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quinta-feira, 7 de maio de 2015

O plano para dividir (implodir) e privatizar a Petrobrás



 O plano para dividir (implodir) e privatizar a Petrobrás não surgiu com os 12 anos de governos do PT, mas, sim, com o (des-)governo do PSDB de FHC e o então presidente da petroleira nacional Henri Phillipe Reichstul, no final dos anos 1990.

PETROBRAX - Estamos falando do empresário que o governo FHC colocou na Presidência da Petrobrás entre 1999 e 2001. Figura muito conhecida pelos petroleiros que enfrentaram em sua gestão o arrocho salarial e diversos ataques a direitos, como as propostas indecorosas de “compra” do extra turno e de extinção do regime 14 x 21, sem falar na farta distribuição de (sur)bônus  para gerentes, coordenadores e supervisores.  Nos três anos em que presidiu a Petrobrás, Reichstul contribuiu fortemente para o projeto político dos tucanos e demos de sucateamento e privatização da estatal. Em sua ficha corrida está a tentativa de mudança de nome da empresa para Petrobrax, a entrega de 30% da Refap para a Repsol/YPF, o afundamento da P-36 que matou 11 petroleiros, os catastróficos acidentes ambientais na Baía de Guanabara e no Paraná, a reestruturação que fragmentou a Petrobrás em 40 unidades autônomas de negócio, entre outras performances.
ENTREGUISTA -  Reichstul não dormia em serviço. Só não privatizou as FAFENs , a Replan, a Reduc e outras refinarias do Sistema Petrobrás porque os trabalhadores, organizados nacionalmente pela FUP, resistiram com muita mobilização. Depois de deixar a Petrobrás, o empresário integrou vários Conselhos de Administração de multinacionais, entre elas a Repsol – a mesma que foi agraciada em sua gestão com ativos da Refap e de blocos de petróleo. É, no mínimo, muita ingenuidade do governo querer ouvir conselhos desse tipo de empresário para controlar e reduzir gastos públicos. Se o Reichstul ainda fosse o presidente da Petrobrás, o PAC não existiria, pois a estatal jamais investiria no fortalecimento do Estado e em projetos de desenvolvimento nacional. O pré-sal, então, já estaria entregue às multinacionais há muito tempo.
 Observem atentamente ao logotipo da empresa lançado pela administração Reichstul. Este logo era o símbolo do Plano Estratégico da empresa. Nele, deixa claro a ideia de dividir a empresa e torná-la privada. Para elaborar este plano, foi contratada uma empresa de consultoria (Arthur D Little) afim de traçar as metas do fatiamento e privatização em pedaços da Petrobrás. Por isto o "código de barras" no logo.
http://www.institutojoaogoulart.org.br/noticia.php?id=12218
http://limpinhoecheiroso.com/2014/03/26/privataria-ano-a-ano-os-estragos-que-fhc-fez-na-petrobras/
 Isto foi ANTES da Petrobrax. Hoje em dia ninguém mais se lembra disto. Mas o plano de fatiamento da Petrobrás (venda aos pedaços) começou no período FHC e está sendo retomado agora. 

Por isto é tão importante gerar comoção nacional em relação à corrupção na Petrobrás. Criar um clima de "CHEGA!" e viabilizar a privatização. Ja existe o PLS 131 do Senador José Serra para retirar da Petrobrás a prerrogativa de ser a única operadora do Pré-Sal. Pré-Sal que ela descobriu sozinha e que é riqueza líquida e certa.

a campanha do Pré Sal para sucatear:
Morava em minas e vinha a Vitória mensalmente. 
Na Ocasião, vim para assistir o ponta-pé inicial da tentativa de sucatearem o PRE SAL: 
postava aqui: 
Com redação de Laerte Braga, fotos de meu arquivo pessoal, tiradas na ocasião do ponta-pé inicial ( reunião de bacanas), colo a historiografia: 




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