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sábado, 16 de maio de 2015

ACREDITE QUEM QUISER: REINALDO AZEVEDO CHAMOU LULA DE "VELHO REACIONÁRIO"!

O velho revolucionário que vos escreve considera extremamente grosseiro o tratamento dado por Reinaldo Azevedo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao referir-se a ele, em seu artigo semanal para a Folha de S. Paulo, como "velho reacionário". A inversão de valores me fez lembrar os golpistas de 1964 tentando colar naquela quartelada infame o rótulo de "revolução"...

Ao mesmo tempo em que rasgava seda para FHC, afirmando que ele "fala a um país nascente", "com discrição e sem pretensões de exercer alguma forma de liderança", a versão genérica do corvo Carlos Lacerda pintou Lula como um "chefão petista [que] vaga por aí como alma penada, sem se dar conta de que a sua militância já é coisa do passado"

Quem acompanha meu trabalho sabe muito bem que não me alinho automaticamente com as posições do Lula. Mas, quando RA o ataca por conclamar as bases do PT e a CUT a reagirem ao festival de neoliberalismo que assola o Palácio do Planalto, a coerência me coloca (como sempre, aliás) em posição diametralmente oposta à dele: para mim, ao rechaçar firmemente a capitulação total do Partido dos Trabalhadores à ortodoxia econômica do patronato, Lula vive o seu melhor momento desde que deixou o poder. 

E, ao tentar salvar da mais completa descaracterização a agremiação que ele (e não a ex-pedetista Dilma Rousseff) criou, Lula está também evitando que o cidadão comum passe a encarar a esquerda como farinha do mesmo saco do amoralismo, oportunismo e fisiologismo que sempre caracterizaram a política brasileira. 

RA está hor-ro-ri-za-do com o ressurgimento do Lula combativo de outrora:
"Agora ele anuncia uma cruzada para mobilizar as esquerdas e os movimentos sociais em defesa do PT. A agitação sindical que promove, e não alguma suposta conspiração de Eduardo Cunha, derrotou o governo na votação sobre o fator previdenciário".
Mas, o PT tem mesmo de ser defendido do desespero da presidenta Dilma, que tenta escapar do impeachment tornando-o desnecessário, ao fazer tudo que a direita faria se chegasse ao poder, e ainda mais. 

A derrota do governo na votação sobre o fator previdenciário foi, isto sim, uma luz no fim do túnel, abrindo a perspectiva de que as medidas anti-sociais do pacote recessivo não sejam, no frigir dos ovos, aprovadas. 

Pois, se aprovadas, farão a atual recessão evoluir para depressão, infligindo sofrimentos inimagináveis aos explorados. Não estamos na Europa, aqui os coitadezas morrem de fome!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Cunha foi 'destinatário' de propina, diz Youssef

BICHO ESCROTO SAINDO do ESGOTO

O doleiro Alberto Youssef afirmou na quarta-feira, 13, à Justiça Federal 
que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), era um dos
 "destinatários finais" da propina de cerca de R$ 4 milhões em contratos
 de navios-sonda da Petrobras investigados pela Operação Lava Jato.

O doleiro reafirmou sua versão de que Cunha foi o mentor de 
requerimentos feitos na Câmara para pressionar a empresa Mitsui, 
que não estaria pagando a propina em 2011. Ele disse que foi procurado
 pelo executivo Julio Camargo após estes requerimentos. "Fui chamado
 em 2011 pelo Julio Camargo no seu escritório, onde ele se encontrava
 muito preocupado e me relatou que o Fernando Soares, através do 
deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), havia pedido alguns requerimentos
 de informações referentes aos contratos da Mitsui, da Toyo e do 
próprio Julio Camargo, através de outros deputados", relatou ao juiz Sérgio Moro.

"Quando o senhor conversou com Julio Camargo ele falou quem eram os 
beneficiários das operações? Ou ele só falou no Fernando Soares?", perguntou
 o magistrado. O doleiro respondeu: "Falou no Fernando Soares e contou a
 história da pressão que o Eduardo Cunha estava fazendo para que ele pudesse
 pagar o Fernando Soares, dando entendimento que esse valor fosse também 
na época para o deputado." 

Mais tarde, questionado pelo seu advogado sobre quem seriam os 
"destinatários finais" desta propina, Youssef reiterou ter ouvido de Camargo
 que eram "Fernando Soares e Eduardo Cunha".

