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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Congresso uruguaio aprova Lei de Mídia



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Mais um incentivo para o Brasil fazer o mesmo!
O intuito da lei é evitar a concentração econômica e permitir mais pluralidade e diversidade, fortalecendo a democracia no país.
CARTAMAIOR.COM.BR|POR CARTA MAIOR

Cristina Fernandez de Kirchner felicita aos cinco herois cubanos



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Quiero felicitar en nombre del Mercosur al pueblo cubano y a su gobierno por iniciar un proceso de normalización de las relaciones con Estados Unidos con absoluta dignidad y en un pie de igualdad. 
Un inmenso saludo y respeto a la dignidad del pueblo cubano y su Gobierno que supo mantener en alto sus ideales.

Cuando los pueblos tienen voluntad y son conducidos por dirigentes que no los traicionan, más tarde o más temprano llegan a sus objetivos.
Raúl Castro le ha agradecido al Papa Francisco su intermediación y sus buenos oficios, que vienen realizándose ya desde el Vaticano, durante meses. Realmente estamos muy felices como argentinos, como americanos del sur, como miembros y ciudadanos del mundo y fundamentalmente como militantes políticos por todo esto que ha acontecido y que sinceramente pensábamos que nunca se iba a ver.
Qué bueno que haya sido durante una Cumbre del Mercosur.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Cuba ainda tem algo a dizer ao Brasil

Cuba portanto NÃO Virou Pó Graças Ao Planejamento, à Organização e social de uma Consciência Política: a ilha AINDA Fala AOS NOSSOS dias e à Realidade Que nsa constrange.

