Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Jornalismo vira-lata: TV Estadão monta vídeo com Black Bloc figurante e prega terror na Copa --- Antonio Lassance: "Afastem-se dos provocadores" --- Apoio a Zé Dirceu: Doações avançam



Charge do Aroeira


Gilmar Mendes sugere lavagem de dinheiro em doações, e PT contra-ataca

Presidente do PT vai interpelar ministro do STF. Advogado e familiares dos condenados no processo do "mensalão" afirmam que arrecadação foi feita com transparência
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BLOG DO SARAIVA

DOMINGO, 16 DE FEVEREIRO DE 2014


247 - Um ano atrás, o fundo de investimentos Innova, gerido por Verônica Serra, filha do ex-governador e ex-presidenciável tucano José Serra, anunciou um dos investimentos mais estranhos da história do capitalismo brasileiro. O fundo decidira aportar R$ 100 milhões para adquirir 20% de uma pequena fábrica de sorvetes em Cotia (SP), chamada Diletto (relembre aqui).
À época, foi montada uma pesada operação de marketing para dar ar de normalidade à transação. Entre as peças promocionais, houve até uma capa da Forbes Brasil, sobre os planos do empreendedor Leandro Scabin, que fundara a Diletto. Dizia-se, à época, que os recursos do fundo Innova estariam sendo aportados pelos empresários Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, da Ambev, e que a pequena sorveteria seria transformada na nova Haagen-Dazs.
No entanto, no mercado, sempre houve a suspeita de que os recursos geridos por Verônica Serra pertenciam à própria família – e não ao trio de bilionários da Ambev, que não costumam rasgar dinheiro aportando R$ 100 milhões numa sorveteria.
De lá pra cá, o que realmente aconteceu? Uma visita ao site da Diletto é esclarecedora. No campo Diletto na mídia (confira aqui), descobre-se que nada de importante sucedeu na história da empresa depois do aporte de R$ 100 milhões. Depois da entrada do Innova, a empresa conseguiu emplacar uma nota no Valor Econômico, sobre um picolé especial de dia das mães (leia aqui) e uma pequena reportagem na Gazeta do Povo sobre sorvetes (leia aqui).
Muito pouco para quem levou uma bolada tão grande. O que deixa no ar algumas questões: (1) de onde realmente veio o dinheiro do aporte na Diletto? (2) o que foi feito com esses recursos?

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No blog da redecastorphoto...


                                                                                                                                                                                            
13 de fevereiro de 2014 – Página do MST
Enviada pelo pessoal da Vila Vudu

Fotos do entrevistado: Pilar Oliva
Entrevistadores:Alan Tygel, Leonardo Ferreira e José Coutinho Júnior


O filósofo marxista François Houtart, da Bélgica, em entrevista exclusiva à Página do MST, analisa os motivos da crise global, o impacto das recentes mobilizações de massa na sociedade e a importância da integração latino-americana para o continente. François esteve presente no VIº Congresso do MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.. 

Confira a entrevista: [Clicando no título]

E mais...



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Recebido por e-mail da rede de correspondentes de Hélder Câmara:

Por que no momento só existem black blocs em países desafetos dos EUA? Tem black blocs na Espanha, Itália, França, Alemanha, Inglaterra? [NÃO!]

1 - Black blocs na Venezuela - pic.twitter.com/e9dXBdAcwM
2 - Black blocs na Argentina - http://t.co/AUKXcp3g8F
3 - Black blocs no Brasil - http://t.co/dUgYxj50lx

Só coincidência? /Dica @RodP13
Foto
Foto
Foto

A próxima porta que os EUA baterão será a do Brasil. Já estão tentando. /Dica Eduardo Londero -https://www.facebook.com/eduardo.londero.7

Foto: A próxima porta que os EUA baterão será a do Brasil. Já estão tentando. /Dica Eduardo Londero - https://www.facebook.com/eduardo.londero.7

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TV Estadão monta vídeo com Black Bloc figurante e prega terror na Copa 



Delegações poderão ser atacadas em protestos durante a Copa, diz black bloc


TV Estadão | 15.02.2014

Manifestante promete radicalização caso reivindicações não sejam atendidas

Amostra grátis da “entrevista”:

― Em relação aos turistas, às delegações, o que é vocês querem mostrar pra eles, como vocês pretendem agir?

