Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 18 de janeiro de 2014

Nuestra America a caminho da Indepencia: Mensagem do Presidente Nicolás Maduro Moros sobre o desempenho em 2013


Mensagem do Presidente Nicolás Maduro Moros sobre o desempenho em 2013 e ações da Revolução Bolivariana na Venezuela para 2014 e anos seguintes

Nicolas Maduro saúda a Assembleia Nacional da Venezuela em 15/1/2014
                                        assista ao Vídeo https://www.youtube.com/embed/EN4D_9vQ8go
O canal de TV do estado “Venezolana de Televisión” (VTV) apresentou um programa especial com o resumo da mensagem do Presidente Nicolás Maduro Moros à nação efetuada na Assembléia Nacional (AN) e que se relaciona com a “Memoria y Cuenta 2013”.

Tal procedimento, que é constitucional na Venezuela, determina que o presidente da republica apresente sua prestação de contas relacionada ao ano anterior e as suas propostas que serão desenvolvidas no ano em trânsito. O vídeo a seguir tem duração de 52 minutos e permite perceber para onde caminha a revolução que optou por radicalizar suas intervenções em prol da construção do socialismo e ao mesmo tempo mostra que está recebendo forte reação de setores oligárquicos e burgueses internos e externos, que optaram por defender um modelo de desenvolvimento existente no período da extinta quarta republica, que era claramente neoliberal.

No vídeo pode-se deduzir como se desenvolvem as duas posições e qual atitude o governo está tendo para fazer avançar a revolução.

O que se passa na Venezuela interessa a todos os países da América Latina, pois o sucesso da revolução bolivariana será também o sucesso do processo de integração de países e povos do Continente em prol da defesa de suas soberanias e desenvolvimentos autônomos.

Jacob David Blinder

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O HOMEM E O TEMPO --- Passe Livre: Tá caro! Alho é mais barato --- Manual para desistir do machismo no carnaval


Coluna de Mauro Santayana
O homem e o tempo

Sem poder dominar o tempo, e o inevitável ciclo da vida, o homem passou a medi-lo, e tentar compreendê-lo, a partir da observação da natureza. O primeiro relógio foi o Sol - e disso nos deixaram testemunho os arabescos rabiscados nas paredes das cavernas e as civilizações antigas. Separados, na imaginação humana, os dias e as noites - ou melhor, feita a luz, no gesto primevo de que fala o Genesis - passamos a dividir a existência pelas estações, as chuvas e as secas - que ganharam importância com o advento da agricultura - pelo movimento dos astros, os relógios de sombra, de água e de areia, os solstícios e as festas da colheita. O fascínio pelo tempo levou-nos ao pêndulo e às engrenagens, à vibração dos átomos, à matemática e à física, à computação, às teorias, como a da Relatividade, ao microcosmo que se mede em nanômetros, ao universo quântico.

Neste terça, completamos, pelo Calendário Gregoriano, mais um ano, o de 2013. Isso nos faz lembrar que sem os algarismos e a noção de tempo, a História, provavelmente, não existiria. Não teríamos como datar o passado da nossa espécie. Nem como compreender o presente fugaz e complexo que nos cerca. E nossas visões de futuro estariam relegadas - como no passado - à leitura das vísceras dos pássaros e à interpretação das profecias dos xamãs e das sacerdotisas.

Guardadas as devidas proporções, a história humana continua sendo a de um frágil conjunto de átomos, organizado em células e neurônios, perplexo diante do milagre da vida, e dedicado a postergar ou trapacear o fim inexorável.

Há aqueles, como Alexandre o Grande, Átila, ou César, que conquistam ilhas, montanhas, continentes, e constroem pirâmides e cidades para permanecer além do tempo. Há os que buscam o poder para exercê-lo sobre quem o cerca, valendo-se de seus bens ou de sua posição, como se cada instante de controle sobre outro ser humano, dilatasse os seus próprios momentos neste mundo.

Há, ainda, como Homero, Caravaggio, Lorca, Michelangelo, Picasso, Violeta Parra, Chaplin, Aleijadinho, quem prefira legar ao mundo o seu talento e o seu espanto, a beleza dos versos e das formas, das cores, dos gestos e do sonho.

E há, finalmente, aqueles, entre os quais se incluem também certos artistas e poetas, que preferem enfrentar a morte, olhando-a nos olhos e combatendo tudo que a representa. A miséria e a injustiça, a fome, a desigualdade. O racismo e o ódio, o egoísmo, a violência, a brutalidade.

