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sábado, 27 de setembro de 2014

O matador arrependido

Enviado por Vitor Buaiz


O matador arrependido

Por Alberto Dines em 24/09/2014 na edição 817
Editorial do Observatório da Imprensa na TV nº 751, exibido pela TV Brasil em 23/9/2014

A Comissão da Verdade precisa ir mais fundo e mais depressa. As Forças Armadas precisam reconhecer o seu erro. Não adianta esconder: houve torturas e mortes nos quartéis. Quanto mais demora o pedido de desculpas, mais dificil será a reconciliação.
Quem faz estas afirmações não é um militante revolucionário, nem um guerrilheiro: é um matador arrependido que esteve a serviço da ditadura durante quase duas décadas. Ele executou gente, depois planejou atentados, falsos confrontos, assassinatos.
É dele a ideia de incinerar cadáveres de vítimas das torturas em fornos de uma usina de açúcar.
Liquidou pessoalmente companheiros que não respeitaram o “código de ética” da delinquência a serviço do Estado. Queimou arquivos, alguns deles com prazer.
Seu nome é Cláudio Guerra, delegado do Dops no Espírito Santo convocado pelo Serviço Nacional de Informações, o funesto SNI – o monstro, como o definiu seu criador. Cláudio Guerra hoje é pastor evangélico, já falou ao Observatório da Imprensa em junho de 2012 (ver aqui).
Quer falar de novo, está com pressa. Não porque esteja com medo de ser queimado, mas porque sabe que a Comissão da Verdade tem um prazo fatal: dezembro de 2014.
Quando o Observatório da Imprensa o ouviu pela primeira vez desfiando os crimes que cometeu, logo nos ocorreu o conceito de “banalidade do mal” criado por Hannah Arendt (1906-1975). Agora, ao ouvir sua exortação calma e serena, nos ocorre que a banalidade do mal só pode ser enfrentada com a simplicidade do bem. 


O pastor Cláudio Guerra não fez sermões durante o depoimento ao Observatório daImprensa. quer apenas buscar a verdade, não tem medo da verdade, pronto a encarar a justiça. Mas desta conversa de 60 minutos realizada no dia 3 de setembro, no município de Serra, ao lado de Vitória (ES), ficou claro que o erro não tem limites. Erra-se um pouquinho – sempre com bons pretextos – e o erro se acrescenta, cresce, extrapola.
O aparelho da repressão acreditava que poderia delinquir em defesa da segurança do Estado, logo descobriu que a delinquência não tem limites: o inspetor Fleury foi queimado porque não via erros no narcotráfico; Cláudio Guerra executou o tenente Odilon porque começou a matar em causa própria; o coronel do Exército Paulo Malhães, do Doi-Codi do Rio, assassinado recentemente, esteve ligado à contravenção. O malfeito, o ilícito, a corrupção e a delinquência têm uma dinâmica que não pode ser esquecida. 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Vitrine Capixaba: Bairro de São Pedro receberá a estreia de cineclub...


quinta-feira, 25 de setembro de 2014


Bairro de São Pedro receberá a estreia de cineclube 

latino-americano


Exibição de filme colombiano no próximo sábado
 marca a inauguração oficial do Cineclube El Caracol

As produções cinematográficas latino-americanas agora
 ganham um novo espaço de divulgação no Espírito Santo. 
E melhor ainda, gratuito! Trata-se do Cineclube El Caracol, 
promovido pela 
CALLES – Casa América Latina Liberdade e Solidariedade.
 A inauguração do projeto acontece em Vitória no próximo sábado,
 27 de setembro, na Praça D. João Batista, no bairro de São Pedro.

O filme escolhido para a estreia, que acontece às 18h30, é 
um dos maiores sucessos do cinema de um de nossos vizinhos,
 a Colômbia. O premiado “A Estratégia do Caracol”, 
de Sérgio Cabrera conta a história de um grupo de inquilinos 
de um casarão histórico do centro de Bogotá que bola uma
 estratégia mirabolante depois de receber ordem de despejo:
 como um caracol, decidem levar a casa consigo, transferindo-a 
tijolo por tijolo para outro local, sem que os proprietários percebam.
 Com uma narrativa engenhosa que trata de forma bem-humorada
 de diversos temas como companheirismo, estratégia e resistência,
 a obra serviu de inspiração para o nome do novo cineclube.

