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sábado, 14 de setembro de 2013

Banda Larga: Tenha a sua


Agora é fato: sua comunidade pode gerir a sua propria Internet Banda Larga, 
saiba como, tenha a sua. Liberdade chegou, Fora Teles.

SAIBA COMO NO PRIMEIRO COMENTRIO DESSA FOTO ou nos contacte. 


'Marcelo Saldanha
há 20 horas

TRF bate o martelo e diz que liberar wifi não é crime Vejam a Matéria :


Fernanda Tardin Tardin então é isso: Num raio de 1 km ( comunidade) e 50 familias ( ponto) , monta-se uma antena no valor dito aqui de mais ou menos 1000 reais. Dividindo o valor por 50 familias dá 20 reais para cada familia ( PONTO). Garante-se o ponto e paga-se por mês o rateio do link. SIMPLES assim e como ensina Paulo Freire : CONSTRUTIVAMENTE vamos tocar a luta. Bora a comunidades e colocar as antenas de banda larga?

Marcelo Saldanha Fernanda Tardin esta infra é para 50 usuários com links de 1 mega com qualidade. A ideia é que comece com menos pessoas e vá se expandindo. Quando chegarem a umas 200 a 300 pessoas, dai já se pode cogitar passagem de fibras opticas, pq o custo sairá m...Ver mais


Marcelo Saldanha Imagine a infra de um provedor comunitário como um trem e seus vagões. Os trilhos são o mesmo, a potencia do trem tb é a mesma e a diferença é a quantidade de vagões que ele vai ter, oque influência na qtde de pessoas que ele vai carregar. A infra do provedor é isso : Vc pode montar uma que carregue 10, 50, 100, 1000 e dai vai...estamos começando com um trem de 1 vagão só que caberão até 50 passageiros 


Marcelo Saldanha Um trem com 1 vagão custa 1000 reais e levam 50 passageiros ... com dois vagões proporcionalmente é mais barato, pq já temos o trem, então sairia por uns 1700 reais e dai vamos ampliando até sairmos do trem e comprarmos um foguete, que seria um comparativo com uma infra de fibras opticas.




Fernanda Tardin Eslarecendo: Esse é um projeto desenvolvido pela Universidade Norte Fluminense ( Darcy Ribeiro VIVEEEEEEEEE) e já é realidade em muitos pontos de campos e Macaé. Pode ser em Psol VitóriaE Em Vila Velha. Allan Claudio Alan Cláudio Melo, tá ligado? bora?

Entendendo o que está em Jogo

Via Luiz Carlos Kaizim




Tem fotos que valem mais do que mil palavras, e estas aí dispensariam texto, deixando as conclusões para cada um tirar.
Joaquim Barbosa e Aécio Neves candidato tucano a presidência da republica e possivel réu do mensalão tucano... ENTENDERAM AGORA O QUE ESTA POR TRÁS DO JULGAMENTO DO MENSALÃO
 

roberto corta essa

Queridos amigos eu queria que alguem me explica- se como esta tal de Roberto Freire queimado com o povo todo de Pernanbuco conseguiu se eleger aqui no Estado de Sao Paulo quanto custou a sua campanha a deputado federal e que deu este dinheiro a ele para ele conseguir aqui em Sao Paulo se eleger ou sera que ele fazia parte do esquema Tiririca que elegeu um monte de deputado federal. Nao e possilvel que este cara que no passado teve o meu respeito e a minha admiraçao vira-se este lixo que virou .Querido amigo alguem aqui da nossa pagina poderia me explicar isto......BOA NOITE AMIGOS DO CORAÇAO.

A Lei de drogas e a criminalização da pobreza

Zeca José Carlos Cobacho compartilhou a foto de Sociedade Sem Prisões.












A Lei de drogas e a criminalização da pobreza

Para especialista, “ser pobre e morar na favela será utilizado no destino do flagrante”

O encarceramento em massa e a ação seletiva da polícia e do Judiciário levam milhares de pessoas de classes sociais mais baixas para as prisões brasileiras tendo como justificativa a guerra às drogas.

Para o diretor executivo do Insituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), Cristiano Avila Maronna, “a lei [11.343] tem um papel especial” no encarceramento brutal que há no Brasil, por conta da subjetividade do artigo 28 que oferece ao agente policial, no ato da prisão o poder absoluto sobre o destino da pessoa flagrada com drogas.

Maronna não tem dúvida sobre quem é punido, independente da quantidade de drogas apreendida. São jovens, “entre 18 e 25 anos, é afrodescendente, com educação fundamental, não tem antecedentes criminais”, define o advogado.

