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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

THE DEVIL IS IN THE DETAILS

O Brasil e o Continente - Uma questão de análise de perspectiva política e projeção economica para um posicionamento independente ou não.
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http://www.bloomberg.com/news/2014-10-22/neves-win-in-brazil-would-end-alliances-built-by-lula.html
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Minha tradução do artigo:
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BLOOMBERG News

A VITORIA DE NEVES NO BRASIL TERMINARIA ALIANÇAS CONSTRUÍDAS POR LULA

Por Charlie Devereux e por Anatoly Kurmanaev Oct 22, 2014

(Foto)
Aecio Neves, candidato presidencial para o partido brasileiro da democracia social, conhecido como PSDB, de direita, acena aos apoiadores durante uma campanha no Rio de Janeiro, Brasil, em 19 de outubro de 2014
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A eleição de Aécio Neves como presidente do Brasil terminaria uma aliança de 12 anos unindo líderes da Venezuela à Bolívia no desenvolvimento regional e de intervenção do Estado na economia.

Neves, que veio de trás para uma eleição de segundo turno em 26 de outubro contra a presidente Dilma Rousseff, se comprometeu a restaurar a confiança dos investidores na economia, acabar alianças políticas "ideológicas" e negociar novos acordos comerciais com ou sem o Mercosul que o Brasil fundou com a Argentina em 1991. As pesquisas mostram os dois estatisticamente empatados.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que uma vez foi líder sindical, que perdeu para eleições nacionais três vezes antes de tomar posse em 2003, fez acordos mediados e pacificou as tensões com líderes incluindo o venezuelano Hugo Chávez, da Argentina Néstor Kirchner, e da Bolívia Evo Morales. Juntos, eles promoveram organismos regionais como o Mercosul e a União das Nações Sul-Americanas, enquanto o México, Chile, Peru e Colômbia criaram a Aliança do Pacífico, bloco comercial projetado para impulsionar as relações com a Ásia.

"Nós vamos deixar essa orientação ideológica que beneficiou ninguém no Brasil", disse Neves, em entrevista ao site G1 em agosto. "Embora vizinhos, como Chile, Peru e Colômbia fizeram inúmeros acôrdos comerciais para beneficiar suas economias, o Brasil nestes 11 anos assinou apenas três acordos com o Egito, Palestina e Israel."

Acordos Comerciais

Quando uma tentativa liderada pelos Estados Unidos para criar um acordo de livre comércio hemisférico morreu em 2005 depois que os líderes da Venezuela, Brasil e Argentina afundaram o projeto, países da costa do Pacífico da América do Sul começaram a trabalhar em seu próprio bloco comercial. A Alliança do Pacífico de US$ 21 trilhões desde então negociou alianças de livre comércio com os EUA e está buscando se expandir para a Ásia.

As economias da Venezuela e Argentina vão contrair este ano e a do Brasil vai se expandir 0,3 por cento, segundo economistas consultados pela Bloomberg. Membros da Aliança do Pacífico Chile, Peru, Colômbia e México, em média, cerca de 3,4 por cento.

Buscando dar o pontapé inicial de crescimento no maior mercado emergente do mundo fora da China, Neves vai tentar construir laços com a Aliança do Pacífico, disse Peter Schechter, diretor do Centro do Conselho do Atlântico para a América Latina.

"As relações com a Venezuela, Cuba, Equador e Nicarágua serão revisadas", disse Schechter por telefone de Washington. "Neves disse que está interessado em construir pontes para a Aliança do Pacífico, que sempre foi visto pelo Ministério das Relações Exteriores e os praticantes mais ideológicos como antítese aos interesses do Brasil."

Bolívia Takeover

As alianças brasileiras tem ajudado o país a negociar turbulências políticas e econômicas com nações parceiras. Quando o presidente boliviano Morales em 2006 nacionalizou a indústria de energia do país, incluindo refinarias de propriedade da Petróleo Brasileiro SA, Lula trabalhou com Morales para obter compensação para a empresa e manter críticos fornecimentos de gás natural.

Como a economia da Venezuela contraíu e uma crise cambial causou atrasos de pagamentos à empresas estrangeiras, as empresas alimentícias brasileiras ganharam um status de prioridade, disse Fernando Portela, diretor da Câmara de Comércio Brasil-Venezuela.

