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sábado, 7 de dezembro de 2013

Memória e Verdade - Conversa pública com Valdir Fraga Junior

IV Conversa Pública - Vitória ES













Minha saudação a todos! Sinto-me honrado pelo convite para prestar meu depoimento nessa CONVERSA PÚBLICA, comemorativa a Semana dos Direitos Humanos.
Que minhas primeiras palavras sejam uma homenagem a todos os mortos pela ditadura, a todos que sofreram torturas nas masmorras ou “sucursais do inferno” dessa infeliz página da história de nosso país, saúdo em nome de todos desaparecidos políticos João Massena de Melo, citado pelo livro “Memórias de uma Guerra Suja”, como um dos incinerados nos fornos da Usina de cana de açúcar em Campos. Sem menor sombra de dúvidas métodos nazistas. Presto também indistintamente solidariedade a todos que sofreram violações nos seus direitos.

Exatamente daqui a uma semana, no dia 13 de dezembro completa 45 anos do Ato Institucional nº 5. Nesse dia a ditadura implantada em 1964 tirou a máscara, cometendo as maiores barbaridades. Nessa época eu era militante sindical, responsável por um jornal chamado
“7 de Fevereiro”, dia Nacional dos Trabalhadores Gráficos logo após a publicação deste ato, o jornal saiu de circulação por ordem do DOPS e foi queimado no pátio do sindicato.
Para os que não me conhecem, nasci em Itapemirim no sul do Espírito Santo. Tudo começou quando ouvi duas pessoas simples conversando, um dizia que a Usina sustentava 2 mil famílias a outra dizia que era justamente o contrário, eram as duas mil que sustentavam a usina! A partir daí, nunca mais deixei de tomar posição que não fosse ao lado dos menos favorecidos.
Estudei na Escola Técnica de Vitória - Jucutuquara, onde tive alguns atritos com a direção, fui suspenso por quatro dias, só voltando com a presença de meu pai. A direção contou para meu pai que eu tinha sérias tendência comunista... vejam só que ironia, que premunição! Nesta escola aprendi a profissão de linotipista, onde fui para o Rio de Janeiro com a intenção de trabalhar estudar. Ao chegar ao Rio fui para o Sindicato, na época o sindicato representava para mim uma trincheira de luta da categoria, na companhia de velhos militantes de posição bem definida, participei de diversas comissões de salário. Fui um dos entusiastas pela criação de um jornal que pudesse arregimentar os companheiros que com o golpe militar de 64 tiveram que se afastar. Fizemos o jornal acima citado, uma homenagem a uma greve em São Paulo, em 1923, comandada pela UTG (União dos Trabalhadores Gráficos A UTG tinha como fundador e Secretário Geral João da Costa Pimenta um dos Fundadores do Partido Comunista em 25 de março de 1922. Esse jornal sugeria o 2º CONGRESSO DOS GRÁFICOS DA GUANABARA, todo o número discutíamos com a categoria os itens sugeridos. A partir da publicação do AI 5 quem quisesse continua na luta teria que ser diferente, as perseguições eram mais rigorosas.
Em 1972, completei 29 anos, na Ilha das Flores, com o corpo dolorido por espancamento, choques elétricos nas partes intimas. Tudo isso após ser seqüestrado pelo DOI-CODI, da Barão de Mesquita .
No mesmo momento que era seqüestrado de forma covarde sem direito a nada, a não ser à vontade de homens armados de metralhadoras aos gritos e palavrões. Minha residência era invadida por outro grupo, revistando, dando empurrões com os canos das metralhadoras, num total vandalismo.

Apesar de nada encontrar em minha casa, S A C O S e mais S A C O S eram expostos na calçada e eles diziam que eram armas e munições!... Uma forma de impressionar a vizinhança.

Uns quarenta minutos mais ou menos após o seqüestro, cheguei na Barão de Mesquita na Tijuca onde funcionava o DOI-CODI.
Se lá não era o inferno, com certeza era sua sucursal, ou melhor, uma das sucursais espalhadas por todo país. Mandaram-me tirar a roupa. Despido fui amarrado com fio elétrico nos dedos dos pés e das mãos, faziam as perguntas de praxe.

Indagando sobre a organização e o codinome. Respondia sempre: - Meu nome é Fraga Junior, sou do Sindicato dos Trabalhadores Gráficos.

Aos gritos e palavrões ao meu redor parecia que eram uns 6 a 8 torturadores. Com o capuz na cabeça não vi quando uma pernada me jogou no chão. A mão do monstro me agarrou na parte genital, amarrando um fio. “A manivela funcionou. Gritei sufocado por um capuz preto. Parecia que todos os nervos do corpo estavam eletrificados. Cheiro de cabelo queimado, aqueles que rodeiam o órgão genital amarrado. Após algum tempo, que parecia uma eternidade, os fios foram retirados. Socos e joelhadas partiram de todos os lados, com as mesmas perguntas e palavrões. Caído, fui arrastado pelas pernas até um quadrado que eles denominavam geladeira. Na geladeira uma friagem descomunal. Quando acordei, ouvi uma voz vinda de um aparelho instalado no teto, em seguida uma gargalhada sádica, e as mesmas perguntas, era como se fosse uma gravação repetindo a mesma coisa”.

Codinome e organização. Como a resposta era a mesma. Fraga Jr. do Sindicato dos Trabalhadores, não completei a frase, um apito de uma fábrica parecia estourar os tímpanos naquele ambiente fechado e escuro. Não era possível calcular o tempo, era uma coisa infernal. Toda madrugada era retirado, sempre nu com o capuz preto, era espancado com socos nos rins, peito, e só paravam quando eu caia desmaiado.


