Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas.

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sábado, 18 de abril de 2015

O vídeo bomba da Retrato do Brasil que destrói a farsa do mensalão

Este video mostra como foram feitas alterações no processo da AP 470 pelo Supremo Tribunal. Isto foi feito criando um embasamento falso para culpar os réus acusados de desviar dinheiro público para beneficiar o PT no Congresso com compras de deputados. Ou seja, o Supremo, pelas chicanas do Ministro Joaquim Barbosa e do Procurador Geral da Rebública Roberto Gurgel falsificaram a relação etre os documentos para produzir provas que não existiam contra o PT, principalmente contra José Dirceu. Portanto, ao tomarem conscientemente esta decisão, conspiraram contra a República ao fazerem um julgamento politico, contrário à justiça a qual tinham obrigação de preservar e obedecer.



Entenda por que a direita odeia o governo Dilma


Discurso de Sibá Machado na Câmara

https://vimeo.com/125102819

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Oito pecados da terceirização - E mais... se vc. acha que não está vul a isto, acordaí: passando , a estabilidade é passado

Terceirização: Veja quem votou contra os trabalhadores

QUEREM TE PREJUDICAR
Conheça os principais argumentos dos trabalhadores contra o projeto de lei da terceirização.
Leia tudo na ‪#‎AgênciaPT‬ de Notícias http://goo.gl/H5rdCw
... Ver mais

Stédile - As medidas corretas

Me represesenta.

Está tudo aí. Só não vê é quem não quer - ou não entende.

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Quem governa o Brasil hoje

 Moro, Marinho, Cunha e Mendes governam o Brasil

Roberto Amaral



 

 

 

"A República, hoje, é governada por uma aliança informal constituída pelos meios de comunicação de massa liderado pelo sistema Globo, por uma Câmara dos Deputados conservadora e chantagista, por um Ministério Público e uma Polícia Federal e segmentos do Judiciário que exorbitam de suas competências", disso o ex-ministro Roberto Amaral e ex-presidente do PSB, em entrevista à revista Fórum


14 de Abril de 2015
 
Por Igor Felippe/ @igorfelippes, na Revista Fórum
Roberto Amaral gosta quando é chamado de cientista social e autor do livro “Socialismo: vida. morte ressurreição”, em parceria com Antônio Hoauiss. No entanto, sua carreira vai para além do muro das universidades.

Um dos quadros mais preparados e comprometidos do velho PSB, foi ministro da Ciência e Tecnologia no governo Lula. Com a morte do líder do partido, Eduardo Campos, no meio da disputa presidencial em 2014, virou presidente do PSB e renunciou quando o partido aderiu à candidatura de Aécio Neves, no segundo turno da disputa.

Amaral está acompanhando a conjuntura política e tem produzido muitos artigos, publicados em seu blog na internet. Nesta entrevista exclusiva, ele apresenta sua análise da crise que o país atravessa. Leia abaixo.

Impasse institucional

Para além da crise do governo Dilma, caminha-se para um impasse institucional açulado pelo avanço político e eleitoral de forças assumidamente de direita, aliadas a setores irresponsáveis do capitalismo moderno, usando e sendo usados pelo que há de mais atrasado na política brasileira: o fisiologismo, o fundamentalismo religioso, a corrupção, o sentimento antipopular, antinacional. Esse ajuntamento está sendo coordenado política e ideologicamente pela grande imprensa brasileira, que desempenha, hoje, entre nós, o mesmo papel desestabilizador — da economia, da política e do governo — levado a cabo em 1954 e nos idos de 1963/64, com as consequência sabidas para o povo brasileiro.

Desestabilização

A rigor, a última eleição presidencial só se encerrou em 2014 do ponto de vista jurídico. Politicamente, ela prossegue, sem intervalo, sem descanso. No Brasil inauguramos o ´terceiro turno`, com o objetivo claro e assumido de desestabilizar o governo recém-eleito, o que equivale a tentativa de invalidar o pronunciamento eleitoral. Esse processo antidemocrático e antirepublicano observa etapas cuidadosamente planejadas: primeiro, fase vencida, a tentativa de deslegitimar o mandato com o especioso pedido de recontagem dos votos, a seguir a tentativa de impedimento (fase atual). Se desta não se saírem vitoriosas, as forças da reação intentarão impedir o governo Dilma. Ela fica, jungida.

Fragilizar a economia nacional

A terceira fase é a desconstituição da Petrobrás (a destruição da empresa nacional ligada à indústria do petróleo, a revisão do sistema de partilha para entregar o pré-sal às companhias estrangeiras), a desestabilização do BRICS, a destruição do MERCOSUL e a retomada da Alca e, ao fim e ao cabo, o retorno da subserviência na política internacional. Houve, sim, muita bandalheira na Petrobrás, derivada do concluiu entre empresários e executivos desonestos. No entanto, fica claro que a campanha de imprensa é uma cortina de fumaça do grande objetivo: desconstituir a empresa e fragilizar a economia nacional. O desnudamento está explícito no jornal Valor de 27 de fevereiro passado. Diz-se ali: segundo cálculos do Bank of America Merrill Liynch (BofA), a Petrobras “precisa vender US$ 20 bilhões em ativos” e cortar substancialmente seus investimentos em pelo menos US$ 25 bilhões”.

