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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Aecio o clone FHC

Marcos Rebello Dizem comumente que FHC não deve aparecer nos debates atuais. Eu discordo. Porque quando se fala em termos de dar rumos à economia e ao país, temos duas, e apenas duas, avenidas. 

Uma é a atual que está baseada no trazer para o país o motor da economi
a, ou seja, impulsionar o desenvolvimento a partir da educação, da técnica, da tecnologia, do trabalho, do financiamento e da indústria nacional Reparem na ordem evolutiva. A infraestrutura do país em termos gerais é a tônica. Vemos isto pelo que ocorreu no governo Lula e a continuidade nas obras do PAC durante o governo Dilma, muito embora ele tenha sido todo durante a maior recessão mundial dos ultimos tempos. Isto não pode ficar esquecido porque requeriram massivos investimentos quando o capital é escasso, e mesmo assim o país se mantem.

A outra avenida é exatamente o contrário desta. Ela é devolutiva, porque vem de um centro fora do país, fora dos interesses nacionais Porque ao olharmos para o histórico veremos que com esta proposta não se investe em educação, nem em universidades e escolas técnicas, elimina-se os empregos para enxugar a máquina economica, reduz-se os salários para maximizar lucros empresariais e de bolsas que exigem lucros trimestrais e aumenta-se a dívida pública para sanar matrizes financeiras e empresariais no exterior hoje em franca bancarrota. 

Quer dizer, o embrião desta avenida oposicionista é claramente neoliberal que vem a beneficiar os de fora, devolver o controle e a soberania nacional ao capital rentista que escraviza este país desde a independencia, e nega a primeira e única oportunidade de real desenvolvimento autônomo. Ela impede a ruptura com o cartel de dominação mundial. Este é claramente o legado de FHC. É a receita de um sistema que vive às custas do país e que sequer repõe o que retira. Tanto que as privatizações foram em grande parte uma doação daquilo que foi duramente construído por décadas com o dinheiro publico! Foram valores nacionais e poder transferidos para fora do país. E por que esta "venda" do patrimonio publico nacional? Segundo os experts do neoliberalismo, para inserir o Brasil no contexto internacional a fim de moderniza-lo e diversifica-lo. Na verdade isto não é correto, porque mesmo com o aporte de tecnologia o grau de dependencia do capital rentista internacional aumentou perigosamente alem de delapidar completamente a autonomia da indústria nacional que hoje está praticamente toda nas mãos de estrangeiros que, com dólares sem lastro, compraram tudo. Este capital está hoje hiperconcentrado fora do país, resultado das fusões de grandes bancos como medida para conter a crise financeira, e exige um controle politico ainda mais acentuado que antes.

Este é o embrião de FHC personalizado em Aécio Neves porque não há outra possibilidade dentro da realidade economico-financeira e nem ideologica no mundo. 

Mas podem argumentar que Aécio não seguiria a linha de FHC. Ora, isso é impossivel! Porque nenhum politico consegue operar no vácuo economico-financeiro e não existe terceira via ideológica. Aécio obrigatóriamente teria que renunciar às propostas do BRICS assim que entrasse no governo porque as alianças que o sustenta vêm do embrião do PSDB-DEM que todos sabem qual é. Repudiar o BRICS é si ne qua non para a sua sobrevivencia politica no governo. Outra exigência seria juntar o Brasil às sanções contra a Russia para derrubar Putin. Ora, como poderia o Brasil ir contra um membro do BRICS em politica de reconstrução nacional e que depende desta parceria para implementar medidas geopoliticas já tomadas a nivel bi e multilateral? Esta é apenas uma amostra da Politica Externa que Aécio seria obrigado a seguir. O resto seria ladeira abaixo. O resultado seria o Brasil sendo novamente apenas uma escora de um sistema em franca decadência.

Aécio não tem proposta na mesa. Ele foge de respostas concretas e de compromissos porque sabe que não pode colocar qualquer coisa na mesa para ser analisada. Então ele faz finta nas entrevistas sobre programa de governo e faz pose para fotos de efeito.

Ou voce ruma por uma avenida ou voce ruma por outra.

Qual é o rumo para o Brasil? O que acaba de acontecer em Fortaleza! 

Com o lançamento do Banco do BRICS e a criação do fundo de reserva de contingencia para sanar quaisquer turbulencias nos mercados e no governo mostramos que esta é a única proposta viável para o Brasil para não permitir um relapso de caída nas amarras do capital rentista. Esta proposta é da Dilma!

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