Após uns 40 dias sentia dores no peito, fui examinado pela mesma pessoa que me examinou anteriormente após ter deixado a geladeira, era o médico Amilcar Lobo. Fui levado encapuzado para o 1º Distrito Naval e no outro dia para a Ilha das Flores. Fiquei incomunicável por alguns dias, nesse lado do presídio estavam presas diversas jovens por fazer resistência a ditadura. Mesmo proibida de qualquer manifestação presas em suas celas elas não deixavam de prestar sua solidariedade. Com palavras de incentivo, assim como: LEVANTEA CABEÇA, VOCÊ NÃO ESTÁ SÓ!

Quando fui levado para o coletivo, fui colocado numa cela junto com João Massena de Melo e outros.

Após ter um habeas corpus negado pelo Tribunal Militar fui colocado em liberdade condicional, as últimas palavras de João Massena, foi que tomasse muito cuidado porque eles estavam soltando alguns presos para serem eliminados. Eu poderia ser um deles! Mandou dar um abraço no amigo dele um gráfico que trabalhava na Revista “O Cruzeiro”, preso com ele em Fernando de Noronha. Waldemar Daim.
Em liberdade condicional, sem poder deixar o estado, teria que ir toda semana assinar um livro de presença no Primeiro Distrito Naval, se fosse ao sindicato perderia a liberdade condicional. Vinte quatro horas mais tarde estava no Sindicato, fui para o Departamento Jurídico reivindicar meus direitos, a Editora que trabalhava tinha me dado abandono de trabalho mesmo sabendo de minha prisão! Difícil foi arrumar um trabalho, que o patrão aceitasse em me dispensar para assinar a tal presença na Marinha. Além de manter nosso controle era também uma forma de dizer para o patrão, marcar nossa ficha. Trabalhando numa editora no bairro do Rocha, numa noite ao sair do trabalho um carro suspeito, com um carona com meio corpo para fora do carro andando bem devagar me jogou a metade de um paralelepípedo, por uma questão de milímetro não tinha minha cabeça atingida, logo no outro dia os patrões recebiam um telefonema, perguntando porque estava me dando emprego, fui dispensado na hora! Passei ser revistado por diversas vezes, a última, numa maneira bem debochada um me disse: “você nasceu com a bunda para a lua”! Pregavam realmente o terror! Estava com visão dupla, ao sentar diante da linotipo, tomava choque, somente com a trepidação da máquina ligada.

Após julgado e absolvido em 1975, numa deixei um dia sequer de militar pela volta das liberdades democráticas, fiz parte do Comitê de Anistia, fui receber diversos exilados no Galeão recordo-me da vinda de Luiz Carlos Prestes, na Casa dos Estudantes, CEU, fomos saudar Apolônio de Carvalho. etc...

Após a publicação da Anistia o meu pedido foi feito em conformidade com a lei, foi assinado no escritório do advogado Dr. Humberto Jansen Machado, com sua secretária segurando na minha mão, com a visão dupla tinha dificuldade até de assinar meu nome. O INSS fez questão de dar suas contribuições sumindo por duas vezes com o processo. O ranço ideológico de alguns funcionários era comprovado.
A Comissão da Anistia numa infeliz interpretação ratifica a burla do INNS, numa atitude de afogadilho sem analisar corretamente a questão. A norma da anistia não pode ser dessa maneira com dois pesos e duas medidas!


A COMISSÃO DE ANISTIA comete um terrível equivoco, ao anistiar, ex-preso político que tinha vinculo empregatício, ao invés de cumprir o dispositivo constitucional da lei que diz que nós receberíamos com se trabalhando estivesse. Assim não é procedido, paga-nos em ávos proporcional aos anos trabalhados. Isso atendendo uma interpretação irônica do INNS. Um soldado anistiado não ganha como meio soldado, pelo contrário, ganha todas as vantagens conforme diz a mesma lei de anistia. Eu faço questão de deixar essa crítica registrada. Uma voz do Chile de Michelle Bachelet diz: “que uma ferida, quando está contaminada não cicatriza”. Desculpe-me a Clínica dos Testemunhos, que faz uma papel excelente dentro de suas atribuições,
Desculpe-me os organizadores dessa CONVERSA PÚBLICA, nesse caso da anistia referida, eles estão SURDOS E MUDOS.
Para a Comissão da Verdade... a verdade é uma só, e tem que ser verdadeira, mais uma vez desculpe-me o trocadilho!

No caso de punição aos crimes de lesa-humanidade, será preciso a mobilização dos “tambores das transformações”, sem dúvida é a juventude, e sem essa juventude sem esses tambores nada será feito!
Fora dos Direitos Humanos sem dúvida é barbárie!
Obrigado! 


https://www.facebook.com/valdir.fragajunior/posts/490814221038544?comment_id=2554212&notif_t=comment_mention















Nota das FARC-EP sobre a morte de Mandela

Nota das FARC-EP sobre a morte de Mandela

La Habana, Cuba, sede de los diálogos de paz, 6 de diciembre de 2013./^

* *

*HA MUERTO UN GRAN LUCHADOR REVOLUCIONARIO.*

/"Los verdaderos líderes deben estar dispuestos /

/a sacrificarlo todo por la libertad de su pueblo". /

*/ /**Nelson Mandela//*

La Delegación de Paz de las FARC-EP se une al dolor que apena al mundo
entero por el fallecimiento de Nelson Mandela, Madiba. Hacemos llegar al
pueblo surafricano y al Congreso Nacional Africano nuestro sincero
saludo de condolencia en estos momentos de inmenso dolor.

Los revolucionarios del mundo aprendimos del ejemplo de Madiba.
Contrario a lo que hoy pregonan hipócritas aduladores y oportunistas,
Mandela nunca fue un simple pacifista. Fue un revolucionario integral,
que asumió consecuentemente la resistencia popular armada contra un
orden social ilegítimo e injusto. Con la razón de su parte, desafió la
tiranía desde la prisión, mostrando el temple acerado de su talante.

