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sábado, 6 de setembro de 2014

PUNIÇÃO DOS TORTURADORES É PÉSSIMO ASSUNTO DE CAMPANHA PARA DILMA

A rede propagandística do PT deu o máximo de quilometragem possível a esta notinha do responsável interino pelo Painel Político da Folha de S. Paulo, publicada na 5ª feira, 4:
"Antes era assim. Mais uma para a lista dos vaivéns de Marina. A candidata, que agora se diz contra a revisão da Lei da Anistia, pensava o contrário antes de disputar a Presidência. Ela defendia a punição de militares acusados de torturar na ditadura.
Agora é assado. Em 2008, Marina escreveu em artigo na Folha: 'A tortura é crime hediondo, não é ato político nem contingência histórica. Não lhe cabe o manto da Lei da Anistia'. Ontem, em sabatina no portal G1, declarou que é contra rever a lei".
Até alguns que exercem ou já exerceram o ofício de jornalistas embarcaram nessa canoa oportunista, ajudando a trombetear só o que servia para desqualificar a candidatura por eles temida, sem mostrarem o mais ínfimo empenho em informar corretamente a seus leitores.

O único que honrou seu compromisso com a verdade foi Mário Magalhães (vide aqui), ao criticar o novo posicionamento de Marina, mas lembrar o singelo detalhe de que também Dilma Rousseff e Aécio Neves já haviam, antes dela, rechaçado a revisão da anistia de 1979:

Assim, na véspera da efeméride sinistra dos 50 anos da quartelada, Dilma afirmara que "nós reconquistamos a democracia à nossa maneira, por meio de lutas e de sacrifícios humanos irreparáveis, mas também por meio de pactos e acordos nacionais, muitos deles traduzidos na Constituição de 1988", declarando em seguida, enfaticamente, que reconhecia e valorizava "os pactos políticos que nos levaram à redemocratização". O principal destes pactos, obviamente, foi a anistia que equiparou as vítimas a seus algozes.

Quanto a Aécio Neves, instado pelo G1 a responder com um "sim" ou um "não" a diversas questões, cravou um "não" na referente à "revisão da lei da anistia".

Bem, os três cometem um erro grosseiro, já apontado várias vezes por grandes juristas nacionais e internacionais, além de repudiado pela ONU e insustentável à luz do Direito dos povos civilizados: admitem a possibilidade de agentes de uma ditadura munirem-se, em pleno regime de exceção, de uma espécie de habeas corpus preventivo para evitar que seus crimes sejam apurados e punidos adiante, quando se der a redemocratização do país.

Cansei de escrever que a esperança de ainda vermos encarcerados os torturadores e seus mandantes é quimérica, pois seriam necessários morosos trâmites na esfera do Executivo e do Legislativo, seguidos de processos que se arrastariam por todas as instâncias de nosso letárgico Judiciário, com ampla margem de manobras para os advogados de defesa retardarem ad nauseam seu desfecho. Só chegaríamos no fim da linha (o trânsito em julgado) lá pela próxima década, mas --surpresa!-- se ainda restassem torturadores vivos para pagarem por suas atrocidades, se contariam nos dedos de uma mão...

Ainda assim, a autoanistia dos torturadores nos coloca em ridículo mundial e é um péssimo precedente legal, que poderá beneficiar os carrascos de uma ditadura vindoura (torcemos para que nunca mais haja alguma, mas não se sabe...). Então, com ou sem efeitos práticos imediatos, a Lei de Anistia precisa, sim, ser REVOGADA E SUBSTITUÍDA POR UMA QUE NÃO FAVOREÇA ABERRANTEMENTE OS ALGOZES E SICÁRIOS DO ESTADO.

