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terça-feira, 20 de maio de 2014

"Devemos ir onde está o silêncio", diz ativista do Democracy Now

 "A espionagem da NSA não defende só a Segurança Nacional, 
mas também os interesses de empresas que estão diretamente
 ligadas ao governo"

maio de 2014 - 13h45 

"Devemos ir onde está o silêncio",

 diz ativista do Democracy Now


4º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais

 começou na manhã desta sexta-feira (16), na capital paulista. 

Centenas de jornalistas, blogueiros e ativistas se reuniram para

 debater liberdade na rede e democratização dos meios de comunicação. 


Mariana Serafini
Andrés Conteris do Democracy Now, Pascual Serrano do Rebelión e Venício de Lima debateram "Mìdia, Poder e Contrapoder"Andrés Conteris do Democracy Now, Pascual Serrano do Rebelión e Venício de Lima debateram "Mìdia, Poder e Contrapoder"

















A mesa de abertura tratou de "Mídia, poder e contrapoder" e
 contou com a presença do ativista norte-americano
 Andres Conteris do Democracy Now!, do jornalista espanhol
 fundador do portal Rebelión, Pascual Serrano e do sociólogo
 brasileiro Venício de Lima.

Conteris falou sobre o Wikileaks, a importância dos ativistas 

digitais e a necessidade de gente comprometida com a
 liberdade de expressão. "Devemos ir onde está o silêncio", falou.
 Contou como é o processo de investigação e cobertura 
do Democracy Now! nos Estados Unidos e ressaltou o trabalho
 dos veículos de esquerda na América Latina. 

O ativista destacou a coragem de Edward Snowden ao denunciar
 o controle de dados executado pela 
Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA),
 e a importância de os ativistas estarem dispostos a ir 
onde a imprensa hegemônica não tem interesse de estar.
 "A espionagem da NSA não defende só a Segurança Nacional, 
mas também os interesses de empresas que estão diretamente
 ligadas ao governo".

Andres Conteris do Democracy Now / Foto: Mariana Serafini
O sociólogo brasileiro Venício de Lima falou sobre a liberdade de imprensa e a 
democratização dos meios de comunicação. Citou a Lei de Meios da Argentina 
e os processos de democratização que vêm acontecendo nos outros países da América Latina
 Na ocasião também lançou seu livro “Para garantir o direito à comunicação”

A mesa também contou com a participação da advogada

 estadunidense Micòl Savia, 
representante das Nações Unidas de Genebra, que denunciou 
uma série de violações contra a liberdade de imprensa que vem
 acontecendo nos Estados Unidos. Ela afirma que a profissão 
está corre um alto risco no país que impede o trabalho dos 
jornalistas comprometidos com a verdade.

O jornalista espanhol Pascual Serrano deixou claro que a 

crise econômica mundial não afetou os veículos de comunicação
 alternativos da Europa porque estes nunca tiveram nenhum tipo de financiamento dos grandes bancos e empresas. 
Mas em compensação a imprensa hegemônica está prejudicada 
não só pela economia falida, mas também porque já não tem mais
 credibilidade com a população. 
“Eles sempre manipularam e mentiram, 
agora as pessoas já não acreditam mais em nada que falam”, afirmou. 

Leia a integra: http://www.vermelho.org.br/noticia/242262-10 
Da redação do Vermelho,
Mariana Serafini


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