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segunda-feira, 17 de março de 2014

50 anos do comício de Jango na Central do Brasil

Ato celebra os 50 anos do comício de Jango na Central do Brasil
Após o discurso do João Vicente Goulart, uma militante (Eli Eliete) assumiu o microfone e cantou o jingle da campanha de João Goulart para vice-presidente: "Pra vice-presidente/ Nossa gente vai jangar/ é Jango, Jango é o João Goulart".
• Cerca de duzentas pessoas, a maioria ligadas a partidos políticos e grupos sociais, participaram do evento
• Em 1964, o então presidente apresentou o projeto de Reformas de Base para 200 mil pessoas
vídeo: Marcelo Coelho
RIO - Em 1964, na Central do Brasil, João Goulart apresentava o seu projeto de Reformas de Base para mais de 200 mil pessoas. Cinquenta anos depois, cerca de duzentas pessoas, a maioria ligadas a partidos políticos e grupos sociais, participaram nesta quinta-feira de um ato para comemorar a data.
O comício foi marcado por discursos de líderes de partidos como Jandira Feghali (PCB), Randolfe Rodrigues (PSOL), Gilberto Palmares (PT) e a presença de militantes com faixas contra o governador Sérgio Cabral, a presidente Dilma e a favor da ocupação na Aldeia Maracanã. As menções ao evento histórico ficaram por conta de cartazes com fotos de Marighella e de outras lideranças. O filho de João Goulart, João Vicente Goulart, reafirmou a necessidade das reformas de base para o avanço do país.
https://www.youtube.com/watch?v=RXmf_fiFpH0

- Cinquenta anos depois, presenciamos um Brasil distante das ânsias populares, das reformas que precisamos para dar oportunidade para aqueles que sofrem. Meu desejo é que consigamos cicatrizar as feridas e evoluir para uma justiça que beneficie a sociedade brasileira - afirmou.
Logo após, uma militante assumiu o microfone e cantou o jingle da campanha de João Goulart para vice-presidente: "Pra vice-presidente/ Nossa gente vai jangar/ é Jango, Jango é o João Goulart". Com um público predominantemente jovem, não houve coro. Mas Josélia de Souza, de 72 anos, acompanhou a militante e relembrou o ato realizado há cinco décadas.
- Foi muito maior, hoje é só uma lembrança. Torço para termos um momento como este de novo em nossa história. Temos tantas questões não resolvidas que precisam de mobilização - afirma Josélia.
O presidente da Comissão Estadual da Verdade, Wadih Damous, fez discurso semelhante e afirmou que é necessário lidar com o legado que a ditadura deixou na sociedade.
- O Brasil, se essas reformas acontecessem, seria muito melhor. Os militares deixaram o legado dos desaparecidos, da impunidade aos torturadores. Precisamos resolver isso. Mas quando perguntamos onde está o Rubens Paiva, onde está o Stuart Angel, temos também que perguntar onde está o Amarildo. Esse é o legado que continua mesmo em tempo de democracia e que temos que mudar.

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