De resto, é chocante que a rede propagandística petista invista sorrateiramente contra Marina num terreno tão desfavorável a Dilma Rousseff, pois a presidenta:
  • ignorou a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos que responsabilizou o Brasil pelo desaparecimento de cerca de 70 pessoas no Araguaia e determinou uma série de providências, inclusive que fossem investigados, processados e punidos os agentes estatais responsáveis por tais desaparecimentos;
  • criou a Comissão Nacional da Verdade, acreditando que propiciaria o jus sperniandi para as vítimas inconsoláveis e serviria como um bom engana-trouxas para desviar a atenção da opinião pública da decisão memorável da OEA, que ela jamais pretendeu cumprir;
  • vergou-se à chantagem da bancada evangélica no Congresso, que só admitiu apoiar a instituição da CNV se dela ficassem excluídos não só os militares (ponto pacífico), mas também os veteranos da resistência armada à ditadura, o que equivaleu a considerar os resistentes tão inconfiáveis quanto os fardados, ou seja, a igualar novamente vítimas e algozes;
  • prorrogou, por meio de medida provisória, o prazo final para entrega do relatório final da CNV, que vencia em maio de 2014. Com um pouco de boa vontade, daria até para divulgá-lo no momento em que o golpe obtinha grande espaço na imprensa em função do 50º aniversário. Ao invés disto, Dilma preferiu postergar a divulgação para dezembro, quando a eleição já tiver sido decidida (ou seja, as conveniências eleitoreiras vêm sempre em primeiro lugar, como apontei aqui);
  • omitiu-se quando as Forças Armadas, ao invés de responderem a um questionário com indagações pontuais formuladas pela CNV, pariram um patético relatório genérico de 455 páginas (vide aqui), garantindo que as torturas e assassinatos jamais ocorreram; e   
  • omitiu-se novamente quando o comandante do Exército determinou a todos os oficiais que não atendessem a CNV (vide aqui), direcionando quaisquer pedidos ou perguntas ao seu gabinete, o que, na prática, equivaleu a CENSURAR A CNV, sem dispor de poder legal para tanto e cometendo um abuso de autoridade que deveria ter sido respondido com sua exoneração imediata por parte da comandante suprema das Forças Armadas.
Resumo da opereta: se o posicionamento em relação aos torturadores for determinante na decisão de voto, azar de Dilma, que perde de goleada para Marina e Aécio. Os três se posicionaram da mesmíssima maneira, mas só Dilma detém o poder para ir além das palavras e, até por ser a única do trio que passou pelos porões da ditadura, poderia ter agido com um mínimo de coerência, sem, p. ex., recuar vergonhosamente diante dos sucessivos blefes dos fardados.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

OS BOÇAIS da DITADURAClube Militar declarou apoio à Marina Silva - / Divulgação

Pauta enviada por Jeronimo Collares
http://oglobo.globo.com/brasil/no-rio-manifesto-do-clube-militar-indica-marina-como-esperanca-13837349?topico=marina-silva
RIO — Nas fileiras do Clube Militar, formado por oficiais da reserva, de perfil conservador e sem vínculos com o governo, cresce a torcida pela vitória de Marina Silva. No manifesto “Pensamento do Clube Militar — Um fio de esperança”, divulgado na quarta-feira, a candidata do PSB é vista como a “esperança de algo novo e diferente, que rompa com a tradição negativa representada pelos atuais homens públicos”. O general da reserva Clóvis Purper Bandeira, autor do texto, explicou que Marina é a grande aposta dos militares para derrotar o PT.
O general disse que, embora tenha começado a carreira política e se elegido sempre pelo PT, Marina representa mudanças. O Clube Militar, afirmou Bandeira, considera prioritárias a melhoria dos salários nos quartéis, a revisão do papel do ministro da Defesa, permitindo que o cargo seja ocupado por um oficial, e a preservação da Lei da Anistia, evitando que os agentes do regime militar (1964-1985) sejam punidos, enquanto os ex-militantes das organizações da esquerda armada permaneçam impunes.

