Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 6 de dezembro de 2014

É FEDERAL: SP receberá R$ 2,6 bilhões para construir novo sistema de abastecimento de água - São Paulo - iG


INVESTIMENTO FE-DE-RAL PARA ENFRENTAR A CRISE HÍDRICA DE SÃO PAULO: A presidenta Dilma Rousseff, assinou hoje (4.12.14) o contrato do Sistema Produtor São Lourenço que está orçado em R$ 2 BILHÕES e 600 MILHÕES, será financiado por "PPP" (Parceria Público-Privada) com a Caixa Econômica Federal. A água do novo sistema virá do Rio São Lourenço, captada a 83 quilômetros da capital e será armazenada na Represa do França. Segundo Dilma, é necessário haver uma união entre os governos federal e estadual para enfrentar a crise hídrica em São Paulo. Dilma e Alckmin também assinaram outro contrato de R$ 630 MILHÕES para a ampliação da Linha 9 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, o trecho de 4,4 quilômetros (estações entre Grajaú e Varginha). Serão R$ 500 MILHÕES do ORÇAMENTO GERAL DA UNIÃO by Debora Cristina
Dilma Rousseff e Geraldo Alckmin assinaram nesta...
ULTIMOSEGUNDO.IG.COM.BR

Resistir para acumular forças, (direita já fomenta o golpe) - todo apoio a Dilma!

Resistir para acumular forças, (direita já fomenta o golpe) - todo apoio a Dilma!
Brasil hj é o centro nervoso da América Latina, país capaz - nas mãos do imperialismo - de isolar outras nações que romperam com o neoliberalismo, tais como: como Venezuela, (em processo revolucionário), Equador, Bolívia, Uruguai e Argentina. Não apenas estes, como intervir na reintegração e ajuda a Cuba Socialista.
Momento é o de resistir, acumulando forças para passos maiores.
Passadas as eleições, (num quadro adverso e extremamente delicado onde imperou a ofensiva das elites), Dilma se vê obrigada a fazer concessões de governo - economia - para garantir, inclusive, sua posse, um fato político ainda não dado e que dependerá do jogo de forças em que pese o isolamento da mesma entre as esquerdas.
Imperialismo não poupou esforços em dizimar o Norte da África
Aqui não é e não será diferente. Imperialismo já articula entre as forças de direita e centro o seu golpe, fomenta a traição no campo das esquerdas, a confusão, onde vingue a ideia do isolamento político de Dilma/governo de sua base à esquerda e dos movimentos sociais.
Acumular forças - só a organização derrotará o golpe das elites
Este é nosso momento, de cúmulo de forças, de exortar a todos aos movimentos sociais e às forças históricas de esquerda comprometidas com os avanços sociais e conquistas para nossa América Latina e Cuba, organizando-os todos, preparando não apenas a posse política de nosso mandato popular, mas projetando tais organizações para as lutas que virão - inclusive pela manutenção do estado democrático de direito, das liberdades políticas e individuais.
Ousar organizar, ousar lutar, ousar vencer - sempre!

Direita Pressiona Dilma, a militância o papel de fazer oposição - Apoiado Mino Carta , comentado por Norma Dias

Por Mino Carta: "... justifico por parte de Dilma, em cuja lisura e honestidade aposto a vida."
Norma Dias: Visível está que as pressões e imposições da direita em nome de destruir a governabilidade do Governo Dilma, legitimamente eleita, não vão dar tréguas.
A nossa história recente se repetindo: foi assim no primeiro governo Lula e não vai ser diferente no segundo governo Dilma!
A direita, capitaneada pelo desespero da possibilidade de reeleição de Lula em 2018, não vai poupar tentativas de persuasão, que com maioria "numérica" no congresso, tentará empurrar goela abaixo os seus propósitos de retomada de poder.
estaremos atent@s e podemos não ser maioria no Congresso e Senado, mas nas ruas manteremos a governabilidade que elegemos.
Resista, Dilma!!!

