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sábado, 2 de fevereiro de 2013

A SEMANA - SANTA MARIA, PINTA, NINA E RENAN






A SEMANA
SANTA MARIA, PINTA, NINA E RENAN


Laerte Braga


Formar um grupo com todos vestidos de camisa branca e ir para o estádio do Grêmio, Porto Alegre, não significa necessariamente solidariedade às vítimas do incêndio numa boate em Santa Maria. É explicitar o caráter hipócrita e espetaculoso da nossa sociedade gerida sob as bênçãos do capitalismo, dentre outras coisas, alvarás vencidos.
Na hora do gol a dor e a solidariedade vão para o espaço. É diferente do minuto de silêncio observado antes do início do jogo. São quinze segundos de glória ao aparecer na televisão, só isso.
Abu Oman foi sequestrado no centro da cidade de Milão, Itália e levado para o Egito. Seus sequestradores eram agentes da CIA (serviço secreto dos EUA) e cumpriam ordens diretas do diretor da agência naquele país. Um Tribunal de Milão condenou o chefe do escritório da CIA a nove anos de prisão, dois agentes a seis anos  e outros 22 agentes, além de um piloto da força aérea norte-americana foram condenados a seis anos de prisão.
São os verdadeiros terroristas . Todos fugiram para os EUA, nenhum está preso, mas se pisarem em território europeu terão que cumprir as penas. Agentes da MOSSAD, serviço secreto do Estado terrorista de Israel sequestram e matam em todo o mundo, inclusive no Brasil e os governos fecham os olhos. O Brasil inclusive. O Brasil inclusive, Lula em seu governo acendeu uma vela a Deus, ao dizer que apoiava a luta palestina e outra ao diabo ao assinar um tratado de livre comércio com Israel. Já são donos de boa parte dos negócios estratégicos do Brasil, inclusive o setor da indústria de armas.
O JORNAL NACIONAL perdeu sete pontos de audiência no mês de janeiro deste ano, em comparação com janeiro do ano passado. Aos poucos as pessoas vão percebendo o engodo do noticiário da GLOBO. Vale para toda a mídia de mercado.
É um dos porta-vozes da hipocrisia e da mentira no processo de transformação do ser humano em telespectador do BBB. Um dos temas mais debatidos na mídia de mercado nesta semana foi se determinada sister tinha pego ou não o pênis de um brother sob o edredon. O brother negou, a sister não disse nada e a dúvida faz parte do esquema de busca de audiência. Um profundo debate sobre o assunto foi travado entre “especialistas”. Pegou, ou não pegou that is the question.
Cristóvão Colombo chegou à América em três naus. Santa Maria, Pinta e Nina. Renan Calheiros, ex-ministro da Justiça do governo FHC, ex-ministro de Lula, ex-presidente do Senado. Renunciou por estar envolvido em várias irregularidades. foi de novo reconduzido à presidência da Câmara Alta e fala em força do poder Legislativo. Deve ser da impunidade.
Sarney, ao sair, deixar o cargo, falou em “Senado melhor”. Se for igual ao Maranhão está pior do que imaginávamos.
E foi defendido por Fernando Collor de Mello.
Acredito, piamente, que se reconhecido o crime organizado como um dos grandes negócios do País, concorrente sério de bancos, grandes empresas e latifúndios, modalidades de crimes legalizadas, assegurado um número de cadeiras através de acordo para PCC, Comando Vermelho, Terceiro Comando, etc, o tráfico de drogas deve sofrer sensível queda, ficar restrito a traficantes menores, pois todas as drogas estariam Câmara Alta.
Exemplo de dignidade e coragem veio da jornalista Hildegard Angel num ato contra o julgamento do “mentirão – expressão da jornalista -, na quarta-feira, na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa). Um pronunciamento pungente, forte, real, a exibir um Judiciário manipulador e fraco. Uma espécie de fala que não só tirou a venda do símbolo da justiça, mas deixou-a desnuda, inteiramente desnuda e com cara de Joaquim Barbosa.
Hildegard é um dos exemplos mais vivos de coragem e determinação no jornalismo brasileiro.
Um sinal que existe reação a Renan, a Joaquim Barbosa, a Gilmar Mendes, aos principais executivos dos donos do poder real no Brasil.
Aécio Neves, como sempre, no afã de ser presidente a qualquer custo e envolvido em maracutaias as mais variadas, fez questão de se manifestar contra o apoio de seu partido à candidatura de Renan Calheiros. Juntou dois ou três sicários do seu grupo e anunciou sua atitude de “bravura”. Não teve a mesma diante do bafômetro e nem com os mineiros. O estado de Minas é hoje massa falida depois de oito anos de seu desgoverno que Antônio Anastasia tenta consertar – sem êxito – a todo custo. E tanto é assim que a única empresa a reagir á decisão de diminuir os custos das tarifas de energia elétrica foi a CEMIG do governo de Minas.
Outro exemplo vem da Venezuela. Trabalhadores, estudantes, a imensa maioria dos venezuelanos reagem às tentativas de golpe de estado enquanto o presidente Hugo Chávez completa seu processo de recuperação de um câncer em Cuba. Os venezuelanos não aceitam a volta das quadrilhas que governaram o país até a primeira eleição de Chávez.
E como futebol no Brasil, cartolas, é um trem sério. Ricardo Teixeira volta a cena com a revelação de escândalos na escolha da sede da Copa do Mundo em 2018. Ele e uma turma grande, dentre os quais Michel Platini e o ex-presidente da França Nicolás Sarkozy foram propinados para dar o voto e o apoio ao Catar.
Na febre de fiscalizações de boates e clubes norturnos no Brasil inteiro depois da tragédia de Santa Maria – a tranca depois da casa arrombada – autoridades exibem ares de seriedade e tomam providências que são dever elementar, uma casa noturna em Juiz de Fora, MG, noticia que está em dia com toda a papelada, garante segurança e ainda tem música sertaneja. Azar deles e de quem gosta. E o tal do marketing em cima da dor, o capitalismo voraz nas suas várias dimensões, seja o aumento de lucros do BRADESCO, a casa noturna de Juiz de Fora, ou as casas noturnas de todo o País.
Cristóvão Colombo não tem nada a ver com isso. Nem o fato de uma de suas naus se chamar Santa Maria.