Clube Militar declarou apoio à Marina Silva - / Divulgação
DESEJO DE MUDANÇAS
No manifesto, o Clube lembra que, com 20 milhões de votos nas últimas eleições presidenciais, em 2010, Marina é “séria pretendente ao cargo nas próximas eleições”. A candidata, segundo o texto, segue empatada com a presidente Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno e venceria no segundo com uma folgada diferença, como indicam as pesquisas mais recentes, por ter incorporado o “desejo vago de mudanças que levou o povo às ruas em junho do ano passado”.
O documento, contudo, sustenta, em tom de crítica, que a “figura messiânica” de Marina, com “declarações vagas, promessas iniciais generosas, “mas fora do alcance do cofre nacional”, acena para “uma nova política misteriosa”, mistura de “propostas esquerdistas e ambientalistas”, entre as quais maior participação direta por meio de plebiscitos e consultas populares, “cheiro de bolivarianismo”, governo formado por pessoas e não com partidos e a adoção de orçamento participativo.
PROMESSAS CARAS DEMAIS
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“Cálculos preliminares orçam suas promessas — entre as quais 10% do orçamento para a saúde, outros 10% para a educação, aumento da bolsa esmola, do efetivo da Polícia Federal — em quase 100 bilhões de reais por ano, cuja origem não é esclarecida”, diz o manifesto.
O manifesto adverte que uma excelente candidata não será necessariamente uma excelente presidente, e diz que Marina terá que descer das nuvens “sonháticas” e “lutar na arena do dia a dia da Praça dos Três Poderes, enfrentando as feras insaciáveis, sem nenhum compromisso com a realidade política.”
Apesar das críticas, o texto do manifesto afirma que a esperança de algo novo e diferente impulsiona a candidatura de Marina e arremata: “As mudanças podem ser para melhor e para o pior, desde que interrompam a malfadada corruptocracia instalada no poder pelo lulopetismo. Como está, não pode continuar.”


Read more: http://oglobo.globo.com/brasil/no-rio-manifesto-do-clube-militar-indica-marina-como-esperanca-13837349#ixzz3CRKr2LSm

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Marina Silva e o Tsunami DataBope



Marina Silva e o Tsunami DataBope




Instituto contraria Ibope e prevê vitória de Dilma no primeiro turno

3/9/2014 
Por Redação - de São Paulo

CORREIO DO BRASIL

Ao contrário do que prevê o Ibope, em pesquisa divulgada na noite desta quarta-feira, na qual a presidenta e candidata Dilma Rousseff (PT) iria para um segundo turno contra Marina (PSB/Rede Sustentabilidade) em condição de inferioridade, o jornalista Paulo Henrique Amorim (PHA) divulgou, logo em seguida em seu blog, que os trakings comerciais, uma forma de pesquisa atualizada diariamente, do Instituto DataCaf, já colocam a candidata à reeleição pelo PT com 42% das intenções de voto, em seguida aparece a candidata Marina Silva pelo PSB com 25% e em terceiro lugar Aécio Neves pelo PSDB com 12%. Brancos/Nulos/Não souberam 21%.

“Como se sabe, o DataCaf está para as eleições como o Institulo alemão GfK para medir audiência de TV”, escreveu o jornalista. Com base neste levantamento, Dilma Rousseff do PT seria reeleita no primeiro turno. Contrariando as pesquisas do IBOPE e o Datafolha. Os números do DataCaf, desta quarta-feira, mostram uma “estabilização pra cima” da Presidenta Dilma.

“Passado o efeito mais intenso do velóriomicio, muita gente começa a se perguntar: mas, esse moralismo difuso, essa ‘roleta biblica’ , isso governa um país ? Isso pode mobilizar uma classe média que se beneficiou dos governos Lula e Dilma, mas não sabe. Pensa que foi o Papai do Céu que enviou. E ela mesma, sozinha, conseguiu”, continua PHA.

“E tem a juventude enraivecida, também sem parâmetro de comparação. Para tudo isso coopera o ‘envenenamento’ de que falava o grande presidente João Goulart, durante 12 anos ministrado pela Globo e derivados, da Urubóloga àquele que recebeu uma banana de presente”, acrescenta.

Ainda segundo o jornalista e apresentador da TV Record, o “efeito manada” se desfaz. “Se desfaz com o ‘cartesianismo’ de que a Dilma foi por ela impiedosamente acusada num debate”.