Guiado por Mandela, y conjugando las diversas formas de la lucha
popular, el pueblo surafricano derrotó el apartheid y trazó el camino
hacia la paz y la democracia.

Mandela vive hoy en las luchas de los pueblos por la paz. Los
combatientes de las FARC-EP reivindicamos su legado.

*Delegación de Paz de las FARC-EP.*

o picareta que oferece emprego escravo é TUCANO. Vide

SALUDO AL XVIII FESTIVAL MUNDIAL DE LA JUVENTUD Y LOS ESTUDIANTES*


/La Habana, Cuba, sede de los diálogos de paz, diciembre 7 de 2013/

*SALUDO AL XVIII FESTIVAL MUNDIAL DE LA JUVENTUD Y LOS ESTUDIANTES*

/ /

Nos sumamos al clamor de unidad en contra del imperialismo que ha
lanzado la juventud en la perspectiva de lograr un mundo en paz,
solidaridad y con transformaciones sociales.

Las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, Ejército del Pueblo,
FARC-EP, adhieren a la alegría y combatividad de los miles de jóvenes
del mundo que han acudido al XVIII Festival Mundial de la Juventud y los
Estudiantes, en Quito, Ecuador, en cuyas laderas, el general Sucre libró
la batalla de Pichincha haciendo flamear la bandera de la libertad y la
independencia de la América nuestra.

Este histórico encuentro recoge el legado de las luchas
antiimperialistas, antifascistas y de resistencia de las nuevas
generaciones, que por más de 60 años han impulsado la concreción de una
nueva sociedad verdaderamente emancipada.

La juventud rebelde del mundo tiene hoy por delante la construcción de
una alternativa global ante la crisis civilizatoria provocada por un
capitalismo monopólico generador de injusticia y desigualdad, que
pretende condenar a la humanidad entera a la miseria, la guerra y la
destrucción.

Desde la guerrilla de las FARC-EP, conformada también por miles de
jóvenes colombianos que han tomado las armas en pos del socialismo y la
causa bolivariana, nos sentimos hermanados con las luchas desarrolladas
por los jóvenes del mundo contra el imperialismo y el gran capital,  por
la paz y la soberanía de los pueblos, la conquista de los derechos
juveniles, el empleo digno, la educación para todos y todas, la
democratización de la cultura, las artes y la tecnología, las libertades
sexuales, la equidad de género, la defensa del planeta, y el bienestar
de la humanidad, entre tantas otras, que deben zurcir el proyecto de una
nueva época en la que impere la justicia y la dignidad.

Nuestra más firme solidaridad con los millones de jóvenes europeos y
norteamericanos sometidos al desempleo y la precarización por la crisis
del capital; con los jóvenes de África que deben combatir por sacar a
sus pueblos de la inanición y las tiranías; con la juventud
latinoamericana que ha desenvainado nuevamente la espada de Simón
Bolívar, El Libertador, y la ha puesto a fulgurar por todo el
continente; con los jóvenes del Medio Oriente que se empeñan en
proyectos soberanos contra las ambiciones delirantes del imperialismo y
el sionismo en la región. Para todos los que luchan y resisten bajo las
banderas de la FMJD, nuestra solidaridad, amistad y fraternidad.

Llamamos a todos los asistentes al Festival, a que acompañen a todo el
movimiento revolucionario del continente en la gesta por la segunda y
definitiva independencia de Nuestra América, apoyando decididamente los
procesos de cambio en la región nacidos de la lucha popular, y la
creciente resistencia de los pueblos que se extiende desde el sur del
río Bravo hasta los confines de la Patagonia.

Los convocamos a solidarizarse con la lucha de la juventud y el pueblo
de Colombia, que hoy sigue en combate por una alternativa distinta a la
arrasadora devastación neoliberal. Los jóvenes colombianos enfrentan la
más recia precarización laboral, el cercenamiento de sus derechos
básicos, como la salud y la educación públicas, en medio de una cruenta
guerra que viene segando vidas desde hace más de 60 años.

Las FARC-EP, consideran que es un invaluable aporte a las luchas
democráticas de la juventud, el respaldo que se le brinda a la búsqueda
de la solución política al prolongado conflicto social y armado que vive
nuestro país. Solución política que no es otra que la resolución de las
causas que han dado origen a la guerra, y que han sufrido los
colombianos por sucesivas generaciones. Pensamos que construir la paz de
Colombia significa avanzar con determinación en la consolidación de la
paz y la independencia de Nuestra América, como bien lo quiere este
Festival, y por ello los invitamos a seguir propulsando el actual
proceso de diálogo, que bajo la consigna de la democracia verdadera, la
paz con justicia social y la reconciliación, se desenvuelve en La
Habana, Cuba.

Les auguramos grandes éxitos en sus discusiones, conmemoraciones y
celebraciones.  Estamos seguros que desde la emblemática tierra de la
coronela de guerrillas, Manuelita Sáenz, esta pujante juventud
revolucionaria del siglo XXI sabrá avanzar unida contra el imperialismo,
por la paz, y las transformaciones sociales.

*DELEGACIÓN DE PAZ DE LAS FARC-EP*
teleSUR TV @teleSURtv
ECUADOR DA INICIO A 18 FESTIVAL MUNDIAL DE LA JUVENTUD Y ESTUDIANTES.
http://tlsur.net/1cgjP9p
Ver tradução

Por que a Monsanto está estourando a champagne?

A importância do trabalho voluntário e o exemplo do Che Guevara.


