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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Cid Gomes articula frente de esquerda pró-Dilma

Brasil 247: o seu jornal digital 24 horas por dia, 7 dias por semana


2 de Novembro de 2014

247 - O governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), já está em franca articulação para criar uma ampla frente de esquerda para dar sustentação ao segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.

Com o PMDB, aliado principal do PT, em rebelião, Cid trabalha para juntar o Pros, o PDT, a ala do PSB mais alinhada a Dilma para criar uma legenda de esquerda. O novo partido, ou pode uma frente de partidos, pretende ocupar o espaço pró-Dilma aberto pelos peemedebistas insurretos.

Segundo o jornalista Felipe Patury, Cid Gomes pretende encontrar-se nesta semana em Brasília com o presidente do PDT, Carlos Lupi, com o ex do PSB Roberto Amaral, integrantes do PCdoB e dilmistas desamparados em outras agremiações.

Entre os aliados do PT na campanha presidencial, os irmãos Cid e Ciro Gomes estão entre os grandes vitoriosos nos bastidores da eleição. Cid cumpriu papel estratégico ao longo da campanha, cujos efeitos contribuíram de maneira decisiva para o resultado final. O movimento pela criação do Pros impediu o PSB, que na época era articulado por Eduardo Campos, de ser dominante no Nordeste.

Na campanha, Cid Gomes e Ciro apoiaram o candidato do PT ao governo do Estado. Camilo Santana venceu Eunício Oliveira, do PMDB, no segundo turno, o que ressaltou a importância do trabalho dos Gomes para ele.
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O difícil nascimento da supervisão bancária do Banco Central Europeu

Após fazer teste de saúde financeira nos principais bancos do continente, o Banco Central Europeu assume agora a supervisão das instituições. Tarefa esconde conflitos de interesse, segundo analistas


por Deutsche Welle publicado 05/11/2014
 
BCE não será responsável por todos os 6 mil bancos da zona do euro, apenas pelos maiores 120
 
O verão de 2012 certamente não foi um dos mais felizes para a chanceler federal alemã, Angela Merkel. Com a entrada do socialista François Hollande no Palácio do Eliseu, a harmonia franco-alemã na crise do euro passava a fazer parte da história. Hollande via nos eurobonds, odiados pelo governo alemão, a única solução para a crise e formava uma aliança com Roma e Madri. A Espanha ameaçava ser a primeira economia de peso da zona euro a quebrar. A relaxada supervisão bancária espanhola havia encoberto por muito tempo os problemas dos bancos locais. Os mercados financeiros apostavam tudo contra o euro. E a senhora Merkel se manteve firme, afirmando que os eurobonds não seriam criados enquanto ela vivesse.

Já na cúpula de fins de junho de 2012, não se falavam mais nos eurobonds, títulos conjuntos da dívida pública europeia, mas nascia a união bancária, que deveria quebrar o círculo vicioso entre crises bancárias e crises de Estados, formando uma supervisão bancária, com seguro de depósito e liquidações realizados a nível europeu. Para muitos economistas alemães, a medida tem o mesmo espírito dos eurobonds, mas com um nome diferente.

Uma evidência disso seria a decisão da cúpula de que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) poderia socorrer bancos diretamente, assim que a supervisão bancária europeia fosse instalada com a participação do Banco Central Europeu (BCE). Em outras palavras: os contribuintes podem e devem possivelmente assumir as dívidas de bancos em dificuldades.

O que ocorreu depois confirmou esses temores. Em setembro de 2012, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, apresentava o plano apoiado pela França para fundação da união bancária. O plano previa que o BCE assumisse já no início de 2013 a supervisão dos bancos e solicitasse a ajuda do MEE. A partir de julho de 2013, o BCE deveria, então, supervisionar todos os 6 mil bancos da zona do euro. Este plano, obviamente irrealista, foi rejeitado pelo governo alemão.

Economistas alemães levantam dúvidas sobre se o BCE é realmente o supervisor certo. "Em primeiro lugar, o BCE não tem mandato para fazê-lo. Nos tratados europeus está escrito que ele pode exercer a supervisão bancária somente em casos especiais, mas não a supervisão bancária geral", avalia Thomas Hartmann-Wendels, professor de economia bancária da Universidade de Colônia. "Em segundo lugar, existem, naturalmente, conflitos de interesse entre a política monetária e a supervisão bancária", acrescenta Hartmann-Wendels, em entrevista à Deutsche Welle. Será que o ECB recomendaria o fechamento de um banco que não fosse mais viável se isso ameaçasse a estabilidade financeira? Será que ele elevaria a taxa básica de juros devido ao perigo de inflação, sabendo que os bancos que supervisiona teriam problemas em suportar a medida?

O governo alemão compartilha de tais preocupações e pediu a separação estrita entre as duas áreas dentro do BCE. O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, chegou a dizer que uma "Muralha da China" deveria ser criada entre a política monetária e a supervisão. No que se refere ao dinheiro a ser fornecido pelo MEE, Schäuble não quis mais saber das decisões da cúpula de 2012. Ele argumentou que o MEE não é responsável por crises antigas, mas apenas por futuras crises bancárias. O sonho de Madri, de sanear os bancos espanhóis com fundos europeus, foi por água abaixo.