― A gente quer mostrar pras eles que o povo não tem Copa, que a segurança aqui é precária, aqui não tem segurança pública no Brasil, então, se eles vir, eles vão provar do próprio veneno. Eles vão ver que aqui não tem segurança e vão pagar pelos governantes do Brasil.

― O que vocês pretendem fazer?

― Se for preciso, a gente vai dar susto em gringo [...] Se for preciso, tacar molotov em ônibus de delegação, se for preciso, tacar molotov em hotel que as seleções vão ficar...

[PressAA: Está bem claro que o vídeo foi montado para pregar terror, uma peça que deve estar sendo exibida em telejornais de diversos países. Prova disso é que o idiota black bloc foi orientado para enfatizar a palavra “Brasil” em vários trechos. O vídeo foi editado com imagens de black blocs em ação. Para assistir, clique AQUI ]

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Colunista
5/02/2014 - Copyleft 
Antonio Lassance


A nova e superjovem geração de manifestantes tem muito a ensinar, mas também tem muito a aprender com as gerações anteriores de combatentes sociais.

Das greves dos metalúrgicos às Diretas-Já, nos anos 1980; do impeachment de Collor às grandes marchas do MST a Brasília, nos anos 1990, muita gente participou, ensinou e aprendeu como transformar mobilizações de rua em avanços sociais e mais democracia.

Gerações e gerações de bravos e combativos militantes sociais nos ensinaram uma série de cuidados, requisitos e princípios a serem respeitados. Não há uma fórmula, mas há certamente uma forma. 

Por exemplo, as pautas de mobilização devem ser amplas o suficiente para ganhar a opinião pública, mas as propostas devem ser específicas e factíveis o bastante para serem levadas a uma mesa de negociação e se alcançar acordo.

Uma vitória, mesmo que pequena, é um passo importante para se convocar uma próxima luta e um estímulo para se ganhar mais adesão.

Não há problema em se pedir o impossível, mas não vislumbrar uma única conquista imediata, transformando a frustração e a revolta nos principais resultados, acaba por afastar a maioria das pessoas. É uma forma perfeita de trocar luta social pelo desfile de moda de pequenos grupos, com suas tendências supostamente de vanguarda.

Outro aprendizado importante, pisado e repisado por uma longa trajetória de  lutas, é que mobilizações não têm dono, mas elas precisam ter liderança. Melhor dizendo, manifestações têm donos sim: é todo o povo que ocupa as ruas. E sempre têm alguma liderança.

Quem convoca uma manifestação é responsável por preservar seus propósitos e protegê-la dos que querem empurrá-la para o abismo da inconsequência e o pântano da violência. Se a liderança não for exercida pelos convocadores, acabará sendo assumida pelos provocadores. 

Liderança é todo aquele que toma iniciativa e orienta os demais a agir conforme um rumo. Alguém fará isso no meio da rua, da melhor ou da pior maneira possível.

A comunicação é um fator crucial. A falta de um caminhão de som (nos anos 1960 e 1970, eram os valentes megafones) é um problema. Esse instrumento foi rejeitado nas manifestações de junho de 2013, considerado pouco democrático. 

Mas vimos que manifestações que não conversam por meio de algum sistema de som, no qual os participantes se revezem e se revelem em seus discursos, acabam aos gritos e ao som de explosões de rojões e coquetéis molotov – certamente, a pior das trilhas sonoras.

Na prática, é um gravíssimo problema que só favorece a grupos que nada têm de democrático, que sabem muito bem como organizar sua tropa para ganhar no grito a direção de um movimento e comandar o desenrolar dos fatos.

Um aprendizado fundamental das outras gerações foi o de como se comportar diante de confrontos com a polícia. 

A regra geral é a de que a melhor atitude diante da polícia é ficar longe dela. Seja para reagrupar-se em outro lugar ou simplesmente correr. A violência é algo que as forças repressivas do Estado sabem exercer melhor que ninguém. Não é esse o campo privilegiado para se travar a luta social.

