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segunda-feira, 23 de março de 2015

é o FIM : abaixo a Impunidade :Carlinhos Metralha, Torturador de Marilena Villas Boas Pinto na marcha do dia 15

Vocês se lembram do ex-agente do Dops que foi aplaudido na Paulista no último domingo?
"Essa moça da foto é a Marilena Villas Boas Pinto. Aos 23 anos, ela foi vítima de
 Carlinhos Metralha, o torturador do DOPS que fez um discurso em SP, no "15 de março", 
dizendo que, se pudesse, metralharia mais.
E alguns colegas de esquerda falando em "liberdade de expressão".
Marilena e tantos outros companheiros não tiveram direito a essa
 "liberdade de expressão". Não foi para garantir que Carlinhos Metralha fizesse
 discurso de ódio, que eles lutaram.
A nossa liberdade de expressão não é igual a liberdade de expressão deles.
Liberdade de expressão não é discurso de ódio.
Estudante do segundo ano de Psicologia da Universidade Santa Úrsula
, no Rio de Janeiro (RJ), Marilena passou a viver na clandestinidade a partir de 1969.
Juntamente com seu companheiro Mário de Souza Prata, ela foi presa e morta nos
 primeiros dias de abril de 1971, no Rio de Janeiro. Ambos eram integrantes do MR-8,
 com militância anterior na ALN. A versão oficial divulgada pelos órgãos de segurança
registrava que, em 2 de abril, os dois teriam entrado em enfrentamento com agentes
da Brigada de Paraquedistas do Exército, na rua Niquelândia, no 23, em Campo Grande.
 Mário teria morrido na hora, enquanto Marilena, ferida, teria falecido posteriormente.
 Segundo relatório de prisão feito por Inês Etienne Romeu em 1981, Marilena foi levada
 para um sítio clandestino em Petrópolis (RJ), que fi cou conhecido como “Casa da Morte”.
 Em abril de 1997, Inês confirmou tal informação: “A pedido, confirmo integralmente o meu
 depoimento de próprio punho, sobre fatos ocorridos na casa em Petrópolis-RJ, onde fiquei
 presa de 8/5 a 11/8 de 1971. Esse depoimento é parte integrante do processo no MJ-7252/81
 do CDDPH, do MJ. Nesse depoimento está registrado que o ‘dr. Pepe’ contou ainda que
Marilena Villas Boas Pinto estivera naquela casa e que fora, como
Carlos Alberto Soares de Freiras, condenada à morte e executada.
"
via Daniela Lima

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