por: Saul Leblon 


Jorge Mexicano / Flickr



Quem nunca entendeu Porque Cuba AINDA suscita tanta paixão e debater na Política do Século XXI ESTÁ Vivendo hum novo espasmo de perplexidade.
O reatamento das Relações diplomáticas Entre Havana e Washington, Anunciado na semana Passada, dia 17/12, em pronunciamento casado de Obama, nos EUA, e Raúl Castro, em Cuba, Tornou-se hum dos Assuntos Mais IMPORTANTES da agenda internacional, rivalizando com o derretimento do rublo OE Mergulho NAS cotações do Petróleo.
Por qué Cuba magnetiza AINDA, um Ponto de ostentar Uma estatura Geopolítica dezenas de vezes superiores Ao Seu TAMANHO Demográfico e territorial?
Digamos Que Não É Comum Que hum país tenha Seu nome imediatamente Associado, em Qualquer Lugar do Mundo, um sinônimo de audacia, Soberania e Justiça social.
Tampouco E UMA trivial Nação Ser confundida com uma legenda da bravura e da Resistência POR Mais de Meio Século.
Todas essas exceções viram Regra when Quatro letras se juntam Pará Formar uma Palavra Cuba.
A Pequena ilha do Caribe, na Verdade hum Arquipélago de 4,195 restingas, Ilhotas e Ilhas, soma hum Território de APENAS 110 861 km² (POUCO Maior Que Santa Catarina).
Os cubanos formam hum povo de 11,2 Milhões de Pessoas.
Cuba, porem, Esta a léguas de Ser Uma simples Ocorrência ensolarada nenhum cardume das Pequenas Nações.
As Quatro letras de Seu nome condensam hum Dicionário de Experiências, de Esperanças, de Vitórias, de tropeços, de in Lições e de Problemas No Caminho da Construção de Uma Sociedade Mais Justa e convergente.  
TALVEZ A MAIS longeva e atribulada Experiência não Gênero trazida do Século XX Pará o XXI.
ISSO Faz dela Uma ponte de multiplas Conexões that singularizam e agigantam A SUA Presença em um Tempo em that uma utopia socialista Perdeu o Seu horizonte de Transição. Mas Ao MESMO tempo, em that um Ser Dessa Razão de travessia avulta torridamente Atual.
Os picos de Desigualdade no capitalismo, é Tudo O Que ISSO denuncia em Relação Às Formas de viver e de Produzir em Nosso tempo, São Uma Evidência Dessa teimosa pertinencia.
Tome-se o Caso dos EUA, parágrafo deliberadamente radiografar o Cenário Mais favorável da opulencia Capitalista.
Nunca um Desigualdade foi Tão aguda. Jamais uma probabilidade de that ELA solape como bases da Sociedade foi Tão Presente.
Não É Fidel Castro Quem o Diz.
A advertencia Partiu da contida presidente do Federal Reserve (Fed), o banco americano central, Janet Yellen.
Abismos OS Sociais no núcleo central do capitalismo atingiram o Ponto em that, Segundo uma discreta Yellen, OS Americanos deveriam se perguntar se ISSO e Compatível com OS Valores dos Estados Unidos.
E UMA CONFERÊNCIA Recente, em Boston, um presidente do Fed Disse Que OS níveis de Desigualdade Nos EUA São Os Mais Altos em hum Século. "A Desigualdade de Renda e Riqueza estao nsa MAIORES patamares dos Últimos cem anos, Muito Acima da Média desse Período e provavelmente Maior Que OS níveis de boa Parte da História americana Antes Disso", afirmou.
Cuba NÃO poderia Ser Tomada Como hum contraponto histórico um ESSE espiral.
A ilha jamais concluiu a Transição Pará Onde decidiu Caminhar em 1960.
Tangido Pela truculência imperial norte-americana, Fidel Castro proclamou, ENTÃO, a Natureza socialista e marxista do Governo.
Um ano Antes havia derrubado uma Ditadura de Fulgêncio Batista e iniciara Uma reforma agrária Que intensificou a guerra da elite local, e Estrangeira contra o novo regime.
Cuba Nunca se propos um Ser hum Modelo.
Desde o Início foi Uma Aposta.
De Olhos voltados parágrafo O Relógio da História.
Quem NÃO Já ouviu a velha glosa Segundo a qua 'se NÃO EXISTE socialismo em Um Só país, Quanto Mais em Uma Só ilha "?
Nem OS IRMAOS Castro, NEM Che, NEM Nenhum dos pioneiros that desceram de Sierra Maestra Pará Tomar o Poder não réveillon de 1959 imaginavam desmentir Esse interdito Estrutural.
A alternativa Aposta, porem, tampouco se consumou.
Um punhado de golpes de Estado sangrentos e preventivos, that tiraram a vida de milhares de Pessoas e seviciaram hum contingente AINDA Maior Em Toda a América Latina, fizeram dos Anos 60 e 70 um cinturão profilático em torno da Grande Esperança cubana.
Todas como artérias that poderiam misturar Seu Frágil metabolismo Ao Corpo vigoroso de Uma Integração Regional progressista were cirurgicamente seccionadas.
A Ação Conjunta das elites, da Mídia e dos Exércitos latino-Americanos, orientados e auxiliados Pela Mão longa do Departamento de Estado e da CIA, foi Como se sabe Implacável.
Durante Meio Século o cerco asfixiante -que TEVE sem embargo Econômico Iniciado em 1962, uma SUA Fivela Mais arrochada-- NÃO cedeu.
A Obsessão Conservadora contra a cubana Aposta, Símbolo de multiplas transgressões em Relação AOS Valores e Interesses das plutocracias Regionais, ficou Comprovada Mais uma Vez NAS Eleições presidenciais brasileiras de 2014.
Em hum dos debates Mais virulentos da Campanha, o Candidato conservador Aécio Neves Trouxe uma ilha Pará o palanque.  
O tucano acusou o Governo da candidata à reeleição, Dilma Rousseff, de cometer Duas heresias do Ponto de Vista do cerco histórico à AUDACIA caribenha.