Questionado, Youssef também confirmou que as propinas eram relativas aos 
contratos de navios-sonda.

Fernando Baiano, Julio Camargo e o ex-diretor de Internacional Nestor Cerveró
 são réus em processo sobre suposto pagamento de US$ 30 milhões em 
propinas na contratação de duas sondas de perfuração para exploração de 
petróleo. O presidente da Câmara vem negando com veemência o envolvimento
 no esquema de desvios na Petrobras.> >No fim do mês passado, o ex-diretor 
da área de informática da Câmara Luiz Antonio Souza da Eira disse em 
depoimento a procuradores e à Polícia Federal, um dia após ser demitido por 
Cunha, que a versão inicial do requerimento da auditoria do sistema de
 informática da Câmara foi gerada com a senha, "pessoal e intransferível", 
de Cunha. O documento final foi apresentado pela ex-deputada
 Solange Almeida (PMDB-RJ).

Silêncio

Em seus depoimentos, o ex-diretor de Internacional da Petrobras 
Nestor Cerveró e Fernando Baiano adotaram o silêncio diante de Moro.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

O EXÉRCITO O EXECUTOU. OS CLUBES MILITARES TORTURAM SUA FAMÍLIA.

Assim como uma juíza de 1ª instância do DF tentou alterar o que o Supremo Tribunal Federal e o presidente da República decidiram com relação ao escritor Cesare Battisti, recebendo um enfático puxão de orelhas de autoridade judiciária superior, agora é a vez de um juiz substituto da 1ª instância do RJ querer, com uma penada, anular todo o entendimento dos povos civilizados e do Estado brasileiro sobre o direito de resistência à tirania.

Carlos Lamarca e quaisquer outros que pegaram em armas quando usurpadores do poder submetiam o povo brasileiro ao arbítrio e à truculência têm todo direito de receberem tratamentos de heróis e vítimas; e de serem (ou suas famílias) indenizados(as) pelos danos físicos, psicológicos, morais e profissionais que lhes foram infligidos pelos tiranos e seus esbirros.

Em termos morais, aliás, é inacreditável que se questione exatamente a reparação de um brasileiro capturado com vida e executado a sangue-frio por forças ajagunçadas do Estado. O ignóbil e covarde assassinato de Lamarca manchará para sempre a farda do Exército Nacional.

Vale lembrar que até mesmo o cabo Anselmo, uma das figuras históricas mais deploráveis dos anos de chumbo, teria direito à reparação. caso sua colaboração com as forças repressivas datasse de depois do golpe. 

Ou seja, seria mais uma vítima  da quebra da ordem institucional no nefando 1º de abril de 1964, embora houvesse, em seguida, se tornado um dos piores vilões do período.

A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, contudo, negou-lhe o benefício porque conseguiu provar que ele era um agente duplo desde bem antes, quando liderava movimentos de marinheiros e, na verdade, agia como provocador, estimulando uma radicalização que convinha ao esquema golpista.  

Enfim, a ação movida pelos clubes militares tem endereço certo, a lata de lixo. Lamentavelmente, o pagamento de reparações aos herdeiros de Lamarca continuará suspenso enquanto a sentença iníqua não for corrigida por instância superior, como inevitavelmente será.

É vergonhoso que esta situação perdure 43 anos após o bestial homicídio de um dos maiores heróis e mártires do povo brasileiro. Os verdadeiros democratas não podem continuar omitindo-se, como muitos têm feito até agora.

(clique aqui para acessar o vídeo do filme Lamarca)

COMANDANTE CARLOS LAMARCA 
(1937-1971): VENCER OU MORRER!

Já lá se vão 43 anos e oito meses desde que o comandante Carlos Lamarca, debilitado e indefeso, foi covardemente executado pela repressão ditatorial no sertão baiano, em setembro de 1971, numa típica  vendetta  de gangstêres.

O que há, ainda, para se dizer sobre Lamarca, o personagem brasileiro mais próximo de Che Guevara, por história de vida e pela forma como encontrou a morte?

Foi, acima de tudo, um homem que não se conformou com as injustiças do seu tempo e considerou ter o dever pessoal de lutar contra elas, arriscando tudo e pagando um preço altíssimo pela opção que fez.

Teve enormes acertos e também cometeu graves erros, praticamente inevitáveis numa luta travada com tamanha desigualdade de forças e em circunstâncias tão dramáticas.

