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sábado, 24 de janeiro de 2015

A política economica de conveniência

Empresas escondem toneladas de alimentos da população para boicotar o governo na Venezuela

 
Mais de mil toneladas de alimentos da cesta básica foram apreendidos pelo governo venezuelano em um galpão da empresa de distribuição Herrera S.A., que não distribuía os produtos, como parte da guerra econômica declarada pelos grandes empresários contra o governo popular de Nicolás Maduro.
 
Na última segunda-feira (11), a Superintendência de Preços Justos, com apoio de denúncias dos cidadãos, apreendeu milhares de produtos de alimentos e de higiene pessoal em um armazém da empresa privada Herrera S.A. no estado de Zulia. Os produtos possivelmente seriam contrabandeados para a Colômbia. Nove sucursais da empresa estão sendo investigadas por retenção dos produtos vitais para o povo venezuelano.

Foram encontradas toneladas de farinha de milho, arroz, fraldas, detergente e milhares de unidades de leite, sabonetes, amaciantes e barbeadores, entre outros, segundo o vice-presidente da República Jorge Arreaza. Ele disse também que os dirigentes da empresa alegaram que tinham as toneladas de alimentos retidas por problemas com a distribuição. No entanto, o ministro para a Alimentação Carlos Osorio e a ministra para o Comércio Isabel Delgado afirmaram que sem a constatação de alguma denúncia ou queixa pela falta de distribuição, a empresa tem que ser sancionada, informa a Telesur.

Os responsáveis pela empresa terão que comparecer perante a Justiça. Segundo a companhia, a distribuição desses produtos ocorreria em 30 dias, o que viola as leis de distribuição e comercialização no país. Além disso, muitos produtos escondidos pela distribuidora estavam sem a marca de controle de qualidade.

Arreaza acrescentou que investigarão os distribuidores de outra empresa privada, a "Protect&Gamble", já que esconderam em armazéns toneladas de produtos que fabricam na Venezuela. "Se eles estão vendendo esses produtos a essa empresa que esconde os produtos da população, deve haver uma razão", disse.

O Governo venezuelano garantiu que os mais de mil produtos serão avaliados e distribuídos a preço justo à população de todo o país.

Quem é a Herrera S.A.?

A Herrera S.A. detém um forte controle na distribuição de produtos alimentícios, de higiene pessoal e enlatados. Ela tem exclusividade na distribuição das marcas Kellog's, Nestlé, General Mills e Avelcasa em oito estados venezuelanos e também monopólio na venda dos produtos de higiene pessoal fabricados pela "Protect&Gamble" (sabão, detergente, fraldas e absorventes) e pela Pfizer (higiene bucal e cremes para o corpo).

Um de seus acionistas é a companhia Diamante Trading Investments LTD, sediada em Barbados e representada por Peggy Carolina Ordaz Quijada, militante do partido de direita "Vontade Popular", responsável pelos atos terroristas e pelas manifestações violentas para derrubar Maduro em 2014, que causaram mais de 40 mortes.

Em agosto de 2014, a Superintendência de Preços Justos multou a empresa com 5 mil unidades tributárias por não cumprir a Lei Orgânica de Preços Justos, aprovada em 2011 com o objetivo de regular e controlar os preços e evitar a especulação no país.
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Discussão no Grupo do facebook

Pedro Henrique - Lembra da época do congelamento de preços do Sarney? O que acontece na Venezuela é algo semelhante...
As empresas se defendem como podem das megalomanias do governo, que ao invés de movimentar a economia com politicas de estímulos quer subjugar a todos com imposições unilaterais e punições...
 
Alexandre - Coitado do Maduro... ele é apenas a vítima de um complô dos produtores de papel higiênico. Eles irão dominar o mundo.

Fernanda F. -  A empresa não vende os produtos já que, com os preços controlados pelo governo, terá prejuízo. Me poupe, Marcos, que bobagem.

José - O esquerdismo de certas pessoas me assusta pelo tamanho da cegueira.

