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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Ah! MARIEL, MARIEL!...” Para não cair em tentações.e livrai-nos de todos os males...Amem?

Ah! MARIEL, MARIEL!

A liberdade custa muito caro e temos ou de nos resignarmos a viver sem ela ou de nos decidirmos a pagar o seu preço.
JOSE MARTI

- Nesta hora todo cuidado é pouco, afinal foram 53 anos de embargo, de um país que ousou fazer revoluções. E FEZ, e faz.
                               “...Quando a turma Reunia, alguém sempre pedia..                                    Ah ! Dinorah,Dinorah                                            E o malandro descrevia,e logo já se via                                                        Ah! MARIEL, MARIEL!...”

Vivemos um período em que as ‘grandes potências mundiais‘ sofrem um estrangulamento econômico imposto pelo cartel financeiro. E a América Latina, palco de ditaduras financiadas pelos EUA continua sendo explorada economicamente pelas suas riquezas naturais. Para isso ela sofre pela aculturação de seus povos a fim de facilitar o domínio e a sustentação do poder econômico de grandes grupos internacionais. Entretanto, na tentativa de rechaçar este domínio ela  hoje acelera sua integração e fortalece organizações Latino Americanas como CELAC, UNASUR e até o BRICS que é a nova Onda Mundial. O BRICS é a nova estrutura mundial formada por países emergentes que pedem um mundo multipolar. Isto contraria os interesses daqueles que apostavam na unipolaridade.
Batemos um papo com Marcos Rebello – Consultor econômico e internacional, membro de comunidade diplomatas – que responde a algumas das imediatas considerações que precisam ser feitas e observadas por toda a comunidade internacional em especial as Latinas- Americanas.

Blog JSF: Marcos, em sua opinião o porto de Mariel (para a mídia brasileira até ontem uma GENI- Maldita , ) cobiçado por EUA e Rússia, vai ser ‘administrado por quem?
Marcos -  A situação tem vários olhares. Os dois países já estão disputando a exploração e fizeram ofertas. Putin já está lá, negociando. Devemos lembrar que tem alguns anos,  a Rússia, perdoou uma divida cubana no valor de 32 bilhões de dólares. Hoje, promete investir outros 2,6 bilhões em infra-estrutura em Cuba. Isto demonstra o interesse da Rússia em administrar o porto de Mariel, que é hoje em potencial um dos 3 maiores portos do Caribe porque pode receber os maiores navios do mundo, os Super Pós-Panamax.
                  Os EUA, em contra partida, abriram estas negociações e contam já  com mais de 10 mil empresas, entre pequenas, médias e grandes interessadas em investir em Cuba.

Blog JSF : E de que maneira ?

Marcos : Potencial de negócios que eles tem, alavancados por um sistema financeiro com muito “dinheiro” para investir. Afinal, há montanhas de “dinheiro” estacionado nos computadores dos bancos resultado do jogo das derivativas. Estes bancos dinamizam os interesses das empresas norte-americanas que, para crescer, carecem de financiamentos. Ou seja, o comercio com Cuba é um enorme potencial a ser explorado para expandir o comércio Internacional trazendo as divisas necessárias para equilibrar a combalida economia norte americana que não está diferente do resto dos outros países.

Blog JSF – E O Brasil, como fica ?
Marcos – O Brasil iniciou na frente o relacionamento com Cuba construindo o Porto de Mariel. Isto, segundo foi declarado, deu vantagens às empresas brasileiras desde o inicio. Claro que tiveram o cuidado de construir a zona econômica especial de desenvolvimento econômico, área de 450-500 km2, situada em volta do porto. Existem 300 empresas brasileiras já situadas em Cuba, em diversos setores, como a Souza Cruz. Mariel é uma via para que empresas .
      
Blog JSF -  Em sua opinião, os riscos com a abertura, Cuba transformar-se gradativamente numa zona de mercado como Miami por estarem bem próximas? Como evitar isto?
Marcos -  Tem que haver uma flexibilização ou criatividade nas formas de administração empresarial. Atualmente em países capitalistas, as firmas são de  basicamente  3 formas: Propriedade Individual, Sociedade Limitada ou Sociedade Anônima. No caso de Cuba, um país socialista, os modelos de propriedade e administração devem ser dinamizados estabelecendo formas associadas de propriedade das empresas, como aconteceu por exemplo na Argentina depois do calote. Devem ser criadas cooperativas de trabalhadores, tanto na forma de propriedade como administrativa. Isto não implica de forma alguma que as empresas deixem de buscar excelência administrativa e maximização de lucros. O que não deve ocorrer é o que vemos nas estatais brasileiras que são um poço de corrupção por  precariedade administrativa.

Blog JSF -  e este ilusionismo, já iniciado pela mídia em geral, que empresta ao Vaticano e aos EUA, um protagonismo heroico, em relação a libertação dos heróis antiterroristas cubanos e o provável fim do embargo (por NECESSIDADE DOS EUA). Mês passado por sinal, os EUA foram citados na ONU, criticados outra vez pelas violações e torturas praticadas em vários países e povos do mundo.
Marcos -  Sim, isto é uma questão geopolítica. Veja bem, os USA estão estrangulados economicamente e com déficit tanto no orçamento como de relações públicas diante do caso da Ucrânia (Golpe de estado) que usou para pressionar a Rússia. Como não há mais terreno a ser ganho na Europa, e com a Russia, segundo Putin, estarão diante de uma campanha demorada, os EUA precisam abrir novas frentes especialmente onde já perderam muito espaço que é na América Latina.
       Cuba oferece esta abertura, é uma cabeça de ponte para alavancar seus interesses no continente. Afinal, os 53 anos de embargo não deram resultado positivo para os EUA.
Blog JSF – E o Marcos Arremata:
Marcos – Sobre o Vaticano, foi uma boa atuação do Papa, por ser Latino Americano e também pelo Canadá porque compartilhava da opinião de que sem diálogo não há progresso nas relações e as negociações foram feitas lá.

“E nos Espelhos ela se despeDança nos olhos uma chacreteE o pessoal na piorAh ! Dinorah,Dinorah



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