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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

comemorando 30 anos, o MST convoca.: Feliz 2015 de lutas!



Realmente, 2014 foi de muita luta, como sempre, mas, ao que parece, com a PROVOCAÇÃO de dona Dilma colocar uma grileira, latifundiária e fascista como "ministra" da Agricultura, já passou todos os limites de mínimo bom-senso!
Isso nos levará, sem dúvida, a muitos confrontos violentos. Temos que estar preparados.
 Em S. Paulo, entre os dias 20 e 24 de janeiro próximo, o MST e a Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema/SP, promoverá palestras, debates e as comemorações dos 30 anos de MST e 10 anos da ENFF.

Que 2015 seja de muita luta, disposição, organização e consciência político-ideológica a todos!
Saudações Revolucionárias!
Safrany


De: Boletim MST RJ


Feliz 2015 de lutas!

No final da VI Feira Estadual da Reforma Agrária Cícero Guedes, o simbolismo da união entre trabahadoras e trabalhadores do campo e da cidade. Foto: Rafael Daguerre
No final da VI Feira Estadual da Reforma Agrária Cícero Guedes, o simbolismo da união entre trabahadoras e trabalhadores do campo e da cidade. Foto: Rafael Daguerre
Companheiras e companheiros,
No final de mais um ano de lutas, é tempo de relembrar os principais acontecimentos de 2014 e entender o que nos espera no próximo ano.
2014 foi um ano intenso.
Logo no início do ano, o MST mostrou sua força no VI Congresso Nacional, onde mais de 15.000 Sem Terras se reuniram para afirmar a luta pela Reforma Agrária Popular e comemorar os 30 anos do movimento. Também no início do ano, participamos das atividades da Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária, realizada no Brasil e no mundo.
Ainda que a reforma agrária não tenha avançado em nada no país, no estado do RJ, 2014 foi um ano surpreendente. Depois de 6 anos sem conquistas de novas áreas, 3 novos assentamentos foram criados. O primeiro deles foi o assentamento Osvaldo de Oliveira, em Macaé, onde as famílias aguardaram por 4 anos, tendo sofrido uma série de despejos violentos. Em seguida, foram os Sem Terra do Irmã Dorothy, em Quatis, que comemoraram a conquista da terra, após 9 anos de espera. E no apagar das luzes de 2014, a Fazenda Poço das Antas, em Silva Jardim, foi desapropriada em dezembro, e passa a ser o assentamento Sebastião Lan II. Lá, as famílias 79 famíliasaguardaram por 15 anos.
Ainda na esperança de ver a Terra Conquistada, os Sem Terra do acampamento Marli Pereira da Silva festejaram 5 anos da ocupação.
Mas nem só de festa viveu 2014. A repressão aos protestos durante a Copa do Mundo, que teve seu auge no dia da final, motivou uma carta de repúdio escrita pelo MST.
Até 2013, a Feira Estadual da Reforma Agrária era realizada uma vez por ano. Em 2014, concretizamos um sonho de todo o MST, e especialmente de Cícero Guedes: a Feira aconteceu em duas edições, em julho e dezembro, conseguindo assim avançar no diálogo com a sociedade através da venda de alimentos saudáveis vindos das áreas de reforma agrária do Rio de Janeiro. Desta forma, buscamos mostrar para o povo da cidade que a reforma agrária deve ser uma luta de todas e todos. Mais uma vez, as feiras foram um sucesso tanto para os camponeses, quanto para os trabalhadores do centro do Rio do Janeiro.
No dia internacional da Mulheres, estivemos presentes nas mobilizações da capital, e asmulheres do MST receberam uma linda homenagem do grupo Samba Brilha. Marina dos Santos, dirigente do MST no Rio, também recebeu uma homenagem, da Escola da Magistratura do Estado do Rio. No mês de outubro, reunimos nossos Sem Terrinha por Terra, Escola, Saúde, Educação e Internacionalismo em Cabo Frio. E no dia internacional de luta contra os agrotóxicos, estivemos na Cinelândia para denunciar o uso de venenos no Brasil e dizer que é possível produzir alimentos saudáveis para alimentar o povo, através da agroecologia. Outro momento marcante do ano foi aformatura da turma Cícero Guedes, no assentamento Osvaldo de Oliveira. As camponesas e camponeses foram alfabetizados pelo método cubano “Sim, eu posso!”.
O ano de 2015 se apresenta quente. Congresso conservador, aumento da bancada ruralista e Kátia Abreu no Ministério da Agricultura são apenas alguns dos apertivos. Neste contexto, não nos resta outra alternativa, e como afirmou o dirigente nacional, Jaime Amorim, “2015 será o ano de retomar as grandes mobilizações pela Reforma Agrária”.
Contamos com o companheirismos de todos e todas as amigas do MST, para numa só voz gritarmos: Lutar, construir Reforma Agrária Popular.

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