Marcos Rebello - Eu acho engraçado o seguinte: quando o capitalismo canibal arrocha para tirar até o que não pode da população deixando-a na miséria mais abjeta possivel, quando crianças e idosos comem de lixões e junto com porcos, quando se vê fotografias de corvos esperando crianças morrer para fazerem as suas refeições, voces acham isso até romantico porque permitem que a mídia massageie as suas consciências! Este é o produto da liberdade que voces engolem. Sim, liberdade política e economica. Certo? Nisso não há corrupção de valores porque a liberdade é liberal o suficiente para cobrir todas estas barbaridades. Mas quando aparece quem enxergue nisso algo reprovável e queira mudar o sistema para dar a todos a oportunidade de serem iguais, voces dão chilique! Voces engolem o que a mídia diz sobre o mercado, que regula tudo e é "fair and square". Vou ser sincero com voces mais uma vez e dizer que antes eu tinha pena de quem pensava assim. Mas hoje eu não tenho mais, porque o aprendizado custoso agora me faz rir.
 
Pedro Henrique - Marcos não seja ingênuo, o socialismo não é a resposta...
Jefferson Ramos Brandão Lute, então, pela revolução comunista.

Alexandre D. - Tou me sentindo o Sheldon Cooper aqui... Porque não decifrei se ele está sendo sarcástico ou se está falando sério.

Marcos Rebello - Saiam do imobilismo politico e intelectual. O maniqueísmo não é a solução. Além do mais estamos no meio de mais uma crise que deveria, depois de tantas e tantas lições históricas sobre economia, politica e principalmente financeira, servir de laboratório para mudanças significativas na formação de novas propostas. Aliás, estas existem, como o que vem sendo feito calculadamente pelo BRICS, mas isto não desce com a facilidade necessária para a esmagadora maioria na inércia mental.
Ah ... e cada vez mais eu reparo que posso flexibilizar a noção de "complexo de vira-latas".
 
Carlos Frederico P. G. -  Bolivarianismo evaporou junto com o Petrocapitalismo
 
José P.  - Prezado Marcos,
Não defenderei o capitalismo como vc defende agressivamente o "socialismo", mas vou lembrar-lhe certos fatos consumados:
1. Boa parte das nações africanas foi, por muito tempo, socialista
2. Vc não é o único que enxerga mazelas no capitalismo, pena não enxergar as deficiências de autossustentação do "socialismo"; quanto à Liberdade difundida e necessária no capitalismo: Eu amo! Nos permite lutar, se arriscar, termos divergências, nos diferenciar e evoluir :D;
3. Sobre o "complexo de vira-latas" acho que tem mais a ver com quem espera o que seja distribuído uniformemente sem considerar méritos e individualidades do que com quem busca recompensas maiores por feitos maiores - eu, por exemplo, sempre me imagino como um leão, uma águia ou um tubarão
 
Alexandre D. - Ainda não tenho plena certeza de que ele esteja falando sério... Mas tou começando a acreditar que sim. Como diria o grande Barão do Rio Branco: "The dude is totz cray cray!" (Fonte: diariodaliberdade.org)
 
Marcos Rebello - Os erros axiomáticos do petrocapitalismo está evaporando o Dólar! Mas o que aparece, porque a mídia faz aparecer, são as falhas do bolivarianismo, do putinismo, do lulismo, do dilmismo e de todo ismo para desviar da verdade. Sem o Dólar, o que vai sustentar a realidade pintada nos olhos do mundo? Que sistema irá prevalecer? Ou melhor, o que faz cada país ser o que é e manter-se sem as imposições de costume?
 
José, leia novamente o que eu coloquei mais acima. Esse dualismo político conveniente está superado. O capitalismo aglutinou o socialismo, gradual e rápidamente, após o desmanche da União Soviética. O que estamos vendo hoje em Cuba é um arrôto do que foi o almoço. Quem lucrou com tudo isso foi o cartel financeiro, que sempre esteve por tras de tudo há séculos, e o corporativismo megaempresarial. Não existe sociedade que consiga superar os efeitos disso.
 
Alexandre, a dúvida muitas vezes custa caro. E não é a fonte que derruba. É a ótica.
 
Guilherme R.-  Não tem lógica alguma o empresário deixar de ter lucro só para fazer oposição ao governo. Quem pensa assim só fala bobagem e não tem noção nenhuma do que é administrar uma empresa. E, se o atual preço de mercado não cobre os seus custos, ele não vai colocar seu produto na prateleira para ter prejuízo, por mais benevolente que possa ser. Daqui a pouco os chavistas vão querer ter ideias como as da época do Sarney, de pegar no laço os bois no pasto e trazê-los para o mercado, como se a economia funcionasse assim.
 
Marcos Rebello - Ok, Guilherme, vamos por partes. Vou ser extenso como de costume quando quero explicar algo.
 
