Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?
LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas.

Seguidores

#naovaitergolpe

#naovaitergolpe
Acesse Frente Brasil Popular

sábado, 21 de setembro de 2013

Movimento Cansei: Vale as Penas Rir de Novo! --- Franklin Martins de volta à TV: Vale o prazer de assistir! --- Os americanos voltaram pras trincheiras, a fim de definir novas estratégias




EU NÃO SEI O QUE É MAIS CANASTRÃO: A "INDIGNAÇÃO" OU O "LUTO" DAS ATRIZES.
 Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Atrizes “globais” se encontraram no set da novela “Amor à vida”, e resolveram ficar de luto. Elas “ressuscitaram” o fracassado e ridículo Movimento Cansei, promovido por sindicatos patronais, à frente o empresário João Dória, o presidente da sede paulista da OAB, advogado Luís Flávio Borges D'Urso,além da apresentadora Hebe Camargo, recentemente falecida. Na época, essas pessoas da “elite” paulista contaram ainda com a presença de Ivete Sangalo, Ana Maria Braga, Agnaldo Rayol, Daniela Mercury, Regina Duarte, dentre muitas outras personalidades do mundo artístico, empresarial e político.
O primeiro Cansei aconteceu em 2007, na Praça da Sé, em São Paulo, e teve como propósito protestar contra a “corrupção” e “tudo o que está aí”, como afirmaram, de forma genérica e nada pontual, alguns grupos que no mês de junho deste ano se manifestaram nas ruas do Brasil. Muitos dos protestantes empunhavam vassouras à moda Jânio Quadros, conduta semelhante à da classe média coxinha dos idos de 1960, década que a sociedade brasileira foi vítima de um golpe militar.
Entretanto, percebe-se que tais reacionários e alienados não sabem ou se sabem não se importam em saber que os governos Lula e Dilma foram, por intermédio da Polícia Federal, da Advocacia Geral da União, da Receita Federal e do Ministério Público os que mais empreenderam ações de combate à corrupção na história deste País. Quem duvida do que afirmo, acesse o Portal da Polícia Federal e verifique a verdade que estou a comentar. Agora, algumas pessoas preferem ser informadas sobre as realidades apenas por meio da imprensa de negócios privados, evidentemente que a informação chegará com ruído ou truncada, porque se trata de uma imprensa de mercado, de oposição aos trabalhistas e ao PT, que tem lado, ideologia e preferências políticas e partidárias. Ponto.
Contudo, o “protesto” do Cansei tinha um caráter obscuro, porque, na verdade, visava acusar e culpar o ex-presidente Lula pelo acidente aéreo da TAM, ocorrido em 2007 e que ceifou a vida de 199 pessoas. Um absurdo e perversidade a intenção dos “cansados” da vida boa e da imprensa golpista, pois logo ficou comprovado que o acidente com o avião foi um erro técnico de pilotagem, o que acarretou o infeliz desastre, que até hoje machuca os corações das pessoas que tiveram seus parentes e amigos mortos. Lula, anos depois, comentou sobre o terrível episódio, mas a imprensa burguesa jamais se retratou de sua postura irresponsável e que não mede consequências para ter seus interesses políticos e econômicos concretizados.
Voltemos às atrizes. Em silêncio obsequioso, as “divas” que estão em cartaz na televisão protestaram contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de cumprir a Constituição e o Regimento Interno da Corte mais importante do Brasil. Com seus rostos sisudos e olhares decepcionados, demonstraram, “artisticamente”, que são desinformadas, alienadas, bem como sintetizam com seus atos e gestos a essência reacionária e conservadora dos coxinhas ricos e da classe média tradicional. Elas simplesmente retomaram a posição dos artistas do Movimento Cansei, pois engravidam pelo ouvido e se conduzem conforme seus patrões determinam e pensam. Coxinha é coxinha; mas coxinha artista com suas matreirices, caras e bocas é dose pra mamute!
Em pleno estado democrático de direito, tais atrizes, certamente sem saber o que está a acontecer de fato, juntam-se aos jornalistas das Organizações(?) Globo e agradam seus patrões, os irmãos Marinho, que, se pudessem, julgariam os réus do mensalão sem lhes conceder o direito pleno à defesa, ao contraditório, bem como colocariam um camburão da polícia na porta do STF para que os condenados fossem execrados em público. Certamente os fotografariam e os filmariam, além de somente entrevistar aqueles que tivessem dispostos a acusar e condenar os envolvidos com o “mensalão”, principalmente se os personagens são do núcleo político do caso, a exemplo de José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares.

OLHA AS ATRIZES AÍ, GENTE!!!
Durma-se com um barulho desse. As globais se vestiram de preto e resolveram posar de luto. Porém, um luto direcionado e premeditado. Por seu turno, se as atrizes pensam que seus gestos vão atrair ou comover os brasileiros podem tirar o cavalinho da chuva, porque a maioria dos cidadãos não se sente mais impactada com a opinião publicada dos jornalistas e muito menos com os trejeitos e matreirices de artistas que vivem em um espaço paralelo, porque pensam que o mundo se resume ao bairro do Leblon e à cidade de Miami. Não vai haver reverberação. O STF decidiu pelos embargos infringentes e quanto a isto não há artista, jornalista e patrão dessa gente que possa mudar tal decisão constitucional e, por sua vez, baseada nas leis do Direito.
Agora, vamos à longa pergunta que se recusa a se calar: Por que as atrizes de luto Suzana Vieira, Carol Castro, Rosamaria Murtinho, Nathalia Timberg e Bárbara Paz não protestam e não se vestem de preto por causa do mensalão tucano, dos desvios do rodoanel, da privataria tucana, do príncipe da privataria, do propinoduto de Furnas, do escândalo do Banestado, da compra de votos de FHC para ser reeleito, dos escândalos do metrô e dos trens de São Paulo (Alstom e Siemens), do escândalo Veja-Época-Cachoeira-Perillo-Demóstenes, da sonegação de impostos das Organizações(?) Globo de quase R$ 1 bilhão, dos dois hábeas corpus cangurus concedidos por Gilmar Mendes ao banqueiro Daniel Dantas, além de outros casos policiais e de terror, a exemplo do estuprador e médico Roger Abdelmassih, do banqueiro Cacciola e do mensalão do DEM?
Não. Nem pensar. As atrizes enlutadas não se interessam por política e por isso não sabem que criminosos no Brasil para os membros e representantes da Casa Grande vestem a cor vermelha, muitos deles são trabalhistas ou socialistas, ganharam as últimas três eleições e votam no PT. E isto a Casa Grande jamais vai perdoar. O mensalão para certos grupos conservadores é apenas o do PT. O mensalão nunca foi comprovado e por isto é um mentirão cujo tempo vai provar e esclarecer. Não surtiu o efeito desejado a campanha feroz, insidiosa, manipulada e distorcida da imprensa cúmplice de golpe de estado contra os réus da AP 470.
O Brasil tem leis e Constituição, que garantem os direitos civis do povo brasileiro. O Movimento Cansei das atrizes coxinhas das Organizações(?) Globo é um paródia mal feita em que a sofrível interpretação delas as colocam em posição de canastronas das realidades sociais e políticas brasileiras. O Movimento Cansei vestido de corvo ou urubu interpretou o jeito coxinha de ser e foi enterrado no próprio luto. É isso aí. 
_________________________________________________________________
De...
Informativo assinado por 111.000 comunicadores
...para a PressAA...