  • Sábado dia 07/12/2013

    A importância do trabalho voluntário e o exemplo do Che Guevara.
    Contribuição Telma Araujo

    Tirso W. Sáenz

    O trabalho voluntário era parte da concepção do Che sobre a construção da sociedade socialista e comunista. Um dos temas centrais de suas reflexões e dedicações práticas foi a definição do trabalho na nova sociedade, a busca das vias para superar seu caráter mercantil. Seu aporte de ter gerado em Cuba o trabalho voluntário estava encaminhado precisamente para favorecer a tendência à desalienação do trabalho, a criação de uma nova consciência na sociedade cubana.

    Sobre o trabalho voluntário o Che expressou:

    O trabalho voluntário, fundamentalmente, é o fator que desenvolve a consciência dos operários mais que nenhum outro.

    Neste sentido o trabalho voluntário não deve ser avaliado pela sua importância econômica – ainda que tenha. Ele deve ser considerado fundamentalmente como um motor que desenvolve a consciência dos trabalhadores, ainda mais quando esse trabalho se realiza em lugares diferentes do seu lugar habitual de trabalho. Isto é particularmente para aqueles trabalhadores que trabalham no setor administrativo, que não conhecem muitas vezes as condições do trabalho da produção material.

    O trabalho voluntário se converte desta foram em um veículo de ligação entre os trabalhadores do setor produtivo e do setor administrativo ou intelectual.

    O Che, quando era Ministro de Indústrias em Cuba organizou a Brigada Vermelha para o trabalho voluntário. O Che era o chefe. O compromisso dos membros – a participação nessa brigada não era obrigatória – era trabalhar 240 horas voluntárias durante um semestre, ou seja, o equivalente a cerca de 10 horas voluntárias semanais, considerando-se apenas as horas de trabalho físico em alguma atividade produtiva. As horas-extras trabalhadas na atividade administrativa própria constituíam parte do trabalho normal. A meta era dura. Para alcançá-la, era necessário participar, todas as semanas, das jornadas de trabalho voluntário que, geralmente, duravam 4 horas e, além disso, tomar tempo das férias para completar as horas de trabalho produtivo.

    Che, como em qualquer outra atividade, era um exemplo vivo. Ele participou como um operário agrícola no corte manual da cana de açúcar; inclusive ele esteve um mês cortando cana com a primeira cortadeira construída em Cuba. Ele trabalhou também na construção, na planta de farinha de trigo em Havana e numa das plantas têxteis, entre outras.

    Geralmente, os que realizavam trabalho voluntário se reuniam à frente do edifício do ministério, por volta das 5 ou 6 horas da madrugada, para tomar o caminhão que os levariam ao lugar onde se realizaria a tarefa do dia. Em muitas ocasiões, vimos o Che descer do seu escritório, a essa hora, sem ter dormido. Na maioria das vezes, ele montava no caminhão junto com os demais operários. Em outras poucas, viajava no seu carro para aproveitar o tempo do trajeto e dormir um pouco.

    Muitas vezes estive com ele nessas jornadas. Lembro-me de um domingo em que, cortando cana, ele colocou atrás de cada um de nos um medidor para verificar a quantidade de cana cortada por unidade de tempo. No dia seguinte, no Conselho de Direção, mostrou os resultados: ele esteve entre os mais produtivos; eu, entre os últimos. Isso foi motivo de gozação para ele ao notar meu rosto envergonhado.

    O trabalho voluntário tinha que ser realmente produtivo, pois ele respondia ao cumprimento de metas de produção - que poderiam estar em risco de não se realizarem - ou mesmo tinha de ultrapassá-las. Em uma ocasião, se organizou o trabalho voluntário numa fábrica. Quando chegamos, não se tinha preparado uma jornada de trabalho produtiva. Para entretermos nos indicaram recolher pedrinhas no quintal da fábrica. O Che brigou duramente com o administrador e deu instruções para nos retirarmos de imediato.

    Certa vez, Che desafiou os funcionários da Junta Central de Planificação a uma competição para realizar trabalho voluntário durante várias semanas em duas fábricas têxteis diferentes. De comum acordo, se estabeleceram indicadores para medir a efetividade do trabalho. O trabalho começava nos sábados, às 12 da noite, e terminava nos domingos, às 6 da manhã.

    Por este motivo, o trabalho voluntário deve ser uma ferramenta ideológica para todas as pessoas e muito especialmente para os jovens que pensam e lutam por um futuro melhor, por uma sociedade livre de exploração e injustiças. O exemplo do Che sempre servirá de guia.

    (Tirso, escreveu este texto especialmente para os futuros brigadistas, a meu pedido)

    Tirso W. Saenz

    Doutor em Ciências Técnicas, engenheiro químico, cubano, formado no Rensselaer Polytechnic Institute (RPI), em Troy, Estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos, em 1954, como bolsista. Antes mesmo de formado foi contratado pela ProcterEtGamble, para trabalhar em uma filial em Cuba.

    Com a vitória da Revolução, em 1960, as grandes empresas pertencentes a monopólios norte-americanos foram nacionalizadas. Ao tentar um visto para ir para os Estados Unidos, a arrogância de um vice-cônsul da embaixada norte-americana, no momento de sua entrevista, fez Tirso abandonar a idéia de sair de sua Pátria.

    A sua incorporação no processo revolucionário não começou pela via da compreensão teórica, mas pelos caminhos de um sentido ético e da incorporação prática, decidida e entusiasta a um trabalho criativo e coletivo, que estava sendo útil a todo um povo.

    Com o êxito do trabalho, foi reconhecido e nomeado chefe técnico da área de sabões e perfumaria no Consolidado Químico, que abrangia todas as empresas desse ramo em Cuba. Passados alguns meses foi indicado para a vice- diretoria de refinação do Instituto Cubano de Petróleo, que estava vinculado ao Instituto Nacional da Reforma Agrária( INRA) , sob a gestão do Comandante Ernesto Che Guevara. Em novembro de 1960, numa entrevista realizada, às duas horas da madrugada, horário normal de trabalho para o Che , depois de um aperto de mãos, Tirso, de fato, iniciava seu trabalho revolucionário.