Leia mais no site da revista Fórum: http://revistaforum.com.br/blog/2013/09/a-lei-de-drogas-e-a-criminalizacao-da-pobreza/

Em 1998, Congresso decidiu manter embargo infringente

Via Antonio Carlos Poener

globo.JPG

Em 1998, Congresso decidiu manter embargo infringente

Proposto por FH, artigo foi rejeitado na CCJ da Câmara e acabou não incluído na Lei 8.038

PAULO CELSO PEREIRA 
Publicado:13/09/13

BRASÍLIA — A Câmara dos Deputados manteve, deliberadamente, a possibilidade de apresentação de embargos infringentes nos julgamentos do Supremo Tribunal Federal. O GLOBO encontrou nos documentos de tramitação da mensagem presidencial número 43, de 1998, a análise da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara sobre a manutenção dos embargos e a opção dos parlamentares foi expressa a favor desse último recurso.

O debate foi suscitado pela chegada do texto do presidente Fernando Henrique Cardoso que propunha a extinção dos embargos. Em seu artigo 7º, a mensagem presidencial acrescentava um novo artigo à lei 8.038, de 1990. O texto sugerido pelo governo era claro: “Art 43. Não cabem embargos infringentes contra decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal”.
No entanto, ao longo da tramitação da mensagem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o então deputado Jarbas Lima, hoje professor de direito constitucional da PUC do Rio Grande do Sul, apresentou um voto em separado pedindo a supressão do trecho que previa o fim dos embargos. E argumentou:
— A possibilidade de embargos infringentes contra decisão não unânime do plenário do STF constitui importante canal para a reafirmação ou modificação do entendimento sobre temas constitucionais, além dos demais para os quais esse recurso é previsto. Perceba-se que, de acordo com o Regimento Interno da Suprema Corte (artigo 333, par. único), são necessários no mínimo quatro votos divergentes para viabilizar os embargos — explicita o voto do deputado.
Lima ainda defende a necessidade de manutenção dos embargos justamente pelo fato que hoje tanto anima os condenados do mensalão: a possibilidade de uma nova composição do tribunal levar à revisão de condenações:
— Se a controvérsia estabelecida tem tamanho vulto, é relevante que se oportunize novo julgamento para a rediscussão do tema e a fixação de um entendimento definitivo, que depois dificilmente chegará a ser revisto. Eventual alteração na composição do Supremo Tribunal no interregno poderá influir no afinal verificado, que também poderá ser modificado por argumentos ainda não considerados ou até por circunstâncias conjunturais relevantes que se tenham feito sentir entre os dois momentos. Não se afigura oportuno fechar a última porta para o debate judiciário de assuntos da mais alta relevância para a vida nacional — diz.
Apesar de o deputado Djalma de Almeida Cesar, que era o relator da matéria, ter defendido em seu primeiro voto a extinção dos embargos, conforme proposto por FHC, ele muda de posição ao longo da discussão e, no voto final, que acaba se transformando em lei, recebe a sugestão de Jarbas Lima e suprime o trecho que punha fim aos embargos. Na avaliação do doutor em direito Constitucional pela PUC-SP Erick Wilson Pereira, a existência desse debate dentro do Congresso dará novo argumento para os defensores dos embargos:
— Você deve levar em consideração qual foi a vontade do legislador. Quando o plano da expressão não consta em determinado texto normativo, no conteúdo você pode levar em consideração o que o legislador debateu. Esse fato não foi debatido em nenhum instante. Se tivessem ciência disso, pode ter certeza que os defensores teriam levantado isso. É um fato novo — explica.

Leia mais sobre esse assunto em: 

LANÇAMENTO DO FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS EM MINAS GERAIS

LANÇAMENTO DO FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS EM MINAS GERAIS 
Local: Auditório Vermelho do Ministério Público do Estado de Minas Gerais
Av. Álvares Cabral , 1690  - Lourdes
Belo Horizonte -MG

PROGRAMAÇÃO:
19 de Setembro de 2013 (quinta-feira)
NOITE:
18h30 – Credenciamento (Inscrição prévia pelo link: https://docs.google.com/forms/d/1GcDWi-qjUPw8-bFufrfcvTq19XQYHft27hBY0PXIUms/viewform)
19h – Mesa de abertura – Convidados
20h – Conferência de abertura
20h30 – Lançamento oficial do Fórum Mundial de Direitos Humanos em Minas Gerais
21h – Encerramento e confraternização