Mas, nunca impôs a ninguém sacrifícios que ele mesmo não fizesse. Chegava a ser comovente seu zelo com os companheiros --via-se como responsável pelo destino de cada um dos quadros da Organização e, quando ocorria uma baixa, deixava transparecer pesar comparável ao de quem acaba de perder um ente querido.

Dos seus melhores momentos, dois me sensibilizaram particularmente.

Logo depois do Congresso de Mongaguá (abril/1969), quando a VPR saía de uma temporada de luta interna e de  quedas  em cascata, o caixa estava a zero e a rede de militantes, clandestinos em sua maioria, carecia desesperadamente de dinheiro para manter as respectivas  fachadas.

Qualquer anomalia, mesmo um atraso no pagamento de aluguel, poderia atrair atenções indesejáveis.

Mas, o chamado  grupo tático  fora o setor mais duramente golpeado pelas investidas repressivas.

Então, quando se planejou a expropriação simultânea de dois bancos vizinhos, na zona Leste paulistana, o pessoal experiente que sobrara não bastava para levá-la a cabo.

Eu e os sete companheiros secundaristas que acabáramos de ingressar na Organização fomos todos escalados --na enésima hora, entretanto, chegou a decisão do Comando,  designando-me para criar e coordenar um setor de Inteligência, então fiquei de fora.

Lamarca, procuradíssimo pelos órgãos repressivos, fez questão de estar lá para proteger os recrutas no seu batismo de fogo. Os outros quatro comandantes tudo fizeram para demovê-lo, em nome da sua importância para a revolução. Em vão. A lealdade para com a  tropa  nele falava mais alto.

Depois de muita discussão, chegou-se a uma solução de compromisso: ele não entraria nas agências, mas ficaria observando à distância, pronto para intervir caso houvesse necessidade.

Houve: um guarda de trânsito, alertado por transeunte, postou-se na porta de um dos bancos, arma na mão, pronto para atingir o primeiro que saísse.

Lamarca, que tomava café num bar a 40 metros de distância, só teve tempo de apanhar seu .38 cano longo de competição, mirar e desferir um tiro dificílimo --tão prodigioso que, no mesmo dia, a ditadura já percebeu quem fora o autor. Só um atirador de elite seria capaz de acertar.

Como resultado, a repressão teve pretexto para fazer de Lamarca o  inimigo público nº 1 -- e, claro, o fez. A imagem dele foi difundida à exaustão, obrigando-o a redobrar cuidados e até a submeter-se a uma cirurgia plástica.

Também teve de brigar muito com os demais dirigentes e militantes, para salvar a vida do embaixador suíço Giovanni Butcher, quando a ditadura se recusou a libertar alguns dos prisioneiros pedidos em troca dele e ainda anunciou que o Eduardo Leite (Bacuri) morrera ao tentar fugir.

Dá para qualquer um imaginar a indignação resultante --afinal, as dantescas circunstâncias reais da morte do  Bacuri (vide aqui) ficaram conhecidas na Organização.

Mesmo assim Lamarca não arredou pé, usando até o limite sua autoridade para evitar que a VPR desse aos inimigos o monumental trunfo que as Brigadas Vermelhas mais tarde dariam, ao executarem Aldo Moro. Sua posição prevaleceu, mas o episódio foi tão traumático que acabou tendo grande peso na sua decisão de deixar a VPR.

E, no MR-8, novamente divergiu da maioria dos companheiros --quanto à sua salvação.

Pressionaram-no muito para que saísse do Brasil, preservando-se para etapas posteriores da luta, pois em 1971 nada mais havia a se fazer. Aquilo virara um matadouro.

Conhecendo-o como conheci, tenho a certeza absoluta de que não perseverou por acreditar numa reviravolta milagrosa. Em termos militares, suas análises eram as mais realistas e acuradas. Nunca iludia a si próprio.

O motivo certamente foi a incapacidade de conciliar a ideia de  fuga  com todos os horrores já ocorridos, a morte e os terríveis sofrimentos infligidos a tantos seres humanos idealistas e valorosos. Fez questão de compartilhar até o fim o destino dos companheiros, honrando a promessa, tantas vezes repetida, de vencer ou morrer.

Doeu --e como!-- vermos os militares exibindo seu cadáver como troféu, da forma mais selvagem e repulsiva.

Mas, ele havia conquistado plenamente o direito de desconsiderar fatores políticos e decidir apenas como homem se preferia viver ou morrer.