Esses são os que curam os pobres e humildes, os que ensinam a ler e a pensar a quem não sabe; que desvendam os males dos vírus e bactérias; os que forjam novas idéias e movimentos. E criam vacinas, alimentos e fontes de energia mais baratas, não com a intenção do lucro, mas para mostrar que é possível. Que a vida pode ser vitoriosa,

Muitos deles morreram no último ano - e não poucos foram perseguidos e assassinados - outros alcançaram grandes vitórias e conquistas e temos certeza de que seguirão lutando. Continuaremos dependendo deles no futuro. São eles que fazem caminhar a humanidade.


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Notícia postada em 14/01/2014
PALANQUE
O Governo Federal liberou R$ 55.351.898,38 para a Prefeitura de Mogi Guaçu.


Mogi Guaçu, SP


DA TRIBUNA DO GUAÇU


55 MILHÕES – 

O Governo Federal liberou R$ 55.351.898,38 para a Prefeitura de Mogi Guaçu. A verba é oriunda do Ministério das Cidades por meio do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) e será investida no sistema viário de mobilidade urbana da cidade nos eixos Norte-Sul e Leste-Oeste, para que os cidadãos sejam atendidos por vias expressas de ônibus.

CONTA –

Apesar dos milhões estarem liberados para o município, não significa que o montante este debitado na conta corrente da administração municipal. Para que o dinheiro realmente venha para Mogi Guaçu, é preciso que o ministério das Cidades solicite para a prefeitura determinadas documentações, o que até o presente momento a pasta não fez. 

MÃOS ATADAS –

Para o prefeito Walter Caveanha (PTB), Mogi Guaçu está de “mãos atadas” em relação aos R$ 55 milhões. Em dezembro passado, durante entrevista em seu gabinete à Tribuna, Caveanha disse que não tem como contrair esse financiamento por causa dos R$ 127 milhões deixados de dívidas por seu antecessor, o ex-prefeito Paulo Eduardo de Barros, Dr. Paulinho (PHS).

A FRASE –

“Em função dessa dívida, não se consegue comprovar o pagamento do financiamento. Quando nós saímos de um déficit financeiro de R$ 45 milhões e R$ 24 milhões do déficit orçamentário, a partir do ano que vem (2014), eu tenho como melhorar a justificativa financeira de pagamento da prefeitura. Enquanto você tem um déficit desse tamanho, você não consegue buscar recursos nenhum”, alega Caveanha.

Leia mais na Tribuna do Guaçu de 11 de janeiro de 2014. 
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De...





...para a PressAA...

Passe Livre! 

Tá caro! Alho é mais barato.