20 de Setembro de 2013 (sexta-feira)
MANHÃ:
8h30 – Acolhida
9h – Orientação dos trabalhos
9h30 – Divisão dos grupos
9h45 – Intervalo para café
10h – Início das atividades em grupo
12h – Intervalo para almoço

TARDE:
14h – Fechamento dos trabalhos em grupo
15h – Plenária
16h – Fechamento das propostas
17h – Encerramento

EIXOS ORIENTADORES DO TRABALHO:
1. Grupos em situação de vulnerabilidade
1.1- Povos e comunidades tradicionais;
1.2- Questões étnico-raciais;
1.3- Gênero e orientação sexual;
1.4- Crianças, Adolescentes, Juventude e Idosos (tema transversal);
1.5- Pessoas com deficiência;
1.6- Pessoas com sofrimento mental;
1.7- Política Sobre Drogas;
1.8- Internação compulsória;
1.9- População em situação de rua e catadores de materiais recicláveis;
1.10- Pessoas em privação de liberdade;
1.11- Refugiados e imigrantes.

2. Direito à cidade e à terra
2.1- Mobilidade urbana;
2.2- Moradia;
2.3- Questões agrárias;
2.4- Participação e ocupação do espaço público.

3. Direito à memória e à verdade
3.1- Combate à tortura;
3.2- Mortos e desaparecidos (ontem e hoje);
3.3- Anistia;
3.4- Políticas de segurança pública.

METODOLOGIA:
- Cada Eixo terá um coordenador responsável por sensibilizar o grupo sobre o tema geral incentivando a discussão e a produção de duas propostas para cada subtema, que serão posteriormente apresentadas na plenária final.
- Cada Grupo terá um relator por subgrupo, a quem caberá organizar as propostas que serão levadas à plenária geral.
- Na plenária geral serão apresentadas todas as propostas (02 por sub tema) que irão compor um documento final dividido em três eixos, apresentando cada um deles um pequeno texto com o panorama da realidade específica em Minas Gerais.
- O Documento final será encaminhado à organização do lançamento do Fórum Mundial em Brasília que acontecerá nos dias 10 a 13 de dezembro de 2013.

Gushiken, a mídia e a justiça: uma parábola do país que temos




Guilherme Lacerda
via Vitor B.


Gushiken, a mídia e a justiça: uma parábola do país que temos
Paulo Nogueira 9 de setembro de 2013


O que os anos recentes de um dos grandes líderes sindicais da década de 1980 contam sobre o Brasil de hoje.

Montaigne escreveu que o tamanho do homem se mede na atitude diante da morte, e citava como exemplos Sócrates e Sêneca.

Os dois morreram serenamente consolando os que os amavam. Sócrates foi obrigado a tomar cicuta por um tribunal de Atenas e Sêneca a cortar os pulsos por ordem de Nero.

Meu pai jamais se queixou em sua agonia, e penso sempre em Montaigne quando me lembro de sua coragem diante da morte, confortando-nos a todos.

Me veio isso ontem à mente ao ler no twitter a notícia de Luís Gushiken morrera aos 63 anos. Depois desmentiram, mas ficou claro que ele vive seus dias finais num quarto do Sírio Libanês, com um câncer inexpugnável.

Soube que ele mesmo se ministra a morfina para enfrentar a dor nos momentos em que ela é insuportável, e para evitar assim a sedação.

Li também que ele recebe, serenamente, amigos com os quais fala do passado e discute o presente.

A força na morte demonstrada por Gushiken é a maior demonstração de grandeza moral segundo a lógica de Montaigne, que compartilho.

Não o conheci pessoalmente, mas é um nome forte em minha memória jornalística. Nos anos 1980, bancário do Banespa, ele foi um dos sindicalistas que fizeram história no Brasil ao lado de personagens como Lula, no ABC.

Eu trabalhava na Veja, então, e como repórter acompanhei a luta épica dos trabalhadores para recuperar parte do muito que lhes havia sido subtraído na ditadura militar.

Os militares haviam simplesmente proibido e reprimido brutalmente greves, a maior arma dos trabalhadores na defesa de seus salários e de sua dignidade. Dessa proibição resultou um Brasil abjetamente iníquo, o paraíso do 1%.

Fui, da Veja, para o jornalismo de negócios, na Exame, e me afastei do mundo político em que habitava Gushiken.

Ele acabaria fundando o PT, e teria papel proeminente no primeiro governo Lula, depois de coordenar sua campanha vitoriosa.

Acabaria se afastando do governo no fragor das denúncias do Mensalão. E é exatamente esta parte da vida de Gushiken que me parece particularmente instrutiva para entender o Brasil moderno.