    Foi vice-ministro de Che Guevara no Ministério das Indústrias, de 1962 e 1965 . Publicou o livro O ministro Che Guevara –testemunho de um colaborador pela Editora Garamond.

    “Trabalhei com Che os cinco melhores anos de vida “ Tirso W. Saenz

MANDELA E GANDHI: LUMINOSAS EXCEÇÕES NUM SÉCULO SANGUINÁRIO


Mandela e Gandhi foram líderes admiráveis, com trajetórias muito parecidas, exceto no seu final. Mais afortunado, o primeiro terminou seus dias placidamente como merecia, enquanto o arauto da não violência deparou com a besta-fera que ninguém merece encontrar.  

Ambos enfrentaram inimigos odiosos, com os quais nenhuma pessoa decente poderia ser tolerante: o apartheid e o colonialismo.

Os dois chegaram a trilhar os caminhos da força, mas depois perceberam que a maior vulnerabilidade dos inimigos era a moral. E disto souberam tirar máximo proveito, para alcançarem seus objetivos com desperdício de vidas relativamente pequeno.

Tiveram sensibilidade para perceber o papel que uma grande liderança carismática pode desempenhar em luta deste tipo, granjeando simpatia para a causa no mundo inteiro. E, favorecidos por suas auras de martírio, incorporaram magnificamente tal figurino, Mandela com características laicas e Gandhi como um homem santo, segundo as tradições de seus respectivos povos. 

Vitoriosos, eles concluíram suas obras consolidando os novos governos sem os derramamentos de sangue que pareciam inevitáveis.

Com sua coragem e imensa autoridade moral, Gandhi evitou uma guerra entre Índia e Paquistão ao dispor-se a jejuar até a morte se os atos de hostilidade não cessassem. 

Com sua incrível intuição política, Mandela utilizou um campeonato de rúgbi para irmanar negros e brancos, estimulando o afloramento de uma consciência nacional em substituição aos rancores raciais.

Alguns companheiros gostariam mais deles se tivessem sido, explicitamente, revolucionários. Gandhi nunca o pretendeu ser e Mandela priorizou o fim da desigualdade decorrente dos preconceitos raciais, talvez por avaliar que assumir a bandeira maior do fim da exploração do homem pelo homem lhe fecharia demasiadas portas. De qualquer forma, é pouco provável que, em países tão atrasados como a África do Sul e a Índia, eles pudessem ter ido mais longe do que foram. 

Outros destacam que a volta por cima de ambos só se tornou possível porque britânicos e holandeses hesitavam em executar opositores na cadeia, já que suas tradições civilizadas ainda lhes impunham alguns limites. Os estadunidenses, com seu pragmatismo impiedoso e com a desumanidade característica dos fanáticos religiosos aos quais remontam, certamente teriam eliminado o problema no nascedouro.

Mas, dentro do quadro em que atuaram, é indiscutível o mérito de haverem mudado a face dos seus países com muito menos violência do que líderes de outro tipo utilizariam ou provocariam.  Num período tão brutal como o século passado, foram luminosas exceções.

POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir): UMA BATALHA DE OPINIÃO DESASTROSA PARA O NOSSO LADO / O RETROCESSO HISTÓRICO PODERIA TER SIDO EVITADO? / DEDICO A CANÇÃO "GOLDFINGER" AO REINALDO AZEVEDO... / UMA OBRA-PRIMA QUE POUCOS CONHECEM: "CÃO BRANCO" / WALTER HUGO KHOURI, PARA ALÉM DO ESCÂNDALO DA PEDOFILIA

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Mandela , Vitor Buaiz e as lutas: reforma Agraria Já!

Mandela em momento histórico visitando nosso estado, com Vitor Buaiz.
Fotos Tadeu Bianconi

Em visita ao ES, a convite do gov. Albuino Azeredo, com o Prefeito Vitor Buaiz deixou por todos os cantos que passou em visita, manifestou sua reverencia ao Brasil pela solidariedade recebida pela Africa do Sul, durante todo o tempo que lutou contra o apartheid, declara com emoção o então prefeito Vitor Buaiz, hoje.
A prefeitura de Vitória, ofereceu a ele uma comenda em homenagem aquele que conseguiu a liberdade para o povo da Africa do Sul, considerando principalmente, o fato de haver uma profunda ligação cultural, étnica e de solidariedade entre a MÃE AFRICA e o Brasil.
A figura de Mandela pode ser comparada ao de Gandhi, que libertou seu povo com instrumento mais forte que existe que foi A PAZ SEM DERRAMAMENTO DE SANGUE, apesar de todo o sofrimento que lhe foi imposto pelos ingleses, 27 anos de prisão e a submissão do povo africano de forma bárbara - Vitor Buaiz

História da terra

Especial Mandela/Lula --- Jornal Nacional: FHC era amigo de Mandela desde criancinha --- Campanha PressAA: Joaquim Barbosa para presidente vitalício do STF


Um dos encontros de Lula com Nelson Mandela em Maputo em 2008



O ex-presidente da África do Sul abriu uma exceção para receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula a comparou [Dilma] a Mandela"Uma parte da história da Dilma me lembra muito a do Mandela. Lembro-me uma vez que o Mandela me contou que só foi para o confronto porque não deram outra saída pra ele. O tempo passou e o que aconteceu: ele virou um dos maiores símbolos da paz e da união no mundo".

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MANDELA E LULA, O ENCONTRO


Os dois se encontraram hoje na casa de Nelson Mandela, em Maputo. É a casa em que Mandela mora com sua esposa, Graça Machel, viúva do líder pela luta da independência e presidente de Moçambique, Samora Machel.

