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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O fim da exuberância irracional do mercado financeiro

EXUBERANCIA IRRACIONAL À BRASILEIRA

Há muito que estes números estavam faltando para confirmar uma suspeita. Esta era a de que o Mercado Financeiro brasileiro não sabe, ou finge que não sabe, quem ou o que o manipula. Ora, se soubesse não estaria fazendo apostas a favor da degola da "galinha dos ovos de ouro".

Porque qualquer mercado de ações deve saber que para haver lucros é fundamental a continuidade dos investimentos em um mercado VIÁVEL!!! Se a economia produtiva, ou melhor, se as CONDIÇÕES que possibilitam uma economia produtiva desaparecem, os valores diminuem por falta de confiança na produtividade, que é o fator determinante nas aplicações acionárias, assim como a quantidade de ações no mercado tambem desaparece pela bancarrota das empresas.

E qual é a condicionante no Brasil que faz com que haja maximização destes números? A forma de governo!

Logo, podemos concluir acertadamente que as Bolsas de Valores brasileiras neste governo Dilma estão sendo manipuladas por interesses externos. Os numeros nas bolsas durante as eleições e os abaixo nas tabelas confirmam.

E o que esta manipulação e numeros significam? Que o neoliberalismo é um duplo suicídio: o da economia e dos mercados de valores.

E qual é o propósito deste arrocho no governo Dilma em termos práticos de política de "mercado"? O domínio do Brasil pela transferencia do controle dos bancos nacionais para os internacionais pelo simples volume operacional na prática de mercado.

O volume neste caso não representa necessáriamente valores mas a imposição (i)lógica da nova prática financeira que já vem operando em larga escala desde a "reestruturação" bancária nos EUA e UE, e desde que as práticas de mercado financeiro estão ancoradas nas derivativas e na produção de moeda sem lastro que hoje é uma epidemia retirando valor e confiança no dólar cada vez mais sem apoio mundialmente.

Ainda é cedo para dizerem que a "exuberancia iracional" terminou no Brasil. desde que os mesmos interesses ainda operam livremente no mercado de capitais.

Rebello
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BLOG DO NASSIFF

Por Diogo Costa




O mercado financeiro mostra-se impaciente e implacável contra o governo da Presidenta reeleita, Dilma Rousseff.

Os operadores da Bolsa de Valores (representantes do capital fictício, segundo Karl Marx) tem motivos para tanta rejeição à Dilma? Se o foco for no curto prazo, até pode ser, mas com o olhar no médio e no longo prazos o mau humor é injustificável.

Vejamos os índices logo abaixo (todos os dados relativos ao governo Dilma vão até a cotação de ontem, dia 11 de novembro de 2014):
 
Cotações pretéritas do Índice Bovespa
 
1) Implantação do Plano Real de Itamar Franco (04/07/1994): 3.580 pontos;
2) Início do primeiro governo FHC (02/01/1995): 4.319 pontos;
3) Início do segundo governo FHC (04/01/1999): 6.941 pontos;
4) Início do primeiro governo Lula (02/01/2003): 11.602 pontos;
5) Início do segundo governo Lula (02/01/2007): 45.382 pontos;
6) Início do primeiro governo Dilma (03/01/2011): 69.962 pontos;
7) Cotação de ontem (11/11/2014): 52.474 pontos.

Cotações mínimas e máximas dos últimos governos
 
Cotação mínima e maxima
 
A) FHC 1 - Mínima de 2.138 pontos em março de 1995 / Máxima de 13.617 pontos em julho de 1997;
B) FHC 2 - Mínima de 5.057 pontos em janeiro de 1999 / Máxima de 18.951 pontos em março de 2000;
C) Lula 1 - Mínima de 9.994 pontos em fevereiro de 2003 / Máxima de 44.526 pontos em dezembro de 2006;
D) Lula 2 - Mínima de 29.435 pontos em outubro de 2008¹ / Máxima de 73.516 pontos em maio de 2008;
E)  Dilma 1 - Mínima de 44.965 pontos em março de 2014 / Máxima de 71.632 pontos em janeiro de 2011.
 
Valorização média das ações desde a implantação do Plano Real
 
1) Plano Real (07/94 a 01/95): 20%;
2) FHC 1: 60% / FHC 2: 67% / FHC Total: 168%;
3) Lula 1: 291% / Lula 2: 54% / Lula Total: 503%;
4) Dilma 1: -25% / Dilma Total: -25%;
5) Lula-Dilma Total: 352%;
6) Plano Real Total: 1365%.
 
Quem investiu na Bolsa no início do Plano Real de Itamar Franco teve uma valorização impressionante de seus ativos, de mais de 1.300 pontos percentuais.
A rentabilidade verificada nos governos comandados pelo PT (Lula e Dilma), em que pese a queda no último período de governo (queda proveniente dos efeitos deletérios que se observam na economia internacional desde 2012), é equivalente a mais que o dobro da rentabilidade verificada nos governos de FHC-PSDB.
Como vemos, e é bom repetir (os operadores do mercado financeiro sabem ou deveriam saber), a valorização média das ações cotadas na Bovespa foi muito maior nos governos do PT (mais que o dobro dos governos tucanos). Também é importante destacar que a avaliação final sobre Dilma não pode ser feita agora, mas sim quando ela terminar os seus 08 anos de mandato. Oportunidade que o povo brasileiro conferiu tanto a FHC quanto a Lula.
Fato é que a exuberância irracional dos mercados financeiros ruiu no mundo inteiro e isto não é culpa de Dilma Rousseff. Investir no capital produtivo em detrimento do capital fictício é o que ela vem fazendo desde que assumiu a Presidência da República Federativa do Brasil.
A Bovespa caiu vertiginosamente, em outubro de 2008, graças ao Crash de 15 de setembro do mesmo ano. Esse estouro marcou a maior crise econômico-financeira havida desde o famoso Crash de outubro de 1929 e os seus efeitos nas economias dos países ainda estão longe de ser superados.
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