Ter lucro é uma coisa, fazer lucro é outra.
 
Primeiro de tudo, o que entra na formação do preço da mercadoria? E, depois disso, o que é o lucro? Melhor ainda, o que determina a margem de lucro de uma mercadoria? Um mercado livre ou um mercado encurralado?
 
Mas isso apenas não é suficiente para determinarmos o contexto da matéria em discussão. Temos que avaliar a conjuntura politico-economica do país em questão que, neste caso, é latinoamericano com um histórico de controle político institucional pelos conceitos economicos. No caso da Venezuela, uma elite que comandava a indústria do petróleo que comia na mão dos donos lá fora. Me ocorreu neste momento os anos 70 no Brasil quando a ciranda inflacionária era um horror e depois de muita análise foi descoberto que ela iniciava nas multinacionais que detinham o contrôle da cadeia produtiva verticalizada. A indústria farmacêutica foi uma detectada. Ou seja, uns produtos de uma multinacional puxavam o cordão inflacionário que era seguido por outras multis quando os programas do governo não liam pela cartilha do que mandava a metrópole. Então, o que é um mercado livre?
 
Agora digo por experiência porque já distribuí produtos da Procter & Gamble, já desenvolvi produtos para competir com os dela, já fiz conta no lápis chegando ao quarto de penny a fim de saber se era viável distribuir os nossos produtos em cadeia nacional negociando com uma variedade de empresas de transporte a fim de pagar o frete interestadual mais barato possivel. O lucro era a última coisa a ser calculada a fim de poder entrar no mercado e mesmo assim muitas vezes era inviável porque as grandes empresas tem tudo absolutamente calculado e controlado pela politica de repasse de vantagens aos compradores. E quando perdem um pouco o controle, individuos como eu conseguem penetrar, mas eles não demoram em tapar o buraco. Posso dar exemplos disso aqui, mas o assunto é um adjacente bem próximo como iniciamos que é a viabilidade de um mercado livre e o lucro empresarial de quem detem ou não o controle deste mercado. Nisto voce já deve ter percebido que a economia empresarial está diretamente ligada ao controle político para que o mercado as favoreça.
 
Então eu pergunto: Aonde entra, se alguma, a responsabilidade social da empresa? Voce, como todos os que em teoria apoiam a economia de mercado irão responder: Por que uma empresa haveria de ter responsabilidade social quando ela fabrica produtos para vender no mercado à lucro? Esta é a sua responsabilidade social! Tudo bem. Mas quem teria a responsabilidade pelo social? Ninguém! Certo? Cada um que cuide de si e se levante como possa. E para que governo, então? Para ser aparelhado pelas mega empresas! Percebeu o mercado? Percebeu a Venezuela? Percebeu o Petróleo e as elites? Foda-se a sociedade ou o equilibrio socio-economico! A máquina do estado e os governos servem para serem aparelhados por quem paga o sistema para funcionar de acôrdo com o que eles ditam! Nos anos 70, 80 e 90 quando não obedeciam, algo causava a espiral inflacionária que fritava ministros da fazenda. Estes, para bem ou mal, tentavam equilibrar a economia nacional. Por tempos ninguem conseguia colocar o dedo no problema que passava a ser, voilá, social e depois, politico. Enquanto isso as grandes empresas mandando no pedaço. Mudou alguma coisa hoje? Não, afunilou e concentrou! Nem a Europa, com toda a sua história, consegue se livrar da sarna da elite política. Isso pede por uma alternativa na raíz do problema que é de transferencia de valores. É urgente a criação e manutenção de valores em moedas nacionais controladas pelas respectivas sociedades de países! Isso é que garante a estabilização socio-economica e política. Não bancos privados e multinacionais que dominam Bancos Centrais e, por eles, inteiros governos e países.
 
