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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A corrupção na oposição

Eu não sei como a oposição pode criar tanta discussão sobre corrupção!


Primeiro de tudo a oposição não tem qualquer base moral para criticar ou apontar o dedo. Por que? Porque nada, absolutamente nada dos crimes de corrupção que cometeu foi sequer contemplado pela justiça. Isso vem desde 2003 quando o PT já entrou no governo com CPI instalada ainda em governo FHC sobre o Banestado referente à evasão de divisas do Brasil para paraísos fiscais, entre 1996 e 2002, quando foram retirados indevidamente do país mais de US$ 84 bilhões através de contas CC-5 do Banco do Estado do Paraná, segundo estimativas reveladas pela operação Macuco, realizada pela Polícia Federal.

Após um ano e meio de investigações, José Mentor, relator da CPI, concluiu o relatório sugerindo o indiciamento de 91 pessoas pelo envio irregular de dinheiro a paraísos fiscais através de contas CC5, desvios que chegariam na ordem de R$ 150 bilhões. Entre os indiciados, Gustavo Franco (presidente do Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso), o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e o dono das Casas Bahia (maior rede varejista do Brasil), Samuel Klein. Gente graúda em todos os setores do governo, paraísos fiscais às pencas em todos os lugares do mundo, ingovernabilidade geral por parte da administração entrante.
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Nota importante:

Descobri hoje nas minhas pesquisas que o Alberto Yousseff, doleiro no esquema da Petrobras atual denunciado pela oposição é o mesmo Alberto Yousseff doleiro do esquema Banestado de 1996 a 2003 do PSDB que movimentou bilhões.
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Antes disso o engavetador-mor Brindeiro era o capitão-do-mato contra qualquer processo na justiça sobre qualquer asunto principalmente sobre corrupção - desativava ou jogava para debaixo do tapête! Pois bem, durante a administração Lula vieram à tona vários escandalos desde a Lista de Furnas, à Privataria Tucana. Todas sem sucesso na justiça. Claro, pois nem chagaram lá. Ninguem pergunta como nem por que. Isto é um mistério no Brasil que não é comentado e nem resolvido.

A Lista de Furnas foi o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro ocorrido nos anos 2000 e que envolve a empresa estatal Furnas Centrais Elétricas, com sede na cidade do Rio de Janeiro, para abastecer a campanha de políticos em sua maioria do Partido da Social Democracia Brasileira e Partido da Frente Liberal nas eleições de 2002.

O escândalo foi originalmente divulgado pela revista Carta Capital em 2006, denunciando políticos, magistrados e empresários de receberem dinheiro ilegal através do então diretor da empresa Furnas Centrais Elétricas, Dimas Toledo e do publicitário Marcos Valério.

Entre os nomes que constam na lista estão o do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, dos políticos: José Serra, Geraldo Alckmin, Aécio Neves, Delcídio Amaral, Roberto Jefferson, dentre muitos outros — com aproximadamente 150 envolvidos.

A Privataria Tucana

O título do livro "A Privataria Tucana" de Amaury Ribeiro Jr. ("privataria") é um neologismo que combina privatização à pirataria, criado pelo jornalista Elio Gaspari. E ("tucano") é o apelido dado aos integrantes do partido de oposição PSDB.

Privataria Tucana contém cerca de 140 páginas de documentos fotocopiados que evidenciam que o então Ministro do Planejamento e futuro Ministro da Saúde de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), José Serra, recebeu propina de empresários que participaram dos processos de privatização no Brasil.

O autor revela que iniciou as investigações sobre lavagem de dinheiro quando fazia uma reportagem sobre o narcotráfico a serviço do Correio Braziliense (CB). Depois de sofrer um atentado, foi transferido para o jornal O Estado de Minas, do mesmo grupo do CB, e lá incumbido de investigar uma suposta rede de espionagem mantida por José Serra.

As denúncias do livro citam uma série de casos em que propinas teriam sido pagas a Ricardo Sérgio de Oliveira e outras pessoas ligadas a José Serra em troca de benefícios pessoais.