A Primeira, o Financiamento de US $ 802 Milhões Para a Construção de hum porto Estratégico de hum Milhão de conteiners nd cubana costa de Mariel, a 200 quilómetros da Flórida. A obra, Capaz de Transformar Cuba em Uma intersecção Relevante do Comércio Entre as Américas, foi denunciada POR Aécio Como Evidência de cumplicidade com o castrismo.
Mariel se somou a Uma Ampla Parceria na área da saúde, bombardeada igualmente. Atraves dela, Mais de 11 mil Médicos cubanos ingressaram não há país, asseguram Onde Assistência à 50 Milhões de Pessoas. O Programa Mais Médicos Levou Doutores cubanos uma Lugares Onde Profissionais brasileiros NÃO Querem trabalhar Há.
O simbolismo inaceitável Pelas elites recebeu o devido Tratamento das falanges de jaleco branco e dos guardas-de-turno do Cerco a Havana.
O reatamento das Relações diplomáticas da Semana Passada Trincou como patas desse Discurso.
A Política calculadora fazer conservadorismo operava -e agia-- ancorada na Certeza ideológica de that uma 'ilha' era APENAS enferrujada Uma Ditadura, falida, desmoralizada e fadada à Reconversão Capitalista.
Regime Jamais Uma fonte de in Lições Ao de Mercado.
Cambaleante, servia à demonização de QUALQUÉR traço de Planejamento Econômico that VIESSE afrontar a proficiência da autorregulação dos capitéis.
Morta, jogaria uma pá de cal nsa resquícios estatistas e socializantes teimosamente colados à Tradição da Esquerda latino-americana.  
O vaticínio sincronizava o ritmo de vida do regime Ao fazer metabolismo de Fidel Castro -cujo epílogo antecipado foi tentado inúmeras vezes Pela CIA e fracassou.
Paciência. O Câncer, era ESSE o Diagnóstico da grande Miami Instalada na alma das elites CRP, faria uma implosão do regime Diante da qua OS Agentes e Os Mercenários tropeçaram, desde a desastrosa Tentativa de Invasão da Baía dos Porcos, em abril de 1961.
O reatamento diplomático Entre Havana e Washington adiciona ar fresco à Impressionante Resistência daquilo Que se imaginava Mais Frágil fazer Que Tem se mostrado.
Faz Mais Que ISSO.
Agrega hum inesperado Ruído à Transição de ciclo Econômico em marcha na América Latina.
Marcada POR Dificuldades cambiais e de Crescimento, that parecem devolver o mando de Jogo Às Receitas de arrocho e de rendição incondicional AOS ditames dos Mercados, ve-se ágora Diante de Uma incógnita: Cuba AINDA térios algo a Dizer ao Futuro regional?
Em edição Recente, de agosto Deste ano, a revista New Left Review arrolou Dados Interessantes Sobre a resiliência da Frágil Sociedade cubana Diante da Dupla adversidade imposta cabelo embargo americano EO FIM do Apoio russo, apos o esfarelamento do bloco comunista.
E inescapável a atualidade da Lição embutida nessa travessia.
Por Maior Que tenha Sido uma rigidez Politica de Que se Acusa o regime -e ATÉ POR Conta da explosividade that Esse Fator unilateral acarretaria-- Cuba portanto NÃO Virou Pó Graças Ao Planejamento Público, um Organização Social e à Consciência Política de Amplas Camadas de SUA gente.
De: Não se Trata de mitificar hum caso de Custo humano e elevadíssimo social. Mas de enxergar na Experiência extrema da vulnerabilidade, o alcance mitigador da Variável Política, Reconhecida A ágora não reatamento diplomático norte-americano.
Nesse SENTIDO, o retrospecto da épica Caminhada do povo de Cuba Fala AOS NOSSOS dias e à Realidade Que nsa constrange.
Ao Contrário da presunção Que tenho nenhuma degelo diplomático o atalho da Conversão Capitalista Tantas vezes frustrada, a Resistência pregressa enseja Otras Esperanças.
Livre da asfixia Econômica, o discernimento Político e Social Acumulado Pela Sociedade cubana figura TALVEZ Como o Mais experimentado Laboratório de Ponta da História Para resgatar o elo perdido do debate latino-americano Sobre a Transição Pará hum Modelo de Desenvolvimento Mais justo, regionalmente Integrado, cooperativo , democraticamente participativo e Sustentável.
Se Cuba desmentir uma derrocada de SEUS Valores, Dara inestimável Contribuição Pará Fixar o Chão firme Capaz de desenferrujar ESSA Alavanca histórica.
Não É POUCO. E PODE Ser Muito do Ponto de Vista do imaginário da agenda e regional, assediados nenhum momento cabelo coro diuturno da Restauração neoliberal.
A épica Sobrevivência da Pequena ilha, era Anunciada cuja morte hum Poderoso trunfo conservador, confere uma dose de Otimismo Para brindar o ano de 2015 Como hum horizonte em Aberto na História cubana, latino-americana e brasileira.
Abaixo, Alguns tópicos do retrospecto criterioso Feito Pela New Left Review, Sobre o momento Mais Crítico Dessa Caminhada e das in Lições Atuais Que Ela consagrou:
1. (ao Perder o Apoio russo nsa ano 90) e Diante da 'teimosa Recusa' em Embarcar em hum Processo de liberalização e Privatização, a "hora final" de Fidel Castro parecia, Finalmente, ter chegado;
2.Cuba enfrentou o choque exógeno Pior de QUALQUÉR hum DOS Membros do bloco soviético, agravado cabelo saldo fazer Longo embargo comercial norte-americano;
3.A Dramática recessão iniciada em 1990 exigiria Uma Década Para restaurar uma verdadeira renda capita anterior à derrocada do Mundo comunista per;
4. Sugestivamente, porem, Cuba Saiu-se Melhor em TERMOS de Resultados Sociais, Comparada Às economias do bloco Comunistas atingidas Pela MESMA borrasca, mas ancoradas em Uma Econômica base de Menos vulnerável;