O cabo-de-guerra sobre a supervisão bancária continuava. Enquanto a França queria acelerar o processo, Alemanha dava aos outros países do euro a impressão de querer ganhar tempo. A data de início para a supervisão bancária foi sendo repetidamente adiada. Finalmente, há um ano foi decidido que ela começaria nesta terça-feira (04/11).

A direção da supervisão fica com a francesa Daniele Nouy. A Alemanha, por sua vez, conseguiu que o BCE não seja responsável por todos os 6 mil bancos da zona do euro, mas apenas pelos maiores 120. Isso significa que as caixas econômicas e bancos cooperativos alemães permanecem sob vigilância nacional. Para Elke König, chefe da instituição alemã de supervisão financeira BaFin, o início da supervisão do BCE tem, no entanto, grande impacto sobre a instituição. "Vamos trabalhar em uma rede, na qual o BCE e seus funcionários ficam com a responsabilidade de fiscalização sobre esses bancos", diz König.

Em outras palavras, o BCE e as supervisões nacionais trabalharão de mãos dadas. Nenhum problema poderá ser varrido para debaixo do tapete. Mas König também duvida que o BCE venha mesmo a ser um supervisor mais severo e cita como exemplo o já iniciado programa para tratamento preferencial a bancos que repassam créditos à economia real. Isso significa que os bancos são, de um lado, incentivados a fazer empréstimos arriscados para empresas e, de outro, são obrigados a reduzir os riscos nos balanços. Em caso de dúvida, o supervisor faria vista grossa. "A longo prazo, seria desejável uma separação da supervisão bancária do Banco Central Europeu", diz König.

Autoria Danhong Zhang (md)


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 Meus comentários


EUROBONDS E AS MALVADEZAS DOS ROTHSCHILDS: Supervisão por dentro ok, mas controle por fora!

Hollande se entrega, Merkel se irrita.
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Para analistas, país deve buscar política externa menos ideológica e mais pragmática

Agência Senado

Marcos Magalhães | 06/11/2014

 
O jornalista William Waack e o analista Murillo de Aragão participaram do debate, presidido pelo senador Ricardo Ferraço.

Em seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff deveria buscar uma política externa menos ideológica e mais pragmática. Esta foi a principal reivindicação de dois convidados a uma audiência pública sobre o tema realizada nesta quinta-feira (6) pela Comissão de Relações Exteriores (CRE): o jornalista William Waack, da TV Globo, e o analista Murillo de Aragão, presidente da Arko Advice Pesquisas. A audiência foi solicitada pelo presidente da comissão, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES).
Na opinião de Waack, a política externa implantada nos últimos anos estaria levando o Brasil ao que chamou de “irrelevância relativa”. Um dos principais problemas do país, a seu ver, é a indefinição sobre o papel que pretende exercer no cenário internacional. Como vantagens do país ele citou a “extraordinária posição geográfica” e o fato de se encontrar distante de qualquer conflito internacional relevante. Como desvantagem, mencionou a adoção nos últimos 12 anos de uma política externa mais partidária do que de Estado.
— O que o Brasil quer ser no mundo? O que vemos é uma apropriação da política externa por um grupo político, o PT. Na opinião desse grupo, a supremacia de uma superpotência cedeu lugar a uma rearticulação em um mundo multipolar, no qual outros países se juntam para enfrentar a superpotência. Trata-se de uma visão completamente equivocada, que deixa de lado um princípio fundamental, segundo o qual política externa não é feita por amizades, mas por interesses. Um erro de amadores — definiu.
Ele citou como exemplo o Brics, grupo político formado por países considerados emergentes — Brasil, África do Sul, Rússia, Índia e China. Ao contrário do que sugerem os defensores de uma política de aproximação com o chamado Sul, em contraposição a um Norte de países desenvolvidos, o jornalista observou que países como Rússia e China entendem o significado da expressão “balanço de poder” e negociam questões importantes diretamente com os Estados Unidos, quando é necessário.
— Se perguntarmos a russos e chineses se existe um eixo (a partir da formação do Brics), isso vai provocar um sorriso de sarcasmo ou de certa pena — afirmou Waack.

Soft Power

Em sua exposição à comissão, Aragão admitiu que o Brasil obteve maior expressão internacional a partir da abertura econômica, das privatizações, da redução da desigualdade e de um ambiente macroeconômico de “maior qualidade”. Ele alertou, porém, para o fato de que o país permanece muito fechado, com pequena participação no comércio internacional. O analista defendeu a adoção de uma nova relação com os Estados Unidos, sem deixar de lado a aproximação com a América do Sul, a Europa e a Ásia.
Como observou Aragão, o Brasil não pode construir muros para conter possíveis futuros fluxos migratórios em direção ao país. Por isso, advertiu, não há como se estabelecer uma visão de desenvolvimento para o Brasil sem considerar a inserção do país na América do Sul. Em sua opinião, o Brasil deveria inclusive aprofundar o diálogo com os Congressos Nacionais da região e adotar rapidamente as regras necessárias à eleição direta de representantes para o Parlamento do Mercosul (Parlasul). Tudo isso levando em conta o crescente apelo cultural e turístico do país, que em 2016 vai sediar os Jogos Olímpicos.
— Precisamos fortalecer imagem do Brasil como soft power. O Brasil tem uma agenda positiva, não tem inimigos, mas ainda conta com presença ridícula no turismo mundial e no comércio internacional. Somos o país da bossa nova, do samba, do futebol, da moda. A questão internacional não é meramente diplomática ou comercial, transcende tudo isso — disse Aragão.
Ao abrir a reunião, Ferraço ressaltou a importância de promover uma discussão no Senado sobre os rumos da política externa brasileira.
— Ficaremos acomodados com o papel de fornecedor de matéria prima ou vamos desenvolver políticas internas que possam dar competitividade a nossos produtos e serviços? Nossa indústria continua dependente de América do Sul e, sobretudo, da Argentina, que vive problemas estruturais complexos. Nenhum de nós discute a importância do Mercosul, mas é óbvio que o Mercosul está sangrando. Mais de 500 acordos comerciais já foram firmados nos últimos anos, mas nós só temos acordos com Egito, Autoridade Palestina e Israel. O Mercosul também não sabe o que quer ser no mundo — advertiu Ferraço.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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Meus comentários
 
