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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Nem tudo é babosa , nem todos são Barbosa. Liberdade a Vinicius Romão

Via Mônica Simões

mais uma barbarie neo/fascista. Tão confundindo e generalizando tudo e todos
 como se fossem o ' deus do supremo'? Nem tudo é babosa , nem todos são barbosa.
 LIBERDADE aos Contrários...(sim, falando sem escrever, na lata. srrsrs)

JUSTIÇA BRASIL, daí ao POVO o que é do POVo. o resto cadeia. Liberdade a Vinicius Romão.
Marcando Fernanda Tardin
AJUDEM A CORRIGIR MAIS ESTA INJUSTIÇA, POR FAVOR !!!

Esse é o Vinicius Romão, 26 anos, psicólogo, ator e que atualmente trabalha nas lojas Toulon, no Norteshopping. 2ª feira, dia 17 de fevereiro, como fazia diariamente ao sair do trabalho às 22 horas, vinha pela rua Amaro Cavalcante, quando foi abordado por uma viatura do 3º Batalhão da PMERJ; os "militares" arrogantemente mandaram ele parar,e se deitar de bruços , apontaram a pistola para sua cabeça, e o prenderam sem nenhuma prova, apenas a acusação de uma mulher em prantos, que estava perto do local, a acusar um negro de cabelo "black", de bermudas e sem camisa, de tê-la agredido e roubado seus pertences. Os policiais encaminharam o rapaz para a 25ª DP, onde foi feito um novo "reconhecimento" pela suposta vítima, que trabalha de copeira no Hospital Pasteur. Esse confronto entre "supostos" acusado e vítima, foi feito sem nenhum critério técnico policial, realizado apenas na base do "cara a cara", para não dizer imposto. Vinicius foi imediatamente encarcerado, e posteriormente levado para a casa de detenção Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana de São Gonçalo. Ele está sem poder receber visitas, e sem nenhuma possibilidade de defesa, pois pode ser transferido a qualquer momento para outros presídios do Estado. Câmeras dos prédios nas proximidades do pseudo assalto, mostram que o ladrão era outro, de bermudas e sem camisa, enquanto Romão vestia uma calça e camisa pretas. Na verdade esse crime contra o direito de ir e vir e da defesa dos direitos que é imputado ao jovem psicólogo; nada mais é do que um caso público de racismo, pois ele estava àquela hora, só, e por ser negro foi acusado e preso por esse detalhe étnico.

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