A eleição do lugar da inauguração do El Caracol também não 
foi por acaso.
 São Pedro foi local de filmagem de uma das mais emblemáticas 
obras audiovisuais capixabas, o documentário “Lugar de Toda Pobreza”, 
de Amylton de Almeida e Carlos Henrique Gobbi. Anos depois, pese a
 bem sucedida urbanização do bairro e a força do movimento cultural 
local, o São Pedro não possui nenhuma sala de cinema. 
Para incentivar a difusão da arte cinematográfica no bairro, 
o Cineclube El Caracol, em parceria com a 
Movimento Comunitário de São Pedro,
 realiza sua estreia ao melhor estilo cineclubista,
 com exibição gratuita e em praça pública. 
O evento faz parte da programação da festa de 
37º aniversário do de São Pedro.

Sobre o Cineclube El Caracol
Surgido a partir da CALLES – Casa América Latina Liberdade e Solidariedade,
 entidade capixaba que promove a integração latino-americana
 e difusão da cultura e política do continente, o Cineclube El Caracol 
foi um dos selecionados pelo edital de fomento ao cineclubismo da
 Secretaria de Estado de Cultura (Secult), recebendo recursos 
com apoio do Funcultura.

O objetivo do El Caracol é democratizar o acesso às produções
 audiovisuais latino-americanas, que dificilmente chegam ao 
Espírito Santo, privilegiando as obras de caráter crítico e 
reflexivo que permitam gerar debate sobre problemáticas que
 atingem não só os capixabas, mas os cidadãos latino-americanos
 em geral. As exibições serão quinzenais e em caráter itinerante. 
Além disso, o El Caracol realiza atividades e oficinas voltadas 
para a formação de agentes cineclubistas.

Mais informações pelo e-mail 
cineclubecaracol@gmail.com ou pelo no Facebook
 www.facebook.com/cineclubeelcaracol

FARC EP - Comunicado : 'O Governo tem que ir mais além da retórica'.'

50 Aniversario farc ep

La Habana, Cuba, sede de los diálogos de paz, septiembre 25 de 2014
El gobierno debe ir más allá de la retórica
Por decisión de las partes ha caído el inútil secretismo que rodeaba los acuerdos parciales logrados en la Mesa de Conversaciones de La Habana. El fuego de los enemigos de la paz ya no tendrá el combustible de la ignorancia que lo avivaba, y por otra parte, los colombianos podrán ahora interactuar con la mesa sobre el contenido y los alcances de lo acordado. Queríamos, y lo hemos logrado, que este diálogo se desarrollara de cara al país, y no podría ser de otra manera porque en La Habana se está forjando el futuro de dignidad de todos los colombianos. Ahora se trata de garantizar la transparencia del proceso, retomando el sentido genuino de las reglas de funcionamiento que trazó la Mesa y que están ligadas a la participación plena de la ciudadanía. La Mesa no solamente debe elaborar informes periódicos, sino que, además, debe implementar una estrategia de difusión eficaz. Al respecto, debemos decir que existe aún mucha deficiencia.

El alma del ACUERDO GENERAL PARA LA TERMINACIÓN DEL CONFLICTO Y LA CONSTRUCCIÓN DE UNA PAZ ESTABLE Y DURADERA es su preámbulo, que para desencanto de quienes lo minimizan para tornar inane el compromiso del Estado, es absolutamente vinculante. Tiene entonces el preámbulo fuerza de mandato, y si éste estima que “la construcción de la paz es asunto de la sociedad en su conjunto que requiere de la participación de todos, sin distinción”, quiere decir que el proceso de paz es un propósito colectivo y que todos los colombianos podemos aportar ideas para cimentar la reconciliación como pacto social.
Pero también ordena que se deben respetar los derechos humanos en todos los confines del territorio nacional, y entre estos están los derechos sociales, económicos y culturales, el respeto a la vida y a la integridad física, casi siempre desconocidos y olvidados por la amnesia deliberada de las élites. Exige el preámbulo, desarrollo económico con justicia social y armonía con el medio ambiente, desarrollo social con equidad y bienestar, razones suficientes para dejar de trazar líneas rojas aquí y allá en el escenario de los diálogos, que niegan los derechos de las mayorías a las transformaciones estructurales que exigen democracia verdadera, vida digna y soberanía patria.

Esas líneas rojas trazadas como murallas, son interpeladas por el mismo Acuerdo General que en numeral 5 del punto 3 Fin del conflicto, consigna que “el Gobierno Nacional revisará y hará las reformas y los ajustes institucionales necesarios para hacer frente a los retos de la construcción de la paz”. Necesitamos entonces la vinculación activa de todos los colombianos y colombianas para que a través de estos ajustes institucionales, podamos construir una paz que se prolongue a perpetuidad.