http://www.viomundo.com.br/politica/mino-carta-que-pretende-dilma-nao-se-iludam-os-manobristas-o-odio-de-classe-nao-admite-conciliacoes.html

Mino: Operador por operador, Serjão era melhor e muito mais necessário
Businessmen às soltas
Que pretende Dilma? Uma conciliação de roupa nova? O ódio de classe não a admite e uma liderança popular nascida há 12 anos não deveria permitir recuos
Depois de debater com André Lara Resende e Paulo Guedes, em São Paulo, na semana passada, Thomas Piketty confessou a CartaCapital: “Não sabia que teria de me encontrar com homens de negócios”. De fato, os organizadores da singular tertúlia atiraram Piketty a uma cilada, não fosse ele capaz de impagável ironia voltairiana.
O herói destas minhas primeiras linhas é autor de um livro formidável, O Capital no Século XXI, best seller mundial que acaba de ser publicado no Brasil, exposição de um teorema implacável: o capitalismo atinge nesta quadra fatal do mundo seu objetivo final. Ou seja, dilatar ao extremo a desigualdade social. Não era isto que Adam Smith pretendia, mas o homem é um bicho inconfiável e cuidou de frustrar suas intenções.
Inúmeros cidadãos nativos que se dizem economistas são, de verdade, homens de negócios. Alguns, excelentes no mister de enricar. Por exemplo, os envolvidos no escândalo da privatização das Comunicações, entre eles André Lara Resende. Quanto a Paulo Guedes, sócio destacado do Instituto Millenium, é infatigável inquisidor de todo projeto de inclusão social. Creio que a própria editora brasileira da obra de Piketty tenha agido em relação ao seu autor movida apenas pela perspectiva do bom negócio.
Nada disso me espanta. Surpreende-me que a presidenta Dilma esteja agora a compor um governo de homens de negócios. Em busca de explicações, solto a imaginação. Se o objetivo for reconstituir os esquemas adotados no começo do governo Lula, a dedução é inevitável: o próprio aprova. Ou não seria mesmo o inspirador, assessorado na ação por Antonio Palocci, o grande operador daquele início de governo?
Ah, os operadores… Surge na memória a figura de Serjão Motta, dotado de habilidades que no Brasil conferem poder infinito a quem as tem. Entre P.C. Farias, personagem escrachada, e Palocci, vítima de vez em quando de transparente provincianismo, campeia Serjão, mais eficaz do que Júpiter ao lançar raios e urdir manobras.
Mesmo assim, a imaginação me leva a figurar Palocci em busca dos senhores do Bradesco para sugerir, em conversa amena, o nome de uma de suas velhas relações, Joaquim Levy, homem do banco, de onde, aparentemente, cogita-se extrair à força o presidente em pessoa, Luiz Carlos Trabuco, para sagrá-lo ministro da Fazenda. Ora, ora, o banco não deve perder Trabuco, treinado longamente para a missão pelo Grão-Mestre Lázaro Brandão. E que tal, então, o Levy? Ele sabe tudo de contenção de despesas.
Levy, está claro, não é o único homem de negócios convocado pela presidenta, e aí pergunto aos meus perplexos botões quais seriam as razões de tais escolhas. Sem demovê-los da perplexidade, também eles mergulham em roteiros imaginativos. Aparece Dilma a romper com o PT para reeditar a conciliação das elites de roupa nova. Pasmem, se for do seu agrado.
Entendo que, assim como a editora de Piketty foi incapaz de se dar conta da inadequação dos convocados para debater com seu autor, Dilma e Lula não entenderam o alcance do seu poder e o usam em benefício de fórmulas caducas. Os passos dados adiante até ontem, graças às políticas de inclusão social praticadas nos últimos 12 anos não são considerados, bem como o apoio incondicional de Severina e Maria das Dores. O desencanto com um partido como o PT, que tanto prometeu e não cumpriu, justifico por parte de Dilma, em cuja lisura e honestidade aposto a vida. Cadê, porém, a inovação política? Onde fica a confiança em quem a elegeu ao cabo de uma contenda tão acirrada? Ou vinga a leniência tradicional, se não for coisa pior, a precipitar a genuflexão ao deus mercado?
Há outra questão. Até que ponto adianta hoje oferecer satisfações à casa-grande? Não se iludam os manobristas, o ódio de classe não admite conciliações. Graças a Lula e Dilma, ficou superado o momento da composição entre o primogênito do barão e o irmão deserdado, instado à rebeldia pelo desapontamento e pelo rancor, eventualmente esquerdista de ocasião. Entrou no jogo uma liderança popular autêntica, protagonista inédito. Se esta recua, dá-se o desastre. A tragédia está desenhada.
 Leia também:

