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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

"Uma introdução necessária" são as próprias palavras de Fidel Castro na introdução do Livro: El Diario del Che in Bolivia.

Marlúzio F. Dantas, Nascido Para Viver, Vivi... 24 de Janeiro de 2014. (Parte I)

"Uma introdução necessária" são as próprias palavras de Fidel Castro na introdução do Livro: El Diario del Che in Bolivia.



Era costume de Che em sua vida guerrilheira anotar cuidadosamente em um diário pessoal suas observações de cada dia. (...) quando a coluna recebia ordens de alto para acampar ao final de fatigada jornada, via-se EL Che – como carinhosamente batizaram desde o início os cubanos – extrair uma pequena caderneta e com sua letra miúda e quase inelegível de medico escrever suas notas.

Essas anotações, não escritas para publicação lhe servem como instrumento de trabalho para a evolução constante dos fatos, das situações e dos homens por suas expressões (faciais), do seu espirito profundamente observador, analítico e muitas vezes matizado de fino humanismo. Estão sobriamente relatados e possuem uma ininterrupta coerência desde o principio até o fim.   

El Che baseava a disciplina e a coerência moral de guerrilheiro, em sua própria força tremenda e no seu próprio exemplo. El Che encarna na sua forma mais pura e desinteressada o espirito internacionalista que caracteriza o mundo de hoje e cada vez mais o mundo de amanhã.

El Che contemplava a sua morte como algo natural e provável em um processo e se esforçou em escrever, muito especialmente, em seus últimos documentos, que essa eventualidade não impediria a Marcha inevitável da Revolução na América Latina. Em sua mensagem a transcontinental reiterou esse pensamento: "Toda nossa ação é um grito contra o imperialismo. Em qualquer lugar que nos surpreenda a morte, bem-vinda seja, sempre que esse, nosso grito de guerra, haja levado a um ódio receptivo e outro irmão se tenha para empenhar nossas armas.”

Para não lutar haverá sempre sobrado pretextos em todas as épocas e em todas as circunstâncias, porém será o único caminho de não obter jamais a liberdade. El Che não sobreviveu a suas ideias, porém pôde  fecundá-las com seu sangue. Com toda a segurança seus críticos pseudo  revolucionários, com sua covardia politica e sua eterna falta de ação, sobreviveram a evidencia de sua própria estupidez.     


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