Gushiken foi arrolado entre os 40 incriminados do Mensalão. O número, sabe-se hoje, foi cuidadosamente montado para que se pudesse fazer alusões a Ali Babá e os 40 ladrões.

Gushiken foi submetido a todas as acusações possíveis, e os que o conhecem dizem o quanto isso contribuiu para o câncer que o está matando.

Mas logo se comprovou que não havia nada que pudesse comprometê-lo, por mais que desejassem. Ainda assim, Gushiken só foi declarado inocente formalmente pelo STF depois de muito tempo, bem mais que o justo e o necessário, segundo especialistas.

Num site da comunidade japonesa, li um artigo de um jornalista que dizia, como um samurai, que Gushiken enfim tivera sua “dignidade devolvida”.

Acho bonito, e isso evoca a alma japonesa e sua relação peculiar com a decência, mas discordo em que alguém possa roubar a dignidade de um homem digno com qualquer tipo de patifaria, como ocorreu. A indignidade estava em quem o acusou falsamente e em quem prolongou o sofrimento jurídico e pessoal de Gushiken.

O episódio conta muito sobre a justiça brasileira, e sobre, especificamente, o processo do Mensalão. A história há de permitir um julgamento mais calmo, e tenho para mim que o papel do Supremo será visto como uma página de ignomínia.

Gushiken não foi atropelado apenas pela justiça. Veio, com ela, a mídia e, com a mídia, o massacre que conhecemos.

Um caso é exemplar.

Uma nota da seção Radar, da Veja, acusou Gushiken de ter pagado com dinheiro público um jantar com um interlocutor que saiu por mais de 3 000 reais. A nota descia a detalhes nos vinhos e nos charutos “cubanos”.

Gushiken processou a revista. Ele forneceu evidências – a começar pela nota e por testemunho de um garçom – de que a conta era na verdade um décimo da alegada, que o vinho fora levado de casa, e os charutos eram brasileiros.

Mais uma vez, uma demora enorme na justiça, graças a chicanas jurídicas da Abril.

Em junho passado, Gushiken enfim venceu a causa. A justiça condenou a Veja a pagar uma indenização de 20  mil reais.

O tamanho miserável da indenização se vê pelo seguinte: é uma fração de uma página de publicidade da Veja. Multas dessa dimensão não coíbem, antes estimulam, leviandades de empresas jornalísticas que faturam na casa dos bilhões.

Não vou entrar no mérito dos leitores enganado, que construíram um perfil imaginário de Gushiken com base em informações como aquela do Radar. Também eles deveriam ser indenizados, a rigor.

Gushiken enfrentou, na vida, a ditadura, as lutas sindicais por seus pares modestos, a justiça e a mídia predadora.

Combateu — ainda combate — o bom combate.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Roquin riu de Beyoncé: MC Ludmilla diz que phode mais que mulheres-fruta --- Depois de desmentir a farsa do mensalão, Dirceu desmente O Globo --- Enquete: Quem melará mais no STF?




Why Don't You Love Me?

(Legendado em português)

Beyoncé

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09/09/2013 

Em Fortaleza, Beyoncé abre turnê brasileira com show impecável

Rock in Rio 2013
É pouco dizer que Beyoncé foi simpática em Fortaleza neste domingo (8), primeira etapa de sua nova turnê pelo Brasil, que inclui nas suas cinco datas o Rock in Rio, na próxima sexta, e um show no estádio do Morumbi, no domingo.

A cantora americana de 32 anos desembarcou na capital cearense às 15h30, apenas seis horas antes do horário marcado para o show. Seguiu direto para a Arena Castelão e cerca de três horas depois teve um breve encontro com alguns jornalistas.

Foi extremamente simpática, como seria depois com as quase 50 mil pessoas que deixaram ainda espaços vazios em vários pontos do estádio. Se a lotação não foi total, o profissionalismo da cantora transbordou.

Em duas horas no palco, Beyoncé foi impecável. Cantou bem, dançou ainda melhor e trocou várias vezes as roupas exuberantes, que em nada lembraram a simplicidade da camiseta colorida com shortinho jeans no encontro com a imprensa.

BEYONCÉ EM FORTALEZA
AVALIAÇÃO ótimo


(Para ler reportagem completa, clique no título)

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A arte imita a vida ou vice-versa ou tanto fez como tanto fazem?

Leia também...

