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sábado, 15 de novembro de 2014

Vim de longe e vou mais longe.


Marlúzio F. Dantas, Outubro de 2014. Nascido para viver, vivi...

Vim de longe e vou mais longe.

Como pensador do marxismo atualizado em Gramsci e Guevara, de tempos em tempos faço uma análise do marxismo e sempre rompo novamente com o Stalinismo Russo, por seus equívocos da condução política. A Social Democracia Alemã também nos mostra como não fazer Socialismo, muito bem questionada por Rosa Luxemburgo na primeira metade do século passado; interessante, como a história se repete ao longo do tempo, só que em estágios superiores da sociedade.
Poderíamos dizer que o que acontece hoje no Brasil, com o retorno ao clamor nas ruas por justiça social, seria o mesmo do cenário Alemão no período compreendido entre as duas grandes Guerras. “Naquela época, um Sardo, corcunda e de saúde frágil, em seus cadernos do cárcere, pois, preso estava pelo Fascista Benito Mussolini, profetizava:” Negligenciar e desprezar os movimentos ditos espontâneos, ou seja, renunciar a dar-lhes uma direção consciente, a elevá-los a um patamar superior, inserindo-os na política, pode ter consequências sérias e graves." Os últimos encontros sindicais e de partidos dito de "esquerda" negligenciaram estes conselhos.



Uma única voz saiu das sombras para questionar e chamar à atenção para os movimentos da direita, do PIG e dos coxinhas, trata-se do Governador do Rio Grande, Tarso Genro, não por ser comunista, mas, por ser um estudioso do pensamento gramsciniano que no mesmo caderno do cárcere acrescenta:" (...) Uma crise econômica determina, por um lado, descontentamento nas classes subalternas e movimentos espontâneos de massa, e, por outro, complôs de grupos reacionária que exploram o enfraquecimento objetivo do governo para tentar golpes de Estado.”.

O movimento das ruas não significa que vivemos hoje no Brasil uma crise econômica, muito pelo contrário, vivemos pela primeira vez o momento de pleno emprego, visto que a taxa de desemprego beira os 5 %. Porém, as ruas me dizem:" queremos trabalho digno e melhor distribuição de renda." Ou acordamos para isso, ou, infelizmente, "sinto um cheiro de 64 no ar".

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