 
A questão da PE é puramente economica. E se a PE hoje está ainda mais dependente da PI por questões de defesa de interesses e falta de espaço, a politica economica deve ser a mais hermética possível. Isto incomoda a oposição - e quem a sustenta de fora.

A suposta ideologização da PE faz dobradinha com a tambem suposta corrupção petista - como se o engavetador-mor nunca tivesse existido, nem os doleiros do Banestado e nem a Privataria Tucana que a mídia sequer toma conhecimento. E se a mídia não toma conhecimento, o judiciário muito menos. Mas o que é isto em termos de estratégia politica? É a desconstrução de uma administração pragmática em termos da realidade interna e externa. Porque se por um lado a crise mundial está ceifando as economias mais desenvolvidas, no cenário interno era de se esperar que os efeitos desta crise viesse a causar um descompasso. Mas dizer que este descompasso chega a ser motivo para uma mudança de governo, o que propõe a oposição é suicídio economico e político!

Sim, porque as propostas do candidato da oposição durante as eleições eram mutuamente excludentes e foi exatamente por isto que fez uma campanha totalmente inflamada e que ainda persiste baseada em denúncias. Porque se fosse discutir as suas propostas, que eram um arco-iris de 100 cores para deslumbrar, ele se enredaria nas contradições. Por exemplo, na proposta mestra por assim dizer, facilmente concluímos o seguinte: como seria possivel garantir emprego total, como temos hoje, taxa de juros e inflação civilizadas e salário com poder de compra depois de um choque de gestão, criação de áreas de livre comércio (NAFTA e UE) e arrocho salarial como pregou seu ministro da fazenda designado?

Qualquer debate em torno destas propostas deixaria o candidato amarrado em praça pública à mercê de açoites sem trégua da maioria dos votantes assim como da sua oponente. E, para sermos verdadeiros, não haveria como a mídia, que lhe deu integral cobertura, vir a tirar-lhe do mourão. Porque morreria ali de súbito por falta de lógica! Logo, por um canto da boca prometia mundos e fundos, e por outro canto denunciava o que ele mesmo fazia pior!

Logo, o quadro economico, que sofre de moderada mas compreensível queda, serviu de falso pretexto para uma proposta vazia de um candidato que nada tem a oferecer, nem em economia e nem em politica externa. Porque o vetor principal do seu enunciado politico-economico é uma volta ao suplício do sistema Breton Woods que, em desespero, precisa de um Brasil cativo para suprir de bens tangiveis a máquina financeira que produz valores irreais tanto em derivativas como em dolares sem lastro. Precisa tambem de um Brasil provedor de matéria prima e de mercado para auferir valor real às nulidades da moeda e ativos financeiros sem condições de serem redimidos. Precisa escoar economias estagnadas e assim diminuir déficits de toda ordem.

Este é o verdadeiro cenário das economias ocidentais encurraladas por uma dinâmica asiática em vias de construção de infraestrutura para franco desenvolvimento. Este desenvolvimento impulsionado pelo Banco do BRICS e o mais novo Banco de Investimentos e Infraestrutura Asiático (matéria postada em separado).

Apezar de todas as reclamações contra a economia, o desenvolvimento da infraestrutura é precisamente a politica da atual administração no Brasil para estar no mesmo compasso com a Ásia. Ocorre que não é este o programa da oposição por ser proxy de interesses que comandam um Bretton Woods em franca decadência amparado por um Dólar sustentado por um fiapo que pode arrebentar a qualquer momento, mas só não arrebenta porque não interessa à China para que mantenha a sua própria economia e viabilize seus programas geopoliticos.

Mas por que a trinca Waack, Aragão, Ferraço propõe uma politica "pragmática"? Porque dentro do quadro de possibilidades ao Brasil o "pragmatismo" está circunscrito à sua área de atuação mais provável que é o hemisfério ocidental. E quais são as avenidas disponiveis neste "pragmatismo"? As propostas da oposição de àreas de Livre Comércio e suspensão da integração continental. Isto é falta de criatividade que fará o Brasil cair nas rêdes dos interesses que sustentam a oposição, tanto em campanha como agora em franca oposição ao governo. Basta vermos o discurso de Aécio no Senado de anteontem.