Manual para desistir do machismo em 2014

15/01/2014CATEGORIAS: BRASILDESTAQUESSOCIEDADE
140115-AliceSoares
Big Brother, Carnaval, Copa, eleições. Como encarar, sin perder la ternura jamás, um ano muito traiçoeiro?
Por Marília Moschkovich, na coluna Mulher Alternativa | Imagem: Alice Soares
Para muita gente o ano engrena de verdade esta semana. Quem volta ao trabalho sente a rotina de novo, quem voltou na semana passada já começa a acostumar. O número de piadas sobre a quantidade de eventos públicos e políticos importantes neste ano revela que brasileiros e brasileiras já perceberam algo diferente. Além disso, as manifestações políticas de meados de 2013 não deixam dúvida: a resposta da população a esses eventos também pode ser outra. Diante de tanto auê, é preciso também um olhar atento. Temos pela frente um ano cheio de oportunidades para fortes e nojentos machismos, assim como a chance de combatê-los.
Em 14 de janeiro, começou o Big Brother Brasil. Claro, isso ocorre todo ano, há 14 anos. E todo ano é um show de machismo. No programa, obviamente, mas sobretudo nos comentários cotidianos sobre as participantes mulheres. É também no cotidiano que podemos agir contra esse machismo. Questionar as opiniões senso-comum sobre “aquela periguete”, recusar a graça de certas piadinhas ou simplesmente emitir opiniões não-machistas sobre o programa e os participantes são algumas estratégias para lidar com a situação.
Em seguida, vem o carnaval. É muito comum que as pessoas confundam “liberdade sexual”, no carnaval, com “liberdade de exercer poder sobre as mulheres”. Liberdade sexual pressupõe consentimento, exercício de poder não. Os comentários típicos são mais ou menos aqueles que ouvimos no BBB, mas na vida real. “Estava pedindo”, “ninguém mandou ir no bloco”, etecétera, etecétera, etecétera. Combater a cultura do estupro é também recusar, no dia-a-dia, essa mentalidade que subjuga mulheres de todos os grupos sociais e raciais todos os dias (mesmo que nem sempre da mesma forma).
O machismo desenfreado que veremos este ano não se limita, obviamente ao BBB e ao carnaval. Convencidos de que os homens são todos heterossexuais, machistas e máquinas biológicas irracionais guiadas por imagens de mulheres nuas, os grandes portais de notícias certamente produzirão enxurradas de pseudo-matérias sobre as “gatas da arquibancada” ou “musas da torcida” durante a Copa do Mundo. As páginas desses sites serão forradas de fotos de torcedoras, funcionárias de estádios, vendedoras ambulantes, gringas, não-gringas, familiares e amigas de jogadores, modelos reivindicando posição de “musa” e, enfim, toda e qualquer mulher que julgarem “bonita” em padrões extremamente racistas, cissexistas e machistas de beleza. Caso você não seja diretamente envolvido na produção dessas pérolas do jornalismo punheteiro, resta recusar-se a endossar essa babaquice, e questionar as pessoas próximas que repassam links, comentam “as gatas” e coisas afins. Não é uma revolução, mas é um começo.
A Copa ainda trará de bandeja a lembrança de que a seleção feminina de futebol é absolutamente ignorada, de que quase não há mulheres arbitrando, narrando, comentando, treinando, e muito menos na posição de técnico. Nosso país não apenas se curvará aos interesses de grandes empresas e da máfia da FIFA (como já vem fazendo nos últimos anos), mas também a uma ideologia estupidamente machista. O país simplesmente para, se reforma, se adapta, para que um bando de homens possam, entre homens, fazer uma coisa considerada culturalmente “de homem”. Desculpa, não consigo não ter nojo.
Além desses casos mais óbvios, neste ano veremos também – muito provavelmente – um espetáculo de opiniões machistas na época das eleições. Já falei sobre isso aqui, e é importante lembrar e manter na cabeça a seguinte pergunta: “eu faria o mesmo comentário ou me incomodaria com a mesma coisa sobre um candidato homem?”. Sempre que a resposta for “não”, pare e repense, pois você provavelmente está sendo machista. Questionar as próprias opiniões e atitudes é o passo número zero de qualquer transformação real na sociedade.
Para terminar, é importante lembrar que, seja qual for a situação em 2014, o questionamento do machismo precisa ser estrutural. É importante criticar as ideias, posicionamentos e atitudes das pessoas, e não os indivíduos em si. Cada pessoa é mais do que suas atitudes machistas, racistas, elitistas, e é importante não levar a discussão para o lado pessoal. Ainda há gente disposta a dialogar, de fato, se questionar, aprender, se transformar. Quando ficar evidente, porém, que quem está diante de você não é uma dessas pessoas, o melhor conselho que eu posso dar é: fuja. Ignore. Não leve a sério. Não vale a pena gastar sua energia com essa gente. Melhor se poupar, porque este ano você definitivamente vai precisar dela.
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(Re)leia também em nossa penúltima edição...

Sábado, 11 de janeiro de 2014


Felipão lamenta morte de Eusébio: 'É uma grande perda para todos nós'




Treinador da Seleção diz que no convívio com o ex-jogador no período em que trabalhou na seleção portuguesa sempre recebeu palavras de incentivo


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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Ecuador, Venezuela y Bolivia son valientes ante espionaje de EE.UU - Brasil e o Marco Civil da Internet?

Fernando Yépez-Rivas compartilhou um link.
há 3 horas próximo a Quito
La Radio del Sur @laradiodelsur 1 min
Oliver Stone dice que Ecuador, Venezuela y Bolivia son valientes ante espionaje de EE.UU
http://ht.ly/sCEK7...Ver mais

A VERDADE ESTÁ SUJEITA AO CALENDÁRIO ELEITORAL. E AO QUE MAIS?

No finalzinho de 2013, os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade foram prorrogados por sete meses. Então, com o novo prazo fixado pela medida provisória, o relatório final do colegiado não mais será divulgado no próximo mês de maio, mas sim em 16 de dezembro de 2014.