5. A taxa de Mortalidade infantil em Cuba, em 1990, foi de 11 mil POR, JA Muito Melhor do Que Uma mídia não EUROPEU Leste; em 2000 ficaria AINDA Abaixo Disso, APENAS 6 mil por, Uma melhora Mais Rápida Que fazer uma verificada em muitos Países da Europa Central Que haviam aderido à União Européia;
6.Hoje, uma taxa de Mortalidade infantil em Cuba E de 5 mil por; hum Desempenho superiores Ao dos EUA, Segundo a ONU, e Muito Acima da Média latino-americana.
7.Não assim. A Expectativa de vida da População cubana aumentou de 74 de para 78 ano de na Década de 90, MESMO com um Ligeira Alta das taxas de Mortalidade Entre Grupos vulneráveis ​​nsa ano Mais dificeis.
8.Hoje, apos 53 nsa de embargo e 24 de Fim Do Apoio russo, uma ilha ostenta das UMA Expectativas de Vida Mais altas fazer Antigo bloco soviético e de Toda a América Latina.
9.Não se subestime como terríveis privações, o Custo humano, economico e cumulativos Politico. A solitária busca de Uma luz em hum túnel claustrofobico, Década APOS Década, Teve hum Preço alto.
10. A superlativa Dependência da Economia cubana em Relação às Exportações de Açúcar Para a Rússia era proporcional Ao estrangulamento da Estrutura Produtiva cubana decorrente fazer Bloqueio norte-americano.
11. A fechava Conta Só Graças a Uma cotação preferencial paga cabelo Kremlin: Uma libra de Açúcar enviada à Rússia gerava US 0,42 dólares em Receitas um Havana; Cinco vezes um Mundial cotação do Produto (US $ 0,09);
12. Até um derrocada do bloco comunista, como Importações cubanas equivaliam a 40% do PIB; delas dependiam 50% do Abastecimento Alimentar da População e Mais de 90% do Consumido Petróleo;
13. MESMO com o permanente racionamento de Tudo, de papel higiênico à Energia Elétrica, o déficit comercial de US $ 3 bilhões tinha Que Ser refinanciado generosamente Pela União Soviética;
14. Essa Rede de Segurança se rompeu abruptamente em janeiro de 1990 e sumiu POR completo há 23 ano. Como Receitas propiciadas cabelo Açúcar cairiam em 79%: de US $ 5,4 bilhões par US $ 1,2 bilhão. Como s Fontes de Financiamento externo that mitigavam o embrago americano evaporaram.
15.Washington Viu aí uma Oportunidade de Bater O Último prego no caixão de Havana. Como sanções e represalias Comerciais e Financeiras contra Países e Instituições that facilitassem o Acesso de Cuba ao Crédito comercial were acirradas. Deu Certo: enquanto nsa Países do Leste EUROPEU, uma Transição Pós-Muro (1991-1996) amparou-se em hum Fluxo de Crédito externo da Ordem de US $ 112 Dólares capita / ano por, em Cuba Esse valor foi de US $ 26 Dólares por habitante / ano.
16. O resultado foi hum Dramático cavalo de pau no Comércio Exterior: Cuba Caiu de Uma das taxas de Importações Mais altas do bloco comunista (de 40% do PIB), o das Pará UMA Maïs Baixas (15% do PIB). Todas como Tentativas de Havana de diversificar e ampliar Seu leque de Exportações were inviabilizadas cabelo embargo norte-americano.
Alguma Surpresa Pela Gratidão emocionada de Fidel em relaçao a Chávez, that POR ano um fio garantiu hum Fluxo de Petróleo à ilha, na base de fazer escambo , em Troca de Serviços Médicos e Sociais?
17. AINDA ASSIM, a penúria foi de tal Ordem, Que o manejo puro e simples fazer racionamento NÃO Explica a Sobrevivência do regime ATE A Última quarta-feira (17/12) when Obama e Raúl Castro anunciaram o reatamento das Relações Diplomáticas.
18. QUANDO o ferramental Econômico Já NÃO RESPONDIA Mais e patinava em círculos, Havana Viu-se Diante de Duas Escolhas: tornar-se Ao lacto purga ortodoxo e rifar uma ilha NUMA apoteótica rendição Capitalista, or apostar no Seu derradeiro trunfo: a coletiva Votação liderada cabelo Estado, ancorada em Uma longa Tradição de Planejamento, mobilizações de massa, o debate populares bases e das Participação NAS Tarefas Nacionais.
19. A Opção Escolhida instalou Uma Rotina de prontidão na ilha, Como se um População vivesse permanentemente na antessala de Uma catástrofe em marcha natural.
20. Cortes deliberados em Serviços Essenciais treinavam a Sociedade Para A Defesa Civil em mobilizações Coordenadas envolvendo Fábricas, Escritórios, Residências, escolas, hospitais.
21. A Segurança Alimentar básica foi planejada com disciplina férrea e mantida em condições de escassez extrema.
Cuba soçobrou, recuos acumulou.
O regime recorreu Às Forças extremas de SUA Organização Política e Social Pará enfrentar restrições equivalentes como De Uma guerra, Que se estendeu POR Meio Século, A MAIS longa de Que se TEM notícia nenhuma moderno Mundo.  
A Sociedade cubana NÃO se desmanchou, Nem se rendeu.
E o Que nsa mostram como pinceladas Rápidas extraídas da Nova Esquerda.
Ilusões SEM.
Cuba continua a Ser Uma Construção inconclusa, that independe de SUAS Próprias Forças Pará se consumar.
Como tal debate enseja, comporta retificações e, Sobretudo, agendas cobra desassombradas - e NÃO APENAS em Havana.
O reatamento das Relações diplomáticas com OS EUA tende a Ser hum acelerador desse Processo.
Mas Ao Contrário da rendição inapelável Prevista nsa prognósticos conservadores, Cuba PODE surpreender de novo.
E frustrar SEUS Coveiros, contribuindo Pará reinventar a Transição rumo a Uma Sociedade Mais Justa e libertária não XXI Século.
Nesse SENTIDO, uma ilha AINDA TEM algo de novo a Dizer AOS Povos Latino-Americanos. E EAo brasileiros, em especial, momento Nesse particular.
A ver.


