21/9/2013      

FRANKLIN MARTINS
Ex-ministro está de volta à TV

http://www.mailingplus.com.br/deliverer_homolog/arq/cli/arq_3197_135421.jpg

GREVE - DIÁRIO DO PARÁ
Diretor vê "motivações políticas" em paralisação de jornalistas

JORNALISMO INFORMAL
"Você pode ser informal e ser sério", avalia Maria Beltrão

Para Maria Beltrão, o 'jogo de cintura' é essencial no jornalismo ao vivo. Ela falou sobre o estilo com o qual conduz o telejornal na Globo News e revelou que nunca se adaptou ao modelo formal. “Comecei a perceber que um canal 24h como a Globo News não podia ser todo engessado, até porque não dá tempo. Então a questão da informalidade é importante, mas sempre com seriedade e credibilidade. Você pode ser informal e ser sério, respeitar o telespectador, sem ser banal", disse, segundo informações do G1.
___________________________________________________

PressAA: Ué! Desde quando "informalidade" é sinônimo de ordinário, burlesco, caricato, hilário...? Numa atividade como o jornalismo, a seriedade deve ser o princípio a reger qualquer de suas formas de apresentação: formal, informal, explícito e, principalmente, implícito, ou seja, quando se insinua ter consultado fontes que não podem ser nominadas; quer dizer, quando há necessidade de induzir o público alvo a pensar em outras possibilidades, que não seja apenas a dos fatos veiculados de forma objetiva. Nesse caso, para fazer jornalismo sério, basta não abusar de citações de fontes anônimas. Exemplo: "Andaram dizendo que alguém falou que fulano disse que sicrano insinuou que beltrano afirmou que a presidenta Dilma exigiu que Obama viesse para um churrasco no Alvorada e declarasse que os serviços de espionagem dos EUA invadiram os arquivos da Petrobras e descobriram que o pré-sal utilizado na picanha não é apropriado para o hambúrguer do McDonald's". Nós que fazemos esta satírica agência de notícias, acreditamos mesmo no humor sério, irônico, sem extrapolar pro sarcasmo, o que às vezes se torna impossível, visto que, às vezes, a seriedade dos personagens da notícia já ultrapassou em muito os níveis normais de austeridade; eles mesmos se tornam ordinários, burlescos, caricatos, hilários. Engessamento de determinadas equipes jornalísticas, seu estado de tensão, pode evidenciar falta de convicção sobre aquilo que se está veiculando; ou, pior, revelar que se pretende dissimular, com pretensa "seriedade", uma mentira a ser deliberadamente disseminada. Aí não tem "credibilidade" que resista.
___________________________________________________


DANÇA DAS CADEIRAS
CBN troca âncoras em programação especial de aniversário

´Jornal da ImprenÇa´
Datena informa que é possível dormir e "acordar morto"

PRÊMIO COMUNIQUE-SE 2013
Como acompanhar a transmissão do Prêmio Comunique-se?

COMUNIQUE-SE EDUCAÇÃO
Redação para artigos científicos é tema de curso

_______________________________________________________________________ 


EUA: políticos incompetentes afirmam que a crise arrastou

19 DE SETEMBRO DE 2013 2 COMENTÁRIOS
Foto: Corbis.
Foto: Corbis.
Em seu novo livro, o lendário corretor em Wall Street Jim Rogers explica que a crise financeira mundial, mostra sua decepção com a atual política de Washington e colocar as suas maiores esperanças na Ásia.
Neste trabalho, chamado "O futuro através dos olhos de um dos investidores mais influentes do mundo", Rogers compartilha suas impressões sobre a base atual de sua própria biografia. De acordo com Rogers, dos EUA, que foi enriquecido pela política investidor razoável durante o século XX, hoje é "uma nação que em vez de investir e poupar, só consome." O autor acredita que é um erro alocar o dinheiro emprestado para pagamentos de previdência social ea enorme despesa militar do Pentágono.
"Agora o país está pedindo para pagar por uma máquina de guerra que está enferrujando. O dinheiro é recebido pelo proprietário da fábrica, mas não se ganha nesta situação. Os investimentos não estão indo para uma fonte renovável de produção, como a construção de um canal ou de uma ferrovia ", diz Jim Rogers.
As raízes desta crise continuar a incompetência dos políticos que "levaram o país ao colapso de 2008" e continue a tomar as rédeas do poder hoje . Entre os responsáveis ​​pelos problemas econômicos americanos o autor cita o presidente da Reserva Federal Alan Greenspan, que liderou a agência de 1987-2006. Rogers é acusado de ser "adepto a teoria do dinheiro fácil" e "imprimir dinheiro sempre que os problemas econômicos começaram, especialmente se eles tinham a ver com seus ex-colegas em Nova York."
O analista acrescenta que "Greenspan deixar o mercado funcionar de acordo com suas próprias leis. Ele invadido, tendo a certeza de ajudar os amigos significa fazer o bem a todos. Ele tinha uma estratégia de longo prazo, mas é guiado pelo pânico ". De acordo com Jim Rogers, nada mudou com a chegada do sucessor de Greenspan, Ben Bernanke.
Por outro lado, o investidor está animado com as perspectivas para o desenvolvimento econômico tem China.
(Extraído do Russia Today )

(Para ler publicação em espanhol, clique no título)
___________________________________________________________
Depois de algumas semanas tratando, timidamente, do rombo que a corrupção do governo tucano em São Paulo fez nos cofres públicos, a "grande imprensa" praticamente já não fala da questão; prefere alimentar o noticiário e a cabeça semipensante dos seus semiletrados fregueses... (vá lá!) de seus leitores-consumidores... com "o maior escândalo midiático" da história da imprensa brasileira, o "mensalão".

Mas Caros Amigos não deixa cair a peteca.... 

LOJA CAROS AMIGOS

DESTAQUES DA NOVA EDIÇÃO DA CAROS AMIGOS


Os danos da corrupção no sistema de metrô e trem da capital paulista é a reportagem de capa da edição 198 da revista Caros Amigos, que está nas bancas e na LOJA. Nicho do cartel formado por grandes empresas em vários governos tucanos, o sistema teve regras de segurança e fiscalização de obras alteradas, sofre com manutenção e reposição de peças e vem operando de forma intensa e considerada irresponsável. 


A edição tem ainda entrevista com o secretário de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, Paul Singer; um raio xis das Comissões da Verdade; a derrota e o desgaste político do privatizador Cabral diante dos protestos de rua; a onda reacionária na França (e Europa), e um debate sobre a política de drogas no Brasil, que caminha para o retrocesso, entre outras.

PROMOÇÃO
Que tal comprar a nova edição da Caros Amigos e a edição temática sobre Educação e ganhar um livro de bolso "Rebeldes Brasileiros: Os Educadores que desafiaram dogmas" com biografias de Paulo Freire, Anysio Teixeira e Darcy Ribeiro? Frete Grátis

Assine Caros Amigos com preço reduzido

Confira se o próximo livro que você vai ler está aqui

_______________________________________________________________________



LIBRA: AMERICANOS FORAM EMBORA ? ÔBA !


Fernando Brito lambuza os urubólogos com a mancha de óleo da Chevron.

O Conversa Afiada republica texto de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:

AMERICANOS E INGLESES SE FORAM DE LIBRA. VAMOS PERDER A CHANCE DE QUE FIQUEM FORA?