Sangrar ou derrubar o governo?

A direita trabalha com as duas hipóteses, e começa pelo mais barato: a sangria sob controle na sequência que enunciei na resposta anterior. Do meu ponto de vista, o golpe já foi dado, e seu dia inaugural foi a eleição do sr. Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados, representando as forças nacionais do atraso e as forças internacionais que não admitem a hipótese de nosso desenvolvimento soberano (principalmente ajudando a América do Sul a seguir o mesmo caminho de independência e defesa prioritária de seus interesses nacionais e dos interesses de seus povos).

Ofensiva continental

A ação desestabilizadora começou na Venezuela, foi repelida no Equador e na Bolívia, se instalou na Argentina e agora está em curso em nossa casa. Desse projeto, Eduardo Cunha é servidor habilitado, competente e já anunciou ao que veio: nada de progresso legislativo e sim revisão dos avanços. Nada de reforma politica democrática, mas sim abertura para a ação corruptora do capital privado, do empresariado rentista e financeiro, cujos interesses ele muito bem representa. Não sem razão, no vestibular de sua campanha para a presidência da Câmara, o deputado Cunha se apressou em estabelecer acordo com o sistema Globo, anunciado publicamente pelo grande jornal, de impedir a tramitação de qualquer iniciativa que vise ao controle social das empresas de comunicação eletrônica, na contra-mão do que determina a Constituição.

Aliança do poder

A República, hoje, é governada por uma aliança informal constituída pelos meios de comunicação de massa liderado pelo sistema Globo, por uma Câmara dos Deputados conservadora e chantagista, por um Ministério Público e uma Polícia Federal e segmentos do Judiciário que exorbitam de suas competências. O autoritarismo da ‘República de Curitiba’ é bem representados no Rio de Janeiro por esse Flávio Roberto de Souza, ainda juiz da 3ª vara federal criminal do Rio de Janeiro que se permite usufruir os bens de luxo apreendidos judicialmente por ele mesmo. Hoje, qualquer juiz, mesmo qualquer ministro do STF, antes de prolatar uma sentença ou relatar um processo, ou votar num colegiado, consulta, não mais os autos, não mais sua formação jurídica, não mais sua consciência; ele se pergunta como seu julgamento será recebido pela grande imprensa.

Enfraquecimento do governo

Deve-se não necessariamente nessa ordem: aos erros coletivos do PT e aos erros individuais de importantes lideranças suas; à natural fadiga de material após 12 anos de governo; à crise internacional; à crise econômica nacional; à crise hídrica (da qual pode resultar a crise de fornecimento de energia) e, na base de tudo, à coalizão partidária, uma verdadeira mixórdia, montada para dar sustentação (que sustentação?) ao governo a partir de negociações pouco republicanas. [Ou, como diria Chico Buarque, "tenebrosas transações"...]

Dispersão no Congresso

Por ausência de estratégia de governo, por ausência de uma estratégia política dela resultante e dela servidora. Pelas políticas pontuais, priorizando iniciativas táticas fora de um conjunto planejado de ação. Mas também pelo autismo do PT, por uma certa ausência de humildade e pela incapacidade de fazer autocrítica.

Protestos da direita

A ocupação das ruas pela direita é o outro lado da ausência das forças de esquerda e progressistas. Onde elas estão? Onde estão nossas lideranças sindicais e estudantis? Onde estão os partidos que controlam os gabinetes da Esplanada dos Ministérios? É necessário ocupar os espaços que a esquerda está deixando vazios, fazer o discurso que a nação aguarda, já inquieta.

Moro está acima da Lei

Moro está acima da Lei

Ele se acha a Lei !
 
Publicado em 16/04/2015
 



 

 
 



 

 

 

 

Deputado condena juiz Sérgio Moro por “prisões políticas” e  abuso de poder


Em discurso contundente na Tribuna da Câmara, na quarta-feira (15), o deputado Zé Geraldo (PT-PA)  afirmou que “ou reagimos contra este poder paralelo que vem trabalhando fortemente para desestabilizar nossa democracia, orquestrado pela Rede Globo – que lembremos, já apoiou a ditadura-, por parte de setores do Judiciário e pelos partidos derrotados na última eleição, ou o País pode chegar ao caos institucional”.

Para o deputado, ao referir-se ao juiz Sérgio Moro, um juiz de primeira instância não pode mandar no país. “Ainda mais sabendo que este mando está firmado sobre uma coalizão informal que empurra o país a um abismo sem fim”, vaticinou.