Para a oposição agitada é melhor um movimento estabanado e descabido do que a manutenção de uma posição de baixo perfil que é a consolidação da posição sul-sul e do continente, como aliás está fazendo a China e a Rússia com as áreas contíguas de seus respectivos territórios. Exatamente o que está fazendo o Brasil! Mas para esvaziar esta política hemisférica denunciam o bolivarianismo e acusam o governo de querer implantar o mesmo.


Para a trinca deve ter passado desapercebido os recentes acôrdos com a China e Rússia durante a ultima cúpola do BRICS em Fortaleza e Brasilia. Assim como o resultado das vultosas compras pela Rússia na recente Feira em Moscou, para repor a variedade de mercadorias da Europa, EUA, Canadá, etc resultado das sanções.

Agora, para finalizar, o que de fato foi proposto no artigo que serviu de resumo de tão importante reunião? Absolutamente coisa nenhuma! Foi apenas uma marcação de passo para levantar poeira!
 
Rebello
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Refinaria Abreu e Lima.


É fato. O resto é conversa de urubólogos.
16.514 visualizações
Petrobras carregou um novo vídeo: Refinaria Abreu e Lima.
A Refinaria Abreu e Lima já deu início à operação de diversos de seus sistemas e unidades: http://ow.ly/DUTLv Assista ao vídeo.

Série Conhecer para Não Esquecer! - Sérgio Guerra

Série Conhecer para Não Esquecer!
A TVE Bahia apresenta interprogramas com depoimentos de personalidades baianas que 
viveram o período da Ditadura Militar. Os entrevistados descrevem a sua visão deste momento 
tão fundamental para a história brasileira e falam das suas experiências.
Confira a entrevista de Sérgio Guerra.
Curta a página da Tve Bahia e fique ligado em todos os episódios da Série Conhecer para 
Não Esquecer!
Siga a TVE também no Twitter: www.twitter.com/tvebahia
Confira!

Pequim, o crepúsculo asiático pós Bretton Woods

Ariel Noyola Rodríguez

A criação do Banco Asiático de Investimentos em Infraestrutura foi finalmente aprovada por 22 países na Ásia na sexta-feira 24 de outubro. Por um lado, o novo banco de desenvolvimento regional entra em concorrência directa com o Banco Asiático de Desenvolvimento, fundado em 1966 sob o domínio esmagador dos Estados Unidos e do Japão; por outro lado , servirá como um mecanismo para a coesão regional da “doutrina do pivô”, impulsionado pelo Pentágono e pelo Departamento de Estado.

Rede Voltaire | Cidade do México (México)

 

Na sexta-feira, 24 de outubro, um grupo de 22 países asiáticos se reuniu em Pequim para firmar o memorando de entendimento que finalmente aprovou a criação do Banco Asiático de Investimentos em Infraestrutura (AIIB, em sua sigla em inglês), após mais de um ano em que o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, apresentou a proposta pela primeira vez no Foro de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC) na cidade de Bali, Indonésia. Com base no que disseram diversos funcionários entrevistados a respeito, o novo banco servirá de plataforma para financiar os projetos mais importantes da região asiática em matéria de telecomunicações, energia e meios de transporte.

Jin Liqun, ex-presidente da Junta de Supervisores do Fundo Soberano de Riqueza chinês (Sovereign Wealth Fund) e ex-vice-presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento ficará como responsável da instituição. Igualmente ao banco de desenvolvimento do grupo BRICS (acrônimo de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), a cidade de Pequim vai acolher a principal sede do AIIB. Terá um capital subscrito de 50 bilhões de dólares e um capital autorizado de 100 bilhões de dólares. A China aportará a metade dos fundos e a Índia será a segunda maior acionista. O montante do capital autorizado do AIIB representa três quintos do capital à disposição do Banco Asiático de Desenvolvimento (165 bilhões de dólares), o banco regional de desenvolvimento de 67 membros (48 regionais e 19 extrarregionais) iniciado em 1966 sob os auspícios do Banco Mundial.

Os principais pilares do AIIB serão «justiça, equidade e abertura», em clara alusão ao dominio aplastante de Washington na governança da Arquitetura Financeira Internacional. Depois de sete décadas do inicio da Conferência de Bretton Woods, o papel dos Estados Unidos como fiscal do capitalismo global permanece incólume apesar de seu estancamento econômico e do alto nível de endividamento, tanto público como privado. «Poderia se pensar nisto como um jogo de basquete em que os Estados Unidos querem estabelecer a duração do jogo, o tamanho da cesta, a altura e todo o resto para se adaptar a ele mesmo», sentenciou Wei Jianguo, ex-ministro de Comércio da China.

Neste sentido, as operações dos bancos regionais de desenvolvimento são fundamentais para compreender os alcances do «poder brando» (soft power). Desde sua fundação, tiveram como objetivo complementar as funções do Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial como entidades provedoras de crédito. O combate à pobreza e os programas de transferência de renda serviram como instrumentos paliativos das contradições do capitalismo periférico a fim de garantir o protagonismo dos Estados Unidos na economia mundial. Em outras palavras, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco Africano de Desenvolvimento e o Banco Asiático de Desenvolvimento tiveram como leitmotiv sustentar a expansão das corporações multinacionais (CMN) e, ao mesmo tempo, manter protegida a esfera de influência econômica e política da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) nos países do Terceiro Mundo.