Fontes palacianas atribuem a decisão da presidenta Dilma Rousseff ao seu desejo de evitar um tiroteio direita-esquerda durante a campanha presidencial -o qual, evidentemente, seria prejudicial às suas pretensões reeleitorais.

Desta vez, pelo menos, o adiamento desnecessário do desfecho não manterá um cidadão sob prisão arbitrária durante uma eternidade, como aconteceu com o Cesare Battisti. Mas, se a verdade foi colocada na dependência do calendário eleitoral, ao que mais se sujeitará?

A própria comissão criou a expectativa de que uma de suas recomendações venha a ser a revisão da Lei da Anistia, passo inicial para o Brasil acompanhar a tendência mundial e seguir a recomendação da ONU, no sentido de que não sejam deixados impunes os agentes do terrorismo de estado. Trata-se do primeiro nó que tem de ser desatado para uma punição efetiva dos torturadores.

O segundo: levar a questão novamente ao Supremo Tribunal Federal, na esperança de que mude seu entendimento sobre os habeas corpus preventivos que os carrascos concedem a si próprios em plena vigência dos regimes de exceção.

A questão é:  podemos confiar que as decisões da CNV não vão obedecer igualmente às conveniências políticas?

Como a Dilma fugiu do pedido de asilo do Edward Snowden como o diabo da cruz, sinalizando não querer de maneira nenhuma peitar os EUA, podemos supor que não quererá também peitar as viúvas da ditadura e os militares da reserva, cuja influência efetiva sobre as tropas é nenhuma, mas cujos blefes ainda provocam muita tremedeira no Palácio do Planalto.

Temo que a revisão da Lei da Anistia venha a ser recomendada pela CNV apenas na hipótese de derrota da Dilma; seria um dos vários abacaxis a serem colocados no colo do(a) sucessor(a).

E que, vitoriosa, ela não queira nem ouvir falar do assunto, com a CNV abstendo-se de causar-lhe aborrecimentos.

*FARC-EP ANUNCIA FIN DE CESE AL FUEGO*

****

*Boletín de prensa No 2*

*FARC-EP ANUNCIA FIN DE CESE AL FUEGO*

La Habana, Cuba, enero 15 de 2014

El Secretariado Nacional de las FARC-EP anunció este miércoles,desde el
Palacio de las Convenciones de la Habana, sede de los diálogos de Paz,
el fin del cese unilateral al fuego que habían declarado por un mes
comoun gesto de voluntad por la reconciliación nacionalcumpliéndose la
palabra empeñada. Señala que los escasos hechos de guerra en que se vio
involucrada la organización insurgente, correspondieron a acciones de
legítima defensa, y contrario al espíritu del cese al fuego, el gobierno
ordenó realizar acciones militares permanentes que incluyeron bombardeos
nocturnos, ametrallamientos y desembarcos.

Por su parte las tropas oficiales aprovecharon el cese al fuego
unilateral paraprotagonizar acciones armadas contra la población civil
en todo el territorio nacional, como la ocurrida en Corriente Grande,
Tumaco, donde una vivienda campesina fue destruida por ametrallamientos
de helicópteros artillados. Entre tanto, en Puerto Rico Caquetá, tropas
del Comando Específico del Caguán, ejecutaron el crimen de tres
campesinos los que fueron presentados como guerrilleros muertos en combate.

Las FARC-EP añaden al balance, las acciones ejecutadas por las fuerzas
oficiales contra las organizaciones sociales y populares, que al
finalizar el año,dejan como resultado el asesinato  de 26 dirigentes
sindicales de la CUT y 25 integrantes de la Marcha Patriótica, mientras
quelos montajes judiciales de la inteligencia militar concluyen el 2013
con el del profesor Francisco Tolosa.Menciona las FARC-EP quetribunales
y jueces vincularon a efectivos de la Fuerza Pública por el crimen del
humorista Jaime Garzón y, entre otros,  la masacre de Mondoñedo.

Hacen referencia al ex general Fredy Padilla, denunciado por crímenes de
guerra y contra la humanidad, para destacar que este reconoció el
verdadero propósito del gobierno con los diálogos de paz,el cual parte
de *"la vieja lógica lopista de derrotar militarmente a la guerrilla
antes de obligarla a la rendición en la Mesa de diálogo"*.