SEXTA-FEIRA, SETEMBRO 20, 2013


Desculpem os amigos se corro o risco de me repetir, mas é tanto, tanto dinheiro envolvido – e dinheiro tão importante para o Brasil – que acho importante esclarecer o quanto possa, e a quantos possa, sobre tudo o que está acontecendo nesta preparação do leilão de Libra.

Em primeiro lugar, um acréscimo que só confirma o que disse antes: a Chevron, outra gigante americana, juntou-se à Exxon, a British Petroleum e a British Gás na sua retirada. Americanos e ingleses agiram coordenadamente, numa atitude claramente política.

Governo americano e petroleiras vivem em tamanho mutualismo que é impensável que esta ação em bloco não tenha o beneplácito – senão a inspiração – dos dirigentes dos EUA.

Segundo, que todo mundo sabe que há um esqueleto de acordo firmado entre a Petrobras e os chineses para entrarem juntas no leilão como força virtualmente imbatível. Porque os chineses querem “remuneração” em vendas firmes de petróleo bruto ao seu país.

Então isso seria ruim para o Brasil? Não seria muito melhor refinar o petróleo e vender derivados refinados? Em alguns momentos – e essa é uma tendência mundial pela insuficiência global de parques de refino – sim.

Mas a questão é que, pelo investimento e prazo de implantação de refinarias, se tudo correr bem,chegaremos a 2020 com uma capacidade de refino de cerca de 3,6 milhoes de barris/dia, apenas o suficiente para suprir o mercado interno de derivados. Mas a produção de petróleo já terá chegado perto de 6 milhões de barris diários, o que produz um excedente de perto de 2 milhões diários de petróleo bruto, que terá de ser exportado em cru.

Mas não deveríamos, então, investir mais em refinarias? Sim, mas de volta o problema: é caro e demorado fisicamente e o retorno econômico do investimento é lentíssimo, de uma década ou mais. Justamente por isso, no mundo, há um déficit de refinarias e, não por acaso, fazer refinaria não está sequer nos planos das petroleiras estrangeiras para o Brasil.

Além disso, um refinaria não opera com qualquer tipo de petróleo, ela só pode utilizar óleo com determinada densidade. Antes do pré-sal, 85% do petróleo que hoje produzimos é pesado. O do pré-sal, que vai corresponder ao aumento de produção, é leve.

A inconveniência do leilão de Libra está no valor do bonus iniciial – de R$ 15 bilhões – que vai obrigar a uma descapitalização lesiva à Petrobras, que só pelos seus 30% obrigatórios na nova lei, terá um desembolso de R$ 4,5 bilhões. Se, como tudo indica, a participação da brasileira for de 60% ou pouco mais que isso, o desembolso será em torno de R$ 9 a 11 bilhões. Dinheiro que sai da sua capacidade de investir para formarmos o tal – e mau – superavit fiscal.

Mas, frente à conjunção política que se formou, isso acaba sendo aceitável, se nos garante o controle majoritário do maior campo de petróleo do mundo, hoje.

Escrevo no início da madrugada, ainda sem ver as manchetes desta sexta.

Mas já deu para ver com que espanto e indignação a nossa mídia trata a saída de americanos e ingleses do leilão, falando em “fracasso” e “esvaziamento”.

E pergunto aos setores nacionalistas que ainda advogam o adiamento do leilão: não era isso o que o país desejava, sobretudo depois da revelação da espionagem americana sobre a Petrobras?

Vamos perder, por puerilidade, a oportunidade histórica de controlar hegemonicamente o maior campo de petróleo deste país e, hoje, do mundo? Tudo dentro da lei, das regras por ela lixada, com tal solidez que balizará o desenvolvimento exploratório do enorme tesouro do pré-sal ainda por ser descoberto ou delimitado?

A resposta a isso só pode ser um não!

Por: Fernando Brito 

Comentário

Os jornais estadunidenses publicados no Brasil Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo estamparam manchetes hoje de que o leilão será um fracasso. Eles tem razão, o objetivo das petrolíferas estadunidenses e inglesas de surrupiar o petróleo brasileiro deu errado. Queriam adiar o leilão, vazando a espionagem na Petrobras, para que caso haja um golpe de estado e os tucanos voltem ao podem, eles poderiam reverter tudo e dar o petróleo para essas companhias. Quem saiu fracassado foram os Estados Unidos e a Inglaterra. O petróleo do pré-sal tem de ser utilizado para gerar o desenvolvimento social e econômico do povo brasileiro. Os comentaristas da Globo, Folha, Veja e Estado que agem a serviço de empresas estrangeiras no Brasil, assim como os economistas neoliberais, que também estão contra o povo brasileiro, estão esperneando porque dessa vez não conseguiram entregar o serviço. 
Postado por 

_______________________________________________________________________________

Olha os ingleses aí, gente!

Prefeitura do Rio divulga nova foto do projeto do Parque Olímpico 2016

Local vai abrigar competições de 14 modalidades olímpicas e terá cinco equipamentos olímpicos


Da redação 
postado em 19/07/2013
A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou nesta semana mais uma projeção do futuro Parque Olímpico dos Jogos 2016. O local receberá competições de 14 modalidades olímpicas e 10 paralímpicas e está situado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

O projeto é assinado pelo escritório inglês AECOM, que participou do projeto do Parque Olímpico de Londres, em 2012. As obras estão em andamento desde julho do ano passado. 
Parque Olímpico do Jogos 2016: coração do megaevento (crédito: Divulgação)
A construção ocorre por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) na modalidade de concessão administrativa, com prazo de vigência de 15 anos. O consórcio Rio Mais, formado pelas construtoras Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken, vencedor da licitação estão à frente dos trabalhos

O projeto prevê a construção de três pavilhões que integrarão o futuro Centro Olímpico de Treinamento, o Centro Internacional de Transmissão (IBC), o Centro de Mídia Impressa (MPC), um hotel e a infraestrutura da Vila dos Atletas.
Para viabilizar a construção das demais instalações do Parque Olímpico (Centro de Tênis, Centro Aquático, Arena de Handebol e Velódromo), a Prefeitura assinou um acordo de cooperação técnica com o governo federal.

Em dezembro do ano passado, foram concluídas as licitações para escolha das empresas que desenvolverão os projetos básico e executivo do centro aquático, do centro de tênis e do velódromo. Já a licitação do projeto da arena de handebol foi concluída em janeiro.

O início das obras desses equipamentos está previsto para o segundo semestre deste ano. A conclusão dos trabalhos, por sua vez, deve ocorrer em três anos. A entrega total, segundo o cronograma, ocorrerá em janeiro de 2016, a sete meses da abertura dos Jogos Olímpicos.