Max Puig - Ex Ministro meio ambiente :PLANTAS DE CARBON SON IMPROCEDENTES SIN IMPORTAR QUE SEAN DEL GOBIERNO O PRIVADAS

El exministro de medio ambiente y presidente de Alianza Por la Democracia (APD), Max Puig, planteó en la mañana de hoy, en el Panel “Pacto Eléctrico, Planta de Carbón y Movimientos Sociales Ambientales” celebrado en el Centro Cultural Perelló de Baní, que la construcción de las plantas de carbón de Punta Catalina, en la Provincia Peravia, no procede sean éstas del gobierno o propiedad del sector privado
Manifestó que la oposición a estas plantas es a causa de que utilizarán carbón mineral como combustible sin importar el tipo de régimen de propiedad de este proyecto.
Consideró que el planteamiento que formuló recientemente el Consejo Nacional de la Empresa Privada (CONEP) de que el Estado traspase al sector privado las plantas de carbón, no revierte ni debilita la oposición a que se utilice carbón mineral en estas instalaciones.
Por el contrario, advirtió que la construcción de estas plantas conllevará demandas penales por ser un proyecto ilícito y por los daños que producirá en la población, las cuales serán dirigidas también contra el sector privado en caso de que éste figure como propietario de esta termoeléctrica.
El dirigente político acusó a las plantas de carbón junto a la construcción de la avenida de circunvalación por la parte sur de Baní, de causar en el futuro la ruina de la provincia Peravia.
Explicó que las plantas de carbón afectarán gravemente la salud de la población y contaminarán los cultivos que actualmente están certificados bajo la denominación de frutas silvestres como el mango, mientras que la avenida de circunvalación, si se construye por la parte sur, ocupará e inhabilitará los suelos más productivos de esta provincia.
Señaló que el gobierno actúa para atrás, como el cangrejo, al recurrir al carbón mineral que es el fósil más contaminante, cuando todo el mundo, especialmente América Latina, se dirige a generar energía a partir de fuentes renovables y limpias que abundan en el país como son el sol, el aire y el agua.
Acusó al gobierno de carecer de sensibilidad ambiental por lo que no se percata de la situación crítica que vive el planeta y en particular el país a causa del cambio climático.
El profesor Milton Martínez, miembro de la Comisión Ambiental de la Universidad Autónoma de Santo Domingo (UASD) y dirigente de Alianza País, en su ponencia en el panel, se preguntó cuál es la prioridad del gobierno del presidente Danilo Medina, porque mientras en la provincia Peravia auspicia un proyecto turístico ecológico a la misma vez construye dos plantas de carbón que harán imposible este proyecto por la gran contaminación que producirá en su entorno.
Planteó que Alianza País se opone a la construcción de estas plantas de carbón tanto por la gran contaminación que producirán como por ser un mecanismo corrupto de acumulación a favor de funcionarios gubernamentales y del grupo empresarial asociado a éstos.
Puso de relieve que para contrarrestar los 8 millones de toneladas de dióxido de carbono que emitirán estas plantas a la atmósfera cada año que es uno de los principales gases de efecto invernadero causante del cambio climático, se necesitarían sembrar el equivalente de 380 millones de árboles, lo que es materialmente imposible.
Por su parte, el profesor Fernando Peña, director del Observatorio de Políticas Públicas de la UASD (OPP), quien también fue uno de los participantes del panel celebrado en la mañana de hoy en el Centro Cultural Perelló de Baní, aseguró que el costo final de la construcción de las plantas de Punta Catalina será de alrededor de 3 mil millones de dólares.
Además de la sobrevaluación en alrededor de mil millones de dólares que se ha denunciado, la empresa constructora está aumentando los costos amparada en una cláusula del contrato que establece el escalamiento de los costos originales.
Apuntó que el proyecto de las plantas de Punta Catalina es parte de los procesos judiciales en Brasil en contra de la corrupción gubernamental en ese país.
Se declaró contrario de que el proyecto de Punta Catalina forme parte del Pacto Eléctrico y que éste sirva para blindarlo como lo declaró el vicepresidente de la Corporación Dominicana de Empresas Eléctricas Estatales (CDEEE), Rubén Jiménez Bichara.
“Las plantas de Punta Catalina son un problema nacional, de todos los dominicanos, por su ausencia de transparencia y por el gran costo de todo tipo que pagará el país por este proyecto”, dijo.
También participaron en el panel, el director ejecutivo del Instituto de Abogados para la Protección del Medio Ambiente (ISAPROMA), Euren Cuevas, y el director ejecutivo de la Asamblea Nacional Ambiental (ANA), Domingo Abreu.
El panel fue organizado por el Comité de Defensa de la Salud, el Medio Ambiente y la Producción Agropecuaria de la Provincia Peravia, entidad integrante del Comité Nacional de Lucha Contra el Cambio Climático (CNLCC).
COMITÉ NACIONAL DE LUCHA CONTRA EL CAMBIO CLIMATICO, CNLCC