Amor à Vida


Ana Carbatti irá interpretar uma psicóloga que ajudará no caso de Atílio (Luis Melo) no Hospital San Magno. Em conversa com o Purepeople , ela revelou que já estava acertada para entrar na novela e isso não aconteceu por nenhum tipo de pressão

A atriz Ana Carbatti foi o centro de uma polêmica racial nesta sexta-feira (14). Segundo o jornal "Folha de São Paulo" ela entraria em "Amor à Vida" para responder às reclamações de telespectadores que sentiram falta de personagens negros na trama. Em conversa com o Purepeople, a atriz esclareceu que já estava escalada há alguns meses.

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Publicado em 06/07/2013

Perdeu! MC Beyoncé não pode mais usar nome artístico

Funkeira saiu de escritório e, proibida, agora adotou o próprio nome, MC Ludmilla

mcbeyoncéMontagem R7/Reprodução/Twitter e Facebook
Veja o verdadeiro nome dos funkeiros
MC Beyoncé não existe mais... agora é MC Ludmilla

Prove que você sabe tudo sobre as funkeiras!


A Mulher Moranguinho já foi noiva de qual funkeiro?









(Para ler mais a página R7 Entretenimento, clique no título)

Leia também...

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13/09/2013 


Dançarinas de Beyoncé dão aula para fãs e ‘seguram o tchan’


Glauco Araújo
Do G1 Rio

MC Beyoncé participa e desiste das coreografias por causa do calor.

Bailarina de Anitta mostra mais desenvoltura em escola no Rio.


As dançarinas da cantora  Beyoncé não resistiram ao balanço da música baiana e “seguraram o tchan” durante o workshop que realizaram para os fãs em uma escola de dança na Barra, no Rio, na noite desta quinta-feira (12). A coreografia do grupo É o tchan marcou a década de 1990 no Brasil. (Veja vídeo ao lado)
A cantora Beyoncé é a principal atração da abertura do Rock in Rio, nesta sexta-feira (13), no palco principal da Cidade do Rock.
As nove integrantes do corpo de bailarinas de Beyoncé e os irmãos gêmeos Laurent e Larry Bourgeois, conhecidos como Le Twins, ficaram quatro horas com cerca de 140 fãs em uma das salas de aula da escola Petite Danse. O G1 acompanhou, com exclusividade, três horas do curso. A última delas foi reservada para um bate-papo entre fãs e dançarinos da cantora americana.
A rotina das crianças e alunos da instituição mudou completamente quando o grupo chegou ao local. Além dos inscritos, os frequentadores habituais da escola se aglomeraram nas pequenas janelas das salas para tentar um autógrafo ou tirar uma foto, o que só foi possível quando as bailarinas pararam o aquecimento para irem ao banheiro.
 A funkeira MC Beyoncé foi uma das participantes do workshop (veja no vídeo ao lado), mas não mostrou muita desenvoltura. Ao chegar à segunda hora com as bailarinas da Beyoncé, ela foi para o canto, exausta, e “desistiu” de acompanhar a aula. “Muito calor, muita gente. Não estou conseguindo aprender nada. Ainda bem que meu tio veio comigo e trouxe água. Tá muito cheio”, disse  a MC.
Kimberly, dançarina de Beyoncé, se espanta com o tamanho da fila para workshop (Foto: Glauco Araújo/G1)
Kimberly, dançarina de Beyoncé, se espanta com
tamanho da fila (Foto: Glauco Araújo/G1)
Também participou do evento a dançarina Arielle Macedo, que faz parte do corpo de bailarinas da cantora Anitta, que ficou famosa com o hit "Show das poderosas". Por estar mais acostumada a coreografias, foi até o final e ainda ganhou uma conversa com o staff de Beyoncé depois do workshop. “Resolvi apresentá-la para o grupo porque ela é muito fã da Beyoncé e também por causa do cabelão vermelho dela”, disse Kauê Neves, organizador do Workshop Brasil. Ele é responsável pela casting da cantora americana no Brasil.
Neves contou que realizou as inscrições em quatro lotes pela internet. “Os preços variaram de R$ 120 a R$ 180. Recebemos inscrições de Manaus, Recife, de todos os estados. Agora, elas farão outro workshop em São Paulo e em Brasília, antes dos respectivos shows da Beyoncé”, disse o organizador.
(Para assistir aos vídeos, clique no título)