Possível propina de Jereissati, comprador da Telemar

O livro mostra que uma empresa de Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil e amigo de Serra, recebeu 410 mil dólares de outra empresa chamada Infinity Trading. Essa offshore das Ilhas Cayman, depositou os 410 mil dólares em favor da empresa Franton Interprise, no MTB Bank, de Nova York. Oliveira é o dono da Franton, e o empresário cearense Carlos Jereissati, proprietário da Infinity . A transferência foi feita dois anos depois do leilão em que um grupo controlado por Jereissati arrematou o controle da antiga Telemar. Segundo um documento da Secretaria de Acompanhamento Econômico, o Grupo Jereissati é dono de uma Infinity Trading. Os 410 mil seriam propina em troca de favorecimento na compra da Telemar. Aventou-se a possibilidade de que se esteja apenas diante de duas Infinity Trading homônimas, mas isto nunca foi confirmado.

Em outro caso, publicado também na revista Veja, em 2002, uma empresa de consultoria financeira, de Ricardo Sérgio, que em 1996 faturou apenas 60 mil reais, recebeu 1,8 milhões de reais em 1999 de uma empresa de Carlos Jereissati a título de consultoria em internet, o que parece também afirmar-se como indício do pagamento de propina durante o processo de privatização.

Comprador da Vale diz que Ricardo Sérgio lhe cobrou comissão

Em outro possível caso de dinheiro ilícito ligado às privatizações, o livro relata que dois ministros de FHC disseram ter ouvido do líder do consórcio comprador da Vale que Ricardo Sérgio exigiu dele uma comissão. A história já foi capa da revista Veja.

Ricardo Sérgio ganhou dinheiro em negócios com fundos de pensão

Enquanto era diretor do Banco do Brasil com influência na gestão dos fundos de pensão estatais, o faturamento das empresas de Ricardo Sérgio cresceu muito, principalmente em negócios com os próprios fundos de pensão. Para a Previ, as empresas dele venderam um prédio por 62 milhões de reais. Da Petros, compraram dois prédios por 11 milhões de reais. Tudo isso também foi publicado na já mencionada edição da revista Veja de 2002,exceto por um dado a mais: o dinheiro da compra do prédio da Petros veio de uma offshore caribenha.

Banco do Brasil perdoa dívida de Gregório Preciado, ex-sócio de Serra

O valor exato do perdão diverge segundo a versão, mas está na casa das dezenas de milhões de reais. Depois do perdão, Preciado, mesmo falido, conseguiu representar a espanhola Iberdrola em privatizações do setor elétrico. O próprio Preciado não nega a história. A Folha de S. Paulo publicou o caso em 2002.

Verônica Serra & Verônica Dantas

O livro traz ainda evidências de que a Verônica Serra, filha de José Serra, e Verônica Dantas, irmã do banqueiro que fora acusado por inúmeros crimes de corrupção, Daniel Dantas, usaram três empresas chamadas Decidir para trazer 5 milhões de dólares do Citibank ao Brasil pelo trajeto Miami-Caribe-São Paulo. Esta teria sido uma outra forma de pagamento de propina cujo o intuito era receber favorecimento nas privatizações, já que o Citibank comprou parte da Telebrás em associação com o acima citado, Daniel Dantas.

Em 2003, Verônica Serra foi indiciada pela Polícia Federal pelo crime de quebra de sigilo, o processo está lavrado na 3ª Vara Criminal de São Paulo. Em nota à imprensa, Verônica Serra desmentiu as informações do livro e apresentou certidão sobre tal processo, da Terceira Vara Criminal de São Paulo, de 23 de dezembro de 2011, onde se atesta que ela "não prestou declarações em sede policial, não foi indiciada nos referidos autos, tampouco houve oferecimento de denúncia em relação à mesma." A filha de José Serra afirmou ainda nunca ter sido indiciada ou ré em qualquer processo junto à Polícia Federal, e que irá abrir processo de calúnia e difamação contra o autor do referido livro.