La declaración,también expresa que *"los colombianos unidos, organizados
y movilizados podrán conseguir que la oligarquía colombiana y el
militarismo se detengan y acepten examinar y solucionar las verdaderas
razones por las que el pueblo colombiano se rebela"*. Ratificanque
seguirán apostando a las vías del diálogo y la reconciliación, sin que
ello signifique jamás que recogerán sus banderas de soberanía,
democracia y justicia social para Colombia. Concluyen con una frase de
Jorge Eliécer Gaitán,"/seremos superiores a la fuerza cruel que habla su
lenguaje de terror a través del iluminado acero letal"/, mientras en
Colombia continúan los llamamientos a un cese bilateral al fuego.


  La delegación de paz también dio a conocer un pronunciamiento respecto
  a la situación del alcalde de Bogotá, que enfrenta la ofensiva 
  fascista de la procuraduría que ve frustrado sus planes por destituir
  a GUSTAVO PETRO.

Oficina de prensa de la Delegación de Paz de las FARC-EP


    


Lea texto completo en nuestra página http://www.pazfarc-ep.org/     

    

Os rolezinhos não são as vozes das ruas,

Marlúzio F. Dantas, 16 de janeiro 2014, Nascido para Viver, vivi...

Os rolezinhos não são as vozes das ruas,

"A maior conquista da luta de classes proletária em seu desenvolvimento foi a descoberta do ponto de partida para a realização do socialismo nas relações econômicas da sociedade capitalista. Com isso, o socialismo passou de um "ideal" que esteve à frente da humanidade durante séculos a uma necessidade histórica." Rosa Luxemburgo.
· 

Enquanto no Brasil o Marco Civil da Internet...Ecuador, Venezuela y Bolivia son valientes ante espionaje de EE.UU


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

USTRA DIZ QUE NÃO OCULTOU CADÁVER, SÓ O ENTERROU SOB NOME FALSO...

Quem acompanha meu trabalho, sabe que já em 2007 eu descria da possibilidade de se punir os torturadores da ditadura militar sem a revogação da anistia de 1979, que igualou algozes e vítimas. 

Vencidos pela facção de Nelson Jobim na luta então travada no seio do ministério, Tarso Genro e Paulo Vannuchi foram proibidos por Lula de continuarem pregando o necessário e indispensável, qual seja a revisão da Lei de Anistia. Aí, para salvarem as próprias imagens, indicaram à esquerda o caminho dos tribunais, que jamais desatariam o nó enquanto Executivo e Legislativo permanecessem de braços cruzados.

E o nó não foi mesmo desatado. O Supremo Tribunal Federal, numa das decisões mais aberrantes de sua História, em 2010 considerou válida a anistia que os carrascos concederam a si próprios em plena vigência da ditadura, usando os presos políticos e os exilados como moeda de troca e obtendo o aval de um Congresso descaracterizado e intimidado. 

Desde então, as ações civis e criminais contra os torturadores têm um desfecho anunciado: se condenados nas instâncias menores, os réus sabem que tranquilamente darão a volta por cima no STF. Os processos passaram a ter apenas efeito moral; são ingênuos os que sonham com penas de prisão e/ou pecuniárias, pois elas não virão enquanto não forem alteradas as regras do jogo (impostas pelo inimigo e não questionadas pelos pusilânimes do nosso lado quando a ditadura acabou).

Não foi nem um pouco significativa, portanto, a decisão da Justiça Federal de São Paulo, ao considerar prescrito o crime de ocultação de cadáver cometido pelo torturador-símbolo Carlos Alberto Brilhante Ustra e pelo delegado aposentado Alcides Singillo, que deram sumiço nos restos mortais do  militante Hirohaki Torigoe, repetindo a prática adotada pela repressão ditatorial em dezenas de outros casos. Se o Ministério Público Federal, autor da ação, transpusesse esta barreira, certamente tropeçaria numa posterior. Ustra e Singillo nada tinham a temer.

O que vale um registro é a bizarra justificativa da defesa de Ustra. Os procuradores argumentavam que, como o cadáver não foi encontrado até hoje, tratava-se de um crime permanente. Os patronos do chefão do DOI-Codi paulista disseram que o corpo do Torigoe não está sumido, tendo sido enterrado com o nome falso que ele usaria no momento da prisão.

É o mesmo que admitir não só seu assassinato, mas a própria ocultação de cadáver, de vez que a repressão sempre conseguia identificar os defuntos que lhe interessavam.

Enfim, desta vez o Ustra conseguiu livrar a cara sem atirar a responsabilidade sobre seus superiores, como fez em outras ocasiões, implicitamente reconhecendo que servia a uma instituição genocida. 

