Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?
LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas.

Seguidores

#naovaitergolpe

#naovaitergolpe
Acesse Frente Brasil Popular

domingo, 23 de novembro de 2014

Conversa sobre Los Cinco Heróis Cubanos presos nos EUA, (Parte-I)

Marlúzio F. Dantas, Nascido para Viver, Vivi... 21 











Na foto: Elias( PT), Marluzio Dantas ( CALLES), Pearly ( PCdoB), Luiz Trevisan ,
 Mari, Fernanda Tardin ( Blogueiros)
Lucilia Dias(Calles ), Gustavo(CEBRAPAZ), Priscila(MPA),Laerson ( UJC)

, Conversa sobre Los Cinco Heróis Cubanos presos nos EUA, (Parte-I)
"Nós achávamos que a Revolução deveria ser obra voluntária de um povo livre e não pusemos nenhum obstáculo às saídas do País".
Jogar pragas nas lavouras cubanas e interferir nas transmissões da torre de controle do aeroporto de Havana eram apenas dois dos atos terroristas que grupos anticastristas mais radicais da Flórida – EUA costumavam perpetrar em suas tentativas de derrubar o líder cubano Fidel Castro Ruiz. Para isso utilizavam antigos aviões de guerra americanos, com os quais invadiam o espaço aéreo da Isla caribenha. E de nada adiantavam as dezenas de reclamações oficiais enviadas a Washington pelo governo cubano. 
Na margem Norte do estreito da Flórida, o governo cubano via Ministério das Relações Exteriores de cuba enviava mais um ofício à Seção de Interesses dos EUA em Havana, instalada num moderno prédio de sete andares de concreto aparente situada no meio do Malecón, um dos cartões postal de habana Velha.

OPERAÇÃO PETER PAN.
As medidas Revolucionárias adotadas por Fidel castro no inicio deu origem a operação concebida pelo Padre Welsh usando a mesma rota Cuba-Maiami-Maiami-Cuba. Por exigência da CIA, nenhuma criança viajaria acompanhada pelos pais. Os quinhentos formulários em branco que o religioso levara na primeira viagem não seriam suficientes, como se saberia mais tarde, para atender sequer a 5 % das crianças (ninhos) candidatos à salvação do inferno comunista. A operação Peter Pan retirou de Cuba e levou para o paraíso capitalista nos EUA mais de 14 mil criança e adolescentes cubanos.
Muitos anos depois Fidel Castro comentaria o episódio numa entrevista à TV: "Nós achávamos que a Revolução deveria ser obra voluntária de um povo livre e não pusemos nenhum obstáculo às saídas do País".
Acontece que crises migratórias estavam longe de ser novidade na áspera e tumultuada agenda das relações dos EUA com Cuba depois do triunfo da Revolução de primeiro de janeiro de 1959. A primeira delas que durou até 1962 – período em que partiram de Cuba rumo aos EUA cerca de 200 mil pessoas, quase 3 % da população cubana. O êxodo produziu um vertiginoso salto demográfico em Maiami, cuja a população pulou 300 mil para quase 500 mil habitantes.

Com o fim da URSS o que era previsível aconteceu o estrago que o desaparecimento da potência comunista provocou um tisuname nas estruturas da Revolução cubana ( período que vai de 1992 até 2000, conhecido em Cuba como Período Especial). Sem mais o parceiro comercial e político, Cuba teve que rever sua planificação econômica-social, para isso teve que partir para um ramo que traria moneda rápida para irrigar seus projetos, então, Cuba volta-se para o turismo.
A crise do Período Especial desfigurava a fisionomia cultural do país. Tinha ficado "lá atrás" os bons tempos das vacas gordas, tempo em que a tiragem de 100 mil cópias de clássicos como Dom Quixote ou Cem anos de solidão sumiam das livrarias em poucos dias. A média anual de livros publicados, que era de 45 milhões de exemplares em 1990, caíra para menos de 1 milhão. A impossibilidade de importar papel-jornal suspendeu a circulação da maioria das publicações. Revistas tradicionais como a Alma Mater, editada desde 1922 pela Universidade de Cuba, o semanário BOHEMIA, fundado em 1908, a Casa, mensário cultural da Casa de Las Américas, e até a Verde Oliva, veiculo oficial das forças Armadas Revolucionárias, tiveram de fechar as portas.

O GRANMA, órgão oficial do Partido Comunista Cubano (PCC) e principal jornal do país, que chegara a circular com mais de sessenta páginas, em formato Standard, foi reduzido a um tabloide de seis páginas.
Um duro rodízio imposto ao país obrigava todos a passar dezesseis horas por dia sem eletricidade (os famosos apogon devido a falta de petróleo para gerar energia elétrica).

Nenhum comentário:

Postar um comentário