Mais adiante, o livro relata que o marido de Verônica Serra, Alexandre Burgeois, usou uma empresa do Caribe para injetar 7 milhões de reais em outra no Brasil. As duas empresas se chamam IConexa. As transferências não chegaram a ser comprovadas documentalmente, mas há indícios de que foram feitas por meio da compra de ações da empresa brasileira pela sua homônima caribenha: a ata de uma assembleia de acionistas da IConexa de São Paulo, assinada duas vezes por Alexandre Burgeois, sendo uma como pessoa física e outra como representante da IConexa do Caribe. Isso leva a crer que o marido de Verônica e a IConexa do Caribe eram os únicos acionistas da IConexa de São Paulo. O capital da empresa na data da assembleia era de 5,4 milhões de reais. Não há como saber qual era a porcentagem de cada sócio. Em sendo a IConexa do Caribe amplamente majoritária, é possível que tenha comprado a maior parte do capital da IConexa de São Paulo como meio de remeter o dinheiro para o Brasil. Mais tarde, o capital da IConexa de São Paulo foi aumentado para 7 milhões de reais, totalizando a soma que, segundo o livro, foi trazida do Caribe pelo marido de Verônica. Esse aumento de capital aparece em documentos da Junta Comercial,que, contudo, não mostram quem injetou o dinheiro.

Os 2,5 bilhões de dólares que na verdade são 1,2 milhão

O livro diz que Gregório Preciado, primo de Serra, depositou 2,5 bilhões de dólares numa empresa de Ricardo Sérgio, a Franton, por meio da conta Beacon Hill, que ficou famosa no caso Banestado. Mas esse valor não bate com os extratos da Beacon Hill publicados na página 150. Eles mostram que esse total é de 1.204.000 dólares, valor que bate com o que autor do livro divulgou um ano antes.

Uso de arapongas por José Serra

O livro afirma ainda que José Serra, desde o seu período à frente do Ministério da Saúde, utilizou o serviços de arapongas, pagos com dinheiro público, para criar dossiês contra adversários políticos. O grupo de Serra faria grande uso da tática da contra-inteligência, isto é, manobras diversionistas, antecipação e esvaziamento de possíveis denúncias e vitimização perante a opinião pública. O livro também destaca como adversários políticos do mesmo partido praticaram guerras de espionagem e contra-espionagem entre si nos bastidores, tanto no PSDB (no caso, entre José Serra e Aécio Neves no capítulo 2) como no PT (entre Fernando Pimentel e Rui Falcão no capítulo 16).
(Parte retirado da Wikipedia com o verbete "A Privataria Tucana")

Valor mínimo atribuído: R$ 124 bilhões, (na verdade, até onde eu verifiquei, seriam em Dólares em vez de Reais. Uma enorme diferença)

Outras bobagens tambem não contempladas pela Justiça controlada da República do Bananão Tucano:

Caso Sivan: valor não contabilizado,
Caso Pasta Rosa: US$ 2,4 milhões,
Emenda da reeleição FHC: valor não contabilizado,
Cartel dos Metrôs de SP e DF: pelo menos R$ 425 milhões,
Máfia do Cahoeira: valor não contabilizado,
Mensalão Tucano I: pelo menos R$ 4,4 milhões,
Mensalão Tucano II: R$ 300 mil,
Nepotismo em Minas (Aécio): valor não contabilizado,
Favorecoimento aos veículos da família Neves: valor não contabilizado,
Relações com Yousseff: R$ 4,3 milhões e mais, de acôrdo com o esquema Banestado
Aeroporto Cláudio: R$ 14 milhões,
Desvio de verbas da saúde mineira: R$ 7,6 bilhões,
Escândalo da Petrobras: valor ainda não contabilizado.

Pergunta: Aonde está a moral da oposição para exigir lisura, transparência ou justiça???

Quem está limpando a corrupção é este governo da Dilma Rousseff!


Rebello
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