terça-feira, 12 de maio de 2015

Conspiração da CIA tem o Brasil e a Venezuela como alvos

Enviado por Arthur Gonçalves

09-05-2015, 19:44:49
 

A Central Intelligence Agency – CIA , central de inteligência ianque, conspira contra o Brasil e a Venezuela! Essa mesma CIA foi a autora intelectual da “Primavera Árabe” que derrubou, entre outros governantes, Saddam Hussein do Iraque e Muammar AL-Gaddafi, da Líbia.
Os protestos nesses países mobilizaram, de uma hora para outra, milhões de pessoas, que tinham como objetivo a volta da democracia; entretanto, mesmo mudando os governantes, a democracia não progrediu no Oriente médio, principalmente por culpa dos EUA e da Europa, que cooptam governos desses países em torno de interesses comercias, em prejuízo da maioria de sua população pobre. Na verdade, os EUA e seus aliados europeus só estavam de olho era no petróleo, principalmente do Iraque e da Líbia.

Aliás, essas guerras contemporâneas têm, como pano de fundo, o petróleo, como também o gás, ambos fomentadores da crise na Ucrânia, envolvendo a Rússia, EUA e Europa. Agora, os EUA e a Europa se voltam para o cone sul para derrubada do governo do Brasil e da Venezuela. A Venezuela tem a maior reserva de petróleo do planeta, passando a Arábia Saudita, e o Brasil fez a maior descoberta de reserva de petróleo dos últimos tempos, com o pré-sal. Os EUA só têm petróleo para os próximos três anos.
Os atuais governos do Brasil e da Venezuela são vistos pelos EUA e seus aliados como parte do “Eixo do Mal”, por isso, na sua lógica maldita e tirana, entendem que esses governos precisam ser derrubados. Quem duvida dessa tese de conspiração internacional contra o governo do Brasil e da Venezuela, leia o livro: “Confissões de um Assassino Econômico”, escrita pelo próprio ex-assassino econômico, John Perkins.
Pessoas, como Edward Joseph Snowden, ex-administrador da CIA, e Julian Assange, um dos membros e coordenador do Wikileaks, viraram “persona non grata” nos EUA e foram ameaçados de prisão e morte, porque, através de fatos, denunciaram a conspiração ilegal ianque contra vários países, inclusive o Brasil e a Venezuela, na questão petróleo.
O poder estadunidense é muito grande e não percebido pelo restante da humanidade. Para se ter ideia, os EUA apertaram um botão e desligaram a Internet da Coreia do Norte. É como se alguém, estranho e à distância, desligasse a luz de sua casa! E ainda, mobilizaram, através das redes sociais, milhões de árabes que realizaram o movimento Primavera Árabe. Aqui no Brasil, milhões de brasileiros foram às ruas contra o governo Dilma, mas, com certeza, não buscavam avanços sociais, muito menos a democracia.
Se, no Oriente Médio, a ferramenta para a mobilização foram as redes sociais, no Brasil quem mais mobilizou foi a Globo, que apoiou e cresceu à sombra da ditadura e que foi extremamente beneficiada pelo grupo ianque, Time Life.
O presidente Getúlio Vargas, que criou a Petrobrás, recebeu, antes de seu suicídio, a visita do dono dos diários associados, Assis Chateaubriand, que era a Globo da época, que lhe propôs: “Esqueça a Petrobrás, que paramos de lhe criticar e vamos lhe apoiar”. Getúlio Vargas preferiu a morte!
A presidente Dilma disse, na campanha eleitoral, que o pré-sal era nosso passaporte para o futuro e, depois, reafirmou a defesa intransigente do nosso pré-sal. Mas, estranhamente, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou em tribuna do Senado Federal, publicada no jornal O Globo, de 8 de maio,: “que a Petrobrás pode deixar de ser a única operadora do pré-sal”. Disse, também, que “o conteúdo local fez grande diferença, mas não significa dizer que não deveremos revisitar a legislação do conteúdo nacional”, e questionou a partilha que garante para a Petrobrás o mínimo de 30% dos campos do pré-sal, estranhamente fazendo coro com o senador José Serra, do PSDB.
O tucano de São Paulo, em 2009, já tinha prometido à Chevron ianque, segundo denúncia do Wikileaks, publicada na Folha, que iria mudar a lei do pré-sal, caso eleito. A posição de Serra não é novidade, considerando que o governo de Fernando Henrique Cardoso, também do PSDB, tentou privatizar a Petrobrás. O ministro Eduardo Braga, pelo que propõe, já foi cooptado. O povo brasileiro foi para as ruas na campanha “O petróleo é nosso!”, na década de 40 e 50, quando o petróleo era apenas um sonho. Será que hoje, quando o petróleo é uma realidade, vamos entregá-lo? Vamos deixar que tornem o sonho de nosso povo um pesadelo?

