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quinta-feira, 25 de junho de 2015

sobre a irracionalidade e alienação institucionalizada



Em um debate no facebook, fomos contemplado com uma analise importante, que vem a calhar  diante deste quadro social e institucional que vivemos hoje :

Abaixo ,o comentário:

Mantenho minha opinião. Não somente o PT falhou, mas a esquerda brasileira também. 
Não bastou somente políticas públicas. Faltou conscientização política. 
E, quem tomou este lugar foi meia duzia de famílias que conduz a de-formação e in-conscientização politica. 
O Brasil era o 4º pior país pra se viver no planeta até inicio do governo Lula, morria-se de fome - eu vi 
crianças agonizarem e comer merda antes da morte ceifarem seus corpinhos secos, esturricados. 
Direitos passaram a bater à porta desses miseráveis com o governo do PT. 
Há comida e água onde antes era terra seca e latas vazias, há emprego, inserção social das minorias 
e acesso aos meios de consumo... . O problema não está com o PT ou seu 'afastamento das bases'. 
O problema é que aqui renasce todo dia uma direita imunda, e, em terreno muito mais fértil, adubada por
 uma elite imunda e egoísta que tomou de assalto o congresso e uma mídia abjeta, maquiavélica.

 O PT foi construído nas bases sociais...ok... nos sindicatos...ok... 
Se afastou das massas? Não. 
Das bases? não. 
Chegou ao poder e representou quem? As massas, os trabalhadores. 
Porém, empoderou seus representados, que se voltaram contra o governo, sob a desavergonhada 
égide da mídia, que com o canto da sereia, macula politicas publicas de um governo progressista e democrático como este.
O Partido tornou-se uma ferramenta para a construção e efetivação das agendas das periferias,
 mas não conseguiu absorver todas as demandas, ao mesmo tempo que teve que garantir governabilidade,
 voltando-se à ocupação de se eleger para garantir o poder.
 O problema de afastamento das bases, das massas, não se deu de fato sob responsabilidade do PT.
 Foi criado pela grande mídia, que estabeleceu um cabo de guerra e aparteou a relação
 representante/representado. 
Acreditaram na difamação, na opção do projeto de poder pelo poder do Lula/Dilma, 
na vergonha de se identificar como petista e de pertencimento social e ideológico, 
colocando-os apáticos do processo politico. A mobilização cotidiana nunca deixou de existir,
 mas as aglomerações de apoio e entendimento do momento governista se esvaiu, conduzidos
 pela mídia, pelo congresso, pela elite e até mesmo pelo facebook que todo pobre tem acesso 
pela politica de inserção do PT. Não se trata do PT se desgarrar das fileiras internas do Partido, ds bases,
 mas sim, desse lôdo elitista fazer desacreditar, 'dioturnamente', massivamente da vergonha de se ter
 opinião de esquerda ou simplesmente admirar um governo voltado para as minorias... 
Há uma disputa covarde dessas correlações de forças que impôs ao PT uma escolha politica - 
governar dentro da im-possiblidade proposta. O partido já fez sua parte e vem fazendo, junto às
 massas paupaerizadas, junto ao povo...mas há uma nova dialética presente e há que se pensar nova
 forma de manter o que já foi conquistado, ou corre-se o risco de retrocedermos ao neocolonislismo. 
Penso que seja o momento dos partidos realmente da esquerda consequente conquistarem o poder para 
um novo passo civilizacional, pois o capitalismo caduca.

 Porém, para a viabilidade de alternativas via esquerda, mantendo o acesso da sociedade excluida, 
urge a reforma dos Meios e a democratização da midia. Sem isso, não se garante uma sociedade mais justa 
e igualitária, não formaremos nem garantiremos consciências nas bases, na militancia, nos
 espaços de luta. Isso é imprescindivel à sobrevivencia democratica.
 Mais que destruir o PT e a esquerda, o que está em jogo é a irracionalidade e alienação institucionalizada.

Mônica Simões- Enfermeira, Dirigente da CEBRAPAZ ES - Militante social - Filiada ao PCdoB

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