_________________________________________________________________________________________


Política

Editorial

Revide soberano

Dilma reage à espionagem americana como cabe à presidenta de um país que não é mais quintal dos EUA

por Mino Carta — publicado 20/09/2013 
Mino CartaDiretor de redação. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital e criou o Jornal da Tarde

A prepotência é própria dos impérios, desfaçatez e hipocrisia também. Se me ocorrem os Estados Unidos, me vêm à mente os pais fundadores e sua Constituição pioneira, Lincoln, Roosevelt, Martin Luther King. E logo sobrevêm invasões e guerras, destruição e morte em nome dos interesses imperiais. A Doutrina Monroe e a inquisição macarthista. Hiroshima e Nagasaki. O ataque à Baía dos Porcos, Granada, Panamá, os golpes latino-americanos, em primeiro lugar o nosso, de 1964. A CIA, a DEA. Abu Ghraib e Guantánamo. O diabo a quatro, sem contar os barões ladrões e os inventores do neoliberalismo. Etc. etc.
É um nunca acabar de desmandos e violência, de opressão e crimes contra a humanidade, perpetrados à sombra da pretensa bandeira da liberdade e da democracia, como se os EUA fossem avalistas da boa conduta do mundo. Não há novidade neste comportamento, os impérios anteriores ao americano agiram da mesma maneira, e alguns duraram séculos e séculos. Não parece ser este o destino de Tio Sam, de sorte que não falta quem lhe puxe a barbicha.
O Brasil figurou, com o destaque devido à sua potencialidade e ao seu tamanho, no quintal dos Estados Unidos, ou seja, a América Latina em bloco. Assim foi desde que os ingleses deixaram de dar as cartas a cavaleiro dos séculos XIX e XX. Dispenso maiores comentários sobre a participação americana no golpe que derrubou Jango Goulart democraticamente eleito e o papel que no episódio desempenharam a CIA e o embaixador Lincoln Gordon.
Os governos pós-ditadura foram súcubos das imposições do “grande irmão do Norte”, política e economicamente, e neste campo o FMI deitou e rolou. Houve o estertor da moratória de 1987, mal administrada ao sabor das veleidades sarneysistas, e, ao cabo, a subserviência do governo de Fernando Henrique, que tanto apreciava cair nos braços de Bill Clinton e chegou a sonhar com a privatização da Petrobras. Até agora FHC, com imbatível candura, diz desconhecer qualquer gênero de espionagem americana no Brasil.

Tudo muda com o governo Lula, por meio de uma política exterior independente, conduzida pelo chanceler Celso Amorim, capaz de se evadir da rede ardilosa do chamado “Consenso de Washington” e de tomar rumos próprios. A linha é clara, altiva na medida certa e sempre elegante. Uma aula de diplomacia sutil e eficaz. Em quadrantes diversos, Lula não se alinha às conveniências americanas, quando não simplesmente as transpõe, para os habituais desconforto e repulsa da mídia nativa.

Com a chegada de Dilma Rousseff à Presidência, a política exterior passa por uma fase menos nítida, diria mesmo morna. Alcançamos os dias de hoje. Prepara-se uma viagem da presidenta a Washington, em visita oficial e solene. E então, revelada a espionagem americana nas entranhas governistas ao ponto de monitorar os movimentos da própria Dilma, o encontro com Obama é sumariamente cancelado.
Tão ofensiva à soberania brasileira foi a operação, que a mídia nativa se viu forçada a considerar devida a reação do governo. Mesmo assim, cuidou de minimizar a atitude presidencial, enquanto destacava a observação de Aécio Neves, de que aquela não passa de marketing político. Aécio faz sua lição de casa. É óbvio, no entanto, que ações de forte repercussão popular aproveitam politicamente a quem as realiza.
Resta a verdade factual, como de hábito omitida, ou desprezada, pelos editorialistas midiáticos. Quanto ao leitor atento, não se deixe enganar pela ideia de que a decisão de Dilma teve, de alguma forma, o beneplácito de Washington, a ponto de provocar a publicação de comunicados conjuntos. De fato, ambos coincidem no anúncio do cancelamento da visita, diferem, porém, na essência.
Até o mundo mineral percebe que para Tio Sam a questão precipita um revés político diante do país mais importante do quintal de um antanho superado. E tem mais, muito mais, o malogro de transação comercial pouco inferior a 10 bilhões de dólares, pela qual o Brasil adquiriria os caças da Boeing que o balconista Obama esperava vender à visitante brasileira em lugar dos Dassault negociados há tempo.
Uma personalidade brasileira voltada aos interesses do País recentemente me dizia: “Não quero entrar no mérito da qualidade dos dois caças, mas é bom que os Estados Unidos não mandem por aqui”.
_______________________________________________________________________________

Recebido por e-mail da lista de Hélder Câmara:

HOSPITAL OFTALMOLÓGICO 
leia e repasse FAVOR NÃO DELETE

Transplante de córneas sem precisar entrar na fila dos transplantes!!!


leia e repasse NÃO DELETE (curtinho)



O  jornal da rede globo mostrou uma reportagem sobre o hospital dos olhos de Sorocaba.Esse hospital é sem fins lucrativos. Ele é conveniado com o SUS, e tem capacidade para realizar cerca de 300 (trezentos) transplantes de córneas por mês, pois há um estoque de córneas suficiente para a realização dos mesmos. 
Entretanto, esse hospital está realizando somente cerca de 120 (cento e vinte) transplantes por mês, devido a falta de pacientes. As córneas não utilizadas estão sendo jogadas fora por passarem do tempo de utilização e validade!
Repassando de mão em mão este e-mail poderá cair na mão de alguém que conheça uma pessoa que está a espera de córneas. Ela pode entrar em contato com o Hospital Oftalmológico de Sorocaba - SP e se curar!
> TELEFONE -             
> (15) 3212-7009       > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009   
> (15) 3212-7009               (15) 3212-7009

> - DE 2ª A 6ª FEIRA

Atenciosamente,

Dr. Eduardo Bezerra -médico
POR FAVOR, REPASSEM ESTE E-MAIL. VOCÊ PODE NÃO ESTAR PRECISANDO, MAS SEMPRE     HÁ ALGUÉM NECESSITANDO.

Vera Castro
(21) 9231.8726 - 8665.1052
O que fazemos na vida ecoa na eternidade !!!!!

Desde o início da circulação dessa mensagem internet adentro, em 2002, ela foi desmentida, como nessa postagem em 2010:



Grupo BOS

Esclarecimento sobre informação inverídica veiculada na internet!

Atualmente o banco de olhos de Sorocaba é considerado referência no Brasil para as pessoas que necessitam de um transplante de córnea. Somos atualmente o banco de olhos que mais capta córneas no Brasil.

Constantemente somos notícia na mídia, porém uma má interpretação nos causou uma grande dor de cabeça. Um médico chamado Dr. Eduardo Bezerra (médico do trabalho de uma usina de monte alegre - presidente prudente), o qual não tem nenhum vínculo com nossas instituições, divulgou através da internet que em Sorocaba sobravam córneas e estavam sendo jogadas fora. Isto não é verdade.

Captamos muitas córneas, porém somos procurados por pacientes de todo o Brasil, a procura é muito maior do que captamos, mesmo assim temos a lista de espera mais rápida do Brasil.

Este e-mail esta circulando desde o ano de 2002 percorrendo o Brasil e até o exterior (Portugal, Espanha, Alemanha, etc.) o e-mail cita que: “hoje de manhã eu vi na tv a seguinte reportagem...”. Isto leva as pessoas acreditarem que o fato mal interpretado é atual, pois o mesmo não cita data.

Temos a grande preocupação que isto possa diminuir o número de doações no Brasil atualmente existem mais de 25 mil pessoas na fila de espera por um transplante de córnea.

Edil Vidal de Souza
Administrador do Hospital Oftalmológico de Sorocaba Banco de Olhos de Sorocaba

_______________________________________________



O Prêmio Nobel da Paz não é dado pela Academia Sueca e sim pela Noruega. Há uma grande diferença entre os dois países, apesar dos dois pertencerem à 
Península Escandinava.