“Sob a desculpa de investigar atos de corrupção, uma operação sem fim vem causando prejuízos enormes ao país, quebrando empresas, produzindo um exército de desempregados e desfalcando dia a dia um dos nossos maiores patrimônio, a Petrobras”, disse.

Ainda, segundo o deputado Zé Geraldo, quem cometeu qualquer tipo de mal feito, tem de ser punido, nos rigores da lei. O que não se pode tolerar, avaliou, “é uma instrumentalização com finalidade de partidarizar um problema que todos sabemos sistêmico. E, deste modo, deve ser combatido com profundidade, não com as nuvens de fumaça tão conhecidas dos períodos sombrios que fizeram parte de nosso passado recente”.

Ainda, discursou o deputado, por conta de posicionamentos infelizes, “talvez fruto da vaidade ou coisa pior”, se fragiliza a democracia.

“Se fizermos hoje um balanço chegaremos seguramente a um prejuízo maior do que o que foi desviado da estatal desde o período que a legislação fora afrouxada para permitir a corrupção, fruto justamente de trapalhadas de um judiciário atabalhoado”, ponderou.

Para o deputado,  a Petrobras e o Brasil já perderam mais dinheiro com o escândalo “promovido pela mídia, alimentada pelos desmandos do Senhor Moro do que com os bilionários desfalques dos seus ex-diretores e de toda a operação de lavagem de dinheiro comanda pelo senhor Youssef; o que é uma evidente demonstração que judiciário/Globo devem rever seus modos de atuação, sem ferir obviamente o direito de informação e os trâmites legais. Que, contraditoriamente, é o que vemos em larga escala nesse Processo”.

Na avaliação do deputado Zé Geraldo, o juiz Sérgio Moro deve sim investigar, é seu dever. No entanto, a investigação deve ser feita dentro da lei e sem abusos. “O senhor Moro não está acima da Lei. Não pode prender e manter presas pessoas por tempo indeterminado somente para conseguir delações”, disse.

Ele questionou a prisão do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari. “O que há de novo na investigação que justifique a prisão arbitrária e sem razão do tesoureiro Vaccari?”, questionou.

Para o deputado, se o ato de prender sem as devidas provas sob o argumento frágil da “prisão preventiva” não for repudiado com veemência por todos nós, o direito de todos estará em zona de risco. Numa Democracia não se pode fazer prisões políticas!

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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Documentos Revelados: ANATALIA - Morte por estrangulamento

               ANATÁLIA ALVES, MORTE COMPROVADA 

                            POR ESTRANGULAMENTO.

ARQUIVOS PARA DOWNLOAD:

Cópia da certidão de óbito de Anatália Alves, retificada judicialmente
por solicitação da Comissão Estadual de Memória e Verdade Dom Helder Câmara.
Anatália era casada com um membro do PCBR, não sendo ele mesma militante.
 Foi presa em dez de 72 e levada ao DOI CODI do IV Exército, em Recife, onde foi,
por cerca de 20 dias torturada e seviciada, sendo depois encaminhada ao DOPS.
Alguns dias depois, segunda a versão oficial da época, “foi encontrada morta no
 banheiro, enforcada com a alça da  bolsa, tendo ateado fogo às vestes.”
Na verdade Anatália teve suas genitais queimadas no DOPS para impossibilitar
qualquer prova de sevícias sexuais, e depois foi estrangulada.
Conforme o atestado de óbito retificado, ela morreu por asfixia por
estrangulamento (homicídio).

Mafia das Proteses - Um dos porques que médicos são contra CUBA

ELES não gostam de CUBA e nem do programa MAIS MÉDICOS:

UM POUCO DOS PQS.

Mensagens


Qua, 15 de Abr de 2015 9:10 am . Enviado por:

"valerio SANTIAGO" 

  O Ministro da Saúde Chioro apresentou estudo apontando que uma 
prótese de joelho sai do fabricante ao custo de R$2.096 e chega ao 
consumidor final por mais de R$18 mil. Só a comissão do médico 
apontada pelo estudo, valor recebido irregularmente, custa R$3.500.
 Uma reportagem, que mostrou um esquema no qual fabricantes 
de próteses pagam comissões para médicos prescreverem 
determinados produtos. Alguns profissionais chegavam a faturar até 
R$ 100 mil por mês de comissões. A matéria também apontou a
 execução de cirurgias desnecessárias para implantação de próteses.
Além de médicos, a reportagem cita o envolvimento de advogados 
e representantes comerciais, que patrocinavam ações judiciais a
 partir de documentos fraudados para obter decisões liminares que 
obrigassem o Estado e operadoras de planos de saúde a pagar
 por procedimentos e dispositivos superfaturados em até dez vezes
 os valores praticados no mercado.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

O Caso Molina-Sabóia - Suspensão do Diplomata

Diplomata brasileiro terá 20 dias de suspensão por trazer senador boliviano em fuga para o Brasil

Em 2013, Saboia usou veículo da embaixada para trazer político que estava em La Paz

por
 
 
 

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Meus comentários
 
Este caso está todo fora de esquadro. A tônica é a questão humanitária sobre o estado do Senador Roger Molina. No entanto nem de longe se fala por quê ele ter-se refugiado na embaixada brasleira. Tampouco nada se fala sobre os processos contra ele na Bolívia. Ainda menos se fala que, junto com o governador da província de Pando, Leopoldo Fernández, Molina monitorava e orquestrava todos os movimentos, dado o seu interesse direto por ser seu reduto eleitoral e ter ali imensa propriedade.