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Muito se falou dos gastos públicos com a Copa do Mundo de 2014. Manifestantes foram às ruas protestar contra o Mundial. E poucos, diria quase ninguém, se aventuraram em defender o evento no Brasil. Nem mesmo com números e exposições em órgãos de respeito, como o Tribunal de Contas da União, mostrando a situação dos investimentos do governo na Copa, se consegue convencer os incautos ou oportunistas de plantão.
Recorro aqui ao consultor da ONU na Copa 2014 e coordenador de projetos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Pedro Trengrouse, de 34 anos de idade, para argumentar contra os que são contra a Copa no Brasil.
Os investimentos do governo em obras que considera como relevantes, até julho, era de R$ 25 bilhões em mobilidade urbana, aeroportos, segurança, telecomunicações, saúde e turismo, entre outros, sempre de acordo com a Matriz de Responsabilidades da Copa, informa o consultor Trengrouse.
São R$ 25 bilhões investidos em função da Copa contra R$ 557,4 bilhões do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) investidos em infraestrutura pelo País afora até junho.
(Para ler artigo completo, clique no título)
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De Mílton Jung
Direto de Roma/Itália

Toda vez que o presidente Lula abre a boca pra falar de Copa, o projeto Morumbi 2014 sai da gaveta novamente, onde está guardado com pastas e documentos importantes que podem decidir o destino do estádio de São Paulo.
No lançamento do estranho logo para o Mundial do Brasil, Lula passou recado ao prefeito da capital paulista Gilberto Kassab (DEM), que está na África sob a alegação de que precisa conhecer programas e soluções desenvolvidas por aquelas cidades.
Kassab foi, na verdade, fazer política, não planejar.
As constatações do prefeito de que São Paulo não deve nada ao sistema de transporte de Johannesburgo e seria impossível construir um Soccer City com dinheiro público poderiam ser feitas de dentro do gabinete dele, no Viaduto do Chá.
Haja vista que ao planejarem a Copa da África, as autoridades sul-africanas foram a São Paulo, especificamente na região do ABD paulista, passaram por Curitiba e esticaram viagem a Bogotá, na Colômbia, para entender como transportar passageiros com qualidade. Devem ter ficado presos em congestionamentos na cidade de São Paulo, onde não se investe em corredores de ônibus há bons anos.
E como Kassab foi fazer política, voltará da África com o recado do presidente lhe coçando a orelha: “Continue a brigar pelo Morumbi” - está no Blog de Cosme Rímoli, em 08/07/10.
Há pouco mais de um ano, em outro cochicho nem tão baixo assim, Lula falou ao ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, durante cerimônia no estádio do Morumbi: “Diga ao Ricardo (Texeira) para parar de falar m… É preciso baixar a crista dele. O Morumbi é o estádio de São Paulo para a Copa” - descreveu Juca Kfouri em 24/06/09
Pode parecer uma contradição (mas só a quem mantém a visão ingênua de que tudo é uma questão de preferência clubística), o corintiano Lula tem sido o “embaixador do Morumbi” desde o primeiro minuto de jogo e seu esforço aumentou após encontro com o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio - o mesmo que ao assinar nota em resposta a exclusão do estádio da Copa, ameaçou: “A Justiça é filha do Tempo. O Tempo é o Senhor da Razão. O Tempo dirá. E nós também” (16/06/10). Dirá o quê?
Há quem não consiga dissociar a frase final daquela nota com o comentário presidencial, na cerimônia africana, de que o Brasil é feito de gente que não desiste nunca. Disse isso em uma das três vezes nas quais citou nominalmente Ricardo Teixeira, durante a cerimônia. Mais do que um slogan, um alerta?
Destacou, também, o necessário combate a corrupção na Copa 2014. Quando, aliás, não será mais presidente do Brasil: “pode contar comigo no que for necessário” - fez questão de avisar a Teixeira.
Terça-feira (07/07/2010), já em solo africano, em outra das suas frases, Lula não foi descuidado na fala: “Se a CBF adotasse o que eu adotei quando era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, a cada oito anos a gente trocava a direção da CBF. No sindicato a gente trocava”.
Quanto a Kassab, não-alheio a discussão, voltará a São Paulo talvez com a bagagem vazia de projetos urbanísticos, mas com um aparente alívio: poderá reaproximar seu discurso pró-Morumbi ao do Palácio dos Bandeirantes, de onde se ouvia dos corredores críticas pesadas contra o alcaide. E, ao mesmo tempo, costurar com investidores a construção do Plano B, ou P, o Piritubão.
Desembarcará em São Paulo, com um pé em cada estádio.
Por enquanto, vizinho do Palácio, Juvenal Juvêncio só abre a gaveta de seu escaninho, cheia de pastas e documentos, pra remexer no projeto de reforma do Estádio do Morumbi.
É das conversas ao pé de orelha, bate-papo nos bastidores e recados indiretos que se constrói o caminho para São Paulo ser sede da abertura da Copa do Mundo de 2014. Ou qualquer outra coisa que tenha o mesmo valor.