*****

Tudo não passa de fraude, e não é apenas fraude eleitoral... A coisa vai muito além do que se possa imaginar, basta ver o efeito que essas “pesquisas” estão causando na Bolsa de Valores. Está havendo uma verdadeira romaria especulativa, são bilhões de reais que, neste momento, os investidores, digo, os especuladores estão ganhando... 

Mas essa euforia passa rápido, e aguardem os acontecimentos. Tenho até pena da infeliz da Marina Cocó, rabo preso. Eu não desejo que ninguém esteja na pele dela, como não queria que nem mesmo um inimigo meu estivesse no lugar de Eduardo Campos. Imagino e terror estampado no seu rosto no momento em que o jato se precipitava para o choque em terra... Que Deus o tenha...

Tem gente falando que Marina é “transparente”.

Transparência! Muita! 

Deve ser sim, muito transparente para os seus donos. No seu “programa de governo” ela cita o Pré-Sal lá numa linhazinha em meio às dezenas de páginas do tal "programa". Transparente! Putz! Certamente os seus donos sabem muito bem o que ela pretenderia fazer com a Petrobras e toda essa riqueza cobiçada pelo mundo inteiro, caso fosse eleita Pau Mandado Nº 1 do Brasil.

Marina é transparente sim: não deixa dúvida de que vai se ajoelhar e tocar flauta para o Tio Sam se deleitar...

  • Estou Falando Desde o Início : É D I L M A no Primeiro Turno . VOLTAR OU PASSADO É SOFRER DUAS VEZES ...

  • Marcia Pena Marinex, never

  • O DESEMPENHO DO CRESCIMENTO BRASILEIRO, 
    frente à quebra do capitalismo no crash de 2008 
    p.s.: nunca havia visto isso nos jornais impressos, televisivos ou nas revistas que você assina, não? 
    fontes: Banco Mundial e Eurostat 
    período: de 2008 a 2013

    China: 66,44%.
    Índia: 45,57%;
    Brasil: 19,87%;
    Rússia: 10,73%;
    México: 9,16%;
    EUA: 5,51%;
    Alemanha: 4,21%;
    França: 0,61%;
    Japão: 0,3%;

    União Europeia: - 0,94%;
    Reino Unido: - 1,37%;
    Zona do Euro: - 1,83%;
    Espanha: - 5,73%;
    Portugal: - 6,79%;
    Itália: - 8,73%;
    Grécia: - 23,65%;

    Entre as principais economias do mundo, no período compreendido entre 2008 e 2013, o Brasil só tem desempenho inferior às espetaculares performances da Índia e da China e emplaca o pódio seguido da Rússia, na quarta colocação. 

    Todos BRICS, reparou? 

    O quadro mundial é absolutamente preocupante e, quem ainda não entendeu os porquês dos níveis do crescimento econômico brasileiro, achando-os fracos e inconsistentes, deveria prestar mais atenção ao que está acontecendo no mundo.

    Ou seja, ao invés de ficar repetindo o que lhe é vendido como verdade, deveria, isso sim, amplificar sua participação cidadã através da busca da informação honesta e esclarecedora, de forma a, efetivamente, poder ajudar na construção de uma sociedade mais harmônica e justa.

    O crash de 2008 dizimou as premissas do capitalismo e é, sim, a pior crise econômica de toda a História escrita nos últimos seis mil anos, posto que, dado o volume das quantias envolvidas e a abrangência de sua destruição, transformou 1929 em “ bons tempos “. 

    E isso está longe de ser superado.

    No entanto, por aqui o Brasil resistiu bravamente, descolando-se do espectro perverso criado pelos partícipes da ação entre amigos perpetrada, desde sempre, por EUA, Japão, Alemanha, França e Reino Unido, por exemplo, deixando-lhes a sorver, e apenas eles, o amargor das indenizações e o fardo da reconstrução do que, através da prevaricação mercadológica, aviltaram, destruíram e não podem mais desembaraçarem-se sem as saldar.