Unasur discutirá la ciudadanía sudamericana y la creación de un pasaporte único

En la agenda de la cumbre de Unasur, que tiene lugar en Ecuador, figuran entre otras cuestiones la instauración de un pasaporte único para establecer una...
ACTUALIDAD.RT.COM

PCdoB Convoca:

É assim que se combate o fascismo!
Será nas ruas que eles serão derrotados. As redes sociais são um grande complemento, mas a batalha real tem que ser nas ruas. Viva o PCdoB!!! Até a vitória, sempre!!! http://www.viomundo.com.br/…/pcdob-convoca-para-protesto-co…

Marighella: Presente!



Se estivesse vivo hoje, Carlos Marighella estaria completando 103 anos. Líder da ALN e considerado inimigo número 1 do regime militar em 1969, foi atingido na aorta por uma bala disparada quase à queima roupa, e não por projéteis desferidos à distância em um tiroteio, como alegaram os órgãos de segurança. Entre estas e outras evidências inquestionáveis, um parecer médico legal confirmou: o corpo de Marighella não poderia estar na posição em que se encontrava nas fotos, dentro do carro, caso a versão oficial correspondesse à realidade.

Carlos Marighella era um dirigente comunista conhecido nacionalmente há três décadas e vivia na clandestinidade quando foi morto, em São Paulo, no dia 04/11/1969. Baiano de Salvador, filho de um imigrante italiano e de uma negra descendente de escravos, rebelde desde os tempos em que estudava Engenharia, passou por diversas prisões desde 1932, quando, recém-filiado à Juventude do Partido Comunista, escreveu um poema criticando o interventor de Getúlio Vargas na Bahia, Juracy Magalhães. Preso novamente em 1936, foi torturado durante 23 dias. Solto por decisão do ministro Macedo Soares em 1937, voltou às masmorras de Filinto Muller em 1939, derrotando novamente os seus torturadores. Foi libertado em 1945, depois de anos nos cárceres de Fernando de Noronha e da Ilha Grande. Na CPI que investigou as violências praticadas durante a ditadura de Vargas, o médico Nilo Rodrigues afirmou nunca antes ter presenciado tamanha resistência a maus tratos e tanta bravura.

Foi eleito deputado pelo Partido Comunista à Assembléia Constituinte de 1946, ocupando a tribuna 195 vezes em apenas dois anos para fazer inflamados discursos. Perdeu o mandato quando foi cassado o registro legal do Partido, no governo Dutra, sendo impelido à militância clandestina até sua morte. Logo após abril de 1964, foi ferido a bala quando tentou resistir à prisão pela polícia política do Rio de Janeiro, num cinema da Tijuca. Em 1967, rompeu com a direção do PCB e passou a dedicar-se a atividades de resistência armada, criando uma organização político-militar que em 1969 adotaria o nome ALN.

Morreu em uma via pública de São Paulo, durante emboscada de proporções cinematográficas, na qual teriam participado cerca de 150 agentes policiais equipados com armamento pesado, sob o comando de Sérgio Paranhos Fleury, delegado do DOPS que respondeu a inúmeros processos por liderar um grupo de extermínio de marginais, auto-intitulado Esquadrão da Morte. Para saber mais sobre a história de Marighella e de outras vítimas da Ditadura civil-militar brasileira, acesse o nosso site:http://goo.gl/6tI2Lh
Carlos Marighella, presente!