Compilei estes fatos

Roger Pinto Molina

Nos últimos anos de sua carreira política foi Asistente Técnico do Banco Central de Bolivia, Presidente da Cooperativa de Teléfonos "Cobija". Foi tambem miembro do Diretório Nacional de la Federación de Cooperativas Telefónicas (FECOTEL), Presidente da Corte Eleitoral de Pando, Presidente da Asociação de Criadores de Gado de Pando, Conselheiro Municipal da cidade de Cobija e Secretario Executivo Regional da ADN - Acción Democrática Nacionalista.

Roger Pinto, foi tambem o maior proprietario de terras, acumulando 3269 hectares nas zonas de "El Lago" e "El Atajo", que se encontram dentro da área do Municipio de "El Porvenir" na Prefectura de Pando.

Em 2005, Pinto Molina foi eleito Senador por Pando, auspiciado pela Agrupação Política PODEMOS, sendo o cabeça desta agrupação no Senado Boliviano. Foi reeleito como Senador em 2009, pela Agrupação Política "Plan Progreso para Bolivia - Convergencia Nacional".

Roger Pinto Molina foi acusado de participar no Masacre de Porvenir de 11 de Setembro de 2008. Tambem foi acusado de vender terras fiscais durante sua gestão como Governador de Pando, mas nenhuma destas acusações foram comprovadas (?!).

Nos meses antecedentes ao massacre de Porvenir a Prefectura de Pando vinha sofrendo roubos da pior espécie possivel, praticamente toda a maquinária pesada, computadores, caminhões, motocicletas, inteiros centros de computação das maquinarias pesadas novas, peneus, baterias, peças de reposição, ar condicionados, geradores de luz; um assalto completo à Prefectura do Estado. Segundo depoimentos de moradores, o desmando era a regra. Nenhum melhoramento era feito na região e a corrupção era um problema de estado. Não existia autoridade e por isso o ilegal havia se encampado: contrabando de mercadorias, tráfico de armamentos e de drogas, de recursos hídrios e florestais.

Na Prefectura do estado, cuja capital é Cobija, haviam aproximadamente 3 800 trabalhadores. Já nos primeiros 10 dias as faltas nas fontes de trabalho eram a regra o que reduziu o efetivo trabalhador para 700 pessoas. Haviam pessoas que iam apenas para pegar o cheque, os "marajás", como eram chamados os que não trabalhavam em nenhum lugar a troco de apoiar o Governador Leopoldo Fernández, apadrinhado de Roger Molina. Haviam 4 caixeiros desaparecidos, cada um deles manejava ao redor de 1 800 000 pesos bolivianos. 201 funcionários da Prefectura tinham relação de parentesco. Tambem toda a direção do Comitê Cívico tinha relação de trabalho com a Prefectura do estado ou na administração da Cidade. Se a ordem fosse dada para parar de trabalhar, todos paravam.

Havia uma planilha que mostrava quem eram os que manejavam os distintos recintos eleitorais e quanto cobravam. No topo dos que faziam os contratos dos políticos estava o Senador Roger Pinto Molina, o deputado Ronald Camargo, os Senadores Dias Vicencio e Paulo Bravo na Prefectura. As arrecadações superavam os 45 milhões de pesos bolivianos. Produtoras, tevisoras, rádios, periódicos, e jornalistas receberam da Prefectura desde 2007 até agosto de 2008 a cifra de 2,5 milhões de pesos bolivianos, 61% foi repartido entre os 10 principais meios de comunicação. Muitos jornalistas estavam na lista de pagamentos da Prefectura de Pando. Leopoldo Fernández convocava os membros da imprensa e lhes dava as instruções do que deveria ser dito a cada dia.

Este é o pano de fundo do Massacre de Porvenir em 11 de setembro de 2008 e o começo da queda de Molina que desemboca na fuga à embaixada brasileira.

A 28 de maio de 2012 o senador opositor Roger Pinto Molina ingressa na embaixada do Brasil em La Paz e solicita asilo ao embaixador Marcel Biato, após denunciar que é perseguido político pelo Governo de Evo Morales. A sua "hospedagem" durou quase 15 meses culminando com a sua fuga ajudado por Sabóia.