Vou dar apenas dois exêmplos que eu pensei não fosse necessário como disse acima. Tenho vários, mas estes são os que me ocorrem no momento. Começamos a distribuir Kotex da Kimberly Clark e Clorox detergente da Clorox. Ambas de grandes cias norteamericanas, mas manufaturados no México sob os mesmíssimos processos e regras. O preço era inferior que nos EUA e comprávamos Kotex em caminhões de 53 pés high cube e Clorox em peso máximo permitido por caminhão e cruzávamos a fronteira para disrtibuir nos EUA a preço inferior que os manufaturados localmente. Tudo dentro dos conformes da lei do mercado e da NAFTA! Lembra do livre comércio? De repente a aduana começou a dar problemas embargando os caminhões. Resumindo. As cias ficaram sabendo e usaram a FDA (Food and Drug Administration) como Polícia de Fronteira e agentes de sua segurança para proteção de mercado. Sempre uma desculpa esfarrapada mas, segundo eles, legal para impedir a importação. Os mesmos produtos das mesmas cias em mercados diferentes tinham preços diferentes. Me responda: Por que? Formação de preços distintos? Garantia de lucros maiores? Controle de mercados? Todas as de acima? O que dizer agora sobre os produtos da Procter & Gamble? O que sobre o petróleo da Venezuela controlado por uma elite? E o preço do barril hoje no mercado mundial? Isso é um acaso? Absolutamente não! É alta poíitica de contrôle de mercado! Ninguem está aí para o social!
 
Agora, em caso de produtos diferentes mas competitivos, por que o produtor menor não pode ter acesso ao mercado? A sociedade não merece pagar menos pelo mesmo produto com qualidade um pouco inferior ou com a mesma qualidade mas com um rótulo diferente sem comerciais na TV em horário nobre? Quem paga as TVs e os comerciais para manter uma mídia obediente nos seus editoriais?

Finalizando ... a Procter & Gamble é uma extra-hiper-mega multinacional que controla quase toda a indústria de "consumer products". Na Venezuela ela é casada com a Herrera. Alguem realmente acha que ambas iriam deixar barato para a Venezuela?
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

MONOPÓLIO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

Inicia-se nos dias 06 e 07/03 em Vitória/ES os encontros estaduais de blogueiros/as - ESBLOG - com representantes de movimentos sociais, sindicais, universidades e usuários da mídia alternativa em geral, para discutir a Democratização da Mídia e todas as propostas pertinentes, escrevendo, assim, a carta propositiva, para que seja agregada aos demais estados (já publicadas datas aqui) e caminhemos para o encontro nacional com unidade nas propostas e na luta que virá.
Norma Dias da Costa.



CARTA CAPITAL

Como falar em direito à livre expressão, se os meios de comunicação (que devem expressar opinião e informação), estão, como é o caso brasileiro, monopolizados, oligopolizados, cartelizados? Não mais que três jornais, das duas metrópoles, ditam a opinião nacional, pois suas opiniões e informações (seu padrão editorial) são reproduzidas pelos jornais das províncias; uma rede de televisão oligopolista dita a audiência e a linha e o padrão e a estética de todas as demais.
Leia a íntegra do artigo de Roberto Amaral: http://bit.ly/15u4LIZ

"De Braços Abertos" reduz fluxo na Cracolândia em 80%


Presença mais ostensiva do poder público na região tem impactado também nos
números relativos à segurança pública. A Polícia Militar registrou diminuição de...
SPRESSOSP.COM.BR

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A Casa de Frida - Casa das Artes da ENFF - Escola Nacional Florestan Fernandes.


Aconteceu na noite de ontem, 21/01, a inauguração da Casa das Artes da
A Casa que homenageia a militante e artista Frida Kahlo é fruto de um processo
 coletivo com técnicas de bioarquiteturas.
Aconteceu na noite de ontem, 21/01, a inauguração da Casa das Artes da ENFF.
 A Casa que irá homenageara a militante e artista FRIDA KAHLO é fruto de um processo 
coletivo com técnicas de bioarquiteturas.
ENFF: RUMO AOS 10 ANOS!

Informação é direito Fundamental: Lançamento site MST- Entrevista com Blogueiros




Pq. Informação é direito Fundamental: Lançamento site MST -
Entrevista de Joao Pedro a Blogueiros de SP no Barao de Itararé.
Que bom viver para ver... A Mídia que queremos

Caminhamos para uma recessão. Com o governo consciente disso, esperamos

Militante que sou, apoio a integra do artigo abaixo:





Caminhamos para uma recessão. Com o governo consciente disso, esperamos



Caminhamos para uma recessão. Com o governo consciente disso,

 esperamos

Que 2ª feira! Calor, aumento de impostos num pacotaço anunciado pelo 
ministro da Fazenda, de juros e queda de energia em importantes cidades 
do país causada pela onda de calor inédita no pais…Ontem nem parecia 
uma 2ª feira, estava mais para uma 6ª feira 13. Só noticias ruins.
O aumento de impostos e dos juros são apenas consequências, 
desdobramentos da busca de um superavit de 1,2% do PIB este ano. 
A elevação dos juros visa derrubar a demanda e vem casada com o 
aumento do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras para os 
empréstimos às pessoas físicas. Aí, também refreando o consumo.
Caminhamos assim – conscientemente, espero, por parte do governo – 
para uma recessão com todas as suas implicações sociais  e políticas.
 Fica evidente, empiricamente, pela prática, que o aumento dos juros não
 refreou a inflação cujas causas estão fora do alcance da politica monetária
 do Banco Central (BC), mas nos preços administrados, serviços e alimentos.
Quando a inflação cair…se cair…
Assim, quando a inflação cair – se cair… – será pela queda violenta da 
demanda e não pela alta dos juros. O que espanta é o silêncio de nossas 
autoridades sobre os efeitos da atual taxa Selic de 11,75% – o sonho de 
consumo do mercado financeiro -e sobre o serviço da divida interna de 
R$ 250 bi ao ano, ou o correspondente a 6% do PIB nacional. É a maior 
concentração de renda do mundo no período de um ano e para uma
 minoria detentora dos títulos públicos de nossa divida interna.
Como a arrecadação cairá com a recessão é preciso de novo que nossas
 autoridades expliquem como farão o superávit e manterão os investimentos
 públicos e os gastos sociais.  Têm de explicar: como o pais voltará a crescer?
Fora o fato que as autoridades da área econômica diariamente criticam
 abertamente os bancos públicos e seu papel de vanguarda no financiamento
 subsidiado (porque necessário) de nossa indústria, agricultura, infraestrutura 
social e econômica. A pergunta que não cala é: quem os substituirá, quem
 continuará a desempenhar esse papel dos bancos oficiais?
Semana começa com muita apreensão sobre os rumos do país
Sobre o efeito maléfico e daninho dos juros altos na valorização do real e 
nas contas externas também nada, nem uma palavra… Nossa indústria que 
se vire. A semana começa, assim, com muita apreensão pelos caminhos do
 país. Mas podem ter certeza, com muita festa no mercado financeiro e nas 
redações de nossa mídia.

Mesmo que haja algum choro e ranger de dentes pelo aumento dos impostos, 
no fundo dirão, melhor assim que uma reforma tributária que taxe os ricos, 
o patrimônio e a renda, as fortunas e heranças e os fantásticos lucros financeiros.
 Isso, talvez, explique o silêncio dos responsáveis pela política econômica e 
pelo governo sobre a volta da CPMF ou de algum outro imposto ou tributo 
equivalente e que cumpra seu papel.

Cuba mantém em 4,2 por mil nascidos vivos a taxa de mortalidade infantil, a mais baixa de sua história

'Enquanto se luta pelo fim do bloqueio econômico dos Estados Unidos a Cuba, a Ilha continua avançando em sua saúde pública, mostrando extraordinários resultados. Os eternos detratores de Cuba costumam esconder esses fatos.'. - Max Altman

Enviada por Vitor B. " Dados de interesse público. Como a informação sobre a Ilha está geralmente obstruída, distorcida ou negada, há coisas que as pessoas não têm nem ideia, por ex., a quantidade de vezes em que Cuba é açoitada por furacões e a praticamente nulidade de vítimas desses desastres naturais. Coisas pelo estilo. Saber não ocupa lugar e faz a diferença na hora das avaliações sobre sistemas, governos e focos de políticas públicas."



Cuba mantém em 4,2 por mil nascidos vivos a taxa de mortalidade infantil, a mais baixa de sua história
2 de janeiro de 2015
Descrição: Descrição: Mortalidad infantil- niño con su madre

Foto: Anabel Díaz

Cuba terminou 2014 mantendo em 4,2 por mil nascidos vivos a taxa de mortalidade infantil, alcançada em 2013, até agora a mais baixa de sua história, posicionando-se entre as primeiras nações do mundo.
As províncias de Cienfuegos, Pinar del Río e Villa Clara reportaram as menores taxas com 3,0;  3,1 e  3,2, respectivamente. Abaixo da média nacional estão as províncias de Santiago de Cuba, Holguín, Havana, Sancti Spíritus, Guantánamo e a Ilha da Juventude. Em 24 municípios do país não ocorreram mortes infantis.
Descrição: Descrição: http://www.granma.cu/file/img/2015/01/medium/f0026506.jpg