Guilem Rodrigues da Silva
morador em Lund, na Suécia, desde 1966 quando chegou como o primeiro refugiado político brasileiro.

_______________________________________________

Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons
_______________________________________________

PressAA


.

Obama vai usar sapato de Dilma numa parada gay --- Fidel dá aula magna sobre terroristas e reformistas --- No Roda Viva, jornalista bota Sérgio Porto no bolso




Dilma não tirou o sapato, mas o arremessou no Obama

Por Davis Sena Filho  Blog Palavra Livre

A presidenta Dilma Rousseff disse não ao presidente bisbilhoteiro dos Estados Unidos, Barack Obama, e suspendeu sua viagem programada para outubro ao império belicoso, cuja política externa é a do porrete, mas mesmo assim e apesar de tudo tal mandatário yankee recebeu da academia sueca, em 2009, o Prêmio Nobel da Paz. Realmente, a premiação foi um acinte ao bom senso, bem como um deboche à inteligência alheia.
Por sua vez, Dilma arremessou o sapato no Obama. Em atitude antagônica a de Celso Lafer, chanceler de FHC — o Neoliberal I —, a mandatária não tirou os sapatos, como o fez Lafer em aeroporto de Nova York, a mando de um agente subalterno. A atitude do chanceler tucano demonstrou, simbolicamente, o quão o governo de FHC foi subserviente, pois alinhado automaticamente aos interesses norte-americanos, ao ponto de seu governo entreguista desmantelar o estado brasileiro e, por conseguinte, atender à nova ordem mundial da época, que implicava em implantar teoria que, na verdade, privilegiava os interesses econômicos de países ricos em detrimento do povo brasileiro, que tinha dificuldade até para ter acesso ao emprego.
A potência militarista do norte da América, além de invadir armada até os dentes os países que não rezam por sua cartilha política e econômica, também é useira e vezeira em cometer outros desatinos, como, por exemplo, derramar bilhões de dólares no mercado mundial de forma artificial e, consequentemente, enfraquecer a economia de países concorrentes, a fim de fortalecer a sua economia, que desde a crise internacional de 2008 enfrenta graves problemas, que afligem parte representativa de sua população, cerca de 40 milhões de pessoas, que necessitam dos conhecidos bônus de alimentação, que com o passar do tempo tiveram o poder de compra diminuído comparado a anos anteriores.
Contudo, voltemos à Dilma Rousseff. A mandatária brasileira, diferentemente do tucano Fernando Henrique Cardoso — o Neoliberal I — comanda a política externa brasileira.  A partir do Governo Lula, à frente do Itamaraty o ministro Celso Amorim, estabeleceram-se novas diretrizes para o Brasil, no que concerne à independência e à autonomia do País em viabilizar novas parcerias, concretizar a efetivação de novos blocos políticos e econômicos, além de dar maior atenção às relações Sul-Sul, porém, sem esquecer a importância que têm os países europeus, o Japão e os Estados Unidos em termos comerciais.
Além disso, o Mercosul se fortaleceu com o ingresso da Venezuela, bem como o processo de adesão da Bolívia está a tramitar pelos escaninhos do bloco, que já conta com a volta do Paraguai, país que foi punido por causa do golpe de estado de caráter “jurídico”, que apeou do poder o presidente Fernando Lugo. O fortalecimento do Mercosul enterrou de vez a Alca, controlada pelos EUA, que na verdade apenas queriam inundar o poderoso mercado interno brasileiro com seus produtos isentos de taxas e tarifas.
A verdade é que a Alca foi um fracasso e um dos responsáveis por tal bloco não vicejar nas Américas foi o presidente Lula, que implementou um política externa ousada, não alinhada aos EUA, como nos tempos de FHC, e aberta a novos parceiros e mercados, a exemplo dos países africanos, asiáticos, a ser a China atualmente o principal parceiro do Brasil, a superar os Estados Unidos.
Outra solução importante foi a criação, ainda no governo Lula, dos BRICS, bloco econômico poderoso, com mercados internos gigantescos e populações que estão a experimentar a ascensão social, porque milhões de pessoas ingressaram na classe média. Lula e Celso Amorim e muitos de seus principais assessores, a exemplo de Dilma Rousseff, na época chefe da Casa Civil, perceberam que se o mercado consumidor brasileiro não fosse fortalecido e o consumo incentivado o Brasil poderia afundar a sua economia juntamente com os europeus e os estadunidenses, países que, como um abraço de afogado, tentaram, em vão, escapar de uma crise financeira e imobiliária que puxava todos para o fundo.
A busca por novos parceiros comerciais, o fortalecimento do mercado interno, a criação de blocos para fazer contraponto à União Europeia e à economia norte-americana fez com que também o Brasil fosse um dos principais signatários da criação do G-20, grupo que engloba as maiores economias do mundo. Com a dívida externa paga, um PIB de US$ 2,253 trilhões (2012), reservas internacionais de US$ 374,417 bilhões, o Brasil se tornou a sexta maior economia do mundo, a superar países como a Itália, a Inglaterra e a Rússia, mas necessita acelerar a distribuição de renda e riqueza, além de realizar uma profunda reforma agrária, para que a sociedade brasileira se torne menos violenta, estanque as migrações e dê condições de vida àqueles que, porventura, optaram em viver no campo. E isto tudo pode ser feito, com vontade política e determinação para enfrentar a reação das “elites” e a desinformação da classe média, tradicional aliada das classes sociais dominantes.
Entretanto, desde a implementação de uma política externa ousada e voltada para a conquista de novos mercados comerciais, os governos trabalhistas de Lula e de Dilma sofreram pressões contrárias à nova forma de se enxergar o mundo por parte da imprensa de mercado e de setores conservadores das universidades e do próprio Itamaraty, por intermédio de alguns diplomatas da ativa que desejam a volta da diplomacia de punhos de renda, a exemplo do diplomata que trouxe às escondidas um senador boliviano, e das vozes de embaixadores aposentados, que fazem da Globo News, do Instituto Millenium, da Folha, do Globo, da Época e da Veja tribunas oposicionistas à diplomacia oficial efetivada pelos trabalhistas desde 2003, e que se tornou uma realidade vitoriosa.
Esses órgãos de comunicação privados são verdadeiras tribunas de ataques e contestações às estratégias de relações exteriores entre o Brasil e o mundo efetivadas há 11 anos, tempo em que os trabalhistas estão no poder. Os barões da imprensa, porta-vozes dos setores mais conservadores e reacionários da sociedade brasileira, estão acostumados há séculos a serem subservientes aos ditames dos países imperialistas, que são tratados por essa “elite” colonizada e com um imenso complexo de vira-lata como suas cortes — os “sonhos dourados”, inoculados em seus corações e mentes no decorrer de gerações. O provinciano que se considera cosmopolita, porque foi visitar o Mickey para se comportar como um pateta, ao tempo em que reage contra e desaprova a ascensão social de milhões de brasileiros. Trata-se do cretino sem espelho.
Dilma Rousseff não adiou a visita aos EUA, como quer fazer crer o colunista “imortal” de O Globo e 12º juiz derrotado do STF, Merval Pereira. A presidenta simplesmente suspendeu o encontro com Barack Obama, porque não ficou satisfeita com as desculpas esfarrapadas do mandatário yankee quanto às arapongagens perpetradas contra o Brasil, o Governo trabalhista e a Petrobras. Vale lembrar que cidadãos brasileiros também foram bisbilhotados. Os EUA têm uma dívida moral com a humanidade, porque, além de ser o berço de um capitalismo de exploração sem fim aos países pobres e militarmente mais fracos, é também o maior responsável e culpado pela maioria dos conflitos armados, políticos e econômicos deste planeta.
O motivo disso tudo é que os EUA bombardeiam e invadem países, cometem dupings comerciais, controlam o mercado de capitais e de armas, em âmbito mundial, e depois de todas essas atrocidades e perversidades resolvem recrudescer sua vocação policialesca, e, por seu turno, impõem a todas as nações uma paranoia e neurose de segurança que remonta ao livro 1984, de George Orwell.  As torres gêmeas foram postas abaixo e o mundo até hoje paga por este ato de guerra dos inimigos dos EUA
No decorrer desse tempo, as pessoas são vítimas de uma sociedade exageradamente espionada e fisicamente controlada pelo Grande Irmão (Big Brother), opressor de uma sociedade que fica à mercê daqueles que detêm o poder político e econômico, para edificar um estado totalitário, que são os EUA em relação ao mundo, e que beneficia as camadas sociais privilegiadas e as grandes corporações. Os Estados Unidos não são uma nação, mas, sim, um conjunto de corporações empresariais poderosas, que exploram e oprimem o mundo por intermédio da força do dinheiro e de ações de guerra no exterior.
O Brasil é um país poderoso. A sexta maior economia do mundo, mas os EUA ainda são muito mais fortes, e se valem disso. Espiona o governo brasileiro e suas empresas estatais e privadas, porque, como sempre, comportou-se dessa forma desde sua independência. O grande satã, como os EUA são considerados pelos árabes, ou Tio Sam, como é conhecido pelos seus cidadãos, não se faz de rogado e tergiversa, dissimula e distorce os fatos e as realidades para não assumir suas culpas e responsabilidades, retratadas, neste caso, quanto à sua espionagem.
O Brasil fez a sua parte. Reclamou e vai fazer uma queixa oficial na ONU e outros fóruns legais. Não tem jeito. Só se pode fazer isso, pois a bisbilhotice foi feita. Dilma não tinha outra saída, apesar do deboche e das críticas açodadas da direita partidária, da imprensa de negócios privados e dos coxinhas reacionários de classe média. Mas o caminho diplomático está a ser sedimentado, no sentido de marcar posição, que redundou na suspensão do encontro entre a brasileira e o norte-americano. Dilma não tirou os sapatos, mas o lançou em direção ao Obama. Ela não é subserviente, colonizada e muito menos tucana. É isso aí.
_________________________________________________________________
No blog da redecastorphoto...