    Também, e no contraponto do que é preconizado pela nossa atual oposição, o Brasil cresceu mais que o dobro do que cresceu o México, o queridinho dos mercados prostituídos e da selvageria neoliberal.

    Isso é modelo extinto.

    Deve-se lamentar, portanto - e profundamente - o FATO GRITANTEMENTE ANTIDEMOCRÁTICO de não existir por aqui uma imprensa séria, CAPAZ DE CONTEXTUALIZAR OS REAIS FATOS ECONÔMICOS, quer do mundo quer do Brasil e nem, tampouco, de demonstrar o aviltamento provocado por essa crise sem precedentes na vida cotidiana do cidadão comum dos países que, até então, eram por nós tidos e havidos como modelos a serem copiados.

    Pelo contrário, o que assistimos é a uma mídia vendida ao capital especulativo que, além de esconder verdades, cria mentiras a todo o momento e as estampa como manchete em seus veículos de comunicação de massa: “ a inflação voltou “, quando ao que, concretamente, assistimos, é a uma inflação completamente dominada e dentro das metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional e gerenciada pelo Banco Central do Brasil, há onze anos consecutivos.

    É essa, também, a mesma imprensa que critica o baixo crescimento econômico do Brasil, mas que omite o fato de que estamos muito, mas muito melhor mesmo que todos os demais, ainda, ditos grandes países do mundo.

    O sucesso no enfrentamento desse crash deve-se, exclusivamente, à política anticíclica adotada desde o governo Lula - continuado e aperfeiçoado no de Dilma - que, de forma inédita, durante todo esse período de irreversível débâcle capitalista, continuou mantendo o pleno emprego no Brasil e fazendo uma distribuição de renda sem precedentes nos registros de seis mil anos de História escrita.

    Inovando positivamente, enfim, e sendo, planetariamente, anunciado como padrão a ser seguido, o Brasil já é modelo copiado em várias de suas vertentes, em um quadro de contexto econômico internacional tenebroso e jamais presumido pelas extintas grandes potências, viesse poder ser assistido nessa nossa contemporaneidade.
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A "CREDIBILIDADE" DO IBOPE

O histórico do Ibope fala por si

Vejamos este caso...

Ibope pede 1 milhão para fraudar pesquisas

O Ibope não negou o caso denunciado na Tribuna do Senado, pelo senador Mozarildo Cavalcanti, apenas chutou a culpa pra escanteio, como se não tivesse qualquer responsabilidade no caso. 

Se aconteceu em 2010, a troco de que Montenegro e sua gangue estariam hoje regenerados?

Na época (4 anos atrás), só a militância na internet veiculou isso. A imprensa conivente, como sempre, calou...

ASSISTA AO VÍDEO... 


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Ciro Gomes detona o Ibope: "Montenegro vende até a mãe!"

ASSISTA...


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G1 - Dilma tem 37%, Marina, 33%, 

Se o Ibope indica 37% (Dilma) e 33% (a Coisa), podem apostar que a diferença é muito maior, muito mesmo: ou Dilma está muito acima, ou a Coisa está bem abaixo. 
Empate técnico é o cacete! Eles querem mesmo é fazer o empresariado apostar na Coisa e jogar dinheiro na campanha. Também querem conquistar o tal "voto útil", ou daquele tipo de eleitor que diz que só vota em quem vai "ganhar" (ainda existe esse tipo?).

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"Mais de 26% podem mudar o voto por causa das redes sociais, aponta pesquisa"

Apesar do percentual dos que confiam nas informações veiculadas sobre política ser baixo, 23,5% nas redes sociais, o conteúdo disponibilizado nesses canais pode mudar o voto de 26,5% dos entrevistados. A pesquisa do Instituto MDA, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte, avaliou o uso das redes sociais para se informar sobre política.
• 
Sem a militância na internet, Lula teria sido golpeado, Dilma jamais seria presidenta da República, e o Brasil estaria hoje vivendo a pior de todas as recessões: desemprego, entrega do que restou do patrimônio público na era FHC e crise generalizada... É isso que estão aprontando para nós brasileiros... 