No Brasil tudo indica que a orquestração ficou a cargo do Presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado, Senador Ricardo Ferraço.
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Do site da Veja   -    Governo

Sexta-feira, 25 de outubro de 2013


O motivo de Saboia

Processo em curso

O processo disciplinar interno para apurar a conduta do diplomata Eduardo Saboia, que comandou o resgate do senador boliviano Roger Molina para o Brasil, corre a todo vapor no Itamaraty.
No dia 16, foi a vez de Ricardo Ferraço prestar depoimento em favor de Saboia, como se esperava. Ferraço contou à comissão que investiga o caso ter sido procurado pessoalmente por Saboia em pelo menos duas ocasiões, ambas em Brasília.

Nas conversas, disse Ferraço, Saboia relatava a situação de confinamento de Molina na embaixada brasileira de La Paz. Segundo Ferraço, o mesmo assunto foi tratado em telefonemas e e-mails enviados pelo diplomata.
No depoimento aos itamaratecas, Ferraço lembrou que, dias antes da fuga de Molina para o Brasil, Saboia exemplificou numa das trocas de e-mail um suposto sinal de que a condição psicológica de Molina era preocupante.

Ainda de acordo com Ferraço, Saboia contou no texto que Molina se apegou às coisas materiais da embaixada, “como se o senador boliviano encarasse as coisas mais simples, como sua geladeira e seu computador, de forma muito emotiva”.
Por Lauro Jardim
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Minha nota final

O que é disparate total é um indivíduo diretamente vinculado a um massacre orquestrado onde comprovadamente 20 pessoas morreram e dezenas desapareceram, tenha sido transportado ao Brasil por motivos humanitários a fim de salvar a pele. Que fosse entregue ao governo da Bolívia a fim de responder pelas acusações de vários crimes.
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Entrevista com Dilma - As pautas principais

Dilma aponta iniciativa popular como caminho para pautar a regulação da mídia

Redação
abril 14, 2015
 
 

Em entrevista a blogueiros, presidenta afirmou que, por enquanto, não há como abrir essa discussão no Congresso, mas sinalizou que a iniciativa popular pode ser uma alternativa; entre outros assuntos, ela falou sobre o setor ferroviário, as conversas com Zuckerberg e o PL da terceirização
 
Por Redação 

Na manhã desta terça-feira (14), a presidenta Dilma Rousseff  concedeu uma entrevista a seis blogueiros. Estiveram presentes na coletiva Altamiro Borges, do Centro Barão de Itararé; Cynara Menezes, do Socialista Morena; Luis Nassif, do Jornal GGN; Maria Inês Nassif, da Carta Maior; Paulo Moreira Leite, do Brasil 247, e Renato Rovai, do Blog do Rovai e revista Fórum.
 
Em um dos trechos da entrevista, a presidenta fala sobre a questão das ferrovias, a regulação econômica da mídia, as conversas que teve com Mark Zuckerberg e o Projeto de Lei 4330, o PL da terceirização. Confira abaixo.
 
Ferrovias

Os investidores querem que não seja a Valec a dar a garantia, que seja o Tesouro Nacional. Nós fizemos o seguinte: se vocês lembrarem, nós transferimos R$ 15 bilhões, capitalizamos a Valec para que fosse ela a dar a garantia. O que ocorre é que muitos dos investidores não querem essa garantia.
Então, a discussão com eles – por que você sabe que tem uma discussão em relação ao modelo ferroviário. E qual é? O Brasil não fez até hoje grandes ferrovias. Eu tenho orgulho de ter feito, no meu governo. Porque peguei isso do Lula, já estava engatilhado no Lula, mas foi resolvido no meu governo. Foi fazermos o maior trecho da Ferrovia Norte-Sul e também ampliarmos a parte de baixo, que é de Anápolis até Estrela do Oeste, em São Paulo, que está com 75% construída.

Nós não temos feito ferrovias como obra pública, não dá pra fazer ferrovia no Brasil como obra pública. Nós não aguentamos fazer todas as ferrovias necessárias. Então, temos que discutir o modelo, sim, e discutir se é necessário dar garantia do Tesouro. Nós fomos contra dar garantia do Tesouro lá atrás, por isso fizemos a Valec. O que o Joaquim [Levy] está falando é que os investidores não querem a Valec como garantidora. Mas vamos avaliar como é que vai ser feito, nós temos uma conta para fazer.

Regulação da mídia

Primeiro, é o seguinte: é óbvio, como qualquer setor econômico, qualquer um, seja o setor que for, a questão da regulação econômica dele é importantíssima. Por que falo econômica? Esse aqui ainda tem problemas específicos, que é o problema da liberdade de comunicação, que nós defendemos. Qualquer setor tem que ser regulado. Telefonia, petróleo…

Eu tenho dito que não há, nesse momento, sendo bem clara, a menor condição de abrir essa discussão agora. Por conta de toda a situação. E acho o seguinte: isso não significa que a gente não possa, através de outros mecanismos, discutir questões. Por exemplo, vocês estão aí para apresentar, não estão? Me disseram que está em curso um processo de iniciativa popular, acho que isso vai ser interessante para discutir. Acredito, aí eu queria até aproveitar e emendar em um tema polêmico. Nós prolongamos, a pedido – a pedido porque eu, particularmente, achava que já tinha suficiente –, até dia 30 de abril a discussão sobre a regulamentação do Marco Civil da Internet. Não vejo por que prorrogarmos mais uma vez.