No que, aliás, estava certíssimo: a culpa por todas as práticas hediondas começava no general que se fazia passar por presidente da República e se estendia para cada elo da cadeia de comando.

Obs.: tentei divulgar este texto no Facebook, mas parece haver agora algum filtro 

A Rosa de Luxemburgo

Marlúzio F. Dantas,Nascido para Viver, Vivi...

Foto
Rosa Luxemburgo,texto escolhidos - Volume I (2011) - Apresentação geral,

a esquerda oficial nas duas vertentes, social-democrata e comunista, sempre teve uma relação problemática com Rosa Luxemburgo. Em vida, a recusa da jovem judia-polonês-alemã a fazer compromissos que traíssem suas convocações e sua independência intelectual criaram-lhe inimigos sem conta no interior da social-democracia alemã, patriarcal e politicamente conservadora. E depois do seu assassinato, as lutas fratricidas entre facções adversárias no interior do movimento comunista - que na Alemanha culminaram no processo de bolchevização do Partido Comunista Alemão (KPD) - fizeram que sua obra caísse no ostracismo. O silêncio só foi rompido no fim dos anos 1960. As rebeliões estudantis que varreram o mundo em 1968 e, a luta por reformas nos países e nos partidos comunistas, em rejeição ao modelo soviético, foram determinantes para a redescoberta das ideias de Rosa Luxemburgo.

Já no Brasil as coisas se passaram de maneira diferente do que ocorreu nos países comunistas europeus. Aqui ela chegou pelas mãos de Mário Pedrosa. A partir de 1945, ele divulgou as ideias da revolucionária polonesa em seu jornal Vanguarda Socialista (1945-1948), o que acabou exercendo alguma influência num pequeno círculo de militantes e intelectuais de esquerda à margem do Partido Comunista. No semanário, Pedrosa expôs a polêmica em Rosa e Lênin a respeito da organização, criticando vivamente a concepção leninista de partido-vanguarda que, em seu entender,implicava uma separação antidemocrática entre vanguarda e massa e, como mostrou a trajetória dos Partidos Comunistas no século XX, o afastamento entre direção e base. Admirador da idéia, defendida por Rosa Luxemburgo, do partido de massas democrático, Mário Pedrosa a considerava uma alternativa às organizações políticas hierarquizadas e centralizadas, dominadas por um grupo encastelado no poder. Além disso, contra a concepção blanquista de uma revolução fabricada por grupos armados que agem no lugar das bases, ele preconizava o Socialismo como criação autônoma das massas populares, mais uma vez se apropriando da crítica de Rosa Luxemburgo aos bolcheviques.

Assim como no resto do mundo, Rosa Luxemburgo é mais conhecida e admirada no Brasil como ícone revolucionário de que por suas ideias, às quais pouco têm acesso. Esperamos que esta coletânea contribua para difundir esse pensamento amordaçado pela corrente hegemônica na esquerda no século XX e que hoje encontra eco nos movimentos sociais das últimas décadas. Estes trouxeram consigo questões reprimidas, como democracia, participação e controle popular, mostrando que a esquerda precisa urgentemente se reinventar, no Brasil e no Mundo. Rosa Luxemburgo, com sua confiança na criatividade da ação livre das camadas subalternas da sociedade, com sua defesa enérgica do espaço público como antídoto contra a burocracia, com seu entusiasmo pela democracia de base, sua obsessão pela liberdade coletiva e individual e sua aposta no socialismo democrático (Socialismo-Libertário) como alternativa à barbárie capitalista, pode contribuir para essa reinvenção.
 — com Fernanda Tardin Tardin e outras 44 pessoas.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

ATENÇÃO : Banda Larga - Marco Civil - PL de fidelização - democracia participativa - financiamento de campanha -....

Foto: Banda Larga - Marco Civil - PL de fidelização - democracia participativa - financiamento de campanha -....

A pedido do Grupo que luta ( na net e fora dela) para aprovação do Marco Civil da Internet e de uma banda larga popular  sem telles (https://www.facebook.com/groups/bandalarga/?fref=ts), solicitamos uma audiência com o Deputado Federal Lelo Coimbra, autor da  PL contra   contratos de fidelização das telefonias ( multi nacionais).