Golpe! 

Não passarão!

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  • Deise Lúcia Ferreira muito bom!! SOU DILMA!!

  • Zilda Pavão No jornal a fala foi 95% de credibilidade #eugargalhei

  • Fernando Soares Campos Fico com os 5% restantes...


  • Ilzaglei Arigoni Souza Não vamos atrás dessas pesquisas fakes!!!

  • Liza Ingwersen Amigos(as): a Marina "bateu no teto" (como se diz em política eleitoral) muito antes da hora. Se crescesse dois ou três pontos por semana desde a tragédia, chegaria ameaçadora ao 5 de outubro. Mas, inflada pelo PIG e com sua cara-de-pau, subiu muito rápido, chegou ao seu limite. Agora já está caindo, e cairá muito mais nas próximas semanas. O eleitor comum, aquele que não é militante, ou seja, a imensa maioria, começa a maturar sua decisão. Vai dar Dilma no primeiro turno, não tenho sombra de dúvida. ANTONIO BARBOSA FILHO

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Marina Silva e as novas bombas semióticas do "Sim!" e do "Storytelling"

WILSON FERREIRA

Como vimos em uma série de postagens, desde as grandes manifestações de rua de junho do ano passado a grande mídia apostou em um tipo de bomba semiótica que criasse no contínuo midiático uma percepção de caos, desordem e de um país em um estado pré-insurrecional: fusca incendiando com família inteira dentro, índios invadindo Brasília, sinistros black blocs. Tudo acompanhando pelo suposto crescimento endêmico da inadimplência e da disparada do preço do tomate.

A queda do Cessna em Santos foi
a "bala de prata" tão aguardada 
pela grande mídia?

O inesperado (para a grande mídia) sucesso da Copa no Brasil, tornou extemporânea uma pretensa escalada de manifestações nas ruas que incendiaria o cenário eleitoral.

Mas o mergulho fatal do jato Cessna Citation em Santos mudou de um só golpe uma eleição que caminhava para uma decisão ainda no primeiro turno. De certa forma, foi a bala de prata que tanto a grande mídia esperava na Copa do Mundo e que saíra pela culatra.

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LEIA TAMBÉM...

Pau que bate em Chico bate também em Francisco, Marina e Aécio

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Quando o PT e suas lideranças resolveram lançar o mote “A verdade vai vencer a mentira” é devido às milhares de obras de infraestrutura, grandes, médias e pequenas, além de dezenas de programas sociais, que estão em pleno andamento e são escondidos, peremptoriamente, pela imprensa de mercado...

(...)

Asas conservadoras que ainda não se abriram totalmente à Marina Silva, política hospedeira do PSB, que não possui equipe e muito menos programa de governo confiável, no sentido de suas propostas resguardarem os interesses do Brasil e as conquistas sociais e financeiras dos trabalhadores deste País.

Por isto e por causa disto, o PT não pode vacilar, porque são 12 anos de luta incessante para que o Brasil se desenvolvesse, a partir de programas sociais e obras de infraestrutra, que garantiram a quase plena empregabilidade, bem como propiciou que mais de 30 milhões de pessoas superassem a linha de pobreza, bem como mais de 40 milhões chegassem à classe média.

(...)

Não é justo e nem justificável que os governantes trabalhistas, Lula e Dilma, sejam alvos de mentiras e as conquistas de seus governos, de suas equipes e dos trabalhadores brasileiros, que acreditaram no Brasil e empreenderam um desenvolvimento jamais visto antes neste País sejam desacreditados, sabotados, boicotados e, sobretudo, não mostrados pela imprensa alienígena e de passado golpista, que se transformou no principal partido oposicionista e de direita deste País.