Acho que a gente tem que ter uma relação bastante objetiva com isso. Nós defendemos a neutralidade na rede. Aliás, fomos o primeiro governo a defender a neutralidade na rede e brigar pela neutralidade da rede. Eu estava falando com os EUA há pouco e eles disseram que agora estão defendendo a neutralidade na rede.

Conversas com o Facebook

A experiência é o seguinte: eles [Facebook] fariam toda a infraestrutura da conexão, com o nível de banda bastante amplo e com o que houvesse de tecnologicamente mais avançado. Desde que eles aceitem uma composição. Não foi dito para nós: “vai ser assim”. A partir daí, eles discutirão com o governo brasileiro como é que faz.

Acho que tem que colocar junto toda a discussão no meio da internet. Não ter medo do que vão fazer. Acho que nós podemos ter com eles uma parceria que defina um horizonte, mas que remonte aos nossos interesses.

Ele [Mark Zuckerberg] vem para cá em junho e aí vamos discutir o modelo.

Participação popular, da comunidade da internet livre?

Podem (participação popular). Isso é muito importante. Eles vem aqui fazer uma proposta. Nós não somos contra discutir proposta nenhuma. Não tenho medo de discussão nem do diálogo. Eles vêm para discutir a proposta e a proposta vai ser aberta, ampla, geral e irrestrita… Agora, é interessante ver o que querem.

Ele falou de duas coisas, mas essa história de Heliópolis foi secundariamente. O que ele queria falar mesmo era do balão.

Eles estão desenvolvendo uma tecnologia do balão. Vocês lembram daquela questão do satélite de baixa altitude? Eles agora bolaram um balão que será para regiões basicamente isoladas. Eles queriam discutir a possibilidade de a gente participar com isso no Nordeste, se a gente quer fazer essa experiência. Essa é a proposta dele, a do balão.

Entre nós e os movimentos sociais, nós sabemos como as coisas podem acontecer. Se essa mão aqui não assinar, se não concordamos, se não fizermos a parceria, não sai. E aí pode conversar, pode propor o que quiser.

Terceirização

A questão da terceirização no Brasil é uma questão que se impõe. Se impõe em várias questões. Se impõe dentro da Petrobras, dentro da Eletrobras, numa grande empresa, numa média empresa… O problema é que ninguém sabe o que é terceirização. Nos já fomos obrigados a dispensar uma porção de funcionários porque tinha que ser concursado. Então, há que definir quem é terceirizado e quem não é.

A questão da terceirização, ela não é uma invenção. Qual é o problema dela? Eu divido em dois.

O primeiro problema que observamos é o problema da contribuição previdenciária, pagamento de tributos e direitos trabalhistas. Porque, se você não tiver uma relação clara de responsabilização da contratada pela contratante, você vai ter uma situação muito difícil, que é a transferência de obrigações da contratada. Vamos supor que a contratada desapareça. De quem é a responsabilidade?

Então, entenda a questão, nós queremos uma clara relação entre o contratante e o contratado. Na lei que foi aprovada, eles vão fazer discussão de emenda. Na lei que foi aprovada, essa relação nos parece ser a menos complicada. Porque eles falam que a relação inicial é subsidiária, só depois ela é solidária.

Imagina que o Edinho é o contratante. Você tem de pagar salário etc, etc. Subsidiário quer dizer que o Edinho te fiscaliza. Se você não pagar, aí é solidário.

Aí é que tá. Há que saber bem direitinho o que são as responsabilidades solidárias que a contratante tem com a contratada, para evitar que haja evasão fiscal, que não se pague e que não comprometa direitos trabalhistas.

Ou seja, o projeto trata da terceirização e monta suas garantias. As garantias de que ninguém vai evadir, vai sumir, fechar empresa. Se fechar uma empresa dessa, você vai ter sempre quem vai ser o responsável.

Uma outra questão que está sendo levantada é a questão das garantias, dos contratos de trabalho. Se o contrato de trabalho da contratada está no mesmo sindicato da contratante ou não. A empresa que contrata, vamos supor, uma grande empresa, se ela contratar uma montadora, por exemplo, então o sindicato dela é o dos metalúrgicos. Se ela contratar, se vai ser metalúrgico ou não. É uma questão a ser discutida.

Eu acho que aí tem uma parte da discussão que os sindicatos têm que fazer.

Nós determinamos o seguinte: paguem os direitos trabalhistas, fiscais e previdenciários.