Iniciamos a conversa, com uma pergunta relacionada ao Projeto de Lei, que não é do interesse das teles e que precisa de muito esforço para gerar um debate popular e ter respaldo ( as teles -multi nacionais- hj, são financiadores de campanhas de maioria de politicos e de partidos politicos), aso contrario não passará nem por decreto na casa de leis maior. Qual o plano que ele tinha para fazer aprovada a lei?

Depois seguimos falando do Marco Civil da Internet , o defendido por Alessandro Molon. pontuamos os quatro eixos principais , e  conforme o que coloca abaixo o Marcos Rebelo, a dificuldade de entendimento por conhecimento, ajuda a atrapalhar a luta ou a adesão de deputados ( Marcos Rebello Muito bom! Seria de muito proveito a todos que o deputado Lelo Coimbra marcasse presença como faz o Alessandro Molon. 
Alias, o certo seria a presença de mais deputados para debates a fim de aprenderem quais são os pontos principais que interessa à sociedade. Estes estão no Marco Civil, mas nem todos tem conhecimento. Quer dizer, vão ao plenário para votar e não sabem do que se trata, por ser um tema complexo. O que sabem ainda menos é que interesses de fora estão trabalhando assíduamente com todo um aparato de inteligencia muito sorrateiro para dobrar o Brasil. Isso atraves de sutilezas que deverão ser traduzidas em modificações quase imperceptiveis na redação do Marco Civil.) E Lelo por ele mesmo, falou que procurará Alessandro Molon para conversarem.

Os quatro eixos do Marco Civil - resumidos pelo grupo: 
1 -Neutralidade da rede. (O principal)
2 - Base de dados nacionais
3 - Privacidade do cliente
4 - Direito a propriedade intellectual. Ou direitos autorais. Isso garante a industria nacional de Tecnologia de Informação, ou softwares criados por brasileiros

o ponto que destacamos em forma de exemplo foi a privacidade do Cliente e aqui destaco como REGISTRO e convocatória a luta : exemplificado na questao do GRAMPO ES . E perguntei se teriamos , finalmente, um parlamentar  insurgente no ES a defender um ponto que no ES tem 3 mandatos é pratica regulamentar: o guardiao: aqui é 'legal' as escutas telefonicas e a invasão de msgs. alias sofremos com isso,...

Logo que postei ao grupo essa parte, o Marcos Rebelo, veio com esse alerta:
ATENTAI CAPIXABAS, atentai Brasileiros, nós NAO CONCEBEMOS MAIS...

'Este assunto do GRAMPO ES tem que vir a tona para servir de exemplo no que está acontecendo em pressões no Marco Civil. A Internet é um MEGA GRAMPO!

O que precisa ser sabido é que o controle social agora se faz por uma trinca! 

1- Finanças através dos grandes bancos, desde que os Bancos Centrais devem obedecer aos ditames da elite financeira que controla o Dolar e o Euro; 
2- A politica de partidos altamente previsível desta "democracia representativa" que não representa porque a maioria dos políticos são comprados e partidos que não tem alternativa senão negociar com o mega empresariado; e 
3- A Internet arregimentada, alem dos "back-doors" dos programas mais usados ao redor do mundo, fortemente supervisionada por organismos de inteligencia.

Portanto, se não houver um Marco Civil discutido e aprovado pela sociedade, estamos completamente entregues aos que querem fazer o que bem entendem.'

Bem esse foi o tópico da conversa ontem.  Falamos inclusive que está em ebulição uma reação popular dessa tal representatividade , inexistente , principalmente por causa dos compromissos decorrentes do financiamento de campanhas ou de partidos. Lelo afirmou não ter compromisso com empresas....mas não discordou quando colocado que TODOS OS PARTIDOS tem, inclusive o PMDB do qual ele é o presidente no ES.

E declarei:  vamos as comunidades da Grande Vitória, com a banda larga cidada. Em breve.E ele assim como todos os demais poderão ir... ou fazerem amanha o mea culpa. 

No mais, sempre é agradavel encontrar o Lelo, independente de nossas divergencias politicas, sociais e representativas. Sou POVo e ele, parlamentar, na época em que não existe sequer a democracia representativa.





Fernanda Tardin Tardin
alguns segundos atrás


Banda Larga - Marco Civil - PL de fidelização - democracia participativa - financiamento de campanha -....

A pedido do Grupo que luta ( na net e fora dela) para aprovação do Marco Civil da Internet e de uma banda larga popular sem telles(https://www.facebook.com/groups/bandalarga/?fref=ts), solicitamos uma audiência com o Deputado Federal Lelo Coimbra, autor da PL contra contratos de fidelização das telefonias ( multi nacionais).