19/9/2013 (enviado especial a Damasco, Marcelo Cantelmi) – El Clarín
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Clarín: Por que a crise na Síria estendeu-se e se aprofundou mais do que em qualquer outro país árabe?

Presidente Bashar al-Assad: Muitos elementos internos e externos contribuíram para a crise, o mais importante dos quais é a intervenção externa adversa; daí que, porque os cálculos dos países que intervieram na Síria eram cálculos errados, a crise se prolongou. Aqueles estados acreditavam que o plano deles teria sucesso em semanas ou meses, o que não aconteceu. Aconteceu que o povo sírio resistiu e continuamos resistindo. Estamos defendendo nosso país.

Clarín: O senhor sabe que, segundo a ONU, essa guerra já fez mais de 70 mil mortos?

Presidente Bashar al-Assad: Seria preciso conhecer as fontes dos que plantam esses números. Todas as mortes são horríveis, mas muitos dos que morreram em território sírio são mercenários que vieram para matar sírios. Tampouco se pode esquecer que há muitos sírios desaparecidos. Qual o número de sírios mortos e de mercenários estrangeiros mortos? Quantos desaparecidos? Não se conhece ainda o número exato. E esse número muda muito, porque os terroristas matam e às vezes enterram suas vítimas em covas coletivas.

Clarín: O senhor descarta que pode ter havido uso de força excessiva, desproporcional, pelos seus soldados da repressão?

Presidente Bashar al-Assad: Como é que alguém pode saber se a força foi excessiva ou não? Qual é a fórmula. Nada disso é informação objetiva. Cada um responde conforme o tipo de terrorismo que o ataca. No início, o terrorismo era local. Em seguida começou o terrorismo que vinha de fora, e esses terroristas traziam armamento sofisticado. O que se deve discutir não é o volume de força empregada ou o tipo de armas, mas o volume do terrorismo que se organizou contra a Síria e que a Síria teve de combater.

Clarín: No início da crise não teria sido possível um diálogo que evitasse esse desenlace?

Presidente Bashar al-Assad: As demandas iniciais eram reformistas, embora essa fosse apenas uma fachada, uma camuflagem, para dar a um plano, que já havia, um aspecto de reivindicação reformista. Mas fizemos as reformas. Mudamos a Constituição, leis, o estado de emergência foi anulado e anunciamos um diálogo com as forças da oposição. E a cada passo das reformas, aumentava o terrorismo. A pergunta lógica que se tem de fazer é: que relação há entre os terroristas e os reformistas?


(...)

Clarín: Nas eleições presidenciais de 2014 haverá observadores internacionais e a imprensa terá livre acesso para cobrir o evento?

Presidente Bashar al-Assad: Para ser sincero, não sei. O tema dos observadores internacionais ainda terá de ser decidido, porque parte da população síria não tolera a ideia de monitoramento, que não se faz em outros países do mundo, e implica uma questão de soberania nacional. E não confiamos no ocidente para essa tarefa. Se aceitarmos a presença de observadores, serão de países amigos, como Rússia ou China, por exemplo.

Clarín: China?

Presidente Bashar al-Assad: ... [por que não?!]

Clarín: Na entrevista que o senhor concedeu ao Clarín em Buenos Aires, o senhor disse com firmeza que rechaçava a ideia de negar o Holocausto. Ainda mantém essa posição?

Presidente Bashar al-Assad: Perdoe-me, mas por que falar de Holocausto e não falar do que acontece na Palestina? Ou do 1,5 milhão de iraquianos assassinados? O Holocausto é tema histórico, que exige visão ampla e não pode ser usado como assunto político. Não sou historiador para determinar a verdade desse tema. As questões históricas variam conforme quem escreva a história. Por isso a história às vezes é falseada.

Clarín: Desculpe, mas há alguma autocrítica que o senhor se faça a si mesmo?

Presidente Bashar al-Assad: Não há sentido algum em autocríticas antes de as coisas estarem feitas, com sucesso ou sem. Se se assiste a um filme, é tolice criticar antes da última cena. Quando o quadro estiver completo, então saberei o que criticar e o que não criticar.

Clarín: Finalmente, o senhor tem alguma informação sobre o paradeiro dos jornalistas James Foley, norteamericano desaparecido aqui há seis meses, e do italiano Domenico Quirico, do italiano La Stampa, perdido há cerca de um mês aproximadamente?