Mandela machucou o joelho, por isso não pode ficar muito tempo em pé. Usa aparelho para surdez e bengala. Caminha com dificuldade. Na foto abaixo, ele chega apoiado no braço do presidente Lula.



Enquanto posava para as fotos, Mandela fez graça. Disse o seguinte:

"Estou muito honrado em receber um presidente. Na minha idade, eu deveria estar agora a cavar meu próprio sepulto. Na minha idade, não me reúno mais com presidentes. É uma grande honra poder recebê-lo. Machuquei o joelho, por isso não posso ficar muito tempo em pé. Mas se quiserem posso me sentar aqui no chão".


Lula ficou emocionado no encontro. Depois, em conversa com jornalistas, disse que Mandela representa uma das personalidades mais importantes do século 20. Lula também lembrou que teve o primeiro encontro com Mandela em Cuba, em 1992. E depois em 1994, na África do Sul.

Na foto abaixo, Mandela, Graça Machel, Lula e um dos filhos de Graça.


Os seguranças de Mandela pediram para não usar o flash na hora das fotos. Quando foi submetido a trabalhos forçados, durante sua prisão de 27 anos, Mandela era obrigado a quebrar pedras sob o sol. Na prisão não forneciam óculos escuros.

O reflexo do sol nas pedras prejudicou sua visão. Quando um flash dispara, suas pupilas demoram a voltar ao normal. É como se Mandela ficasse desnorteado.
Não sei se é fato. Foi o que me contaram.
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"Tive uma grata satisfação de fazer parte de uma geração que lutou contra o apartheid", disse Lula

05/12/2013 - 21h33 | Agência Estado
correiopontocom@rac.com.br

Foto: Cedoc/RAC
O ex-presidente comparou sua trajetória política ao líder sul-africano e disse que Mandela não conseguiu fazer muito pelo lado social, pois chegou tarde ao poder
O ex-presidente comparou sua trajetória política ao líder sul-africano e disse que Mandela não conseguiu fazer muito pelo lado social, pois chegou tarde ao poder










[PressAA: Dá um tempo aí! Lula não disse que Mandela era simplesmente "Pessoa extraordinária". Lula falou que "Mandela representa a perda de umas das figuras mais extraordinárias da humanidade. Na definição de Lula, ele foi alguém que passou 27 anos encarcerado e que deixou a prisão sem qualquer ressentimento." - Portal Terra - Vagner Magalhães Direto de Diadema]
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou o seu pronunciamento em um evento em Diadema, na Grande São Paulo, pedindo um minuto de silêncio em homenagem ao ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, que morreu nesta quinta-feira aos 95 anos. "Tive uma grata satisfação de fazer parte de uma geração que lutou contra o apartheid", disse.
O ex-presidente comparou sua trajetória política ao líder sul-africano e disse que Mandela não conseguiu fazer muito pelo lado social, pois chegou tarde ao poder, porém, conseguiu vencer uma realidade que não tinha lógica. "Não tinha sentido a maioria negra ser governada pela minoria branca. Acontecia comigo a mesma coisa", disse, ressaltando que não entendia o porquê dos trabalhadores, que eram maioria, não chegarem ao poder. "Nem sempre a maioria descobre que é a maioria."

Lula exaltou a trajetória de Mandela e disse que o "mundo perdeu uma das pessoas mais extraordinárias que eu já conheci". "Compensa conhecer a história do Mandela porque ele servirá de exemplo", reforçou. O ex-presidente disse ainda que Mandela merecia ter um bom descanso. "Se existe um lugar no mundo para a vida depois da morte, se existe um paraíso, o Mandela merece estar nele", afirmou. E brincando concluiu a sua "homenagem" dizendo. "E espero aprender o caminho (do paraíso) para ir atrás."

Lula participa na noite desta quinta-feira da inauguração da Escola Livre de Formação Integral "Dona Lindu", em Diadema. O centro de ensino, que busca atender até 5 mil trabalhadores por ano, com cursos de formação e qualificação profissional, é uma iniciativa do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A escolha do nome da escola foi feita em homenagem à mãe do ex-presidente, Eurídice Ferreira de Melo, conhecida como Dona Lindu, por ter sido a responsável pela entrada de Lula no curso do Senai.
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Bono compara Lula a Mandela e pede Bolsa Família mundial


9 de Abril de 2013,

Conversa entre Lula e Bono, líder da banda U2, na tarde desta terça-feira (9), durou cerca de uma hora.

O ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou, na tarde desta terça-feira (9), em Londres, com o músico irlandês Bono, líder da banda U2. A conversa entre os dois durou cerca de uma hora. Durante o bate-papo, sobre assuntos diversos, Bono pediu a Lula para transformar o Bolsa Família em um programa mundial.

"Você é hoje a única pessoa em condições de liderar uma cruzada internacional para transformar o Bolsa Família em um programa planetário, que atenda a todos os pobres do mundo! Vamos, eu me junto a você e fazemos isso juntos!", disse o cantor, segundo publicação do Instituto Lula.

Bono propôs uma parceria entre a ONG criada por ele, a ONE, que atua na África, e o Instituto Lula para promover programas contra a fome e a miséria em países africanos. O roqueiro pediu que Lula resumisse os programas de inclusão social realizados no Brasil durante seu governo, que permitiram que mais de 30 milhões de pessoas fossem retiradas do estado de miséria absoluta.

Para Bono, depois que o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela retirou-se da politica, por problemas de saúde, Lula se converteu no grande interlocutor mundial dos pobres. "Lula, você é o único interlocutor capaz de falar com capitalistas e socialistas, com dirigentes dos países ricos e com as lideranças do Terceiro Mundo", disse o vocalista e ativista social. (fonte/Foto:A Tarde).