Em EEUU a Liberdade é uma estátua





17 h · 

Há um cheiro forte de guerra na Europa. Os principais comandantes militares da OTAN têm pressionado governos do tratado para ocupar a Ucrânia e enfrentar as forças russas que apoiam os separatistas. Putin já disse que não recua e nem teme essas forças. Registre-se que o custo de uma guerra dessas vai para os países da União Européia, boa parte em processo de falência e os principais comandantes da OTAN são norte-americanos.
A e lá moravam 300 pessoas em condições as mais precárias possíveis, no mais rico conglomerado do mundo. Em todo os EUA e a mídia aqui nem toca no assunto, são 40 milhões de pessoas na linha da miséria. Há anos atrás um repórter norte-americano veio ao Brasil e montou numa favela carioca uma barata sobre uma criança dormindo. A matéria foi publicada, não me lembro se na revista TIME ou no NEW YORK TIMES. Na semana seguinte a revista O CRUZEIRO, cinco milhões de exemplares vendidos por semana, a maior revista semanal da história do País, mostrou a miséria que havia nos EUA e baratas por todos os lados. A nação norte-americana sumiu, não existe. É um conglomerado racista, terrorista, nazi/sionista que se impõe ao mundo pela barbárie. E Obama perdoou os perus da Casa Branca.

De graça pra voce


Que Justiça é essa??????

Helena Guimarães compartilhou o vídeo de Fórum Criminal.
Que Justiça é essa??????
 — 
2.030.304 visualizações
Fórum Criminal carregou um novo vídeo.
Que coisa triste de se ver!

1ª atividade externa do Comitê de Solidariedade aos Cinco no ES

1ª atividade externa do Comitê de Solidariedade aos Cinco no ES - Dia 05 de Dezembro de 2014, militantes de Direitos Humanos e simpatizantes do mundo inteiro fazem atividades em solidariedade aos cinco cubanos presos nos USA. Esta prisão vem violando a muitos direitos humanos e é arbitrária. Abaixo o imperialismo. Obama , Liberte os cinco!
Estamos juntos:
 Lucilia Assis ( Clipper Viagens E Turismo e Calles - Casa América Latina Liberdade e Solidariedade) , Danilo Grilo Schueng de Souza ( Levante Levante Popular da Juventude - Espírito Santo) Fernanda Tardin - Calles, Rd Soy Loco Por Ti, El Caracol, Es Blog ) , Alexsandro Rodrigues ( Prof. da UFES) dentre muitos outros Professores, alunos, militantes.
Enviado por Norma Dias

Um pouco da História das violações de DH cometidas pelos USA aos Cinco cubanos.





. aderiram ao comitê o
 MPA- Movimento Pequenos Agricultores-ES , 
- UNE, 
- UJS
 PCdoB,
 PCB,
 Gabinete do Vereador Namy Chequer e muitos militantes de DH -
 Venha conosco pelos cinco, Contacte-nos , Adira , Juntos somos fortes

Panfletagem na UFES - Vc. concorda com a prisão dos cinco cubanos ? 
Saiba Mais , participe:https://www.facebook.com/ACJMES?ref=ts&fref=ts ACJM-ES 
em breve o Blog d do Comitê ES

"Os golpistas não dão trégua"


"Os golpistas não dão trégua"
Caros, este artigo foi publicado hoje no portal do jornal russo Pravda em português, que há muito tempo abre espaço para nossas publicações. O Pravda aceita publicações de artigos de opinião de correntes políticas diversas, algumas delas explicitamente equivocados, a questão é que muitos articulistas brasileiros não aproveitam este portal, apesar de que não faz muito tempo vi propagandas de O Globo e da Folha de S. Paulo no Pravda, isso quer dizer que os milhões de acesso mensal indicam a influência desse portal junto a leitores da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Por isso solicito aos companheiros que acessem esse portal, prestigiem as nossas publicações, se possível tuitando-as. Avancemos nos espaços cibernéticos, uma maneira de potencializar nossas conquistas nos espaços físicos e sociais.
PRAVDA
CPLP » Brasil
Os golpistas não dão trégua
04.12.2014