La unidad latinoamericana como proyecto histórico

Enviado por Vitor Taveira


- - - Servicio Informativo "Alai-amlatina" - - -
La unidad latinoamericana como proyecto histórico

Monica Bruckmann

ALAI AMLATINA, 24/12/2014.-  La coyuntura latinoamericana contemporánea está marcada por grandes avances en los proyectos y procesos de integración regional.  Nunca antes en la historia, la región tuvo una densidad diplomática tan dinámica y un conjunto tan amplio y diverso de mecanismos de intercambio y acción política conjunta.  A la dinámica compleja de integración de las naciones, acompaña también la integración de los pueblos y de los movimientos populares, con un creciente poder de presión social y participación en la elaboración de políticas públicas que reflejan la afirmación del movimiento democrático. En este contexto, un principio que adquiere cada vez mayor centralidad es de la soberanía, como la capacidad de autodeterminación de los Estados, de las naciones, de los pueblos y de las comunidades.  

El debate actual en torno a la integración regional y sus perspectivas tiene fuertes antecedentes que muestran la profundidad de la unidad latinoamericana como proyecto histórico.  Sin detenernos en un desarrollo más extenso de estos antecedentes, buscamos presentar algunos ejemplos de lo que constituyen las bases doctrinarias del actual proceso de integración regional.  Este enfoque muestra, sobre todo, los límites de un intento de convertir este proceso de integración en un simple intercambio comercial.  

Integración regional y proyecto estratégico

La geopolítica de la integración regional latinoamericana está profundamente impactada por una disputa de intereses entre el proyecto hegemónico de Estados Unidos, expresado en una estrategia compleja de dominación y apropiación de recursos naturales considerados “vitales”, lo que convierte el acceso a estos recursos, que se encuentran fundamentalmente fuera del territorio continental y de ultramar de Estados Unidos, en un asunto de “seguridad nacional” para este país.   Por otro lado, se desarrollan procesos de integración regional herederos de las luchas continentales por la independencia durante el siglo XIX, que encuentran en la renovación del bolivarianismo un proyecto de afirmación soberana que ha avanzado y se ha profundizado durante los últimos años. 

Sin embargo, el fortalecimiento de la integración regional exige una nueva visión estratégica elaborada a partir de una amplia discusión sobre la dinámica y las tendencias del sistema mundial, la emergencia de nuevas potencias a nivel global, el desarrollo de una visión geopolítica que articule los intereses en juego y la conformación de nuevas territorialidades a partir de una amplio movimiento social de “abajo hacia arriba”.  Este momento de elaboración del pensamiento regional tiene como desafíos la construcción de una estrategia de reapropiación social de los recursos naturales y de su gestión económica y científica, lo que exige una rediscusión profunda de la propia noción de desarrollo, del concepto mismo de soberanía y de la posición de América Latina en la geopolítica mundial.  

El análisis de las diversas dimensiones que implica la disputa global por los recursos naturales considerados estratégicos, requiere un balance de la historia mundial reciente que tiene en la emergencia de China en el sistema mundial, un aspecto fundamental.  La nueva centralidad de China en la economía y política mundial nos conduce a destacar la importancia del enfoque de larga duración (desde la perspectiva Braudeliana) y de los procesos civilizatorios en la construcción de los instrumentos teórico-metodológicos para el análisis de la coyuntura. En este contexto, y desde un enfoque que se esfuerza en capturar la complejidad del mundo contemporáneo, la cuestión estratégica trasciende ampliamente el marco de la política de seguridad y de la defensa nacional, para insertase en el análisis de los procesos históricos de larga duración y de la dimensión civilizatoria de las visiones estratégicas.

América Latina tiene, en relación a China, una oportunidad histórica de desarrollar una cooperación estratégica de largo plazo, orientada a romper la relación de dependencia que marcó su inserción en el sistema mundial.  Cabe a la región aprovechar esta oportunidad o reproducir la lógica de la dependencia y la dinámica de exportación de materias primas de bajo valor agregado, que tiene como base la lógica del llamado extractivismo, que ajeno a cualquier proyecto nacional, restringe nuestro horizonte económico a los intereses de las economías centrales y de las empresas transnacionales que se constituyen en agentes económicos de estos intereses.  

De la hegemonía unipolar a la hegemonía compartida

Durante la última década, el debate teórico y político estuvo profundamente marcado por la crisis de la hegemonía unipolar y por la configuración de un espacio global con hegemonía compartida, o multipolar.  La creciente importancia económica y política de las potencias emergentes, los llamados BRICS (Brasil, Rusia, India, China y, recientemente, Sudáfrica), colocan elementos nuevos para pensar la dinámica económica y política de un mundo multipolar, donde los procesos y proyectos de integración regional se conviertan en mecanismos necesarios para la compartimentación del poder mundial y regional y para el fortalecimiento de los proyectos de desarrollo desde y para el Sur.

La colaboración sur-sur encuentra su inspiración más profunda en la afirmación de la lucha anticolonial del tercer mundo y en el surgimiento de los países no alineados.  La Conferencia de Bandung, celebrada en abril de 1955, significó uno de los momentos más importantes de este proceso.  Esta reunión, en la que participaron 23 países asiáticos y 5 africanos, se sustentó en los principios de la lucha anti-colonial y antiimperialista, elaborando un amplio llamado de autodeterminación y desarrollo de los pueblos basado en la solidaridad y cooperación económica y cultural y buscando crear un espacio político independiente en relación a los bloques militares y la confrontación entre Estados Unidos y la Unión Soviética durante el periodo de la Guerra Fría.  El foco principal estaba puesto en las luchas nacionales por la independencia, la erradicación de la pobreza y el desarrollo económico, a través de organizaciones regionales y políticas económicas de cooperación entre los países del tercer mundo.