El Doctor Humberto de la Calle, en el día de ayer se ha referido ampliamente al conjunto de los Acuerdos parciales, a veces dándole su propia interpretación. Diríamos al respecto, que lo fundamental es lo que el conjunto de la sociedad y sus organizaciones logren interpretar de los textos. Esa es la esencia: que la gente tenga acceso directo a los contenidos y pueda luego ayudar a construir o a corregir.

Refiriéndonos a los puntos de la Agenda sobre los que hay acuerdos parciales, por metodología hemos separado la discusión de cada tema, pero todos están interrelacionados; no se puede hablar de reforma agraria, por ejemplo, sin hablar del punto Participación Ciudadana, porque en gran medida es en el territorio donde se ejerce la acción de la democracia; pero al mismo tiempo habrá que tenerse muy presente que una reforma rural integral no es posible si no se resuelven los conflictos que nos han traído los Tratados de Libre Comercio, o sin aludir a problemas como el de la extranjerización de la tierra.

Tenemos formidables avances, no queremos ponerlo en duda, y el acuerdo parcial sobre asuntos agrarios es una constancia de ello; pero insistimos en observar las salvedades y en la necesidad de meditar en torno a las conclusiones de los Foros que se realizaron para consultar a la gente sobre el asunto, porque la construcción debe continuar y el soberano debe ser escuchado en la cualificación de lo que se está acordando; sobre todo en esta parte, deberemos tomar muy en cuenta lo que han expresado los representantes de organizaciones y movimientos campesinos, indígenas, afro-descendientes, que son los que trabajan el campo, y que ya han dejado muy en claro sus puntos de vista en conclusiones como las de la Cumbre Agraria y otros eventos nacionales y locales.

Pensamos que del documento “Hacia un nuevo campo colombiano: Reforma Rural Integral”, lo más importante debe ser el inicio sin más demora de transformaciones estructurales de la realidad rural y agraria, sobre bases de equidad y democracia,  reconociendo que son las injusticias derivadas de la desigualdad y la miseria las que han engendrado la confrontación, y que por eso se requiere eliminar esas causas para que cese el conflicto.

Esta idea de Reforma Rural Integral, en teoría se centra en el bienestar y buen vivir de la gente del campo, de las comunidades campesinas, indígenas, negras, afro descendientes, palenqueras y raizales, y de la gente que habita en los espacios inter-étnicos e interculturales, con la pretensión de integrar las regiones, de erradicar la pobreza, promocionar la igualdad, el cierre de la brecha entre el campo y la ciudad, la protección y disfrute de los derechos de la ciudadanía y la reactivación del campo, especialmente de la economía campesina, familiar y comunitaria.

Entonces, se ha  logrado hacer un pacto de formalización de la propiedad de la tierra, con el compromiso gubernamental de que serán adjudicados los títulos de propiedad a todos los campesinos que poseen tierras de hecho, lo cual guarda suma trascendencia, si se considera que más del 48 por ciento de nuestros campesinos poseen la tierra en situación de informalidad. Se agrega a esto el compromiso del gobierno de entregar la tierra al que no la tenga o el de ampliarle la propiedad a quienes la tengan de manera insuficiente. También se suscribieron acuerdos referidos a estímulos a la producción agropecuaria y a la economía solidaria y cooperativa, asistencia técnica, subsidios, crédito, generación de ingresos, mercadeo y formalización laboral.

Nosotros estamos por una visión que beneficie al pueblo, y por ello, es que creemos que lo anterior no es suficiente, y que se hace imprescindible que pronto retomemos el debate pendiente sobre la necesidad de acabar con el latifundio, sobre la urgencia de colocarle límites a la extranjerización de la tierra. Y que asumamos con patriotismo que existen problemas muy complejos, como el de los conflictos de uso, los cuales hay que resolver.

Si bien lo acordado reconoce y se centra en el papel fundamental de la economía campesina, familiar y comunitaria para el desarrollo del campo, hay necesidad de garantizar que a las poblaciones rurales no se les siga arrebatando la tierra mediante mecanismos de bancarización u otros trucos que se despliegan dentro de una dañina concepción de asociación capitalista.

No hay que perder de vista, para la definición del Fondo de Tierras, que en los solos procesos de construcción de las Zonas de Reserva Campesina, sus protagonistas calculan un involucramiento de 9.5 millones de hectáreas, y que en contraste, los latifundistas ganaderos concentran en muy pocas manos, no menos de 40 millones de hectáreas subutilizadas.