"Pravda.ru é uma grande empresa de notícias e opinião, na Internet. A edição digital periódica, Pravda.ru, tem licença do Ministério da Imprensa da Rússia ¹ ÝË-2037, 03.11.1999. Pravda.ru foi a primeira empresa na Runet (Internet russa) a editar notícias. Este trabalho começou em Outubro de 2000, em versão inglesa, e é actualmente a edição online mais popular, no que toca à frequência de citações e de renovação da informação. Tem versão em português e existem planos para publicar versões em chinês e árabe. A Pravda.ru tem uma reputação estável e sólida e mantém-se num ranking muito alto.
É visitada mensalmente por 4 milhões de internautas e o número diário de pageviews é de 250 mil. A Pravda.ru compreende as seguintes edições: Pravda.ru - notícias e análise em russo; English.pravda.ru - em inglês; Port.pravda.ru- em português; Italian.pravda.ru - em italiano; Electorat.info - edição dedicada aos eleitores e às eleições a todos os níveis . Yoki.ru - edição especial de informação para jovens;Pravda.ru/foto/- uma fotogaleria exclusiva; Farc.ru - portal recreativo e informático; e Escover.ru - edição informática e analítica dedicada à ecologia."
Contactar versão portuguesa da PRAVDA.Ru: jornalpravda@gmail.com
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Aonde está a arte popular?

Semana passada ao lembrar de uma música comecei a assobiá-la lembrando velhos tempos. Tempos quando havia prazer em escutar música, quando havia identidade naquilo que escutávamos porque refletia o nosso dia-a-dia, contava uma história em frases rimadas e inteligentes, sincopadas em melodias memoráveis que retratavam um sentimento sadio, aquilo que nos faz sentir bem com o nosso entorno social e nós mesmos. Havia dimensão e a vida acontecia! Éramos os donos da situação!

Em contraste, o que temos hoje como música?  Na maioria das vezes uma variação entre duas ou meia dúzia de palavras repetidas incessantemente em dois ou tres acordes neuseantes. Voce segura o fôlego psicológico e fica esperando quando a musica vai iniciar! Ou seja, é um absurdo. O autor faz um entulho sonoro, espicha tudo numa máquina e coloca um rítimo eletrônico para disfarçar a ausência de talento musical. Agora, as mensagens vocais são as mais tétricas possiveis, uma mistura de emoções de sofrimento profundo, indignação e desespero. Isso voce verifica pelos tons de voz do cantor! Muitas vezes eu fico analisando a voz da vítima e tento fazer um paralelo com o que ele estaria fazendo naquela hora. Alguns parece que estão com dor de dente, muitos parece que estão gritando para alguem que está longe demais e não pode ouvir direito, outros parece que estão sentados no vaso e a coisa não sai! Ainda não repararam isso? Pois prestem atenção. Nada faz sentido, mas é empacotada para fazer algum.

Isso não é arte porque não tem estética e não comunica coisa alguma inteligivel. Isto não eleva o espírito ou o nivel mental do ouvinte!

Mas o que eu considero arte musical popular então, você pode estar querendo saber. É natural isso, e muito lógico. Ok, então por que não colocar a música e o autor que eu estava assobiando? Por coincidência é a primeira na lista. Este é o Paulo Diniz. Mas poderia ser muitos outros que dominavam as paradas de sucesso nacional nos anos 70. Temos que voltar a produzir aquela qualidade de musica. É música popular com originalidade, talento e arte!