Em plena Guerra Fria, o Banco Asiático de Desenvolvimento ficou sob a órbita dos intereses geoeconômicos e geopolíticos dos Estados Unidos com o apoio incondicional do Japão. Tal e como acontece com o FMI e o Banco Mundial, governados desde 1944 por europeus e norte-americanos respectivamente, Tóquio conserva a presidência do Banco Asiático de Desenvolvimento até a presente data.

De maneira aplastante, Japão e Estados Unidos se mantêm como os acionistas majoritários com 31,23% do capital subscrito e 25% do poder de voto. Em contraste, a China continental e Hong Kong possuem de maneira conjunta 7 e 6,21 pontos porcentuais respectivamente.

Entretanto, para além de questões relacionadas à falta de representatividade, os projetos de infraestrutura representam um suporte chave sine qua non, sendo impossível manter altas taxas de crescimento econômico no longo prazo. O acúmulo capitalista em escala global se orienta cada vez mais para o Leste e o continente asiático requer, urgentemente, movilizar recursos para conectar cadeias regionais de valor, por exemplo, através da «Rota da Seda do Século XXI», um cinturão econômico que inclui uma extensa rede de ferrovias de alcance continental que ligará a China com a Ásia Central, Rússia, Europa e talvez Oriente Médio.

Segundo as estimativas do Banco Asiático de Desenvolvimento, somente entre 2010 e 2020 serão requeridos 8 bilhões de dólares para projetos nacionais e 290 bilhões para projetos regionais em matéria de infraestrutura. Entretanto, os empréstimos outorgados pelo Banco Asiático de Desenvolvimento por um montante de 10 bilhões de dólares em termos anuais são insuficientes para suprir a demanda de crédito.

Diante da desaceleração do crescimento da economia chinesa para taxas inferiores a 8% e da crescente fragilidade da demanda externa, o financiamento de projetos de infraestrutura através do AIIB dotaria a integração asiática de um impulso sem precedentes e a China gozaria de um acesso privilegiado a recursos naturais estratégicos e a mercados de potenciais consumidores. A China é hoje o primeiro sócio comercial da maior parte dos países da região, entre eles a Índia, Paquistão e Bangladesh, e o segundo de Sri Lanka e Nepal. Em 2012, o comércio entre a China e os dez membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) alcançou um recorde de 400 bilhões de dólares. Sem dúvidas, antes que Pequim aspire conquistar a hegemonia mundial, será necessário se consolidar primeiro como liderança no plano regional. E não somente em termos econômicos, mas por meio de um maior equilíbrio geopolítico entre os países asiáticos a fim de manter o termo «doutrina do pivô», impulsionado pelo Pentágono e pelo Departamento de Estado.

Com tudo isso e que Japão, Coreia do Sul, Indonésia e Austrália declinaram a apoiar a criação do AIIB pelas pressões do governo de Barack Obama, o respaldo majoritário do continente asiático não fez outra coisa que não ressaltar que os esforços da Casa Branca para enfraquecer a integração regional foram extremadamente limitados frente à diplomacia do Yuan. Em suma, a implementação da nova institucionalidade desafia de modo aberto os pilares de Bretton Woods e acentua o processo de transição rumo a novas formas de governança com eixo na regionalização financeira. Talvez em algum momento a era norteamericana entrará em colapso de maneira eminente diante do brilho resplandescente asiático centrado na ascensão multipolar de Pequim.

Ariel Noyola Rodríguez
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Žižek explica discurso de ódio no Brasil

Žižek explica discurso de ódio no Brasil

Revista Fórum
novembro 6, 2014 

Jacob Blinder


                                            

A Ideologia do Ódio explicada por Slavoj Žižek...

Este vídeo tem como objetivo apenas expor uma visão sobre os acontecimentos que rodearam
 as eleições de 2014 no Brasil e que poderiam ser classificados como "discurso de ódio",
 tomando emprestado a explicação do filósofo Slavoj Žižek sobre ideologia para explicar 
o mecanismo que transforma o pensamento coletivo.

O filósofo e cientista político esloveno Slavoj Žižek, considerado um dos mais importantes
 pensadores da atualidade, pode ajudar a analisar e compreender o que ocorreu durante 
o período eleitoral recém-finalizado no Brasil. Excertos do documentário  
"O Guia Pervertido da ideologia" , de Sophie Fiennes, em que Žižek explica sua teoria 
da ideologia, foram utilizados para discutir os episódios de ódio observados sobretudo no 
segundo turno, em que a disputa entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB)
 ficou mais polarizada.

Assista:



Agora, é guerra total contra os BRICS



4/11/2014, Pepe Escobar, Rússia Today Tradução: Vila Vudu

Apertem os cintos, a guerra de informação já desencadeada contra a Rússia deve expandir-se para Brasil, Índia e China.

Brasil, Rússia, Índia e China, como o mundo inteiro sabe, são os quatro principais países do grupo BRICS de potências emergentes, que também inclui a África do Sul e em futuro próximo incorporará também outras nações do Sul Global. Os BRICS perturbam imensamente Washington – e sua Think-Tank-elândia – porque são a corporificação do impulso concertado do Sul Global rumo a um mundo multipolar.