Cuando hablamos de salvedades, en cualquiera de los puntos, no se trata de colocar sobre la Mesa problemas imposibles de resolver, en tanto hay asuntos mínimos insalvables para alcanzar la democratización y modernización del país dentro de parámetros que nadie podría decir que son los del socialismo, sino sencillamente los de un moderno Estado Social de Derecho, de lo cual aún dista mucho Colombia.

Hemos dicho, que hasta el momento tenemos acuerdos muy importantes, pero modestos; la mayoría de los cuales no son otra cosa que reivindicaciones cuyas soluciones se pueden materializar cumpliendo las normas legales y constitucionales. Un Estado con verdadera voluntad de paz no tendría que hacer mucho esfuerzo para hacer realidad este tipo de reivindicaciones.

Esto lo reiteramos porque sin duda en este momento, una de las mayores reflexiones que hay que hacer, es la de que el gobierno debe ir más allá de la retórica y concretar sus compromisos con las comunidades; preocuparse por reflejar en la realidad lo que promete para el futuro, lo cual no ocurre en los actos de gobierno y mucho menos dentro de la actividad legislativa neoliberal que contradice lo que se está aprobando en La Habana.

Pero bien, ya sobre el tema en sí de la participación política y ciudadana es muy conocido lo acordado en torno al estatuto para la oposición, la ampliación de los mecanismos de participación ciudadana, el fortalecimiento de la democracia, la creación de circunscripciones especiales electorales para las zonas rurales o más marginadas del país, la mayor participación de las comunidades en medios de comunicación de orden local y regional, la mayor presencia en los organismos de control, etc.

Concretamos acuerdos importantes, como el compromiso de convocar sin más demoras a los partidos y voceros de las organizaciones sociales para que  tracen los lineamientos que permitan  elaborar por fin un estatuto para la oposición política, y también una normatización que dé un verdadero reconocimiento, con garantías, a la existencia y a los derechos del movimiento social. Es decir, que lo que se ha acordado está en el camino de expandir la democracia, pero, naturalmente, esta democracia primero hay que fundarla.

Un primer paso en este mismo sentido sería lograr para ya el compromiso de la revisión, y de ser necesaria, la modificación de todas las normas que se aplican a la movilización y la protesta social. Al mismo tiempo es una necesidad vital para la democracia redefinir la tenencia de los medios. Son estos, aspectos nodales de la participación ciudadana, pero resaltando que, como trasfondo una de los temas principales que hay que abordar es el de la superación de la Doctrina de la Seguridad Nacional, respecto a la que exigimos su desmonte en el marco de la necesaria desmilitarización de la sociedad y del Estado que requiere la paz.

Lo acordado en este campo no se puede confundir con el camino simplemente que puede ayudar a la creación de nuevos partidos políticos o a la preservación del anquilosado sistema de partidos que existe en nuestro país.

Sobre el tercer acuerdo parcial, habría que resaltar que en él ha quedado muy claro que el conflicto en Colombia no deriva del narcotráfico, ni éste es su razón de ser, porque existen causas de orden social muy anteriores a la aparición del fenómeno de producción y comercialización de las drogas ilícitas. Incluso el fenómeno de los cultivos de hoja de coca y la vinculación de campesinos y otros sectores rurales a las etapas primarias de producción, está ligado a la situación de miseria que padecen. Entonces, el conflicto político, social y armado de Colombia no comienza ni termina con el narcotráfico, sino que tiene profundas raíces de miseria y desigualdad.

En todo caso hemos llegado a un acuerdo entre el gobierno y una organización política-militar, y ese acuerdo se hace porque se logra definir que el problema es asunto de todos y su solución también; es decir que estamos hablando de una responsabilidad colectiva en su solución, y en ello, el primer compromiso que logramos es que el Gobierno Nacional, entendiendo que en la instituciones hay corrupción causada por el problema de las drogas ilícitas, pondrá en marcha las políticas y programas que acordamos, incluyendo liderar un proceso nacional eficaz para romper de manera definitiva cualquier tipo de relación de este flagelo con los diferentes ámbitos de la vida pública. A partir de ahí es que las FARC-EP, hemos hecho el compromiso de contribuir de manera efectiva, con la mayor determinación y de diferentes formas y mediante acciones prácticas con la solución definitiva al problema de las drogas ilícitas.