Rebello

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Dilma Rousseff, próximo alvo de Washington

DILMA ROUSSEFF, PRESIDENTA DO BRASIL, PAÍS MEMBRO DO BRICS, É O PRÓXIMO ALVO DE WASHINGTON

Matéria original de F. William Engdahl da NEO – New Eastern Outlook

 
Traduzido por Renato Guimarães e distribuído p/ Vila Vudu

O porquê do terceiro turno...
Para ganhar o segundo turno das eleições contra o candidato apoiado pelos Estados Unidos, Aécio Neves, em 26 outubro de 2014, a presidenta recém-reeleita do Brasil, Dilma Rousseff, sobreviveu a uma campanha maciça de desinformação do Departamento de Estado estadunidense. Não obstante, já está claro que Washington abriu uma nova ofensiva contra um dos líderes chave do BRICS, o grupo não alinhado de economias emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Com a campanha de guerra financeira total dos Estados Unidos para enfraquecer a Rússia de Putin e uma série de desestabilizações visando a China, inclusive, mais recentemente, a Revolução dos Guarda-Chuvas financiada pelos Estados Unidos em Hong Kong, livrar-se da presidente socialmente propensa do Brasil é uma prioridade máxima para deter o polo emergente que se opõe ao bloco da Nova (des)Ordem Mundial de Washington.
 
A razão por que Washington quer se livrar de Rousseff é clara. Como presidente, ela é uma das cinco cabeças do BRICS que assinaram a formação do Banco de Desenvolvimento do BRICS, com capital inicial autorizado de 100 bilhões de dólares e um fundo de reserva de outros 100 bilhões de dólares. Ela também apoia uma nova Moeda de Reserva Internacional para complementar e eventualmente substituir o dólar. No Brasil, ela é apoiada por milhões de brasileiros mais pobres, que foram tirados da pobreza por seus vários programas, especialmente o Bolsa Família, um programa de subsídio econômico para mães e famílias da baixa renda. O Bolsa Família tirou uma população estimada de 36 milhões de famílias da pobreza através das políticas econômicas de Rousseff e de seu partido, algo que incita verdadeiras apoplexias em Wall Street e em Washington.
 













 
 
 
 
Líderes dos países BRICS
 
Apoiado pelos Estados Unidos, seu rival na campanha, Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), serve aos interesses dos magnatas e de seus aliados de Washington.
 
O principal assessor econômico de Neves, que se tornaria Ministro da Fazenda no caso de uma presidência de Neves, era Armínio Fraga Neto, amigo íntimo e ex-sócio de Soros e seu fundo hedge Quantum. O principal conselheiro de Neves, e provavelmente seu Ministro das Relações Exteriores, tivesse ele ganhado as eleições, era Rubens Antônio Barbosa, ex-embaixador em Washington e hoje Diretor da ASG em São Paulo.
 
A ASG é o grupo de consultores de Madeleine Albright, ex-Secretária de Estado norte-americana durante o bombardeio da Iugoslávia em 1999. Albright, dirigente do principal grupo de reflexão dos Estados Unidos, o Conselho sobre Relações Exteriores, também é presidente da primeira ONG da “Revolução Colorida” financiada pelo governo dos Estados Unidos, o Instituto Democrático Nacional (NDI). Não é de surpreender que Barbosa tenha conclamado, numa campanha recente, o fortalecimento das relações Brasil-Estados Unidos e a degradação dos fortes laços Brasil-China, desenvolvidos por Rousseff na esteira das revelações sobre a espionagem norte-americana da Agência Nacional de Segurança (NSA) contra Rousseff e o seu governo.
 
Surgimento de escândalo de corrupção
 
Durante a áspera campanha eleitoral entre Rousseff e Neves, a oposição de Neves começou a espalhar rumores de que Rousseff, que até então jamais fora ligada à corrupção tão comum na política brasileira, estaria implicada num escândalo envolvendo a gigante estatal do petróleo, a Petrobras. Em setembro, um ex-diretor da Petrobras alegou que membros do governo Rousseff tinham recebido comissões em contratos assinados com a gigante do petróleo, comissões estas que depois teriam sido empregadas para comprar apoio congressional. Rousseff foi membro do conselho de diretores da companhia até 2010.
 
