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quinta-feira, 20 de março de 2014

EUA x Rússia: a raposa e o porco-espinho



  • EUA x Rússia: a raposa e o porco-espinho 

  • Bem-vindo ao jogo das grandes potências que usam, unicamente e exclusivamente, a linguagem do direito com o objetivo de legitimar suas ações estratégicas. 
    As ações da Russia em relação à crise na Ucrânia desencadearam uma reação de espanto e indignação nos Estados Unidos atingindo, praticamente, todos os setores da sociedade (partidos democrata e republicano, a mídia, analistas políticos e os think tanks) de modo a reavivar uma narrativa de confronto que não se via desde os tempos de Reagan no início da década de 80. Ora, o que Obama e seus conselheiros esperavam de Putin após o apoio que os EUA e União Europeia deram para derrubada de um presidente eleito (pró-Rússia) em um dos países mais importantes para a economia e a política russa?
    http://www.cartamaior.com.br/...#

    Ucrânia e a grande ofensiva dos EUA contra a Rússia
    Por Nazanín Armanian
    A Rússia não vai admitir um regime pró-ocidente no país mais importante para sua segurança. Onde, como e quando responderá a tais provocações? 
    Em uma conferência patrocinada pela petroleira Chevron, a subsecretária dos Estados Unidos, Victoria Nuland, revelou que, desde 1991, seu país investira mais de cinco bilhões de dólares na Ucrânia, um dos países mais estratégicos do planeta. E não foi para erradicar a pobreza, precisamente. A divulgação (pela Rússia?) de uma conversar telefônica entre Nuland, uma ferrenha anti-Rússia procedente da OTAN, e o embaixador norte-americano em Kiev dias antes, em que ela se queixou da União Europeia por ser incapaz de derrubar o governo. Afirmou também usar um representante da ONU – organismo internacional tratado como marionete – para formar um novo Executivo, de acordo com a suspeita.
    Washington estaria por trás do golpe de Estado contra o governo legítimo (com os mesmos critérios do Ocidente) de Viktor Yanukóvich, eleito em 2010? Claro que, neste caso, ninguém chamará de “golpe de Estado” para poder reconhecê-lo como legítimo, da mesma forma como foi feito com o golpe no Egito por Al Sisi. Por outro lado, foi surpreendente que Barack Obama pedisse tranquilidade aos manifestantes e diálogo com o governo, enquanto ultras como John Bolton e o senador McCain (que esteve até presente na Praça da Independência de Kiev!) exigiam contundência. Há um governo neoconservador dentro ou paralelo ao governo de Obama, ou se trata de um jogo duplo do presidente?
    http://grabois.org.br/portal/noticia.php?id_sessao=8...#
    www.cartamaior.com.br
    Bem-vindo ao jogo das grandes potências que usam, unicamente e exclusivamente, a..

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