Veto?

Eu só falo diante de fatos concretos.

Indígena

Cada movimento indígena você tem que receber de uma forma específica porque as diferenças são várias. Por exemplo, no Sul, você tem o problema que é de indígenas e agricultores familiares em confronto. No Sul, você tem isso. Paraná e Rio Grande do Sul. No Mato Grosso, que foi a grande tentativa que fizemos de desapropriar. Desapropriar e passar para os índios as terras é outro problema.
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Foto de capa: Arquivo/Agência Brasil

terça-feira, 14 de abril de 2015

12 de abril na Paulista: O que você acha da terceirização?









O que os coxinhas de 12 de Abril acham sobre terceirização


Terceirização  - TV Carta Capital



-- Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver.
Bertold Brecht
Via Aparecido Araujo


CTB convoca ato contra o PL 4330 da terceirização

Greve Geral CUT CONVOCA

Dia Nacional de Paralisação. Fórum Campo Cidade vai realizar ações no ES

Aprovação do PL 4330 pode significar o fim da CLT

09/04/2015

CUT alerta para cortes de direitos nos direitos dos trabalhadores com aprovação de projeto que abre a porteira para a terceirização desenfreada

Escrito por: Edilson Lenk

O Projeto de Lei 4330, de autoria do deputado Sandro Mabel, já rejeitado pela Câmara em 2013 e "Ressuscitado" na atual legislatura é um presente para os empresários do Brasil. Com a aprovação do projeto, as porteiras da terceirização estão abertas e qualquer atividade fim de qualquer empresa pode ser terceirizada. A aprovação do projeto é um baque para os trabalhadores.
O projeto ainda tem que ir a votação no senado, de onde retorna para a Câmara, para depois ser submetido à sanção da presidenta Dilma. A CUT já mobiliza todas as suas instâncias e quer lutar incessantemente contra esse projeto. Vamos às ruas mostrar que os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil não vão aceitar cortes de direitos ou benefícios. E nem vamos aceitar que a escravidão volte ao país. Moiblizações já estão sendo convocadas em todo o Brasil. O movimento sindical deve se unir como um todo contra esse projeto amaldiçoado.
O momento é delicado. A agenda conservadora do congresso nacional está apenas começando e pode significar um período de profundos retrocessos para a nação, em especial para sua classe trabalhadora e para conquistas sociais duramente conseguidas. Por isso toda união nesse momento é imprescindível.

GREVE GERAL: convocatória ADUFES

Paralisação (amanhã): 

sindicatos e movimentos sociais

 vão às ruas por direitos trabalhistas

     





Paralisação (amanhã): sindicatos e movimentos sociais vão às ruas por direitos trabalhistas
A Adufes chama os/as docentes (leia nota de convocação abaixo) a interromperem as atividades e participar Dia de Paralisação Nacional, chamado pela CSP-Conlutas, CUT, CTB, NCST, Intersindical, MTST, MST e diversos outros movimentos sociais.
Amanhã, quarta-feira (15), será de muitas mobilizações na Grande Vitória. A partir das 4 horas, trabalhadores/as, estudantes e representantes de diversos movimentos sociais prometem começar o dia com panfletagens em vários pontos da cidade. Haverá concentrações nas proximidades da Vila Rubim, Aeroporto de Vitória, Centro de Vitória e Terceira Ponte.
A mobilização, convocada como Greve Geral contra o PL 4330, é nacional e uma resposta da classe trabalhadora ao projeto de lei das terceirizações (PL 4.330), à redução da maioridade penal e em defesa da reforma política, do fim do financiamento privado de campanhas e pela taxação de grandes fortunas.

Dia 15 é dia de Luta!
Chamamos todos os/as docentes da Ufes a interromperem suas atividades normais e se somarem às manifestações do dia 15/04, Dia de Paralisação Nacional, chamado pela CSP-Conlutas, CUT, CTB, NCST, Intersindical, MTST, MST e diversos outros movimentos sociais.
Este é um dia de luta convocado contra a aprovação do PL 4330, que aprova a terceirização indiscriminada, e também contra as MPs 664 e 665, que retiram uma série de direitos dos trabalhadores, em especial os mais carentes e precários. É um dia de luta contra o ajuste fiscal imposto pelo governo federal, que cortou 7 bilhões da Educação, contra a contratação de professores via Organizações Sociais (como proposto pelo presidente da Capes) contra o produtivismo e a precarização do trabalho docente.
A política de ajuste fiscal do governo Dilma para resolver a crise econômica através de um enorme arrocho nas costas dos/as trabalhadores/as só poderá ser derrotada com  muita luta. O dia 15 é uma etapa na preparação de uma grande Greve Geral para derrotar este projeto.
Dia 15 a aula vai ser na rua, na ponte, na praça, nas BRs!
Fonte: Adufes

Maduro: Basta de reunión con empresarios, vamos a radicalizar la revolución

Com golpistas não tem conversa. APOIAMOS MADURA.
OLHAÍ DILMA, OLHAÍ


Maduro: 
Basta de reunión con empresarios,
 vamos a radicalizar la revolución 
 
Manifestação cívico/militar realizada no dia 13 de abril de 2015
 (dia da vitória da revolução nos acontecimentos de 11/13 de abril de 2002) 
e realizada perante uma forte representação da Milícia Nacional Bolivariana, 
perfiladas e armadas.
 Hoje tal força complementar às forças armadas regulares, somam 300 mil
 milicianos e constituem um forte poder cívico-militar de defesa da revolução.