Agora, em 2 de novembro de 2014, apenas alguns dias depois da vitória arduamente conquistada por Rousseff, a maior firma de auditoria financeira dos Estados Unidos, a Price Waterhouse Coopers se recusou a assinar os demonstrativos financeiros do terceiro trimestre da Petrobras. A PWC exigiu uma investigação mais ampla do escândalo envolvendo a companhia petrolífera dirigida pelo Estado.
 
A Price Waterhouse Coopers é uma das firmas de auditoria, consultoria tributária e societária e de negócios mais eivadas de escândalos dos Estados Unidos. Ela foi implicada em 14 anos de encobrimento de uma fraude no grupo de seguros AIG, o qual estava no coração da crise financeira norte-americana de 2008. E a Câmara dos Lordes britânica criticou a PWC por não chamar atenção para os riscos do modelo de negócios adotado pelo banco Northern Rock, causador de um desastre de grandes proporções na crise imobiliária de 2008 na Grã-Bretanha, cliente que teve que ser resgatado pelo governo do Reino Unido. Intensificam-se os ataques contra Rousseff, disto podemos ter certeza.
 
A estratégia global de Rousseff
 
Não foi apenas a aliança de Rousseff com os países do BRICS que fez dela um alvo principal da política de desestabilização de Washington. Sob seu mandato, o Brasil está agindo com rapidez para baldar a vulnerabilidade à vigilância eletrônica norte-americana da NSA .
 
Dias após a sua reeleição, a companhia estatal Telebras anunciou planos para a construção de um cabo submarino de telecomunicações por fibra ótica com Portugal através do Atlântico. O planejado cabo da Telebras se estenderá por 5.600 quilômetros, da cidade brasileira de Fortaleza até Portugal. Ele representa uma ruptura maior no âmbito das comunicações transatlânticas sob domínio da tecnologia norte-americana. Notadamente, o presidente da Telebras, Francisco Ziober Filho, disse numa entrevista que o projeto do cabo será desenvolvido e construído sem a participação de nenhuma companhia estadunidense.
 

As revelações de Snowden sobre a NSA em 2013 elucidaram, entre outras coisas, os vínculos íntimos existentes entre empresas estratégicas chave de tecnologia da informática, como a Cisco Systems, a Microsoft e outras, e a comunidade norte-americana de inteligência. Ele declarou que:
 
A questão da integridade e vulnerabilidade de dados é sempre uma preocupação para todas as companhias de telecomunicações.
 
O Brasil reagiu aos vazamentos da NSA periciando todos os equipamentos de fabricação estrangeira em seu uso, a fim de obstar vulnerabilidades de segurança e acelerar a evolução do país rumo à autossuficiência tecnológica, segundo o dirigente da Telebras.
 
Até agora, virtualmente todo tráfego transatlântico de TI encaminhado via costa leste dos Estados Unidos para a Europa e a África representou uma vantagem importante para espionagem de Washington.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Espionagem!
 
 O Expresso está 100 por cento sob nosso controle.
 
Se verdadeiro ou ainda incerto, o fato é que sob Rousseff e de seu partido o Brasil está trabalhando para fazer o que ela considera ser o melhor para interesse nacional do Brasil.
 
A geopolítica do petróleo também é chave
 
O Brasil também está se livrando do domínio anglo-americano sobre sua exploração de petróleo e de gás. No final de 2007, a Petrobras descobriu o que considerou ser uma nova e enorme bacia de petróleo de alta qualidade na plataforma continental no mar territorial brasileiro da Bacia de Santos. Desde então, a Petrobras perfurou 11 poços de petróleo nesta bacia, todos bem-sucedidos. Somente em Tupi e em Iara, a Petrobras estima que haja entre de 8 a 12 bilhões de barris de óleo recuperável, o que pode quase dobrar as reservas brasileiras atuais de petróleo. No total, a plataforma continental do Brasil pode conter mais de 100 bilhões de barris de petróleo, transformando o país numa potência de petróleo e gás de primeira grandeza, algo que a Exxon e a Chevron, as gigantes do petróleo norte-americano, se esforçaram arduamente para controlar.
 