Gerações que conduziram muitas lutas nos ensinaram que quem vai pra cima da polícia tem um nome: "provocador". "Afastem-se dos provocadores" e "não aceitem provocações", essas eram as palavras de ordem quando ocorria algum conflito localizado.

Sempre houve uma desconfiança muito grande, justificada, sobre os propósitos de quem acha que o foco principal em uma mobilização de massa são os policiais ou os profissionais de imprensa.

Houve um tempo em que o cúmulo da provocação era apenas o grito de guerra, em direção à PM, de "você aí parado também é explorado". Na chuva, o "você aí molhado também é explorado" até arrancava o riso condescendente de um ou outro policial.

Os velhos militantes nos ensinaram que a paciência é uma virtude revolucionária e que é preciso muita coragem para responder com pacifismo à violência injusta e indiscriminada.

A nova e superjovem geração de manifestantes de hoje talvez tenha perdido o elo com esses combatentes lendários e tenha esquecido de suas histórias, até porque poucos são os Homeros para nos contar em verso e prosa de onde viemos, por que lutamos e pelo que vale a pena viver e morrer.

A nova geração deve ser respeitada porque também tem muito a nos ensinar. Parte dela nos ensina o que se deve fazer. Outra parte nos mostra o que devemos evitar. 

Afinal, queremos todos ir adiante, sem jamais esquecer aquilo pelo que passamos.

 
(*) Antonio Lassance é cientista político.

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APOIO A ZÉ DIRCEU

de: Amigos do Zé Dirceu release@comuniquese2.com.br
responder a: Amigos do Zé Dirceu <campanha@apoiozedirceu.com>
para: Fernando Soares Campos <fernando.56.campos@gmail.com>
data: 17 de fevereiro de 2014 19:10
assunto: 6ª Boletim Campanha Apoio Zé Dirceu

Sexto boletim da campanha “Eu apoio Zé Dirceu” – 17/02/2014 18h

Blog Zé Dirceu

Caras amigas e caros amigos,


Com a colaboração e a solidariedade de vocês, nossa campanha “Eu apoio Zé Dirceu” continua firme e forte, mas ainda temos uma jornada a percorrer. Pedimos a todos que continuem no esforço para atingirmos o valor da multa de quase um milhão de reais imposta injustamente ao Zé Dirceu.

Amigos e amigas dos 27 Estados do Brasil já fazem parte dessa grande corrente de solidariedade e indignação contra as violações da AP 470. Agora, precisamos intensificá-la e dar um salto na nossa campanha para pagar, o quanto antes, o total de R$ 971.128,92.

Até as 12h de hoje (2ª feira, 17/02), foram recebidos e conferidos 1.794 comprovantes de doações, chegando ao valor de R$ 422.766,99.

Além desse valor, está disponível na conta de Zé Dirceu o repasse feito pelos familiares do companheiro Delúbio Soares, na ordem de R$ 143.000,00, referente ao saldo restante das campanhas anteriores realizadas para o pagamento da multa de José Genoino, João Paulo Cunha e do próprio Delúbio. Com esse montante, o valor total da campanha no momento é de R$ 565.766,99.

Precisamos da ajuda de todos para alertar os doadores que eles devem encaminhar seus comprovantes pelo site da campanha. Isso é fundamental para a validação das doações.

Caso você tenha doado e ainda não enviou seu comprovante, acesse o site da Campanha e clique em Como Doar (no cabeçalho do site). No item dois da seção Como Doar, clique em Formulário de Comprovante de Doação e preencha todos os dados do campo da tabela. Depois clique em Envio.

Reforçamos que esse procedimento deve ser feito por todos os doadores, independentemente da forma escolhida para a doação. Por favor, avisem seus contatos sobre essa necessidade. Segue abaixo uma figura que pode ser disseminada nas redes sociais alertando para essa questão.

Amanhã, terça (18.02), publicaremos mais uma atualização com o saldo de doações e o número de doadores. Qualquer dúvida, por favor, falem conosco pelo email apoiozedirceu@gmail.com

Seguimos juntos na luta.
Amigos do Zé


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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA


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