Presidente Bashar al-Assad: Alguns jornalistas entraram ilegalmente na Síria, pelas áreas onde os terroristas estão ativos. Houve casos em que nossos soldados conseguiram libertar alguns jornalistas que haviam sido sequestrados por terroristas. Seja como for, sempre que temos informação sobre jornalistas, mesmo que tenham entrado clandestinamente em território sírio, nós transmitimos a informação ao país dele. Até o presente, não há qualquer informação sobre os dois jornalistas que o senhor citou.

(Para ler entrevista completa, clique no título) 

______________________________________________________


Sabra e Chatila: Diário de um massacre 2ª Parte

20.09.2013

Nabil Ahmed acordou com o ruído dos aviões da força aérea de Israel sobrevoando, a baixa altitude, os campos de refugiados. Foi informado de que tanques israelenses haviam cercado Sabra e Chatila, impedindo que os moradores saíssem.
Por Baby Siqueira Abrão*
Terça-feira, 14 de setembro de 1982.
Era quase meio-dia quando a professora palestina Halabi viu duas vans brancas estacionando em frente ao Cemitério dos Mártires, perto da rua Sabra. Delas desceram quatro homens, com aparência de estrangeiros. Halabi imaginou que eles fossem funcionários de alguma organização humanitária europeia disposta a realizar obras de infraestrutura, tão necessárias nos campos de Sabra e Chatila, instalados na parte ocidental de Beirute. Por isso, quando um dos homens se dirigiu a ela, pedindo-lhe, com um sotaque acentuado, que mostrasse os abrigos de guerra dos campos, ela não hesitou em levá-los às 11 acanhadas construções
(Para ler matéria completa, clique no título)
_______________________________________________________________________________

Artigo indicado pela nossa colaboradora-correspondente Urda Alice Klueger:


Paulo Reims 19/09/2013

Verdadeiramente, Obama se revela dia após dia uma grande decepção para o mundo.

Em 2008, quando foi eleito ao primeiro posto dos EUA, e consequentemente do mundo, por conta do imperialismo, muitíssima gente, no mundo inteiro, traumatizada por tanta violência e guerra, viu nele um ‘messias’ que iria estabelecer uma nova ordem mundial, baseada na justiça, na paz e na concórdia entre os povos.

Terminadas as festas da sua posse, ele já se comprometeu, diante dos líderes do Pentágono, a levar adiante os compromissos militares do seu antecessor, o presidente Bush. Todos os considerados ‘herois’ nas promoções das guerras, que só levaram sofrimentos, dores, mortes e destruições no Iraque, Afeganistão, Líbia... tiveram promoções dentro do seu governo.

E assim o imperialismo estadunidense continua a disseminar morte e ódio por todo lado, por pura ganância e megalomania...

Se existe a cultura da guerra nos EUA, há também, por parte da maioria dos cidadãos desse país, o repúdio à guerra, pois estão cientes de que entre os seus há muito sofrimento e dor, também. Há mais mortes por suicídio entre os soldados estadunidenses, do que mortes nos campos de batalhas. Só no ano passado, 6.500 veteranos de guerra tiraram a própria vida.

Assim, os que acalentavam sonhos bons, continuam vivendo no pesadelo, pois aquele que recebeu o “Prêmio Nobel da paz”, verdadeiro insulto, semanalmente vai vistoriar os aviões não tripulados, os terroristas dos ares, que matam centenas de pessoas pelo mundo, consideradas inimigas perigosas para seu país.

Mesmo assim, muitos líderes ocidentais e outros aliados do imperialismo continuam vendo em Obama o primeiro presidente negro, eleito para garantir a liberdade e a dignidade dos povos, independentemente do rastro de sangue deixado pelo seu governo.

O historiador Norman Pollack escreve: “Temos à frente do país um reformador fracassado e ressentido, que pratica alegremente o assassinato com sorriso nos lábios”.

Conhecemos pelo wikileaks que o processo de espionagem dos EUA é muito sofisticado, e que muitos bilhões de dólares são empregados para ter todas as pessoas e instituições em suas mãos, na hora que desejar, sem escrúpulos; quanta sordidez! Desta forma promovem a insegurança e o terrorismo pelo planeta. Quem poderá escapar das garras da águia? Até a presidente Dilma cancelou sua visita oficial aos EUA, sine die, por conta desta aberração. Ela aguardava explicações do Obama sobre a espionagem exercida sobre ela, seus assessores e o povo brasileiro. Certamente as recebeu, mas não as convenceu...

O medo dos EUA de perder a hegemonia, exercida de forma violenta, é tão grande que certamente buscam uma forma de conhecer e espionar até os pensamentos; veem em cada pessoa um potencial terrorista, um inimigo a ser destruído.

Porém, lideranças militares dos EUA estão reagindo contra o ‘messias’, que se revela o anti-cristo. A Editora norte-americana Bob Powell publicou uma informação, no mínimo, interessante: “Cinco generais do exército estadunidense se reuniram com Obama e o advertiram de que, se ele ordenar um ataque à Síria, seria preso e acusado de traição por fornecer ajuda e assistência à organização terrorista Al Qaeda - associada aos ‘rebeldes’ na  Síria - e inimiga declarada dos EUA.

Conforme o jornal "The Guardian", sob o governo de Obama, muito fraco, a influência do militarismo é maior do que nunca, dentro do país, e não se descarta um golpe militar.

Resta-nos saber se Obama toma decisões pessoais, ou é manipulado pela nata do sionismo internacional, assim como o é a maioria dos governantes! 

E a grande mídia que insiste em chamar o presidente da Síria de ditador, e que o considera responsável por lançar armas químicas, quando o mundo inteiro já sabe quem são os verdadeiros ditadores e quem são os responsáveis pela tragédia provocada pelas armas químicas?

Faz alguns dias, dois ganhadores do “Prêmio Nobel da paz”, latino-americanos, Adolfo Pérez Esquivel e Rigoberta Menchú, juntos escreveram ao presidente Obama, solicitando que ele busque a paz através do diálogo com o governo sírio.

Há pouco tempo escrevi: Obama, converte-te, ainda há tempo! Sonha, Obama, com a maioria do povo, para que um novo mundo, justo e solidário, desponte!
_________________________________________________

Recebido por e-mail da redecastorphoto...
A "crasse mérdia" ignara e malcheirosa brasileira, que há meio de mudar-se para Miami, está debochando da presidente Dilma por ter cancelado a viagem aos EUA, em protesto contra a espionagem criminosa praticada impunemente pelos gangsters dos EUA não só contra o Brasil, mas contra o mundo todo.
Gente dessa laia não perde uma oportunidade para desfilar sua ignorância, seu servilismo, sua estupidez, sua falta de civismo, de patriotismo, de vergonha na cara e, principalmente, seu preconceito descarado contra a presidente, a quem chamam de "guerrilheira" para desqualificá-la.
Estão com saudades dos canalhas tucanos que, como eles, adoram envergonhar o Brasil.
A começar pelo Fernandinho Vendilhão da Pátria, que quando presidente desfilava seu servilismo discursando em inglês e francês, e chegar no então ministro Celso Lafer, que se prestou a tirar o sapato para ser revistado num aeroporto norte-americano.
Essa gente aplaude e, até, justifica a submissão desses desavergonhados.
Sofrem, sem saber, de uma doença terrível, que o Nelson Rodrigues chamou de "complexo de vira-lata".
Eu penso que um cachorro vira-lata é imune a essa doença e, portanto, não merece ser comparado com gente dessa laia.
É uma ofensa ao animal.
---
Silvio de Barros Pinheiro.
Santos.SP.
_________________________________________________________________
De...
...para Editor-Assaz-Atroz-Chefe...