El espíritu de Bandung permitió crear un amplio consenso entre los principales líderes y los pueblos de Asia, África y América Latina en relación a la afirmación de la paz y los principios de coexistencia pacífica, en un momento en que el mundo vivía una situación de extrema tensión y amenaza de guerra: la invasión a Guatemala organizada por Estados Unidos para derrocar al presidente Jacobo Árbenz, el desplazamiento de la Séptima Flota de Estados Unidos hacia el mar de China, la sustitución de las tropas francesas por estadounidenses en la región sur de Vietnam, después de la derrota francesa en Dien Bien Phu en 1954 y la guerra de Corea (1950-1953).

Los cinco principios de coexistencia pacífica, propuestos por el primer Ministro chino Chou En-lai y ratificados por el Premier hindú Jawaharlal Neru en 1954: no agresión, no intervención en los asuntos internos de otros Estados, igualdad y ventajas mutuas y coexistencia pacífica, fueron asumidos por la Conferencia de Bandung como parte de los diez principios generales, que incluían:

-    El respeto a los derechos fundamentales de acuerdo a la Carta de la ONU de 1948;

-    Respeto a la soberanía y la integridad territorial de todas las naciones;

-    Reconocimiento de la igualdad de todas las razas y naciones, sin importar el tamaño;

-    No intervención y no injerencia en los asuntos internos de otros países;

-    Respeto a los derechos de cada nación a defenderse, individual o colectivamente de acuerdo a la Carta de la ONU;

-    Rechazo a participar de los preparativos de defensa destinados a servir a los intereses particulares de las superpotencias;

-    Abstención de todo acto o amenaza de agresión o empleo de fuerza contra la integridad territorial o la independencia política de otros países;

-    Solución pacífica de los conflictos internacionales, de acuerdo a la Carta de la ONU;

-    Estímulo a los intereses mutuos de cooperación;

-    Respeto a la justicia y obligaciones internacionales.

El movimiento de los no alineados dio contenido diplomático, dentro de las Naciones Unidas, a sus líneas de acción. Bajo influencia latinoamericana se crea la United Nations Conference on Trade and Development -UNCTAD. Surgen también expresiones radicales de la lucha política revolucionaria, como la organización Trilateral, que se crea en La Habana, en 1973.  La emergencia de gobiernos como el de Velasco Alvarado en Perú, Juan José Torres en Bolivia, Omar Torrijos en Panamá, Salvador Allende en Chile, y el regreso de Perón en Argentina, conducen a iniciativas estatales que se expresan en la transformación de la ALALC en ALADI (Asociación Latinoamericana de Integración). Se crea también el Sistema Económica Latinoamericano y del Caribe (SELA) en 1975, destinado al estudio de la integración regional y a la formulación de sus políticas. Sin embargo, la organización interestatal más fuerte se crea en 1960 con la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).  En este mismo momento, la votación de la “Carta de Derechos y Deberes Económicos de los Estados", en 1972, promovida por el presidente mexicano Luis Echeverría, consagra los principios del no-alineamiento en las Naciones Unidas.

Son varias las iniciativas internacionales que forman parte de esta ofensiva del tercer mundo, que tiene en la victoria de la revolución vietnamita y la liberación de Laos y Camboya una epopeya de la lucha antiimperialista mundial.  La respuesta del centro imperial a esta ofensiva se empieza a articular en torno a la formación de la Comisión Trilateral (Trilateral Commission) en 1973, que reúne Estados Unidos, Europa y Japón en una estrategia de recuperación de poder mundial. Esta estrategia alcanzará sus resultados en la década de 1980, durante los gobiernos de Margaret Thatcher y Ronald Reagan, y se expresa en el establecimiento de la hegemonía del pensamiento único que logra, incluso, transformar el Glasnost y la Perestroika, iniciadas por los soviéticos, en la disolución de la Unión Soviética. 

Durante la década de 1990 se inician fuertes movimientos de reestructuración de la ofensiva de los gobiernos y movimientos del tercer mundo, que tiene en el éxito económico de China e India y, en parte, de Brasil a inicios del siglo XXI, una búsqueda de formas institucionales que expresan esta nueva situación.

Si en la década de 1970 se creó el Grupo de los 7 principales países desarrollados, en la década del 2000, además de la incorporación de Rusia, se incluyen también varios países emergentes conformando el grupo de los 20.  Se consagra así el principio de la hegemonía compartida como sucesor de los desastres causados por la política del unilateralismo que se impuso con el gobierno de Bush hijo(1).  

El legado histórico de las luchas del tercer mundo se revela de gran utilidad para una estrategia de afirmación de un sistema multipolar y para orientar, desde el punto de vista estratégico, el proceso de integración latinoamericana y su impacto en la geopolítica mundial contemporánea.

América Latina y la construcción de la unidad continental 

En este mismo momento América Latina vive un proceso a través del cual la diplomacia regional adquiere una densidad hasta entonces desconocida.  Un conjunto de nuevas articulaciones se traducen en instituciones subregionales, regionales y continentales, que transforman el proceso de integración en una compleja realidad que involucra a jefes de Estado, ministerios de relaciones exteriores y varias otras agencias nacionales, lo que al mismo tiempo, está acompañado de un proceso de integración de los pueblos y de los movimientos sociales, incluyendo los sindicatos y los movimientos campesinos y estudiantiles que ya tenían una cierta tradición de integración regional.  