*Emanuel Cancella é diretor do Sindipetro-RJ e da FNP.
 

A crise interna, a Petrobras e o BRICS: Entrevista com J. Carlos de Assis



Por Rennan Martins | Vila Velha, 11/05/2015

Parceria estratégica Brasil-China é a solução para a 
economia nacional?

A vinda de Joaquim Levy e sua ortodoxia para a Fazenda significa continuidade 
da política econômica petista, não mudança. Os juros estratosféricos visam tão 
somente atrair capitais externos para fechar o balanço de pagamentos, e a dinâmica
 da inflação no Brasil é ligada aos preços administrados e ao alto grau de indexação. 
O ajuste fiscal e a Operação Lava Jato podem custar 5% do PIB, um desastre recessivo.

Essa é a visão do jornalista, economista e professor da
 Universidade Estadual da Paraíba, José Carlos de Assis. 
Em entrevista ao Blog dos Desenvolvimentistas, além de analisar 
o cenário econômico nacional, falamos também de geopolítica
 e conjuntura global.

Ativo na imprensa alternativa, onde publica artigos regularmente, 
Assis considera que a partilha é o regime certo para o pré-sal
 e taxa de “oportunismo deslavado” as recentes iniciativas que 
visam flexibilizá-lo. Enxerga nessa ofensiva forte influência de interesses
 externos, e indica uma parceria estratégica com a China como a saída para 
a recuperação da economia brasileira.

Confira a íntegra:

Como explicar o giro ortodoxo da política econômica do governo? 
Que efeitos ainda serão sentidos por conta do ajuste?

Não há giro. Há uma continuidade. Em matéria de política econômica o
 Governo Dilma não é muito diferente do de Lula. Lembram-se do Palocci? 
Qual a diferença entre o Levy e ele? A situação conjuntural é que mudou. 
Antes, nos aproveitamos do boom das commodities e acumulamos grandes 
superávits comerciais; agora, estamos numa terrível situação no balanço de
 pagamentos devida a uma política cambial estúpida, que vinha de antes. 
De fato, neste primeiro trimestre, o déficit em conta-corrente acumulado 
em 12 meses atingiu US$ 101,6 bilhões. É um desastre anunciado.

As perspectivas são negras, se os atores da economia real, empresários
 e trabalhadores, não se juntarem para convencer o setor público que, 
se não houver intervenção dele, vamos para uma contração da economia 
da ordem de 5 a 6% – 0% de carry over do crescimento zero em 2014,
 2% negativos do efeito Levy e menos 3% do efeito Lava Jato, que está sendo
 devastador.

Enquanto se aperta a economia real, os juros sobem e o serviço
 da dívida vai às alturas. Essas decisões são contraditórias? 
A economia feita com os cortes será perdida nos gastos financeiros?

A única coerência é ditada pela situação externa: na medida em que
 se tem déficits em conta-corrente elevadas, o Governo tem que atrair
 capitais externos para fechar o balanço de pagamentos. Como desestruturamos 
nossa indústria e o boom das commodities acabou, resta-nos apenas aumentar 
os juros. E aumentar os juros, obviamente, nada tem a ver com controle 
de inflação. É para atrair dinheiro especulativo e assim fechar a conta externa.

Por que a subida dos juros parece não fazer efeito sobre a inflação?
 Haveriam métodos diferentes pra combater a subida dos preços?