Para lograr estos propósitos habrá que trazar una nueva política criminal, propender por la suspensión inmediata de las aspersiones aéreas con glifosato y por la reparación integral de sus víctimas; acabar en definitiva, el viejo esquema de erradicaciones forzadas-fumigaciones, el cual ha fracasado generando enormes daños al tejido ambiental y social, lo cual implica que deben buscarse alternativas urgentes.

Aparte de la Conferencia Internacional que aborde tan compleja problemática, una de las tareas principales debe ser la de convocar una conferencia nacional para analizar y elaborar conclusiones sobre el problema de la comercialización y producción de drogas ilícitas como fenómeno ligado al paramilitarismo. La Conferencia también deberá abordar el asunto concerniente a la relación entre conflicto, narcotráfico e impacto en la institucionalidad.

Al mismo tiempo, con los debates y conclusiones logradas a lo largo de 28 ciclos, están sobre La Mesa, y en el escenario nacional de discusión otros temas de suma importancia y complejidad, necesarios eso sí para preparar de la mejor manera el terreno sobre el que iremos a construir la paz.

Sobre el armisticio. Para dinamizar el avance del proceso de paz es urgente concretar ya el cese bilateral de fuegos y hostilidades, que de manera creciente está exigiendo la ciudadanía. El gobierno no puede seguir confundiendo el cese bilateral de fuegos con la paz o la firma del acuerdo final. No hay que esperar la firma de la paz para pactar el armisticio. Este paso se debe dar para amainar los dolores de quienes se encuentran victimizados por el fuego cruzado. Urge desescalar la guerra, porque la construcción del acuerdo necesita un medio ambiente favorable para ascender a nuevos niveles.
Sobre la dejación de armas: Afirma el jefe de la delegación del gobierno que “el fin del conflicto requiere por supuesto, que las guerrillas dejen las armas y se reintegren a la vida civil. Esa es una condición necesaria, pero no es una condición suficiente para construir la paz”. Y estamos de acuerdo. Esa es una condición insuficiente, porque la dejación de las armas debe entenderse como el acto de renuncia de ambos lados a la utilización de las armas como forma de hacer política. Lo que queremos decir es que si la solución es la paz con democracia y con justicia social, ya no se tendrán que utilizar las armas para hacer política. Pero esto es válido para todas las partes del conflicto. Si la paz se forja dentro de estas condiciones, las FARC ya no usarán las armas para hacer política; yel Estado no puede continuar usando las armas para hacer política, pues la utilización de las armas por parte del Estado es, en efecto, una expresión política, dado que el conflicto armado colombiano es político-social. La dejación de las armas para el Estado implica la renuncia del uso de las armas de guerra al interior de las fronteras para enfrentar a sus ciudadanos; es decir, no cabe más el uso de armas en la política interna, y mucho menos con la forma asimétrica y anti-ciudadana como la ejecuta. Eso es dejación de armas. La fuerza pública regresa a su rol natural, constitucional, que no es precisamente el de inmiscuir sus armas en la política interna, sino el de atender la defensa de las fronteras y la soberanía patria.

Sobre Justicia transicional: Rechazamos una vez más la maleza jurídica que se ha venido sembrando en el campo de la paz con el ánimo de enredar los diálogos de La Habana, y en consecuencia, desconocemos los instrumentos de justicia transicional, que establece el Acto Legislativo 01 de 2012, porque no obedecen a ningún consenso entre las partes. Lo reiteramos: estos para nosotros no existen, porque los temas que se pretenden definir y reglar, nunca han sido objeto de estudio en La Mesa de diálogo. No estamos en un proceso de sometimiento. No nos vamos a poner a discreción frente a una administración de justicia parcializada, corrupta, politizada y especializada en perseguir al movimiento político y social inconforme. El Estado no puede ser juez y parte. Por eso el proceso está llamado a crear nuevo derecho en el que se transmute la tradicional justicia para el castigo en justicia para la paz. Por eso, en las actuales circunstancias, el único marco jurídico válido para las FARC-EP, es el Acuerdo General de La Habana del 2012.

