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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

APAGAO E FURNAS TUDO A VER

PLIM PLIM:

caro telespectador, não te faça de bobo DESLIGUE A GLOBO.
olha. quem já viu algum desses falando de ética e moral aqui nas bandas dessa capitania hereditaria espírito santo salve SALVEEEEEEEEEEE?



O dono do NOVO JORNAL em Minas Gerais, perseguido pelos tucanos em Minas, segue preso. Catei agora de seu site, para não ter perigo de ser censurado os docs. de suma importancia e esclarecedor.

A Ira tucana e a manipulação do sistema é para que não respingue nada nos abaixo DOCUMENTADAMENTE corruptos:

Publicado em 19/12/2012 http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/12/19/novojornal-denuncia-aecioduto-com-lista-de-furnas/

“NOVOJORNAL” DENUNCIA
AÉCIODUTO COM LISTA DE FURNAS

Senador não responde a denúncia de jornal mineiro.


Se for verdade, não vai ser preciso o Padim fazer – como tentou e deu origem ao Privataria Tucana – um dossiê sobre o Aécio Never.

(Clique aqui para ler “Datafalha abandonou o Cerra ? Jamais !”)

Conversa Afiada republica denuncia feita pelo “Novojornal” e não contestada pelo mineiro senador.

Por falar nisso, o brindeiro Gurgel, aquele que Collor chama de chantagista e prevaricador, tem a tarefa de investigar um acréscimo súbito no patrimônio de Aécio Never.

Está la, na mesma gaveta em que abrigou a investigação sobre o Demóstenes.

À denúncia do “Novojornal”:

“LISTA DE FURNAS” ABASTECEU “AÉCIODUTO” EM R$ 36 MILHÕES



Relatório de Danilo de Castro a Dimas mostra como foi distribuído em Minas Gerais os recursos arrecadados pelo esquema denunciado pelo MPF/RJ


Aos poucos vem à tona o porquê que o PSDB mineiro montou um gigantesco esquema midiático, policial, jurídico e judicial para desacreditar e desmoralizar o denunciante da “Lista de Furna”.  Desta “tarefa”, participaram os maiores veículos de comunicação do Estado e do País, diversos Desembargadores, Juízes e promotores que atuam no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, além de peritos delegado e advogados  que militam em Minas Gerais.

O esquema foi desmontado e denunciado pelo advogado Dino Miraglia Filho perante o Supremo Tribunal Federal (STF). Dino encontra-se ameaçado de morte, o que o fez solicitar ajuda na OAB/BR, OAB/MG, e vários órgãos de direitos humanos, inclusive OEA. Por este motivo a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em sessão pública, transmitida ao vivo para todo o Estado, foi determinado o afastamento do Delegado Márcio Nabak da presidência dos processos de Nilton Monteiro.

Novojornal já havia noticiado que o procedimento investigatório já tramita perante o STF para apurar a atuação deste grupo criminoso denominado “Gangue dos Castros”.

Com a conclusão das investigações pelo MPE e Polícia Federal e indiciamento de Eduardo Azeredo, Maurício Brandão Ellis, Clésio Andrade, Walfrido, Andrea Cassia Guerra, José Inácio, Ricardo Drummond da Rocha e Joaquim Engler Filho, perante o STF, INQ 3530, pelo incêndio criminoso que provocou a explosão de carros e tentativa de homicídio em face de 9 pessoas, sendo que uma delas ficou 40 dias no CTI, começou a ser desmontada a farsa da qual Nilton Antonio Monteiro é vítima desde 2005.

Habilitado como assistente da Procuradoria Geral da República (PGR) no referido inquérito representando a vítima, ele juntou 87 documentos, segundo Dino “os mais graves já juntados na história do Brasil republicano”. Também requereu a distribuição do processo da “Lista de Furnas” por dependência e o processo do ex-deputado Marcelo Caetano, também por dependência, pois se tratam de crimes conexos e com a mesma motivação e envolvimento dos mesmos autores do incêndio criminoso. O advogado ainda requereu o indiciamento de mais 6 pessoas.

Na última sexta feira (14/12), Novojornal teve acesso aos diversos documentos juntados, dentre eles destaca-se uma prestação de contas enviada por Danilo de Castro – em papel timbrado do Governo de Minas Gerais – ao operador do esquema de Furnas, Dimas Fabiano, relatando como foi aplicado o dinheiro recebido na campanha do então candidato Aécio Neves ao governo do Estado de Minas Gerais em 2002.

Fontes da Procuradoria da República informam que o procurador geral, extra oficialmente, já teria relatado ao ministro Joaquim Barbosa a existência de documentos que comprovam o envolvimento do Senador  Aécio Neves ( PSDB-MG) no esquema e este seria o principal motivo a levar o ministro Joaquim Barbosa à avocar o processo que tramita na justiça federal carioca. O senador Aécio Neves, consultado através de sua assessoria, não quis comentar o fato.

Documentos que fundamentam esta matéria





























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