Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Aluizio Palmar: Midia Golpista - resgate Histórico em forma de poema


Quando vejo este movimento contra Dilma,
a quem respeito e em quem confio,
busco na minha memória
algo que me ensine
o que fazer agora.
Não confio nos meios de comunicação
que não explicitam a que interesses defendem...
A campanha que hoje é feita
por grandes meios de comunicação
me faz mal, me sinto, eu próprio atacado...
Lembro, pra refletir...
804 – Perguntas, perguntas, perguntas
Quem lembra?
Quanto era o salário mínimo antes da era Lula?
60 dólares?
E em 2014, 12 anos depois,
300 e quantos dólares?
E governar, é mole?
Considerar o judiciário, o legislativo?
Administrar quem executa?
Eu mesmo, dos governos que vivi,
não lembro de época melhor.
Nunca vivi em tanta liberdade
de ir, de vir, falar, fazer...
De Getúlio, lembrança vaga,
tostões, contos de réis...
De Juscelino, o Aerowillys,
o Peixe Vivo, 50 anos em 5...
De Jânio, a vassoura mágica,
o português formal...
De Jango, a movimentação popular,
o clima de animação, festa...
De Castelo Branco,
a ausência de alegria...
De Costa e Silva, os soldados,
como animais presos,
a baterem, baterem, baterem...
De uma trinca militar, o silêncio,
a proibição das conversas,
a desconfiança...
De Médici, as mortes e mortes,
as torturas, as prisões, a bestialidade...
De Geisel,
a continuação da dureza...
De Figueiredo, os cavalos,
as besteiras, a boçalidade...
De Tancredo,
a esperança...
De Sarney,
a falsidade...
De Collor, as mentiras,
o trincado dos dentes...
De Itamar, o bem fazer inesperado,
a coragem do real...
De Fernando Henrique,
a novidade do professor...
De Lula, a linguagem, a novidade,
gente que se parece comigo...
De Dilma, a mãe
boa e firme...
E as mortes dos presidentes,
lembra?
Não sei como morreu Getúlio,
tenho dúvidas.
Não sei como morreu Juscelino,
desastre armado?
Não sei como morreu Jango,
morto a remédios?
Não sei como morreu Castelo Branco,
armado desastre?
Não sei como morreu Costa e Silva,
um morto falsamente vivo?
Não sei como morreu Tancredo,
assassinado a queima roupa,
à porta da Catedral?
Não sei como morreu...?
E agora,
eu penso e falo,
eu falo e faço,
eu sinto e não tenho medo de sentir...
E eu, conserto rapidamente
a torneira que pinga na minha cozinha?
Faço o meu dever de casa,
aquele que me permite criticar
a quem imagino não faz
porque não quer?
E as variáveis que me fazem adiar
o conserto da torneira?
E os desconhecidos fatos e possibilidades,
que fazem com que alguém
tome decisões diferentes do que desejo?
O que há embaixo
dos caracóis dos meus cabelos?
E lá dentro do formigueiro,
o que de fato há,
diferente do que imagino?
Ah! Perguntas, perguntas, perguntas...
Mas, ah! Isto acredito,
o filósofo, lembra?,
tem razão:
o que vale é a boa vontade...
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