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Blog do Bertoni

7 de Novembro de 2012

O companheiro e ex-presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio LULA da Silca recebeu do CAW - Canadian Auto Workers (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Automobilística do Canadá) o prêmio Nelson Mandela de Direitos Humanos.


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05 de Dezembro de 2013

FHC sobre Mandela: perdemos maior símbolo na luta pela dignidade humana

Fernando Henrique Cardoso faz parte do grupo criado por Mandela chamado "Elders", os Anciões


FHC postou foto em seu Facebook em que aparece com sua mulher, Ruth Cardozo, com Mandela e com a mulher do líder sul-africano, Graça Machel  Foto: Facebook / Reprodução
FHC postou foto em seu Facebook em que aparece com sua mulher, Ruth Cardozo, com Mandela e com a mulher do líder sul-africano, Graça Machel
Foto: Facebook / Reprodução

[PressAA: Não perdemos "simbolo da dignidade" coisa nenhuma, seu parvo caquético! Pelo contrário, Mandela era referência viva de luta pela dignidade. Agora, sim, ele é SÍMBOLO de luta VIVO em nossos corações e mentes.]

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[PressAA: Porém, muita gente ainda não perdeu seu símbolo vivaldino de luta contra a dignidade]



Publicado em 24/03/2011

FHC EXPÕE INVEJA DE LULA AOS AMERICANOS

Saiu na Carta Capital: “FHC: ‘Lula só quer manter sua popularidade’”.



Navalha
A inveja de Fernando Henrique se justifica plenamente.
Lula não almoça com o presidente dos EUA.
Fernando Henrique fala mal do Lula ao Cônsul americano.
Lula dá de 10 x 0 no invejoso.
Inveja, como se sabe, é santa: corrói o invejoso por dentro.



Clique aqui para ver o vídeo em que Clinton espinafra FHC em público e ele não defende o Brasil nem o Governo dele.
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Leitores-correspondentes PressAA:

De: Douglas Quina
Data: 5 de dezembro de 2013 11:28
Assunto: Te liga, Garanhão! Te cala, coisa ruim! 2013 12 05
Para: Fernando Soares Campos
Cc: PT Mogi Guaçu <ptmogiguacu@yahoogrupos.com.br>



Fernando,
 
Parabéns. Uma das peças mais engraçadas que li ultimamente. Pena que só tenha graça para alguns, pois não é possível fazer humor para todos. Uma pérola!
 
Douglas Quina
Mogi Guaçu - SP

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De: Raul Longo <pousopoesia@gmail.com>
Data: 5 de dezembro de 2013 12:25
Assunto: ENC: I$enção e apartidari$mo

TESTE SEUS CONHECIMENTOS:

Se passar dessa fase é só responder a quantas doações do “Criança Esperança” correspondem as sonegações de imposto do “Brasil Desesperança” e você terá direito a passar uma tarde brincando de Jornalismo Alternativo ON LINE como Ali Kamel o diretor de jornalismo da Rede Globo que derrubou o jato da TAM!  


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De...



Prezado escritor Fernando, agradecemos e informamos, que foi colocado um LINK DE DESTAQUE para o seu texto "Te liga, Garanhão! Te cala, coisa ruim! ",  setor "ARTIGOS E CRÔNICAS". Este texto  ficará neste espaço durante 1 semana, ou até ser substituído por outro mais recente. Clique na página principal, setor "ARTIGOS E CRÔNICAS" e confira: http://www.paralerepensar.com.br#link_de_destaque


Abraços,
Albertino Fernandes (Construtor)

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Em 5 de dezembro de 2013 12:35, Brasilianas <hajapau@gmail.com> escreveu:

Jeanne Marie Corner, a Cafetina Oficial do Mensalão durante quatro horas passeou disfarçada pelos corredores do Congresso na companhia de Heloísa Helena, aquela que Zé Dirceu expulsou quando Duda Mendonça entregou o Mensalão numa boa...

Conta a moça que a cada chegada do carro forte que era distribuída por Simone Vasconcelos no Banco Rural, Jeanne era convocada com sua equipe de moças e moçoilos para a festa no 14º andar do Gran Bittar. A conta, confessou Rogério Tolentino, sócio de Marcos Valério, era paga por ele com grana do valerioduto. 

Na Mansão de Ribeirão Preto onde no Chefe Palocci esvaziava a casa na chegada da Karla, do time de Jeanne, as festas eram mais restritas. Mas deu no que deu... Antonio Buratti gamou na Karla e quis tirar a moça da vida. Arrumou um flat pra ela em BH. O Chefe mandou a moça voltar para sua banheira com pétalas de rosa... Francenildo, o caseiro, sabia que aquilo iria acabar mal. A história é manjada. Palocci se homiziou ao lado do gabinete de Lula, Thomaz Bastos, o criminalista-chefe do Regime, tentou mas com o sigilo do caseiro arrombado, não teve jeito...

Isto é PT. 
Tipo: se coçar sai pus.
Se teorizar temos uma versão de tropical-fascimo: culto ao Chefe, Estado como aparelho do partido, manipulação das massas....

É cana, malandro... E ainda falta muita gente!

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Nosso Editor-Assaz-Atroz-Chefe respondeu:

Eurico, é você?! Não acredito! E eu que pensava que você havia desistido, pendurado  as chuteiras.

Fico contente quando vejo que um velho... desculpe... um idoso... Tá bem, quando vejo que um amadurecido cidadão aposentado não está caído, down, e sabe que existe sempre um chinelo velho prum pé inchado. Bom, acho que, no seu caso, você deve preferir pantufas, pois aí no sul, mesmo no verão, sempre bate umas frentes frias estranhas, não é mesmo?