A política de juros altos, como disse, não tem nada a ver com a inflação. 
É um remendo para atrair dinheiro especulativo a fim de fechar o balanço
 de pagamentos. Enquanto isso a inflação vai evoluindo segundo sua 
própria lógica, que é a dos preços administrados e da indexação 
generalizada, mesmo que nem toda formal.

Em paralelo ao recuo econômico, cresce a aderência a mudanças
 nas regras de exploração do pré-sal e na política de conteúdo nacional.
 O que desencadeou esse processo? Que interesses se beneficiam disso?

É o mais deslavado oportunismo por parte das forças externas e internas 
que querem destruir a correta política de petróleo. É repulsivo que um sujeito
 como o senador Serra, que fez a lei dos genéricos, esteja nessa.

Procedem as alegações de que a Petrobras não tem caixa pro 
montante de investimentos necessários no pré-sal?

É verdade, não tem caixa. Mas tem patrimônio para suportar um nível de 
endividamento muito maior do que tem, favorecendo a retomada dos 
investimentos. O correto seria o Tesouro passar recursos para o BNDES,
 e o BNDES os repassar à Petrobrás, para que a empresa escape das injunções
 bancárias e de agências de risco, que não passam de agentes do charlatanismo
 mais deslavado.


-- 
Rennan Martins - Jornalista e Editor do Blog dos Desenvolvimentistas 

Video: a Importancia das Mulheres e filhas dos 5 herois cubanos na conquista da liberdade




 
Realmente este video-programa muestra que si bien la lucha era por la libeacion de los 5, sus mujeres (madres, esposas, hermanas, hijas...) jugaron un papel fundamental y este programa nos permite continuar compartiendo un poquito mas con todos ellas, ahora que son todos LIBRES !!!!!
 
 

ornada em Defesa da Reforma Agrária mobiliza mais de 35 universidades


MST Oficial
@MST_Oficial
 
Jornada em Defesa da Reforma Agrária mobiliza mais de 35 universidades

Os cães ladram .François Hollande, visita OFICIALMENTE Cuba

magem 4/52: O presidente da França, François Hollande, é recepcionado pelo vice-ministro das Relações Exteriores cubano, Rogelio Sierra, na noite deste domingo (10) após sua chegada ao Aeroporto Jose Marti, em Havana. É a primeira visita oficial de um chefe de Estado francês a Cuba. A viagem de Hollande ao país faz parte de uma viagem pelo Caribe, que já o levou às Antilhas Francesas (São Bartolomeu, San Martín, Martinica e Guadalupe) e que terminará no dia 12 de maio no Haiti MAIS

Reforma Politica: sem mobilização e participação ... nada feito

Sem mobilização, reforma política será um arremedo para pior.


A reforma política continua sem maioria na Câmara dos Deputados. Na comissão especial
 analisa propostas de emendas constitucionais o relator, deputado Marcelo Castro 
(PMDB/PI), se opõe abertamente ao voto distrital defendido pelo partido, pelo 
Vice Presidente Michel Temer e pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha. 
Segundo notícias, isso poder levar a sua destituição do cargo, por iniciativa do partido.
Matéria no Valor informa que a maioria do PMDB é favorável ao “distritão”, o voto majoritário
 em substituição ao proporcional, um sistema que liquida com os partidos e minorias e 
pode tornar sem validade mais da metade dos votos dados aos candidatos. O “distritão” 
favorece o poder econômico e põe fim ao voto proporcional.
É um erro avaliar que a reforma não é aprovada por interesses menores ou apenas
 partidários ou de parlamentares. Pelo contrário, ela não forma maioria porque cada proposta 
tem conseqüências para a democracia. Um exemplo: o voto distrital misto proporcional
 é diferente do distrital puro, porque não e majoritário. Isso faz uma diferença brutal.
 O financiamento público, misto ou privado por pessoas físicas e/ou jurídicas com 
tetos mínimos faz toda diferença com relação ao peso do poder econômico. Idem a 
cláusula de barreira e o fim das coligações proporcionais, que defendemos. Reeleição
 ou não, eleições a cada dois anos ou coincidências de todas a cada cinco — todas 
as opções são legítimas mas cada uma significa mudar ou piorar o atual sistema já 
comprovadamente superado.


Sem mobilização e participação popular, sem pressão e luta não haverá reforma política. 
Teremos, no máximo, um arremedo como o “distritão” — o pior dos modelos propostos.