Sobre la Comisión Histórica del conflicto y otras subcomisiones de trabajo: Registramos que el proceso de paz protagonizó un salto cualitativo en el camino de la reconciliación, al poner en marcha la “Comisión histórica del conflicto y sus víctimas” como escenario clave para el esclarecimiento de la verdad, a partir de la auscultación de los orígenes, causas, efectos y responsabilidades que enmarcan el desenvolvimiento de la confrontación política, económica, social y armada.
Estamos profundamente comprometidos en que se esclarezcan los hechos que han marcado el desarrollo de la confrontación, y por ello hemos propuesto en la Mesa también, la conformación de una “Comisión de la Verdad”. El trabajo de la “Comisión histórica del conflicto y sus víctimas” y de la “Comisión de la verdad”, lo comprendemos como parte de un todo. El Informe de la Comisión Histórica, cuyos alcances consideramos vinculantes, será marco de referencia ineludible, no sustitutivo, en el cual se deberá apoyar la Comisión de la Verdad. La marcha de la comisión histórica, de la comisión de la verdad, de la subcomisión de género y de subcomisión técnica para el fin del conflicto, son también ya un acuerdo en la mesa de conversaciones de La Habana.

DELEGACIÓN DE PAZ DE LAS FARC-EP

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

EUA derrubaram avião de Campos, diz jornal

23/09/2014 18:17

EUA derrubaram avião de Campos, diz jornal

Colunista americano publica dossiê com as razões pelas quais o governo dos EUA teria matado Campos

Eduardo Campos / Foto: Reuters

Por: Janaína Ferraz
Diário SP Online
O jornalista norte-americano Wayne Madsen, especialista em inteligência e assuntos internacionais, publicou em sua coluna do jornal Strategic Culture Foundation, que os Estados Unidos seriam os responsáveis pela queda do avião que matou Eduardo Campos, em agosto deste ano.
O colunista afirma que a morte de Eduardo e sua substituição por Marina Silva poderiam derrotar Dilma Rousseff, representando assim, uma vitória para os planos de Barack Obama de eliminar presidentes com ideais progressistas na América Latina.
De acordo com Madsen, os EUA têm um longo histórico de participações em mortes de políticos que "ameaçam" as intervenções norte- americanas nos países latinos. Para comprovar sua teoria, o jornalista cita ainda as razões pelas quais a CIA seria a principal suspeita de assassinar o candidato brasileiro.
1. O Avião Cessna 560XLS
Segundo a coluna, o modelo que levava Eduardo Campos a Santos, Cessna 560XLS, apresenta um "histórico de voo perfeitamente seguro". O que contraria a hipótese de que foi um acidente causado por danos na aeronave. 
O jornalista ainda afirma que há diversas incertezas a respeito da compra do avião, que teria sido adquirido por meio de empresas-fantasma. Além disso, Madsen questiona o fato do gravador de voz da cabine do piloto não ter funcionado.
2. Equipe de Investigação
De acordo com Madsen, a equipe norte-americana enviada ao Brasil para investigar a queda da aeronave, a National Transportation Safety Board, é conhecida por "acobertar ações criminosas", durante a investigação de outros dois famosos acidentes, TWA 800 e American Airline 587.
3. Marina Silva e George Soros
"Marina Silva é o fantoche de George Soros", diz Madson sobre a relação da candidata com o magnata húngaro-americano, listado como um dos mais ricos do mundo pela revista Forbes e doador de milhões de dólares para a reeleição de Obama.
Com a substituição de Eduardo Campos por Marina Silva, as pesquisas passaram a ficar mais acirradas, dificultando a reeleição de Dilma. Para o jornalista, a atual presidente representa uma ameaça ao governo dos EUA, ainda mais após as revelações feitas por Edward Swoden, sobre as espionagens da Agência Nacional de Segurança (NSA) às máquinas de Rousseff. Sem contar a criação do banco da BRICS, que vem preocupando os economistas norte-americanos. 
4- Terceira Via
A disputa polarizada entre PT e PSDB perdeu forças com a chegada de Marina Silva na corrida presidencial. Essa intervenção faria parte de uma corrente internacional conhecida por "Terceira Via", à qual pertenceram diversos políticos financiados justamente por George Soros, que tem por objetivo infiltrar representantes políticos e assumir o controle de países com maioria da classe trabalhadora. Entre os políticos que fizeram parte da Terceira Via estariam Bill Clinton, Tony Blair e Fernando Henrique Cardoso.
Para Madson, o próprio Eduardo Campos fazia parte dessa corrente; entretanto, a Terceira Via não viu popularidade no candidato, ao contrário de Marina, que atenderia mais aos interesses dos Estados Unidos.
Controvérsias
O jornal The Observer, que é do mesmo grupo do The Guardian, em Londres, publicou uma matéria de primeira página sobre Wayne Madsen, em junho do ano passado. De acordo com a publicação, o jornalista já inventou diversos fatos "enganosos", que chegaram a ser publicados como fatos reais por jornais conhecidos, inclusive o The Observer. Madsen é conhecido por criar teorias conspiratórias e inventar documentos falsos na época das declarações dadas por Edward Snowden sobre as espionagens da NSA.
+Relembre o caso: 