 Maduro: Vamos a radicalizar la revolución
Maduro: EEUU debe reconocer la realidad histórica de Latinoamérica
 

 
Foto: AVN

Foto: AVN
Foto: AVN
Foto: AVN
Foto: AVN


Foto: AVN

Foto: AVN
Foto: AVN

 

EDUARDO GALEANO: LA MAGIA DE HONDURAS


EDUARDO GALEANO: LA MAGIA DE
 HONDURAS
Rodolfo Cortés Calderón
El escritor uruguayo, periodista y político anti imperialista de amplio reconocimiento mundial se nos ha adelantado; sin embargo, su prosa, su verso, su ejemplo, su americanismo, perdurarán eternamente en el corazón de la humanidad. Eduardo Galeano, igual que Gabriel  García Márquez son de las personas que nunca mueren. Sus obras literarias estelares fueron  Las Venas Abiertas de América Latina y Memorias de Fuego, que fueron reproducidas en millones de volúmenes en más de 20 idiomas.
Su último libro fue Mujeres, pero también escribió Los Hijos de los Días, El Libro de los Abrazos, Patas Arriba-Escuela del mundo al revés, Espejos, entre más de cuarenta.
Recibió muchas medallas, méritos y tantos honores  por su riqueza literaria que media docena de universidades del mundo le concedieron el Doctorado Honoris Causa.
Su verdadero nombre era EDUARDO GERMÁN MARÍA HUGHES GALEANO y había nacido el 3 de septiembre de 1940 en la hermosa ciudad de Montevideo, Uruguay. Siempre fue un enamorado de las clases despojadas y abandonadas: indígenas, campesinas, obreras, mujeres explotadas, niñez.
Fue un intenso y profuso defensor de la vida, de la naturaleza y del ambiente, por eso en una entrevista que le hiciera la inigualable Radio Progreso en los días posteriores al golpe de Estado de 2009, mientras la periodista que lo entrevistaba sobre todo lo malo que le había pasado a Honduras con esta terrible afrenta, se adelantó a señalar con su voz dulce, paternal y parsimoniosa que “Honduras es un país de magia”, por todo lo maravilloso de su pueblo pero más en referencia a que este país es el único del mundo donde “llueven peces”, fenómeno natural que se observa en algunas comunidades de Yoro donde una especie de peces que supuestamente viven en corrientes de aguas subterráneas, salen de su remanso en grandes cantidades hacia la superficie del suelo, principalmente en la llamada “lluvia de peces de Yoro”.
Pero la sui géneris observación del literato Galeano fue acertada, Honduras es un país de magia, de alegría, de abundante naturaleza, de personas honradas y trabajadoras. Los 365 días del año puede extraerse comida de sus fértiles tierras, frondosas montañas y abundantes y cristalinos ríos. Climas inigualables. La magia ictiológica y la belleza de sus mares en el Caribe y el Golfo de Fonseca son envidiables. La magia de las comunidades garífunas con sus alegres bailes, comidas y encantos. La magia de la sabiduría ancestral alimentaria y medicinal de las culturas maya, chortí, lenca, tolupán, tawahka y misquita. Los encantos soñadores de las montañas y cascadas; su exuberante vegetación y biodiversidad. La majestuosidad de las bellas islas en el Atlántico y Pacífico. Los enigmáticos templos de las avanzadas y milenarias culturas mayas y otras razas autóctonas. Su laboriosa, sencilla,  generosa y digna gente que son las mayorías.
Lo que hace falta es que los hondureños y hondureñas nos apropiemos de estas maravillas y las recuperemos de los buitres imperiales, del signo que sean, y las pongamos al servicio de toda la nacionalidad. Que se las arrebatemos a los oligarcas nacionales y corporaciones extranjeras que se han apropiado de manera deshonesta de todo lo patrio, con la complicidad de los políticos de turno, para que toda la magia se revierta hacia el bienestar del pueblo.
Gracias maestro EDUARDO por tus letras, pensamientos y tu entrega por la causa latinoamericana y mundial. Te extrañaremos. Que la Madre Tierra te reciba con los brazos abiertos.

14 de abril 2015.    DÍA DE NUESTRA ABYA YALA HASTA AHORA SOMETIDA POR HORDAS IMPERIALES.