Iniciamos a conversa, com uma pergunta relacionada ao Projeto de Lei, que não é do interesse das teles e que precisa de muito esforço para gerar um debate popular e ter respaldo ( as teles -multi nacionais- hj, são financiadores de campanhas de maioria de politicos e de partidos politicos), aso contrario não passará nem por decreto na casa de leis maior. Qual o plano que ele tinha para fazer aprovada a lei?

Depois seguimos falando do Marco Civil da Internet , o defendido por Alessandro Molon. pontuamos os quatro eixos principais , e conforme o que coloca abaixo o Marcos Rebelo, a dificuldade de entendimento por conhecimento, ajuda a atrapalhar a luta ou a adesão de deputados ( Marcos Rebello Muito bom! Seria de muito proveito a todos que o deputado Lelo Coimbra marcasse presença como faz o Alessandro Molon.
Alias, o certo seria a presença de mais deputados para debates a fim de aprenderem quais são os pontos principais que interessa à sociedade. Estes estão no Marco Civil, mas nem todos tem conhecimento. Quer dizer, vão ao plenário para votar e não sabem do que se trata, por ser um tema complexo. O que sabem ainda menos é que interesses de fora estão trabalhando assíduamente com todo um aparato de inteligencia muito sorrateiro para dobrar o Brasil. Isso atraves de sutilezas que deverão ser traduzidas em modificações quase imperceptiveis na redação do Marco Civil.) E Lelo por ele mesmo, falou que procurará Alessandro Molon para conversarem.

Os quatro eixos do Marco Civil - resumidos pelo grupo:
1 -Neutralidade da rede. (O principal)
2 - Base de dados nacionais
3 - Privacidade do cliente
4 - Direito a propriedade intellectual. Ou direitos autorais. Isso garante a industria nacional de Tecnologia de Informação, ou softwares criados por brasileiros

o ponto que destacamos em forma de exemplo foi a privacidade do Cliente e aqui destaco como REGISTRO e convocatória a luta : exemplificado na questão do GRAMPO ES . E perguntei se teríamos , finalmente, um parlamentar insurgente no ES a defender um ponto que no ES tem 3 mandatos é pratica regulamentar: o guardião: aqui é 'legal' as escutas telefônicas e a invasão de msgs. alias sofremos com isso,...

Logo que postei ao grupo essa parte, o Marcos Rebelo, veio com esse alerta:
ATENTAI CAPIXABAS, atentai Brasileiros, nós NÃO CONCEBEMOS MAIS...

'Este assunto do GRAMPO ES tem que vir a tona para servir de exemplo no que está acontecendo em pressões no Marco Civil. A Internet é um MEGA GRAMPO!

O que precisa ser sabido é que o controle social agora se faz por uma trinca!

1- Finanças através dos grandes bancos, desde que os Bancos Centrais devem obedecer aos ditames da elite financeira que controla o Dolar e o Euro;
2- A politica de partidos altamente previsível desta "democracia representativa" que não representa porque a maioria dos políticos são comprados e partidos que não tem alternativa senão negociar com o mega empresariado; e
3- A Internet arregimentada, alem dos "back-doors" dos programas mais usados ao redor do mundo, fortemente supervisionada por organismos de inteligencia.

Portanto, se não houver um Marco Civil discutido e aprovado pela sociedade, estamos completamente entregues aos que querem fazer o que bem entendem.'

Bem esse foi o tópico da conversa ontem. Falamos inclusive que está em ebulição uma reação popular dessa tal representatividade , inexistente , principalmente por causa dos compromissos decorrentes do financiamento de campanhas ou de partidos. Lelo afirmou não ter compromisso com empresas....mas não discordou quando colocado que TODOS OS PARTIDOS tem, inclusive o PMDB do qual ele é o presidente no ES.

E declarei: vamos as comunidades da Grande Vitória, com a banda larga cidada. Em breve.E ele assim como todos os demais poderão ir... ou fazerem amanha o mea culpa.

No mais, sempre é agradável encontrar o Lelo, independente de nossas divergencias politicas, sociais e representativas. Sou POVo e ele, parlamentar, na época em que não existe sequer a democracia representativa.
 — com Marcelo Saldanha e Lelo Coimbra

na reunião estavam presentes também: Fabricio Quintanilha ( Assessor do deputado) e Mara Pandolpho
 — c