Urge ajudar a desabrigados da desocupação arbitraria em Serra ES

Quando morar é um privilegio... Ocupar é um direito ...
Tem uns 20 dias que ocorreu a ocupação de cerca de 6000 mil pessoas-(500 famílias)em um terreno na Rodovia do Contorno às margens da BR 101, entre os municípios de Cariacica e da Serra ES , no bairro serrano de Jardim Carapina.
O terreno está há mais de 30 anos sem função social alguma , servindo muitas vezes de local de desova de cadáver, carcaça de automóveis e outros ...
Menos de 15 dias após a ocupação, uma ordem de desocupação foi cumprida por mais de 100 policiais da Tropa de Choque da Policia Militar, com a ajuda da policia Rodoviária Federal, descumprindo a legislação federal que determina que ações como essa só deveriam acontecer respeitando o prazo de pelo menos 5 dias de expedido mandato , avisado aos DH e ao núcleo Juridico dos DH, o que não acontecem e posso atestar pois fui pessoalmente fazer essa averiguação
Sobre o terreno vale falar que:
-O terreno está localizado em local colocado pelo PDM da Serra como faixa de zoneamento urbano e registrado como terreno rural, consequentemente tem 30 anos que além de não servir a nenhum fim social o terreno vem sendo instrumento de lesa povo, visto que o importo que são recolhidos são impostos rurais IPR quando deveria ser pago o imposto urbano – IPTU, muito mais elevado que o imposto rural. A diferença desse imposto , segundo Monica Simões e Andre Moreira , Militantes de direitos Humanos e Advogado que acompanha inicialmente o caso, é superior a 45 milhões de reais,
Os desalojados nessa operação, acompanhados agora por advogados daqui e principalmente por advogados de fora do estado do Espírito Santo ( como costumamos fazer para ver feita justiça aqui), e apoiados por militantes suprapartidários , perguntam a justiça oficialmente:
-Ter a propriedade de uma área basta para reintegra-la ou é preciso ter a propriedade da área e cumprir a função social da propriedade?
Óbviamente a qualquer pessoa essa resposta é fácil TEM QUE CUMPRIR FUNÇÃO SOCIAL
Mediante isso, requerem eles e o povo lesado mais uma vez , que o município reclacule a diferença do IPR para o IPTU nesses 30 anos de pagamento , uma vez que já provado que a área é Urbana e o terreno registrado como área rural que consideramos propositadamente errado, cobre de seus reclamantes e/ou em juízo declare que a área está abandonada e faça cumprir a lei .
Criação de um novo bairro, Já!
Entre a propriedade sem função social e o direito a moradia, o Direito a moradia é maior, pontua André Moreira.
Pedimos aos militantes, blogueiros de todo o páis para pautar essa situação que é absurdamente sufocada pela mídia aqui do ES.
E para colaborar, ajudo a divulgar aos interessados e voluntarios que sábado às 930h. estará acontecendo, no DCE da UFES , reuniao de organização e solidariedade aos desabrigados

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

democratização da mídia


De 4 em 4 anos, em período de disputa eleitoral, fica ainda mais explícito o desserviço que a imprensa brasileira presta ao nosso país à nossa democracia.
A imprensa brasileira, ao contrário do que seria sua função social, desinforma o povo, mente, distorce os fatos, omite informações importantes, deturpa a realidade. É graças a esse anti-jornalismo que candidatos que não têm o que dizer conseguem se apresentar para uma disputa eleitoral e sustentar suas candidaturas apenas em mentiras. Enxurradas de mentiras.
Falam pelos cotovelos. Dizem o que querem. Sabem que estão mentindo, mas o fazem porque se sentem à vontade, protegidos pela ignorância do público. O povo, enganado por um jornalismo picareta, muitas vezes não dispõe das informações necessárias para se proteger desse assédio, desse estelionato eleitoral que é praticado a cada 4 anos. Muitas vezes, falta o conhecimento prévio que possibilitaria ao cidadão identificar a mentira que determinados candidatos tentam lhe pregar.
Se tivéssemos um jornalismo decente, muitos candidatos não teriam condições sequer de se colocar diante das câmeras de televisão porque não têm absolutamente nada a dizer que não possa ser facilmente desmentido. Se não fosse esse jornalismo de quinta categoria que se faz nesse país, o psdb, por exemplo, não seria mais que uma associação de bairro, de Higienópolis/SP. No entanto, estão aí, nos azucrinando e debochando da nossa cara com suas mentiras deslavadas.
A propaganda eleitoral do candidato Aécio Neves, que foi ao ar nesta terça-feira à noite (23/09), afirmou que a presidenta Dilma DEU dinheiro para a construção do porto de Mariel, em Cuba. Por se tratar de um financiamento de Estado, via BNDES, o PT tem que entrar com pedido de direito de resposta para restituir a verdade. Espero que o departamento jurídico do Partido dos Trabalhadores e da campanha da candidata Dilma Rousseff tomem as devidas providências.