Podem-se apostar garrafas de champanhe crimeano que a resposta dos EUA a esse processo deve ser alguma espécie de guerra total de informação – não muito diferente, em espírito, do “Conhecimento Total de Informação” [orig. Total Information Awareness (TIA)], elemento central da Doutrina da Dominação de Pleno Espectro, do Pentágono. Os BRICS são vistos como importante ameaça –, e conseguir contratorpedeá-los implica dominar toda a grade informacional.

Vladimir Davydov, diretor do Instituto de América Latina da Academia de Ciências da Rússia, acertou o olho do alvo quando observou que “a situação atual mostra que há tentativas para suprimir não só a Rússia, mas também os BRICS, dado que o papel global daquela associação só faz crescer.” 

A demonização da Rússia escalou rapidamente nos EUA, das sanções relacionadas à Ucrânia, para Putin o “novo Hitler” e a ressureição do bicho-papão bem testado ao longo da Guerra Fria, tipo “Os Russos estão chegando”.

No caso do Brasil a guerra de informação já começou antes da reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Assim como Wall Street e suas elites comprador locais faziam de tudo para bombardear o que definem como economia “estatista”, Dilma foi também pessoalmente demonizada.

Passos não inimagináveis para futuro próximo talvez incluam sanções contra a China, por causa de sua posição “agressiva” no Mar do Sul da China, ou Hong Kong, ou Tibet; sanções contra a Índia por causa do Kashmir; sanções contra o Brasil por causa de violações de direitos humanos ou excesso de desflorestamento. Seletos diplomatas indianos, lamentam, off the record, que o primeiro dos BRICS a ser afivelado sob pressão será a Índia.

Dado que os BRICS são tijolos realmente chaves na construção de um sistema global de relações internacionais e um sistema financeiro mais inclusivos – e não há outros no mercado –, eles que, pelo menos, mantenham-se bem alertas. Se não, cada um deles será abatido, um depois do outro.

Georgy Toloraya, diretor executivo da Comissão Nacional Russa de Pesquisa sobre os BRICS, lembra que hoje, pelo menos, há “mais e mais comunicação acontecendo pelos canais BRICS.”

Os brasileiros, por exemplo, estão particularmente interessados em cooperação de investimentos. O Banco de Desenvolvimento dos BRICS será realidade já em 2015. E uma equipe russa está preparando relatório detalhado sobre perspectivas futuras para cooperação entre os BRICS, para ser discutido em Pequim, em profundidade, durante uma semana, enquanto acontece a reunião de cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico [orig.,Asia-Pacific Economic Cooperation, APEC].

Da guerra de energia à guerra da moeda 

O novo choque do petróleo dos sauditas – que, no mínimo, recebeu luz verde do governo Obama – combina perfeitamente com o padrão “Conhecimento Total de Informação” (TIA), em termos de ofensiva contra os BRICS, com dois deles no papel de alvos chaves: Rússia e Brasil.

Mais de 50% do orçamento da Rússia vem da venda de petróleo e gás. Cada redução de $10 no preço do barril de petróleo significa que a Rússia deixa de receber coisa como $14,6 bilhões por ano. Pode ser de certo modo compensado pela desvalorização do rublo – mais de 25% contra o dólar norte-americano, desde o início de 2014. E a Rússia, claro, ainda tem cerca de $450 bilhões em reservas. Mesmo assim, a economia russa pode crescer só de 0,5 a 2% em 2015.

Com a redução de $1 nos preços do petróleo cru, a maior empresa brasileira, Petrobras, perde mais de $900 milhões. Aos preços atuais do petróleo, a Petrobras estará perdendo em torno de $14 bilhões por ano. A queda dos preços portanto mina a expansão de longo prazo da Petrobrás para financiar novos projetos de infraestrutura e de exploração conectados aos seus valiosos depósitos de petróleo do pré-sal. A Petrobras foi alvo preferencial para a demonização de Rousseff.

O Irã não é membro dos BRICS, mas partilha o impulso do grupo com vistas a um mundo multipolar. Para equilibrar o próprio orçamento, o Irã precisa de petróleo a $136 o barril. Um acordo nuclear a ser firmado com o P5+1 em três semanas, dia 24/11, pode levar a um alívio nas sanções – pelo menos as vindas da Europa – e permitir que o Irã melhore suas exportações de petróleo. Mas em Teerã não há ilusões sobre o quanto a manipulação dos preços foi cerebrada para desestabilizar ainda mais a economia iraniana e minar sua posição nas negociações nucleares.

No front econômico, a doutrina do “Conhecimento Total de Informação” [orig. Total Information Awareness (TIA)] manifesta-se em o Fed pôr fim ao quantitative easingQE [injeção de dólares recém impressos na economia, lit. “facilitação quantitativa” ou “alívio quantitativo”]: significa que o dólar dos EUA continuará a subir e mais dólares dos EUA deixarão os mercados emergentes. A rede chinesa Xinhua expôs e discutiu seriamente essa questão. 

O dólar norte-americano e o yuan estão efetivamente ligados. Quando o dólar norte-americano sobe, o yuan também sobe. Mas é a economia chinesa que sofre. O que preocupa Pequim é que é possível que a manufatura chinesa torne-se excessivamente cara, em muitíssimos países nos quais as margens de lucro já são muito estreitas.