"Para as empresas de alimentos do Brasil, não há muita demora em receber pagamentos", disse Portela, acrescentando que as exportações para a Venezuela terão um total de cerca de $4,8 bilhões dólares este ano. "Uma grande parte das importações é ainda paga antecipadamente. Apenas cerca de 15 por cento dos importadores têm atraso de pagamento de mais de um ano".

Neves criticou a política de Rousseff com a Venezuela, dizendo que ela ignorou a "repressão flagrante" pelo governo do presidente Nicolás Maduro durante protestos de rua no início deste ano que deixou pelo menos 43 pessoas mortas.

O Lugar do Brasil

Rousseff, que era chefe de gabinete e escolha pessoal de Lula para sucedê-lo nas eleições de 2010, disse na época que não era o lugar do Brasil se envolver nos assuntos da Venezuela. Marco Aurélio Garcia, assessor especial de Dilma para assuntos estrangeiros, disse à Agência Brasil que a mídia internacional estava exagerando a gravidade dos protestos.

A economia do Brasil entrou em recessão no primeiro semestre de 2014, enquanto a inflação manteve-se acima do centro da meta do banco central por 49 meses consecutivos. O déficit em conta corrente de 12 meses manteve-se perto de níveis recordes, agravadas pela queda do comércio com a Argentina, terceiro maior parceiro comercial do Brasil, devido ao governo da presidente Cristina Fernandez de Kirchner restringir importações em face da diminuição das reservas .

'Maior Pressão'


"Um triunfo de Aécio marcaria o fim da paciência do Brasil com a Argentina", disse Dante Sica, diretor da empresa de pesquisa com sede em Buenos Aires, Abeceb.com, e ex-secretário de indústria. "Haverá uma maior pressão sobre as questões relativas a restrições e discricionariedade da Argentina."

É natural que o "intenso e variado" relacionamento do Brasil com a Argentina tenha algumas dificuldades, disse a assessoria de imprensa da campanha de Dilma Rousseff em uma resposta e-mail para perguntas. Os dois países têm uma aliança "sólida" e tratam as diferenças com maturidade, de acordo com a assessoria de imprensa.

Um governo Neves provavelmente procurará alargar os laços com a União Europeia em detrimento da Argentina, e pretende reavivar relações com os EUA que têm azedado sob o atual governo, disse Christopher Sabatini, diretor de políticas no Conselho das Américas em Nova York .

Neves não permitiria que as relações com a Venezuela e Argentina impedisse o Brasil de assinar acordos com outras regiões, disse sua assessoria de imprensa em uma resposta e-mail para perguntas, acrescentando que ele iria manter um bom relacionamento com os vizinhos e fortalecer o Mercosul. O Brasil nos últimos anos perdeu a oportunidade de avançar em um acordo comercial com a UE, de acordo com a assessoria de imprensa.

"O Brasil tornou-se o representante do bloco regional e [está se distanciando da economia de mercado e os EUA]", disse Sabatini. "O Brasil sempre será um ator independente nas relações exteriores, mas os afiados, agressivos e ideológicos projetos anti-americanos deverão ir junto com a administração Dilma."
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Aqui eu acho de suma importância verificarmos quem é Peter Schechter, diretor da Atlantic Council’s Latin America Center.

Peter Schechter é chefe e fundador da CLSA, Chlopak, Leonard, Schecther & Asociates, autor de livro de ficção e ilusionista que sabe vender ficção política, como tem feito no passado. Como parte do trabalho de consultoria eleitoral já trabalhou para o ex-presidente mexicano Ernesto Zedillo, para o presidente da Colômbia, Alvaro Uribe e para o ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso.
Este último foi um contato útil, dado que o presidente democraticamente eleito Manuel Zelaya foi refugiado na embaixada brasileira em Tegucigalpa, Honduras durante o golpe de estado que o retirou do poder.

Como verificamos, segundo contrato assinado com o governo de facto mas golpista de Honduras, ele ficou responsável por promover a ditadura do presidente usurpador Roberto Micheletti como uma democracia "a través de la utilización de los medios de comunicación, contactos responsables de las políticas y los eventos, y la difusión pública de información a los funcionarios del gobierno, medios de comunicación y grupos no-gubernamentales", com o objetivo de avançar o reconhecimento do novo governo e "el nivel de comunicación, conciencia y atención sobre la situación política en Honduras.""

