a confundir e deseducar.  Sim, existem verdades inalteráveis. Perversão de valores, especialmente valores religiosos, pervertem as regras da sociedade que depende de leis seculares e religiosas para o seu equilibrio, manutenção e desenvolvimento. Não devemos   confundir religião com religiosidade ou cegueira sobre verdades imutáveis espirituais e universais.

A imagem na parada gay de crucificar um homosexual no lugar de Cristo é uma heresia, é uma deturpação da realidade e daquilo que a cricificação representa tanto histórica como religiosamente para a humanidade.

Na Roma antiga crucificava-se todo aquele que transgredia a lei secular. Era a morte para todo aquele que fosse condenado pela lei. Entretanto, não existe lei contra gay ou homosexual e nem deveria.

Assassinatos de gays e homosexuais não representa uma posição legal, mas ações de individuos equivocados. Por outro lado, Jesus, o homem perfeito, filho de Deus, foi condenado sem transgressões da lei para morrer crucificado. Esta é uma representação religiosa da lei secular. Foi tambem a mostra da falibilidade da lei secular sobre as leis espirituais e universais. Mas ocorreu para que se cumprisse um estabelecido.

A tentativa de crucificação de gays ou homosexuais não corresponde à cricificação de Jesus porque sendo um gay ou homosexual homem comum ele tem transgressões como qualquer outro. Um gay, hetero ou homosexual ser colocado na mesma posição do Cristo sem transgressões, corrompe e altera um significado preciso: condenação de um ser PERFEITO.

O Cristo crucificado é o simbolo da pureza de todo aquele que ALMEJA ser puro de alma, e não daquele que quer se JUSTIFICAR no seu comportamento e impureza de alma. Isto vale para gay, homo ou heterosexual.

Esta alteração de significados altera toda a proposta da verdadeira religião no sentido da conduta do ser humano, quer ele seja homosexual ou não.

Isto não é um pré conceito. É uma verdade imutável.
.

Los Estados Unidos y la encrucijada de su población latino-americana – Parte 1

ArtículoLos Estados Unidos y la encrucijada de su población latino-americana – Parte 1

Por Bruno Lima Rocha 
Los Estados Unidos y la encrucijada de su población latino-americana – Parte 1

              Nosotros, los latino-americanos, tenemos una identidad múltiple y diversas,
 cuando nos referimos a las distintas razas y colectividades étnico-culturales de los países
 del Continente. 

A la vez, reforzamos la idea de que “nadie es gringo al sur del Río Grande”, de México a la 
Patagonia, somos todas y todos hermanos. A la vez, por el hecho de que nuestros territorios,
 aún viven la pesadilla de la injusticia social basada en la orden post-colonial, además tenemos 
al “gran hermano del norte”, como nuestro tormento permanente. Esto puede llevarnos a
 tener una visión equivocada, del ambiente doméstico dentro de los estados que forman EEUU

Sigue leyendo copia y pega el enlace….

...

Lea el artículo completo en el sitiohttp://migre.me/qkDwl

Bruno Lima Rocha es politólogo y profesor de relaciones internacionales,
 especialista en geopolítica y estudios estratégicos

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Caiado deve desculpas públicas por mentir psicoticamente no furdunço do voo à Venezuela

Caiado deve desculpas públicas 
por mentir psicoticamente
no furdunço do voo à Venezuela

A farsa barulhenta da “proibição” venezuelana de receber um vôo de parlamentares brasileiros teve a mão peluda inefável da estrela da extrema direita nacional — e internacional? — Ronaldo Caiado.

Caiado mentiu deslavadamente desde o primeiro momento. “O governo venezuelano acaba de desautorizar nossa viagem. Isso é uma afronta. Nós temos que fazer uma moção de repúdio pedindo a exclusão da Venezuela do Mercosul e rompendo todos os acordos legislativos do Brasil com aquele país”, disse de imediato.

“É algo inimaginável, que só existe em ditaduras.” Ele exigia a retratação. Dilma precisava decidir “se fica ao lado de tiranetes ou do Congresso Nacional”.

