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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Pros Estados e Municipios NADA?


Há um desconhecimento generalizado que somos, em tese, uma Federação. Ou seja, uma república federativa constituída de 26 estados. E na mesma medida esse desconhecimento se aplica às responsabilidades dos estados e dos municípios que formam os estados. Vira lugar comum, por isso, atribuir ao governo federal, qualquer que seja, responsabilidades que são dos estados e dos municípios. E a mídia faz coro deliberado a essa confusão. No caso da saúde, por exemplo, vamos tomar Minas para efeito de análise. O governo federal repassa as verbas, o governo de Minas desvia e os municípios ídem. A não realização de concursos públicos para médicos e todo o pessoal necessário à saúde pública de boa qualidade é negligência e muitas vezes corrupção dos governos municipais. Preferem terceirizar e prefeitos embolsam propinas das terceirizadas que prestam serviços de péssima qualidade. A falta de medicamentos também. O governo de Minas é um descalabro desde Aécio, que responde no Tribunal de Justiça, como réu, por um desvio de 4,3 bilhões de reais. Outro ítem, a segurança pública, é competência dos estados e as verbas federais são repassadas. Hoje a polícia civil é um espectro do que deveria ser. Sucateada ao extremo. Preferem usar verbas em negócios na Polícia Militar, como por exemplo, contrato de leasing para veículos, criando a sensação que a força está aparelhada. Está sim, para reprimir manifestações. A polícia militar paulista mata mais que toda a polícia norte-americana num ano. Dado público e revelado por jornais e noticiários na semana passada. As UPPs começam a fracassar no Rio, seja pela violência (onde está Amarildo?), seja pela corrupção. É um modelo importado de Israel. Lá, se volta contra palestinos, aqui contra negros, pobres e prostitutas. Esse desconhecimento gera votos equivocados, pois é alienação. A midia cumpre o papel de alienar sempre. Todas as vezes que o governo federal se viu compelido a participar do processo de policiamento numa situação de crise aguda o crime diminuiu. São dois exemplos, saúde e segurança, poderia incluir educação de primeiro e segundo graus. E outros. No Paraná, agora, o governador corrupto Beto Richa aumentou as tarifas de luz e diz que não foi ele. Foi desafiado por Requião e Gleisi, os outros dois candidatos a provar que não. Nem toca no assunto, olha para o lado. Na prática a Federação brasileira precisa ser conhecida e construída a partir de exigências populares. Do contrário vai continuar Pimenta da Veiga o mineiro que mora em Goiânia e é candidato ao governo de Minas, prometendo investimentos numa cidade e citando uma cidade de São Paulo. Não sabe nada. Nem tem interesse em saber, quer ser governador para manter o atual estado de caos. E, na propaganda criar o que não existe, como fizeram Aécio e Anastasia e fazem quase todos. É duro um trem desses. Não se conhece a Constituição do País e uma Marina da Silva pode, como esses que citei e outros, falar as bobagens que fala.
Laerte Braga 
Laerte Braga
- Jornalista - Juiz de Fora- Minas Gerais

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