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Crônica indicada pela nossa colaboradora-correspondente Urda Alice Klueger...




Amilcar Neves  |  variedades@diario.com.br

Bem que o Flávio sempre me advertiu: ironia e sutileza não cabem na crônica de jornal, o leitor não percebe a insinuação e lê o que está escrito, não as entrelinhas. E a culpa nem é do leitor, mas do fato de estar lendo jornal, veículo de matérias diretas, objetivas e precisas. É assim que ele lê o jornal, é assim que lerá a crônica do jornal. A digressão, a sugestão, a provocação caem melhor no texto literário, que o leitor aprecia como um desafio, uma charada, um enigma a ser solucionado.

O risco de ser sutil e irônico na crônica jornalística, conclui o Flávio, é ser entendido e interpretado erroneamente (do ponto de vista do autor) pelo leitor, que já tem um olho na parte de baixo da página e ainda nem chegou propriamente a desgrudar o outro olho da página anterior: há que ler rápido,fast read, porque o tempo urge e sempre está na hora de voltar, de fazer o que realmente te dá camisa. E o Flávio José Cardozo, sabemos todos, é dos mais brilhantes cronistas que jamais brotou em terras catarinas. Além de construir-se em contista dos mais importantes que o Brasil já deu.

Pois tal é o mal que me aflige desde que, sutil, tentei ironizar alguns absurdos e contrassensos que rolam por aí. Meu problema, minha dúvida atroz e cruel reside simplesmente em encontrar uma forma eficaz de devolver, por imerecida, uma torrente de elogios que recebi quando tratei aqui, outro dia, da efetiva importação de médicos pelo governo federal, da suposta importação de engenheiros e da fictícia importação de escritores.

Parecia-me que o disparate das argumentações que usei (sem contar a história que os meus textos vêm contando desde 1963) seria suficiente para denunciar com clareza o verdadeiro sentido e as reais intenções da crônica em questão. Aí o erro grotesco do cronista: quem condena a vinda de médicos para atender as populações marginalizadas, necessitadas, só tem olhos e ouvidos para o corporativismo grotesco e delinquente, e se escora atrás exatamente de argumentos disparatados, às vezes sem se aperceber da falsidade do raciocínio. Assim, o que estes leram aqui foi a música dissonante à qual se acostumaram. E aplaudiram entusiasticamente o cronista que, supuseram, enfim enxergava a realidade - deles.

De forma idêntica obram os que denunciam a importação de engenheiros pelo governo federal - para criticá-lo acidamente -, quando se sabe, apenas para ficar em um exemplo, que os EUA desenvolveram sua engenharia, ciência e tecnologia graças à sedução de cérebros de todo o mundo, inclusive da Alemanha nazista, da União Soviética e do desprezado Terceiro Mundo. Só nós, no Brasil, com deficiências gritantes nessa área conhecidas há décadas, é que devemos permanecer puristas, nacionalistas, xenófobos.

Por outro lado, o erro de avaliação cometido pelo cronista gerou iradas mensagens eletrônicas exigindo a exclusão do endereço do remetente da minha lista de distribuição, com a afirmação categórica de que, "se é para ler esse tipo de lixo, prefiro ficar com a Veja inevitável dos consultórios médicos".

Enfim, como declarou de peito aberto o presidente do Sindicato dos Médicos de Campinas, apoiando o programa Mais Médicos, "a não ter nem médico nem estrutura de atendimento à saúde nos cantos desassistidos do Brasil, é preferível ter ao menos o médico, que acabará se tornando o indutor para a criação dessa estrutura". Atendendo ao Flávio, o doutor paulista não foi sutil nem irônico: deu o seu recado de forma direta.

Diário Catarinense

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12 Setembro 2013
Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, dá entrevista ao programa Bom Dia, Ministra. Foto: Agência Brasil
Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, dá entrevista ao programa Bom Dia, Ministra. Foto: Agência Brasil

Os benefícios do Bolsa Família são muitos e para toda população brasileira, não só para os beneficiários, disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, no programa Bom Dia Ministra desta quinta-feira (12). Segundo ela, entre os benefícios do Bolsa Família está a garantia de que as crianças estejam na sala de aula.
“Hoje, a evasão escolar de crianças pobres no Brasil é muito menor do que a evasão média do resto da rede pública e isso acontece graças ao Bolsa Família (…) Nesses dez anos não só nós conseguimos aliviar a pobreza da população, mas garantir as crianças em sala de aula, reduzir a mortalidade infantil. (…) Nós tiramos 22 milhões de pessoas no Brasil da extrema pobreza (…) A gente consegue comprovar que cada R$ 1,00 que a gente investe no Bolsa Família, retorna R$ 1,44 para a sociedade. Então ganha quem? Ganham os beneficiários, ganham as crianças. Mas ganha também a comunidade”, afirmou.
O Bolsa Família completa 10 anos em outubro e, atualmente, atende quase 14 milhões de famílias (mais de 50 milhões de pessoas). O programa é reconhecido internacionalmente como uma política pública social que conseguiu romper o círculo da miséria pela educação.