Mas veja que coincidência dos diabos! Acabei de dar um rolé na internet e voltei e revisar essas minhas mal-traçadas. Minhas?! Sei lá! Isso tá mais pra psicodigitação. 

Olha, se não fosse sua mensagem de ontem, eu nem saberia do recente caso envolvendo a Jeanne Marie Corner. Assisto pouco televisão, nem sei se trataram desse caso nos telejornais, parece que também não deram qualquer importância nos portais da imprensa empresarial. Mas vocês estão sempre em alerta, ligadões! Sentem o cheiro da notícia importante. 

Eu estava meio de saco cheio de falar sério. É bom descontrair, contar lorotas de vez em quando. E melhor ainda quando mandam a piada pronta. Aí é só enfeitar o pato.

Quando eu tiver um tempinho, vou pesquisar um pouco, vou ver quem são esses novos personagens de quem você acaba de me falar: Simone, Tolentino, Karla (se essa derrubou o tal de Buratti, deve ser muito boazuda!). Devem render um conto, talvez dois contos. Eu nunca me liguei em valores, mas é isso aí, eles devem valer alguma coisa.

Valeu!

Cordialmente
Fernando

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de: Movimento de Solidariedade e Justiça 
responder a: Movimento de Solidariedade e Justiça <msolidariedade@gmail.com>
para: Fernando Soares Campos <fernando.56.campos@gmail.com>



Boa tarde,
 
 
Nos últimos anos temos assistido a inúmeras discussões sobre a Ação Penal 470. Advogados, juízes, parte importante da sociedade civil, do meio acadêmico e até mesmo ministros e ex-ministros do STF, tem denunciado gritantes irregularidades e inconstitucionalidades no processo e no julgamento da AP 470.

Para aprofundar essas questões o Setorial Jurídico do PT/SP promove hoje, dia 04 de dezembro, o “Seminário sobre as inconstitucionalidades e irregularidades no julgamento sobre AP 470 pelo STF”.

O seminário contará com as presenças do Dr. Sérgio Sérvulo da Cunha, jurista constitucionalista, do Dr. Rodrigo Dall’Acqua, advogado criminalista e defensor de José Dirceu na AP 470 e do jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, autor do livro “A outra tese do Mensalão”.

 
Quando: dia 4 de dezembro - quarta-feira
Horário: 19:00 horas
Onde: Faculdade de Direito da USP - Largo São Francisco, 95
Sala dos Estudantes (entrada pela Rua Riachuelo)
Transmissão ao vivo no link: linhadireta.org.br
 
 
Abraços,
 
 
 
Movimento de Solidariedade e Justiça
 
 



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Alerta!

Estão querendo derrubar Joaquim Barbosa! Fazer dele um mártir!

Outros querem que ele saia numa boa, seis meses antes das eleições, e filie-se a uma legenda partidária de aluguel.

Em ambos os casos, o objetivo é o mesmo: transformá-lo em candidato a presidente da República.

Nós aqui somos a favor de sua manutenção como presidente vitalício do STF.

Queremos ver o que vão fazer com os processos dos mensalões do PSDB e do DEM.



CPLP » Brasil

OAB quer o impeachment de Joaquim Barbosa

03.12.2013
 
AB quer o impeachment de Joaquim Barbosa. 19333.jpeg
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) aprovou por unanimidade entre seus conselheiros federais, um documento onde cobra do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma rigorosa investigação sobre a conduta do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, visando seu impeachment.


Por João Jorge Braga 

Nunca na história da instituição tal medida foi tomada, demonstrando o quanto a OAB está insatisfeita com as medidas e a conduta de Joaquim Barbosa, entendo que o ministro extrapolou todos os limites da razoabilidade pertinentes ao exercício de seu mandato e ao próprio regime democrático vigente no país.

Para a OAB, há muito tempo que Joaquim Barbosa já não age mais como um juiz e sim como um justiceiro, que utiliza seu cargo para fins políticos e até perseguir outros juízes. A OAB não perdoa a substituição, que teria sido sem uma razão plausível, promovida por Joaquim Barbosa do juiz responsável pela execução das penas na Ação Penal 470, Ademar Silva Vasconcelos. Especula-se que Joaquim Barbosa teria feito isto apenas para colocar em seu lugar o juiz Bruno André da Silva Ribeiro, filho de um dirigente do PSDB no Distrito Federal, partido para o qual alguns afirmam que o ministro nutre imensa simpatia e até certa conivência. Para a OAB a atitude de Joaquim Barbosa foi absurdamente desrespeitosa sob todos os aspectos, colocando-se acima de todos e da própria lei.
O que muita gente também se pergunta é se toda esta movimentação contrária a Joaquim Barbosa não seria por ele estar se destacando cada vez mais numa possível corrida presidencial. Hoje, todos sabem que Joaquim Barbosa ganharia de qualquer um dos infelizes candidatos que aí estão, inclusive de Dilma Rousseff, para o desgosto do PT que o indicou para o Supremo Tribunal Federal.

A verdade é que não querem que Joaquim Barbosa seja visto pelo povo brasileiro como o justiceiro que todos esperam há tempos que apareça. A prisão dos mensaleiros certamente foi a gota d'água no copo daqueles que não querem que nada mude no país. Mas o fato é que o povo está com Joaquim Barbosa e tentar tirá-lo só irá fortalecê-lo ainda mais. E digo mais, preparem a parede, pois só se ele não quiser, o próximo retrato oficial será o de Joaquim Barbosa.

Em tempo, o Exército brasileiro, temeroso da segurança do ministro, por decisão tomada pelo alto comando do Exército e pelo general José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, fará reforçada segurança ao ilustre ministro, conforme noticia o site Ucho.Info (veja a matéria aqui)
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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA


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