A Venezuela autorizou o voo (pago por você) na tarde de terça-feira, dia 16. O ministro Jacques Wagner havia explicado o que aconteceu: “Qualquer avião da FAB, para sair daqui e ir a qualquer lugar, pede ordem de passagem pelo espaço aéreo e para o pouso. Aquilo lá é outro país”. Sério?

Caiado se aproveitou do interregno entre o requerimento e a permissão para fazer sua pregação antibolivariana doidivanas.Espécie de revoltado off line, seu terreno é o da paranoia e da mistificação. Dado o ok, dirá que foi fruto da pressão dos parlamentares.

Ainda que não fosse fornecida a permissão, por que diabos deveria um país liberar a visita de estrangeiros manifestamente contra o regime? Os EUA, por exemplo, vetam frequentemente ativistas e artistas. Até gente como Amy Winehouse, um rapper chamado Mos Def e a apresentadora de programas de culinária Nigella Lawson não puderam pisar lá.

Funciona assim em qualquer lugar do mundo, menos, aparentemente, no mundo dos ronaldos caiados. Para fazer esse tipo de furdunço idiota, é mais fácil contratar o dono dos Revoltados On Line. Em sua pilantragem, Marcello Reis é mais honesto.
Via Silvio Pinheiro
 
 
 
 

“Todo es cuestión de voluntad política: FARC-EP”

La Habana, Cuba, 17 de junio 2015

Procedamos YA con el cese al fuego bilateral
Todo es cuestión de voluntad política: FARC-EP”

El mensaje que mandó la insurgencia hoy a Colombia y al mundo, a través de su vocero y miembro del Secretariado Joaquín Gómez, es que a pesar de las incoherencias y distorsiones del discurso de Santos, la guerrilla se une al clamor nacional e internacional por un cese al fuego bilateral.

Incoherencias que, según el líder insurgente, se han manifestado desde el primer momento de las conversaciones, cuando en Oslo el Gobierno pintó un país muy diferente a lo que es en la realidad:

Colombia no es el país de las maravillas bosquejado en Oslo, sino el tercero más desigual del mundo. No hay un proceso serio de restitución de tierras; lo que sí es cierto es que han matado alrededor de 90 reclamantes. Por otro lado, el índice Gini es de un 0.87, producto del despojo violento que durante décadas se ha ejecutado contra la población rural. Tal despojo se ha hecho mediante asesinatos y masacres toleradas por el Estado, las cuales ocasionaron el desplazamiento forzado de 6 millones de compatriotas y el robo de 8 millones de hectáreas en el último cuarto de siglo, que ensancharon los latifundios de los potentados. En contraste, hasta agosto del 2014, sólo se habían restituido 29.000 hectáreas a los campesinos”

El comandante añadió que dos años y medio después, el mandatario sigue cayendo en la distorsión, por ejemplo cuando se refiere al acuerdo sobre política antidrogas, señalando a la insurgencia como responsable del narcotráfico.

Sin embargo, estas desavenencias no tienen por qué impedir un cese al fuego bilateral, según el comandante Gómez, quien finalizó diciendo que “todo es cuestión de voluntad política”.

Oficina de Prensa de la Delegación de Paz FARC-EP

Barrados no Baile

O senador Aécio Never e um bando de tucanos pretendem
ir à Venezuela para prestigiar políticos da oposição venezuelana detidos
naquele País.
 
 
Querem engrossar a caterva que vem desestabilizando a Venezuela
a soldo da maior ditadura do planeta, os EUA.
 
Mas a Venezuela negou permissão de pouso para o avião dos simpatizantes
dos golpistas e o senador ficou bravo.
 
Esses salafrários deveriam ir à Guantánamo verificar as condições dos
presos sem acusação e sem processo criminal instaurado contra eles.
 
Esse senador e seu bando, blindados pela imprensa infame que
temos e por um Judiciário leniente, para se dizer o mínimo, têm sorte
de não estarem na cadeia.
 
---
Silvio de Barros Pinheiro.