Foto: Anabel Díaz

A diferença entre a taxa de mortalidade média infantil do país e a das zonas rurais e as de difícil acesso, é de apenas 0,6 o que expressa a uniformidade das ações do Programa Materno Infantil e do Programa do Médico e da Enfermeira de Família, conquistas de uma sociedade que protege sua infância.
“2014 foi um ano em que se trabalhou para reduzir os efeitos da prematuridade, se generalizou o uso da progesterona a todas as gestantes com risco de parto pré-término, se fez uso mais eficiente das camas de lares maternos disponíveis, se aperfeiçoaram os protocolos de manipulação perinatológica  se incrementou a sobrevivência dos recém-nascidos com menos de 1,5 quilo nos serviços de neonatología”, explicou o dr. Roberto Álvarez Fumero, chefe do Departamento do Programa Materno Infantil do Ministério da Saúde Pública.
Entre as principais causas de morte em menores de um ano se encontram as afecções originadas no período perinatal, os defeitos congênitos e enfermidades genéticas e as infecções.
“Os defeitos congênitos e as enfermidades genéticas representaram 21 % do total dos óbitos. Quando se compara com os países mais desenvolvidos, se nota uma grande diferença, se se tem em conta que nessas nações, as má-formações congênitas representam 40% das causas de morte em menores de um ano”, precisou o dr. Fumero.
Descrição: Descrição: http://www.granma.cu/file/img/2015/01/medium/f0026504.jpg

Foto: Dilbert Reyes Rodríguez

Tudo isto é resultado da prioridade que o Sistema de Saúde cubano concede ao programa de diagnóstico, controle e prevenção de defeitos congênitos e enfermidades genéticas, que tem sua principal fortaleza na presença de assessores genéticos na atenção primária de saúde.
Segundo dados preliminares oferecidos pela Direção Nacional de Registros Médicos e estatísticos do Ministério da Saúde Pública, os óbitos em idade pré-escolar (crianças entre um e quatro anos) diminuíram em 12 com relação a 2013 e as principais causas são as lesões não intencionais, os tumores malignos, as infecções respiratórias agudas e as anomalias congênitas. Sua taxa de mortalidade se reduziu de 4,1 a 3,8 por cada 10.000 habitantes dessas idades.
A mortalidade escolar (entre 4 e 15 anos) também diminuiu o indicador de 1,9 a 1,8 por cada 10.000 habitantes dessas idades e se reduziram em 13 as defunções.
Descrição: Descrição: http://www.granma.cu/file/img/2015/01/medium/f0026510.jpg

Foto: Guerrero Ocaña, Maylin

O país melhorou a taxa de mortalidade materna de 38,9 em 2013 a 35,1 por cada 100.000 nascidos vivos e pelo terceiro ano consecutivo não ocorrem mais de 27 mortes de mulheres diretamente relacionadas com a gravidez, o parto e o puerpério.
Descrição: Descrição: http://www.granma.cu/file/img/2015/01/medium/f0026508.jpg

Foto: Guerrero Ocaña, Maylin

“Foram fatores contribuintes o desenvolvimento alcançado pelos serviços de cuidados perinatais e de cuidados intensivos pediátricos e neonatais, a consolidação da rede cardiopediátrica e o aperfeiçoamento da cirurgia neonatal. É resultado da integração alcançada por todas as áreas do Ministério de Saúde Pública, as garantias de asseguramento material e a melhora paulatina das condições estruturais das instituições, favorecidas nos últimos 3 anos com um amplo processo de investimento e manutenção”, concluiu o dr. Fumero.

GARANTIAS SINDICAIS

Norma Dias compartilhou a foto de Partido dos Trabalhadores.

Isso você não lê no PIG!
GARANTIAS SINDICAIS
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto reuniu-se com
 representantes das principais centrais sindicais do País para esclarecer dúvidas sobre 
as medidas provisórias 664 e 665, que propõem ajustes e correções nos benefícios sociais.
Segundo Rossetto, o governo quer abrir o diálogo com a categoria, pois irá manter todos
 os benefícios aos trabalhadores, embora sejam feitos ajustes que garantam a
 sustentabilidade dos programas.
“Essas mudanças estruturais no mercado de trabalho e na qualidade de vida da 
população impactam significativamente nas políticas sociais do governo e com base 
nesse diagnóstico o governo estudou formas de aperfeiçoar os programas e propor a 
correção das distorções”, disse.
Leia mais em http://bit.ly/1DYSE5v