Portanto, o que com certeza acontecerá é o Banco Central da China determinar uma queda controlada do yuan – e ao mesmo tempo desenvolver mecanismos para combater a saída de dinheiro quente, sobretudo para Hong Kong.

A China pode até ser relativamente imune ao fim do QE. Mas todos na Ásia lembram ainda muito bem da crise financeira de 1997, que respingou na Rússia em 1998. Os únicos beneficiados então foram – e quem seria?! – os interesses privados norte-americanos e a hegemonia de Washington.

O centro não se mantém coeso [orig. The center cannot hold]

A demonização dos BRICS, em graus diferentes, prossegue sem parar – com o foco central na Rússia, a qual, por falar dela, iniciará a 3ª Guerra Mundial. Por quê? Porque os EUA dizem que sim.

A mais recente ação envolve o Serviço de Inteligência da Defesa Dinamarquesa [orig. Danish Defense Intelligence Service (DDIS)], que noticiou, semana passada que a Rússia simulara um ataque com jatos e mísseis sobre a ilha de Bornholm em junho.

DDIS não distribuiu qualquer detalhe concreto sobre o ataque simulado. Mas enfatizou que foi o maior exercício militar russo sobre o Mar Báltico desce 1991. DDIS distribuiu um documento “Avaliação de Risco 2014” [orig.Risk Assessment 2014], no qual prevê que “ao longo dos próximos poucos anos, a situação no leste da Ucrânia tem alta probabilidade de converter-se em novo conflito europeu frio.”

Mas os dinamarqueses foram muito claros: “Não há indicações de que a Rússia constitua crescente ameaça militar direta ao território dinamarquês.” Nada disso impediu que os chefes militares norte-americanos de sempre se pusessem a repetir que a Rússia se prepara para iniciar a 3ª Guerra Mundial.

Não há absolutamente nenhuma prova de que Washington esteja preparada sequer para discutir a possibilidade de modificar o atual sistema-mundo, como teorizado por Immanuel Wallerstein, na busca por gestão mais democrática. A próxima reunião do G20 na Austrália, mais uma vez, deixará isso bem claro.

O que se vê, portanto, é o sistema, cada dia mais fragmentado, deslizando inexoravelmente rumo a um catastrófico ponto de ruptura.  O “Conhecimento Total de Informação” [orig. Total Information Awareness (TIA)] e suas reviravoltas e circunvoluções não passam de “estratégia” desesperada para adiar uma decadência inevitável. No fim, Wallerstein estava certo. O mundo do pós-Guerra Fria está condenado a permanecer imensamente volátil. *****
 
 Infografia de los BRICS en Cifras


enviado por Safrany e Jacob Blinder

Convocatoria - Frente Plano Nacional de Participação Social (PNPS) + REFORMA POLÍTICA -