Em 2009, segundo cabogramas diplomáticos norte-americanos vazados e publicados pelo Wikileaks, a Exxon e a Chevron foram assinaladas pelo consulado estadunidense no Rio de Janeiro por estarem tentando, em vão, alterar a lei proposta pelo mentor e predecessor de Rousseff em seu Partido dos Trabalhadores, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, ou Lula, como ele é chamado.
 
Esta lei de 2009 tornava a estatal Petrobras operadora-chefe de todos os blocos no mar territorial. Washington e as gigantes estadunidenses do petróleo ficaram furiosos ao perderem controles-chave sobre a descoberta da potencialmente maior jazida individual de petróleo em décadas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dilma Rousseff e Joe Biden
 
Para tornar as coisas piores aos olhos de Washington, Lula não apenas afastou a Exxon Mobil e a Chevron de suas posições de controle em favor da estatal Petrobras, como também abriu a exploração do petróleo brasileiro aos chineses. Em dezembro de 2010, num dos seus últimos atos como presidente, ele supervisionou a assinatura de um acordo entre a companhia energética hispano-brasileira Repsol e a estatal chinesa Sinopec. A Sinopec formou uma joint venture, a Repsol Sinopec Brasil, investindo mais de 7,1 bilhões de dólares na Repsol Brasil. Já em 2005, Lula havia aprovado a formação da Sinopec International Petroleum Service of Brazil Ltd, como parte de uma nova aliança estratégica entre a China e o Brasil, precursora da atual organização do BRICS.
 
Washington não gostou
 
Em 2012, uma perfuração conjunta, Repsol Sinopec Brazil, Norway’s Stateoil e Petrobras, fez uma descoberta de importância maior em Pão de Açúcar, a terceira no bloco BM-C-33, o qual inclui Seat e Gávea, esta última uma das 10 maiores descobertas do mundo em 2011. As maiores do petróleo estadunidense e britânico absolutamente sequer estavam presentes.
 
Com o aprofundamento das relações entre o governo Rousseff e a China, bem como com a Rússia e com outros parceiros do BRICS, em maio de 2013, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, veio ao Brasil com sua agenda focada no desenvolvimento de gás e petróleo. Ele se encontrou com a presidenta Dilma Rousseff, que havia sucedido ao seu mentor Lula em 2011. Biden também se encontrou com as principais companhias energéticas no Brasil, inclusive a Petrobrás.
 
Embora pouca coisa tenha sido dita publicamente, Rousseff se recusou a reverter a lei do petróleo de 2009 de maneira a adequá-la aos interesses de Biden e de Washington. Dias depois da visita de Biden, surgiram as revelações de Snowden sobre a NSA, de que os Estados Unidos também estavam espionando Rousseff e os funcionários de alto escalão da Petrobras. Ela ficou furiosa e, naquele mês de setembro, denunciou a administração Obama diante da Assembleia Geral da ONU por violação da lei internacional. Em protesto, ela cancelou uma visita programada a Washington. Depois disso, as relações Estados Unidos-Brasil sofreram um grave resfriamento.
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Dilma e Lula
 
 
Antes da visita de Biden em maio de 2013, Dilma Rousseff tinha uma taxa de popularidade de 70 por cento. Menos de duas semanas depois da visita de Biden ao Brasil, protestos em escala nacional convocados por um grupo bem organizado chamado Movimento Passe Livre, relativos a um aumento nominal de 10 por cento nas passagens de ônibus, levaram o país virtualmente a uma paralisação e se tornaram muito violentos. Os protestos ostentavam a marca de uma típica “Revolução Colorida”, ou desestabilização via Twitter, que parece seguir Biden por onde quer que ele se apresente. Em semanas, a popularidade de Rousseff caiu para 30 por cento.
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