Em Honduras ganhou US$ 292, 000 para consumar o golpe de estado perante a comunidade internacional.

Mais ...

"Schechter, no obstante, sí ha “conectado” algún tipo de apoyo que lo respalda en ese contrato en caso de que la actual administración no reconozca su presencia.

De acuerdo a los documentos presentados al Departamento de Justicia, los otros socios que asisten a Schechter en las relaciones públicas de los golpistas, incluyen a Sharon Castillo y Juan Cortiñas-García.

* Castillo nombra entre sus anteriores clientes al ex presidente boliviano, Gonzalo Sánchez de Lozada —que dimitió de su cargo a raíz de la “guerra del gas” de octubre de 2003, en la que las fuerzas de seguridad del gobierno asesinaron a unas 70 personas e hirieron a otras mil.

* Castillo, antigua productora y reportera de Univision, trabajó como directora de medios de comunicación especializados y portavoz de la campaña Bush-Cheney en 2004.

* Cortiñas-García, además de su nuevo trabajo para la Junta de Gobierno de Honduras, también está aportando su experiencia publirelacionista a un grupo de compañias estadounidenses y latinoamericanas que tienen participación en el gasoducto Camisea en Perú. Y parece que ese proyecto lo puede mantener ocupado.

El Proyecto Camisea es propiedad de dos consorcios de pequeñas empresas con un pobre historial de medio ambiente, encabezado por Hunt Oil —una compañia de estrechos vínculos con la administración Bush, con sede en Dallas. El presidente ejecutivo, Ray L. Hunt, contribuyó a la campaña presidencial de Bush y también es miembro del consejo de administración de Halliburton, empresa antes dirigida por el ex vicepresidente Dick Cheney.

Por cierto, Hunt Oil, aparece en la del sitio de Internet de CLSA como “cliente.”

Teniendo en cuenta todos estos personajes y la intriga, tal vez Schechter se inspire en escribir una novela futura con el tema de Latinoamérica en ella.

Sinopsis de la trama: Un asediado, y megalómano dictador de América Central teme que su control sobre el poder se le escape mientras el pueblo se levanta. Así que, el y los oligarcas, apuntalan su régimen pagando miles de dólares a un grupo de cabilderos y publirelacionistas en un esfuerzo por “constuir una campaña de persuasión”, dirigida a conservar el poder.

Pero entonces, ¿podrá ser todavía considerada como ficción?

Permanezcan en sintonía."
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Logo, fica evidente que Peter Schechter é de fato o mentor da campanha eleitoral de Aécio Neves!
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Abaixo, o Contrato entre o Governo Golpista de Honduras e Peter Schechter:
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3 comentários:

  1. caracas. uma noite e pimba!!! Feita a ligação entre o marqueteiro de BUSH, FHC, URIBE e do Contrato entre o governo golpista de honduras para sustentar os jornais desta m,idia podre , no mundo todo, produzindo manipuladoramente sucessivas mentiras até fazer da ditadura feroz em Honduras, uma luta para restabelecer a democracia. E com a ajuda da justiça de lá, que a exemplo da daqui ( cassou Protogenes) serve a elite subserviente ao império.


    Pimba! Vc. foi demais nesta noite ( calma leitor, rsrs é que quando falamos ele ia iniciar a pesquisa e hj. quando acordo ele já concluiui)...Merece uma boa relaxada, rsrs

    bjao

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  2. Na verdade foi para pegar leve. Porque se vamos um pouco mais a fundo vão dizer que é Teoria de Cospiração! Ou seja, se a grande mídia não reporta ou comenta, é conspiração que não se pode crer. Este é o tamanho do contrôle!

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    1. No Brasil, poucos atentam para isso, o Altamiro Borges , no Vermelho e os que estao DIRETAMENTE ligados a Frente de Resistencia contra o GOLPE em Honduras que lutamos com esses documentos. URGE que façamos a divulgação pois o marqueteito sucessivamente tenta acabar copm imagens de governos bolivarianos e faz dos manipuladores mocinhos. Logo vai pegar fundo com Protogenes, creia.
      Bem, espere para relaxar a noite, rs trabalha aí, vai. rs bj

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