En el plano de las ciencias sociales, se desarrolló un proceso creciente de integración regional con nuevas instituciones de estudio, universidades y redes académicas que permiten avanzar hacia el estudio de la problemática regional, fortaleciendo una visión de conjunto.  Tal vez algunos de los ejemplos más notables de este proceso sea el Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO), cuya primera sesión se realizó en Lima, en 1968; o la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales  (FLACSO), que se crea en 1954, en Chile, y luego se amplía hacia Argentina, México, Brasil, Ecuador y América Central. 

En el ámbito de la investigación se crearon, después de la Comisión Económica para América Latina (CEPAL), el Centro Latinoamericano y Caribeño de Demografía (CELADE), en Chile (1957); la Escolatina, en el área de economía (Chile); el Instituto Latinoamericano de Planificación Económica y Social (ILPES); la Maestría Latinoamericana de Administración Pública de la Fundación Getulio Vargas, en Brasil; el Consejo Superior Universitario Centro Americano (CSUCA), que coordina las universidades de esta sub-región; la Coordinación de Universidades del Cono Sur y, más recientemente, el Foro Universitario del Mercosur (FOMERCO) y la Universidad de Integración Latinoamericana (UNILA), con sede en la ciudad de triple frontera, Foz de Iguaçú (Brasil).  Entre las varias asociaciones profesionales que se constituyeron a lo largo de las últimas décadas se destacan la Asociación de Economistas de América Latina y el Caribe (AEALC) y la Asociación Latinoamericana de Sociología (ALAS). Esto muestra que se están creando condiciones para una integración de largo plazo a través de una red de instituciones que permitan la cooperación y el intercambio en diversas áreas del conocimiento. 

Un balance histórico mínimamente informado muestra la creciente densidad de la integración regional, al contrario de lo que sostienen los defensores del panamericanismo, que descalifican sistemáticamente los avances de este proceso. 

Los parlamentos latinoamericanos del Mercosur, de la Comunidad Andina, del Pacto Amazónico, son también mecanismos de ampliación del proceso de integración. Este marco institucional creciente abre camino para el debate sobre una estrategia común sudamericana y latinoamericana, con posibilidades de convertirse en políticas concretas. El fortalecimiento del Mercosur y la posterior creación de la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA); el creciente impacto subregional de la Comunidad y Mercado Común del Caribe, que actualmente lleva el nombre de  Comunidad del Caribe- Caricom y más recientemente, la creación de la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR) y la Comunidad de Estados de América Latina y el Caribe (CELAC), son expresión de la creciente densidad y dinamismo de la integración regional, al contrario de lo que sostiene los defensores del panamericanismo, que descalifican sistemáticamente los avances de este proceso y que persisten en sus intentos de desestabilizar y debilitar un proyecto histórico de unidad de los pueblos de la región que se revela, en última instancia, como un proyecto histórico da larga duración.

- Monica Bruckmann es Doctora en ciencia política, profesora del Departamento de Ciencia Política de la Universidad Federal de Río de Janeiro, Brasil. Directora de Investigación de la Cátedra UNESCO sobre Economía Global y Desarrollo Sustentable –REGGEN.  Integrante del Consejo de ALAI.

Este texto es parte de la Revista América Latina en Movimiento, No.500 de diciembre de 2014, que trata sobre el tema "América Latina: Cuestiones de fondo" - http://alainet.org/publica/500.phtml

(1) Véase SANTOS, Theotonio.  The future of geopolitical alignments.  En: The Ritsumeikan Journal of International Relations, Kyoto, Vol 4, N°3, marzo de 1992, p. 1-32.  y Unipolaridad ou hegemonia compartilhada, En: Os impasses da globalização: Hegemonia e contra-hegemonia (Vol. 1),  Loyola: São Pulo, 2003, p. 46-106.


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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Venina VENENO

PETROBRAS. Vida pública é uma coisa, vida privada é outra. 
Velina se casou, garantiu metade do dinheiro e atua no caso 
a mando de Paulo Roberto Costa, com o qual assinou vários
 contratos irregulares e do qual é amante. É quando vida
 privada e vida pública se misturam e quem dança é o povo.

 O JORNAL NACIONAL, fétido, podre, mostrou-a como 
corajosa e determinada ao enfrentar a corrupção. 
Nesse processo do lava jato, a começar pelo juiz, 
há um odor de tucanos e de grandes empresas estrangeiras
 e esse odor provoca engulhos.

Ah! MARIEL, MARIEL!...” Para não cair em tentações.e livrai-nos de todos os males...Amem?

Ah! MARIEL, MARIEL!

A liberdade custa muito caro e temos ou de nos resignarmos a viver sem ela ou de nos decidirmos a pagar o seu preço.
JOSE MARTI

- Nesta hora todo cuidado é pouco, afinal foram 53 anos de embargo, de um país que ousou fazer revoluções. E FEZ, e faz.
                               “...Quando a turma Reunia, alguém sempre pedia..                                    Ah ! Dinorah,Dinorah                                            E o malandro descrevia,e logo já se via                                                        Ah! MARIEL, MARIEL!...”