12 Setembro 2013 
Agenda presidencial
A presidenta Dilma Rousseff se reúne, nesta quinta-feira (12), às 9h30, com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, no Palácio do Planalto. Em seguida, às 10h30, Dilma recebe a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

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No blog da redecastorphoto...


(da Organização de Cooperação de Xangai)


13/9/203[*] Pepe EscobarAsia Times Online –The Roving Eye
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

O PM do Quirquistão, Jantoro Satubaldiev e Xi Jinping (D)
 Bishkek - 11/9/2013 (Clique na imagem para aumentar)
Enquanto o mundo parava, petrificado ante o risco de o governo Obama bombardear a Síria, o presidente Xi Jinping da China trabalhava, costurando a Rota da Seda.

É dito que muito se deve amar, aquele, famoso, de Deng Xiaoping: “mantenha-se discreto”, low profile. Mas no caso da segunda maior economia do mundo, low profile sempre implica grande impacto.

Foi o que aconteceu dia 7/9, em Astana, capital do Cazaquistão, quando o presidente Xi propôs oficialmente nada menos que uma Nova Rota da Seda, em coprodução com a Ásia Central.


A nova Rota da Seda e os ramais comerciais
(Clique na imagem para visualizar)
(...)

Na China, nenhuma decisão tão ampla como essa é jamais “espontânea”, mas cuidou-se de construir uma bem visível campanha de Relações Públicas para suavizar o impacto. Em Astana, Xi disse: “minha terra natal, a província de Shaanxi, é o ponto de partida da antiga Rota da Seda”. Disse que se “emocionou” ao repassar a história da Rota da Seda naquela viagem.

Praça Registan, em Samarcanda
(clique na imagem para visualizar)

(...)

Fica-se imaginando o que pensam disso tudo os adultos que vivem em quartos separados no tal cinturão chinês (supondo que saibam do que está acontecendo). A ex-secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton dava-se a arroubos poéticos sobre uma “nova rota da seda” a ser promovida pelos EUA. É. Depois da viagem de Xi, a coisa já soa, mesmo, como uma das promessas de campanha de Barack Obama.
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[*] Pepe Escobar (1954) é jornalista, brasileiro, vive em São Paulo, Hong Kong e Paris, mas publica exclusivamente em inglês. Mantém coluna (The Roving Eye) no Asia Times Online; é também analista e correspondente das redes Russia TodayThe Real News Network Televison Al-Jazeera. Seus artigos podem ser lidos, traduzidos para o português pelo Coletivo de Tradutores da Vila Vudu, no blog redecastorphoto.
Livros
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11 Setembro 2013

Escrevo em repúdio à manchete de hoje do jornal O Globo, que me acusa de desafiar o STF. A conclusão exposta pelo jornal em sua primeira página se baseia em entrevista que concedi à TV da Fundação Perseu Abramo. Qualquer um que tenha assistido à entrevista, ainda disponível na internet, sabe que em nenhum momento desafiei o Supremo. A interpretação adotada pelo Globo e sua opção por alçá-la à manchete traem a intenção de interferir no andamento da ação penal 470.

O que fiz na entrevista foi apenas reafirmar meu direito à revisão criminal, procedimento garantido pela Constituição e pelas leis penais. E também meu direito de recorrer à Corte Interamericana de Direitos Humanos, de cuja convenção o Brasil é signatário por aprovação do Congresso Nacional, estando submetido a ela não apenas nosso governo, mas também o poder Judiciário.


As Organizações Globo não têm legitimidade para me acusar de afronta à Justiça. Elas, sim, têm em sua história passagem notável de afronta ao STF, ao apoiar o golpe militar, a ditadura e o AI-5, que usurpou os poderes constitucionais do Supremo, eliminou as garantias individuais, o habeas corpus, a liberdade de expressão e organização. Eu estava do outro lado da trincheira, defendendo a democracia.

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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA


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