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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Cuba mantém em 4,2 por mil nascidos vivos a taxa de mortalidade infantil, a mais baixa de sua história

'Enquanto se luta pelo fim do bloqueio econômico dos Estados Unidos a Cuba, a Ilha continua avançando em sua saúde pública, mostrando extraordinários resultados. Os eternos detratores de Cuba costumam esconder esses fatos.'. - Max Altman

Enviada por Vitor B. " Dados de interesse público. Como a informação sobre a Ilha está geralmente obstruída, distorcida ou negada, há coisas que as pessoas não têm nem ideia, por ex., a quantidade de vezes em que Cuba é açoitada por furacões e a praticamente nulidade de vítimas desses desastres naturais. Coisas pelo estilo. Saber não ocupa lugar e faz a diferença na hora das avaliações sobre sistemas, governos e focos de políticas públicas."



Cuba mantém em 4,2 por mil nascidos vivos a taxa de mortalidade infantil, a mais baixa de sua história
2 de janeiro de 2015
Descrição: Descrição: Mortalidad infantil- niño con su madre

Foto: Anabel Díaz

Cuba terminou 2014 mantendo em 4,2 por mil nascidos vivos a taxa de mortalidade infantil, alcançada em 2013, até agora a mais baixa de sua história, posicionando-se entre as primeiras nações do mundo.
As províncias de Cienfuegos, Pinar del Río e Villa Clara reportaram as menores taxas com 3,0;  3,1 e  3,2, respectivamente. Abaixo da média nacional estão as províncias de Santiago de Cuba, Holguín, Havana, Sancti Spíritus, Guantánamo e a Ilha da Juventude. Em 24 municípios do país não ocorreram mortes infantis.
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Foto: Anabel Díaz

A diferença entre a taxa de mortalidade média infantil do país e a das zonas rurais e as de difícil acesso, é de apenas 0,6 o que expressa a uniformidade das ações do Programa Materno Infantil e do Programa do Médico e da Enfermeira de Família, conquistas de uma sociedade que protege sua infância.
“2014 foi um ano em que se trabalhou para reduzir os efeitos da prematuridade, se generalizou o uso da progesterona a todas as gestantes com risco de parto pré-término, se fez uso mais eficiente das camas de lares maternos disponíveis, se aperfeiçoaram os protocolos de manipulação perinatológica  se incrementou a sobrevivência dos recém-nascidos com menos de 1,5 quilo nos serviços de neonatología”, explicou o dr. Roberto Álvarez Fumero, chefe do Departamento do Programa Materno Infantil do Ministério da Saúde Pública.
Entre as principais causas de morte em menores de um ano se encontram as afecções originadas no período perinatal, os defeitos congênitos e enfermidades genéticas e as infecções.
“Os defeitos congênitos e as enfermidades genéticas representaram 21 % do total dos óbitos. Quando se compara com os países mais desenvolvidos, se nota uma grande diferença, se se tem em conta que nessas nações, as má-formações congênitas representam 40% das causas de morte em menores de um ano”, precisou o dr. Fumero.
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Foto: Dilbert Reyes Rodríguez

Tudo isto é resultado da prioridade que o Sistema de Saúde cubano concede ao programa de diagnóstico, controle e prevenção de defeitos congênitos e enfermidades genéticas, que tem sua principal fortaleza na presença de assessores genéticos na atenção primária de saúde.
Segundo dados preliminares oferecidos pela Direção Nacional de Registros Médicos e estatísticos do Ministério da Saúde Pública, os óbitos em idade pré-escolar (crianças entre um e quatro anos) diminuíram em 12 com relação a 2013 e as principais causas são as lesões não intencionais, os tumores malignos, as infecções respiratórias agudas e as anomalias congênitas. Sua taxa de mortalidade se reduziu de 4,1 a 3,8 por cada 10.000 habitantes dessas idades.
A mortalidade escolar (entre 4 e 15 anos) também diminuiu o indicador de 1,9 a 1,8 por cada 10.000 habitantes dessas idades e se reduziram em 13 as defunções.
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Foto: Guerrero Ocaña, Maylin

O país melhorou a taxa de mortalidade materna de 38,9 em 2013 a 35,1 por cada 100.000 nascidos vivos e pelo terceiro ano consecutivo não ocorrem mais de 27 mortes de mulheres diretamente relacionadas com a gravidez, o parto e o puerpério.
Descrição: Descrição: http://www.granma.cu/file/img/2015/01/medium/f0026508.jpg

Foto: Guerrero Ocaña, Maylin

“Foram fatores contribuintes o desenvolvimento alcançado pelos serviços de cuidados perinatais e de cuidados intensivos pediátricos e neonatais, a consolidação da rede cardiopediátrica e o aperfeiçoamento da cirurgia neonatal. É resultado da integração alcançada por todas as áreas do Ministério de Saúde Pública, as garantias de asseguramento material e a melhora paulatina das condições estruturais das instituições, favorecidas nos últimos 3 anos com um amplo processo de investimento e manutenção”, concluiu o dr. Fumero.

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