As coisas já estão acontecendo: Bora TODOS participar. SEM UNIAO não faremos uma nação.
https://www.facebook.com/events/1502667013348910/?fref=ts
MOVIMENTO NACIONAL QUADRIENAL organizado por todos os partidos políticos, militantes, ativistas, mídia independente com IDEOLOGIA DE ESQUERDA movidos e unidos no intuito de fomentar reuniões, assembléias populares, INTERVENÇÕES CULTURAIS, integração sociopolítica, debate, ESCLARECIMENTOS desconstrução da falácia midiática e concepção de EVENTOS SINCRONIZADOS POR TODO O PAÍS em prol do Plano Nacional de Participação Social - PNPS e da REFORMA POLÍTICA, além de outras possíveis iniciativas que possam vir a partir do Governo Federal em benefício da população, em busca de uma sociedade com mais UNIÃO E JUSTIÇA SOCIAL durante esses próximos 4 anos de mandato do PT.
NÃO APOIAMOS a "MANIFESTAÇÃO" marcada para 12 DE NOVEMBRO na 3ª Ponte.
_______________________________________________
TEMOS DEMANDAS (deliberadas em reunião) NECESSITANDO VOLUNTÁRIOS PARA:
>> Contatar e convidar para participar das reuniões membros dos Conselhos já existentes (Casa dos Conselhos);
>> Contatar e convidar às reuniões os coletivos (principalmente os que atuam em regiões menos favorecidas);
>> Contatar e convidar às reuniões líderes comunitários;
>> Contatar e convidar às reuniões organizadores de movimentos sociais de todas as vertentes;
>> Fomentar e organizar eventos nas comunidades para a desconstrução da falácia midiática e democratizar a mídia;
>> Divulgação dos eventos no Facebook;
>> Contato e articulação com os coletivos;
>> Contatar Cine Caracol;
>> Fomentar e organizar eventos culturais (showmícios) nas comunidades;
>> Criação de uma comissão de comunicação eficiente;
>> Definir agenda e prazos para as comissões organizadas;
>> Trazer ao debate a Reforma Política;
>> Fomentar atividades de palestras e debates nas escolas secundaristas;
>> Conseguir doações de panfletos e pessoal pra trabalhar nas distribuição.
AGORA SÓ PRECISAMOS DE MÃOS!
_______________________________________________
""URGENTE""
Muita gente pode não tem percebido o momento político que estamos vivendo. Após a reeleição da presidente Dilma, os "esquerdistas" se viram em um clima de euforia por acreditar que isso apenas já resolveria todos os problemas mas temos más notícias. ISSO NÃO RESOLVEU!
Menos de uma semana após a reeleição a presidente (quem tem tentado a todo custo trazer mudanças que beneficiem o povo Brasileiro) sofreu um DURO GOLPE no Congresso, tendo este votado a favor de uma LEI que DERRUBA UM DECRETO PRESIDENCIAL que visava regulamentar os CONSELHOS já instituídos e normatizar a criação de outros novos.
Esta lei ainda tem que passar pelo Senado pra que entre em vigor, mas ao que tudo indica pelas declarações de senadores na imprensa, é quase certo que seja APROVADA.
Este decreto que a presidente lançou é apenas uma das tantas intenções do GOVERNO FEDERAL de dar mais poder de FISCALIZAÇÃO, MEDIAÇÃO, e até mesmo de DECISÃO aos CIDADÃOS, uma forma de política mais PARTICIPATIVA e menos REPRESENTATIVA.
Acontece que essa derrota mostra a base frágil em que se apoia o Governo Federal, deixando-o mais uma vez sob os desmandos do PMDB e arriscando-o a não conseguir emplacar a tão sonhada REFORMA POLÍTICA, que tem o objetivo maior de libertar o pleito das DOAÇÕES DE CAMPANHAS, dando assim mais liberdade para que os representantes possam legislar em BENEFÍCIO DO CIDADÃO, e não dessas grandes empresas e pessoas mais poderosas e abastadas.
Tenham como vislumbre que essas mudanças realmente não saiam do papel, e podemos então imaginar um FUTURO TRÁGICO, onde, como não se conseguiu melhorar nada, a DIREITA QUE SE MOSTRA AGORA MAIS FACISTA DO QUE NUNCA VOLTE AO PODER, DESFAZENDO E ENTERRANDO todos OS AVANÇOS que tivemos nos últimos anos (com o risco ainda de termos JAIR MESSIAS BOLSONARO como PRESIDENTE em 2018).
Tenham em mente que PODE SER NOSSA ÚLTIMA CHANCE de provar que o povo tem voz, e que podemos PRESSIONAR O LEGISLATIVO para que atenda os nossos anseios.
TODOS JUNTOS, TODOS OS PARTIDOS, OS SEM PARTIDO, OS QUE REALMENTE SE PREOCUPAM COM AS PESSOAS MENOS FAVORECIDAS. É NOSSA HORA DE ASSUMIR O COMPROMISSO!
TEMOS TAMBÉM A NECESSIDADE DE ESPALHAR ESSE EVENTO AOS 4 CANTOS DO PAÍS, PRA QUE TODAS AS CIDADES ORGANIZEM ATOS COM O MESMO INTUITO, FORMANDO ASSIM UMA REDE DE CONTATOS E DE AÇÃO SINCRONIZADA E CONCISA, CULMINANDO EM ATOS UNIFICADOS E ORGANIZADOS, UMA CORRENTE DO BEM E DO AMOR AO PRÓXIMO.
As reuniões e assembléias, NESSE MOMENTO têm como intuito mobilizar a sociedade em REPÚDIO AO PROJETO DE LEI APROVADO ontem (TERÇA - 28/10) Na Câmara Federal, que derrubou o DECRETO PRESIDENCIAL (Resumo: http://www1.folha.uol.com.br/…/1470598-seis-perguntas-sobre…)
que que visa formalizar o Plano Nacional de Participação Social - PNPS.
Vide: http://politica.estadao.com.br/…/geral,camara-derruba-decre…
O DECRETO PRESIDENCIAL na íntegra aqui: http://www.planalto.gov.br/…/_Ato201…/2014/Decreto/D8243.htm
É de extrema importância ressaltar que a participação popular em CONSELHOS não abrange somente o interesse de um partido político específico e sim de TODA A SOCIEDADE.
POR SE TRATAR DE UM ATO NACIONAL UNIFICADO, É IMPORTANTE QUE MANTENHAMOS DATA E HORA DOS ATOS EM SINCRONIA COM TODAS AS OUTRAS CIDADES DO BRASIL.
A ideia central é que se crie uma agenda sincronizada de eventos que possam. a princípio formar e consolidar REDES DE CONTATOS entre os militantes e ativistas da esquerda do Brasil pra estar atuando DURANTE OS PRÓXIMOS 4 ANOS DE GOVERNO DILMA ROUSSEF, pra que possamos auxiliá-la na tarefa de levar este país a um patamar melhor para o seu povo.
SEGUE OS LINKS DAS PRIMEIRAS REUNIÕES AGENDADAS POR TODO O BRASIL PRA A PRIMEIRA INTEGRAÇÃO DOS MILITANTES E ATIVISTAS DA ESQUERDA, COM O APOIO DA MÍDIA INDEPENDENTE.
Sudeste
VITÓRIA - https://www.facebook.com/events/1502667013348910/
SÃO PAULO - https://www.facebook.com/events/1526284620922596/
RIO DE JANEIRO - https://www.facebook.com/events/978220175537741/
BELO HORIZONTE -https://www.facebook.com/events/800479750015213/