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Sobre o ecoliberalismo dos marinistas (Recebido por e-mail da lista de correspondentes de Helder Câmara)

De: Sidartha Sória e Silva 

Prezados e prezadas,

Acabei elaborando um outro texto, maior e mais "analítico", com algumas impressões sobre a natureza do "ambientalismo" de Marina e de seus marinistas, que chamei, por falta de termo melhor, de "ecoliberalismo". Envio para vossa apreciação, bem como para contribuir com o debate.

abs
sidartha

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[Trecho]

Encontrei este curto vídeo, menos de 5 minutos, e quem fala é o economista Eduardo Giannetti, um dos gurus e coordenadores econômicos da campanha de Marina Silva. Meu comentário vem logo após.


No início da entrevista-monólogo de Giannetti, ele fala da necessidade de se preocupar com a questão ambiental, com o aquecimento global etc. Ou seja, besunta sua posição em um verniz claramente ecológico, que pega muito bem nos dias de hoje, enfumaçados e poluídos.

Contudo, a partir do terceiro minuto do vídeo, Giannetti esclarece o que vem a ser o seu "valor do amanhã", o que pode ser chamado de uma ecologia dos liberais. Para os ecoliberais, salvamos o planeta se subirmos muito o preço de tudo aquilo que tenha "impacto ambiental", como comer carne. A coletânea de artigos de economistas feita pelo jornalista Ricardo Arnt ("O que os economistas pensam sobre sustentabilidade", de 2010) traz um texto de Giannetti. Nele, Giannetti afirma taxativamente que "comer um bife é uma extravagância do ponto de vista ambiental". 

Outra extravagância ambiental seria viajar de avião: “Pegar um avião para atravessar o Atlântico é uma extravagância sem tamanho, do ponto de vista ambiental. Você emite mais dióxido de carbono do que um indiano durante uma vida".

Em outras palavras, a popularização de práticas como comer carne e viajar de avião - o que indica a elevação do nível médio de renda da população - acaba de se tornar o grande inimigo do meio ambiente. E a resposta de Giannetti tem um indisfarçável conteúdo elitista: elevem-se os preços de tudo que for "extravagância ambiental", até o ponto de que apenas uma minoria da população possa consumir tais produtos e serviços, e preservando assim o meio ambiente.

Não é de um cinismo a toda prova este tipo de preocupação com o meio ambiente? Mas é o limite a que pode chegar a consciência ambiental de um liberal - e Marina está cercada por tais ecoliberais. Além do elitista verde Giannetti, Marina tem também em sua equipe André Lara Rezende, economista dos tempos do governo FHC e que se tornou banqueiro. No caso de Lara Rezende o cinismo ecoliberal alcança a condição do surreal. Milionário e amante de cavalos, Lara Rezende tinha como prática corriqueira transportar seus cavalos de avião pela Europa. Para depois dizer que o vilão antiecológico é o recém ex-pobre que pode agora pagar por um bife ou fazer uma viagem aérea pagando por ela em N prestações...

Assim pode ser descrito o cinismo intelectual do ecoliberalismo dos marinistas:

1) eles são liberais, e portanto incapazes de questionar o sistema de mercado, que, quanto mais estimulado mais é de fato o grande propulsor da máquina de devastação ambiental; 

2) mas eles querem ser também ambientalistas, e, para equilibrar liberalismo e ecologia, só lhes resta a via do ecoelitismo: pretendem restringir o impacto ambiental do consumismo democratizado restringindo o consumo das massas.

No final das contas, o ecoliberalismo elitista nos conduz estupefatos à conclusão de que a verdadeira ecologista é, quem diria, Danuza Leão, escandalizada, tempos atrás, com o fato de que agora qualquer pé-rapado podia ir a Paris ou Nova Iorque. Se a elite consome carne e viagens aéreas, seu impacto ambiental é pequeno. Se grandes massas fazem o mesmo, isso destrói o meio ambiente. Portanto, deixem que só a elite coma filé e viaje de avião, e que o resto da população se vire com lentilhas e viagens de busão.

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LEIA TAMBÉM...

Carta Maior

Aécio já jogou a toalha e vai se unir à "nova política" de Marina?


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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA


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