Vivemos um período em que as ‘grandes potências mundiais‘ sofrem um estrangulamento econômico imposto pelo cartel financeiro. E a América Latina, palco de ditaduras financiadas pelos EUA continua sendo explorada economicamente pelas suas riquezas naturais. Para isso ela sofre pela aculturação de seus povos a fim de facilitar o domínio e a sustentação do poder econômico de grandes grupos internacionais. Entretanto, na tentativa de rechaçar este domínio ela  hoje acelera sua integração e fortalece organizações Latino Americanas como CELAC, UNASUR e até o BRICS que é a nova Onda Mundial. O BRICS é a nova estrutura mundial formada por países emergentes que pedem um mundo multipolar. Isto contraria os interesses daqueles que apostavam na unipolaridade.
Batemos um papo com Marcos Rebello – Consultor econômico e internacional, membro de comunidade diplomatas – que responde a algumas das imediatas considerações que precisam ser feitas e observadas por toda a comunidade internacional em especial as Latinas- Americanas.

Blog JSF: Marcos, em sua opinião o porto de Mariel (para a mídia brasileira até ontem uma GENI- Maldita , ) cobiçado por EUA e Rússia, vai ser ‘administrado por quem?
Marcos -  A situação tem vários olhares. Os dois países já estão disputando a exploração e fizeram ofertas. Putin já está lá, negociando. Devemos lembrar que tem alguns anos,  a Rússia, perdoou uma divida cubana no valor de 32 bilhões de dólares. Hoje, promete investir outros 2,6 bilhões em infra-estrutura em Cuba. Isto demonstra o interesse da Rússia em administrar o porto de Mariel, que é hoje em potencial um dos 3 maiores portos do Caribe porque pode receber os maiores navios do mundo, os Super Pós-Panamax.
                  Os EUA, em contra partida, abriram estas negociações e contam já  com mais de 10 mil empresas, entre pequenas, médias e grandes interessadas em investir em Cuba.

Blog JSF : E de que maneira ?

Marcos : Potencial de negócios que eles tem, alavancados por um sistema financeiro com muito “dinheiro” para investir. Afinal, há montanhas de “dinheiro” estacionado nos computadores dos bancos resultado do jogo das derivativas. Estes bancos dinamizam os interesses das empresas norte-americanas que, para crescer, carecem de financiamentos. Ou seja, o comercio com Cuba é um enorme potencial a ser explorado para expandir o comércio Internacional trazendo as divisas necessárias para equilibrar a combalida economia norte americana que não está diferente do resto dos outros países.

Blog JSF – E O Brasil, como fica ?
Marcos – O Brasil iniciou na frente o relacionamento com Cuba construindo o Porto de Mariel. Isto, segundo foi declarado, deu vantagens às empresas brasileiras desde o inicio. Claro que tiveram o cuidado de construir a zona econômica especial de desenvolvimento econômico, área de 450-500 km2, situada em volta do porto. Existem 300 empresas brasileiras já situadas em Cuba, em diversos setores, como a Souza Cruz. Mariel é uma via para que empresas .
      
Blog JSF -  Em sua opinião, os riscos com a abertura, Cuba transformar-se gradativamente numa zona de mercado como Miami por estarem bem próximas? Como evitar isto?
Marcos -  Tem que haver uma flexibilização ou criatividade nas formas de administração empresarial. Atualmente em países capitalistas, as firmas são de  basicamente  3 formas: Propriedade Individual, Sociedade Limitada ou Sociedade Anônima. No caso de Cuba, um país socialista, os modelos de propriedade e administração devem ser dinamizados estabelecendo formas associadas de propriedade das empresas, como aconteceu por exemplo na Argentina depois do calote. Devem ser criadas cooperativas de trabalhadores, tanto na forma de propriedade como administrativa. Isto não implica de forma alguma que as empresas deixem de buscar excelência administrativa e maximização de lucros. O que não deve ocorrer é o que vemos nas estatais brasileiras que são um poço de corrupção por  precariedade administrativa.

Blog JSF -  e este ilusionismo, já iniciado pela mídia em geral, que empresta ao Vaticano e aos EUA, um protagonismo heroico, em relação a libertação dos heróis antiterroristas cubanos e o provável fim do embargo (por NECESSIDADE DOS EUA). Mês passado por sinal, os EUA foram citados na ONU, criticados outra vez pelas violações e torturas praticadas em vários países e povos do mundo.
Marcos -  Sim, isto é uma questão geopolítica. Veja bem, os USA estão estrangulados economicamente e com déficit tanto no orçamento como de relações públicas diante do caso da Ucrânia (Golpe de estado) que usou para pressionar a Rússia. Como não há mais terreno a ser ganho na Europa, e com a Russia, segundo Putin, estarão diante de uma campanha demorada, os EUA precisam abrir novas frentes especialmente onde já perderam muito espaço que é na América Latina.
       Cuba oferece esta abertura, é uma cabeça de ponte para alavancar seus interesses no continente. Afinal, os 53 anos de embargo não deram resultado positivo para os EUA.
Blog JSF – E o Marcos Arremata:
Marcos – Sobre o Vaticano, foi uma boa atuação do Papa, por ser Latino Americano e também pelo Canadá porque compartilhava da opinião de que sem diálogo não há progresso nas relações e as negociações foram feitas lá.

“E nos Espelhos ela se despeDança nos olhos uma chacreteE o pessoal na piorAh ! Dinorah,Dinorah