Prezado escritor Fernando Soares, agradecemos e informamos, que foi colocado um LINK DE DESTAQUE para o seu texto "Dilma e Lula ― os espetaculares engolidores de sapo",  setor "ARTIGOS E CRÔNICAS". Este texto  ficará neste espaço durante 1 semana, ou até ser substituído por outro mais recente. Clique na página principal, setor "ARTIGOS E CRÔNICAS" e confira: 
Abraços,
Albertino Fernandes (Construtor)
____________
PressAA: O texto atualmente em destaque no  Para Ler e Pensar também foi publicado no portal Pravda
Em vista do exposto nos primeiros parágrafos, recebeu o comentário abaixo e resposta do autor:
Jorge Cortás Sader Filho 

San Tiago Dantas e Ulysses Guimarães, talvez tenham sido os maiores políticos brasileiros. Se o primeiro participou do movimento integralista, foi por modismo da juventude. Logo abandonou o partido. A memória política brasileira é curta. Curta e inexistente, em muitos casos. San Tiago jamais fez a afirmação citada. Esta conversa de que 'contam' serve para iludir e trapacear a verdadeira informação. Afinal, disse quando, a quem e por qual motivo "que o povo era de bosta"?
Política e informação não servem para iludir. Existe esta péssima mania brasileira. Até mesmo o senador Roberto Freire, ex-presidente do Partido Comunista Brasileiro durante muitos anos, foi acusado recentemente de ser 'reacionário'.
O jornalismo político no país anda mal.
Fernando Soares Campos  
Caro Jorge, você tem razão quando diz que "essa conversa de 'contam' serve para iludir e trapacear a verdadeira informação". Isso realmente acontece em grande escala. Mas também serve para a gente fazer o leitor pensar melhor no assunto ou manifestar-se como você o fez.

Escrevi isso baseado em crônica de Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
"Atribui-se ao professor San Tiago Dantas (1911-1964) uma frase segundo a qual 'a Índia tem uma grande elite e um povo de bosta, o Brasil tem um grande povo e uma elite de bosta' ".
(Gaspari não contesta a frase)

Se não foi dita pelo professor San Tiago, está dita e é compartilhada por muita gente preconceituosa. Portanto, vale comentar a citação. Tanto como fiz quanto como você corrige.
Grato pelo esclarecimento.
Uma ponderada opinião, meu caro Fernando Soares. Mas San Tiago era, antes de tudo, um homem muito educado, onde expressões como esta não faziam parte da sua personalidade e compostura.
Meu abraço.
Jorge
_____________________________________________

De: Lia Maria Marques <secretariasejudh@gmail.com>
Data: 18 de setembro de 2013 14:42
Assunto: CONVITE REUNIÃO SEJUDH/COMISSÃO ANISTIA
Para: assis pb <
agencia.assaz.atroz.pressaa@gmail.com[Estranhamos o "assis pb" titulando o nosso e-mail; mas internet tem dessas coisas; o que realmente nos interessou foi a mensagem]
  CONVITE

A Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, através da Secretaria executiva de Justiça e Direitos Humanos, tem a grata satisfação de reiterar  os termos do convite para V.Sa.  participar  da reunião com familiares e vítimas da ditadura militar, onde se discutirá sobre a edificação de monumentos em memória aos anistiados políticos, mortos.

Para este momento contaremos com  a presença da Consultora /PNUDH- Dra. SONIA COSTA, representante da Comissão da Anistia/MJ.

Loca: Auditório da SEJUDH
Hora: 09h00
Data: 20/09/013

Paulo Roberto Xavier de Moraes
Secretário  Executivo de Justiça e Direitos Humanos


Recebido por e-mail da lista de Hélder Câmara:

Um portal sobre o Nordeste na Internet

Olá,
É um portal da Internet que disponibiliza para consulta gratuita textos, fotos, áudios e vídeos através de sites e blogs.

O portal visa indexar, catalogar e disponibilizar informações sobre a região Nordeste do Brasil para leitura gratuita de todos e, em especial, estudantes, professores e pesquisadores.

Integra este produto cultural o site “Enciclopédia Nordeste” com um acervo de mais 2.000 verbetes, na sua maioria de nordestinos e nordestinados. São personalidades de destaque na área da ciência, política e cultura. Além de informações sobre municípios, geografia, fauna e flora da região.

Eis os destaques desta semana:


Ivan Maurício
Diretor de Conteúdo WWW.onordeste.com
_________________________________________________________________
De...

Informativo assinado por 111.900 comunicadores

...para a PressAA...



  •   
 Publicado em Quinta, 19 Setembro 2013 14:47
 Escrito por Redação Comunique-se
O jornalista e escritor Laurentino Gomes lança o livro 1889, que completa a trilogia sobre a história do século XIX ao lado de 1808 1822, em Itu (SP). A cerimônia, organizada pela Academia Ituana de Letras (Acadil), está marcada para 28 de setembro, às 10h, no Plaza Shopping Itu.
0-LAURENTINO CAPA1889Jornalista conta história do Brasil em seus livros (Imagem: Divulgação)Na ocasião, Laurentino e a acadêmica Maria de Lourdes Figueiredo Sioli vão apresentar palestras. Haverá, ainda, sessão de autógrafos na Livraria Nobel, que fica no centro de compras.
A ideia era que o evento fosse realizado no Museu Republicano, instituição mantida pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo, mas não teve permissão. “Foi um veto. A USP disse que não tinha agenda”, disse o jornalista em entrevista ao SBT.
Segundo o escritor, a resposta negativa teria sido motivada pela reportagem de capa da ‘Veja São Paulo’, publicada em 14 de agosto. No artigo, Laurentino criticou o estado de conservação do Museu do Ipiranga, também ligado à USP, que foi fechado ao público as vésperas do feriado de Sete de Setembro. “Naquela semana, veio a decisão de que o museu não abriria as portas para meu livro. Então, acho que foi uma retaliação”, declarou ao 'Jornal do SBT'.
Serviço
Lançamento do livro 1889, de Laurentino Gomes
Data: 28 de setembro, às 10h
Local: Plaza Shopping Itu
Endereço: Avenida Dr. Ermelindo Maffei, 1199, Jardim Paraíso - SP
_______________________________________
PressAA: Assista à entrevista de Laurentino Gomes no Roda Viva. É divertido vê-lo divertindo-se com as perguntas dos entrevistadores, que, em diversos momentos, tentam parecer eruditos e mais bem informado que o entrevistado. Fazem comentários como este: "Essa coisa de tirar os esqueletos do armário foi recente, né? ... Agatha Christie fica no chinelo dessa História do Brasil... é... (...) e você vê que D. João VI até teve um caso homossexual, que o Pedro II... quando ele viu a Maria Tereza manca... é... quatro anos mais velha, porque ele já tinha casado por procuração... Ele chorou... e a Carlota Joaquina teria envenenado o D. João VI com o filho... que... que... que... queria o trono, né? Bom... Isso é coisa de jornalista...". Bom, daí vem a pergunta, que você pode conferir assistindo ao vídeo:

Roda Viva | Laurentino Gomes | 09/09/2013 | Bloco 1

_________________________________________________________________


Samba do Crioulo Doido

Demônios da Garoa


_______________________________________________

Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

_______________________________________________

PressAA

.