E não desistiremos, seguiremos nessa luta.  Importante que todos acessem e percebam :

Por Valdir Fraga Junior: Valdir Fraga Junior( ex preso poliico, grande militante) -Uma coisa temos convicção o papel da imprensa na sua qualidade de imagem e semelhança da classe dominante. Outra coisa é saber como podemos atuar nesse campo tendo em vista o papel importantíssimo das redes sociais! Esse papel tenho acompanhado e não podemos de maneira nenhuma deixar de reconhecer o valor de diversos Blogs, artigos etc e tal de companheiros, assim como Rafael Patto, Maria Ana Helena Ribeiro Tavares e outros e outros! A construção do porto de Mariel em Cuba, como aborda com muita clareza a postagem do RP, e outras questões que a direita raivosa gosta de distorcer. Temos que ter na ponta da língua todos os programas de inclusão social da presidentA Dilma Rousseff, temos que ter noção do que representa essa nova ordem mundial que China, Rússia e países do sul, de nossa América sofrida através do .......,. Outra coisa que vejo importante são as reuniões de Blogueiros para debater problemas em comum e nos organizar para uma ofensiva mais eficiente, assim como a organizada por Fernanda Tardin Tardin, e diversas companheiras e companheiros no Sul do ES!
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Fernanda Tardin Tardin precisamos , como fala o Valdir Fraga Junior, perceber que a NET é nossa trincheira de organização e mobilização e que a rua é importante para consolidar o que agregamos aqui. Passada a eleição URGE irmos as ruas em bloco, fazer a campanha de democratização da Mídia. juntos somos fortes.
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Fernanda Tardin Tardin e aqui, seguiremos nos encontros. independente de quantos vão, pq. é assim a construção: aos poucos. De uma coisa é certa: fomos vistos e aos poucos criaremos o costume de participação coletiva. vale Valdir Fraga Junior, sua presença é fundamental. hasta siempre hermano. venceremos essa batalha da ditadura imposta sob a mascara da conhecida ' democracia'. Bjao



 " Juramos Vencer, Venceremos'.JUNTOS SOMOS FORTES.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Encontro de Blogueiros-Cachoeiro de Itapemirim/ES





Lei de Médios e o Empoderamento Popular : As Conquistas na América Latina e os Desafios para a Conquista no Brasil – Claudio Machado

ONU Pública Mapa da Fome: BRASIL, AUSENTE!!!!!!!!!!!!!

via Marluzio,
Tem que falar, brigar, xingr.... (rsrs) TUDO CULPA DA DILMA,
é ELA!!!!!!!!!!!!!' Pq. penso em todos e não só em mim'

OMS: Cuba dá EXEMPLO


Cuba decidiu mandar um contingente de 165 médicos e outros funcionários da saúde para Serra Leoa; OMS louva gesto sem precedentes
OPERAMUNDI.UOL.COM.BR

FHC vai a NY negociar o Brasil

Laerte Braga
9 h ·
'Ao contrário da eleição anterior, 2010, quando um "ex" diretor da GLOBO organizou em Foz do Iguaçu um encontro de FHC com investidores norte-americanos para tratar da entrega da PETROBRAS, da CAIXA, do BANCO DO BRASIL, do BNDES, etc, este ano o encontro foi em New York, organizado pelo J.P, MORGAN, um dos maiores bancos do mundo e dirigido por sionistas. FHC foi lá explicar o "quadro" brasileiro" e disse, entre outras coisas, para terem cautela nos "investimentos no Brasil, que a presidente Dilma Roussef ainda pode ganhar as eleições". No Código Penal, ou no Código Penal Militar, deve haver o crime de traição. É o caso.'