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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Governo, Partido e Sindicato


Governo, Partido e Sindicato.
“Os homens erram, ou porque se enganam, ou porque distorcem a verdade por força dos seus interesses.”
Cada segmento da sociedade civil tem seu papel perfeitamente definido, para cada período da história; período este como a espiral dialética, segundo Hegel: a história se caracteriza ou se comporta ao longo da linha do tempo como uma espiral, pois, ela à história, sucessivamente, se repete em estágios superiores da humanidade. Talvez, estejamos iniciando um destes períodos da história, com o advento, da reeleição do governo da presidenta Dilma Russef, será? Só o tempo eterno senhor da história nos dirá...
Analisando os últimos 40 anos da vida política brasileira, tempo suficiente para despertar uma nova geração; a geração “antiga” realiza a educação dos “jovens”; haverá conflito, discórdias, mas se trata de fenômenos superficiais inerentes a toda obra educativa... – a menos que estejam em jogo interferência de classe, isto é, os “jovens” ou grande parcela deles se rebela e, passam para a classe operária progressista, que se tornou historicamente capaz de tomar o poder; foi isto, que aconteceu para a vitória do presidente LULA em 2002; agora os “jovens” deixam de ser dirigidos pelos “velhos”de uma classe para serem dirigidos pelos “velhos” de uma outra classe; de qualquer modo, permanece a subordinação real dos “jovens” aos “velhos” como geração, mesmo com as diferenças de temperamento e vivacidade. Nunca foi o papel de qualquer governo dá formação ideológica de classe para o seu povo, é sim papel do partido político fazê-lo.
A escola do partido separada do chão da fábrica do trabalhador decai, o trabalhador excluído da vida literária perde sua dignidade, pois, a literatura volta a ser um fenômeno de casta. A fraternidade franciscana hoje inexiste até mesmo em grande parte da própria OFM (ordem dos frades menores). O aluno das escolas públicas não estabelece de modo algum, como seria de esperar, uma ponte entre o trabalhador (intelectual do partido) e a burguesia. Na maioria das vezes o vê apenas como um burguês a mais, tudo bem. Mas seus irmãos deixam de reconhecê-lo. Não mais vêem nele um dos seus. “Como os “jovens” em nada participa do modo de expressão dos intelectuais, torna-se necessário ou que se oponha aos intelectuais, construindo uma espécie de nacionalidade com uma linguagem própria, ou que ele deixe absolutamente de ter uma linguagem e mergulhe na barbárie”. Não é tarefa do partido político formar o “jovem” trabalhador; mas, é o papel principal do sindicalismo cidadão; infelizmente, muitos sindicatos ainda hoje acreditam que sua tarefa única é lutar pelas condições econômicas da sua categoria profissional, estes estão, definitivamente, fadados a desaparecer.
Um conformismo estarrecedor se instalou na maioria dos sindicatos de trabalhadores. Digo, que na maioria das empresas estatais se determinou uma zona de silêncio da qual o trabalhador não pode mais sair e onde o intelectual já não pode mais entrar. Estão tão separados que quer o intelectual, surgido do meio operário, já não encontra de modo algum o caminho para lá chegar. E, foi exatamente, a construção desde o chão da fábrica que deu a identidade de classe trabalhadora ao PT (Partido dos Trabalhadores). Temos o dever se zelar por este fundamento, é papel dos sindicatos para a sua própria sobrevivência.
Marlúzio Ferreira Dantas.

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