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

ONGs Internacionales que apoyan a mineras canadienses comienzan a revisar esta estrategia


Los donantes cierran sus billeteras a organizaciones benéficas canadienses que trabajan con la ACDI (Agencia Canadiense para el Desarrollo Internacional) y las empresas mineras


Plan  Canadá, que trabaja con Iamgold, forma parte del programa de la Agencia de Desarrollo Internacional Canadiense de conjuntar el trabajo de ONG con las empresas mineras canadienses.
Por: Rick Westhead Reportero Personal, publicado el Jue 31 de enero 2013



Una organización benéfica canadiense  líder, dice que está considerando abandonar un polémico proyecto de desarrollo financiado por el gobierno federal y una empresa minera canadiense, debido a la presión de sus donantes.Plan,  de Canadá, una de las tres ONG que participan en un proyecto de la Agencia Canadiense de Desarrollo Internacional que combina a ONGs y el gobierno con las empresas mineras, afirma  que la mala imagen del sector minero amenaza con empañar su reputación. Algunos donantes de Plan han protestado porque las empresas mineras tienen suficiente dinero para financiar sus propios programas sociales y que Plan no debe asociarse con ellos."¿Podríamos intentarlo de nuevo? Probablemente no ", dijo Rosemary McCarney, presidente de Plan, en una entrevista con el Toronto Star. "Es molesto para los donantes. La gente está loca. La realidad es que trabajar con cualquier empresa minera va a ser un problema. Va a ser (utilizado) para ataques y derrames. ¿Vale la pena el dolor de cabeza? Probablemente no”.
Las empresas mineras canadienses que operan en el extranjero se perciben ejecutando negocios sucios, que la industria misma reconoce. Se llega al límite con estanques de residuos con fugas, derrames de cianuro y otros desastres ambientales. 
Según un informe encargado en 2009 por la Asociación de Prospectores y  Desarrolladores de Canadá, las compañías mineras canadienses han participado en 171 incidentes desde 1999 que involucran violaciones de los derechos humanos, prácticas contrarias a la ética, o la degradación del medio ambiente en países en desarrollo.La ACDI  está dando  a Plan $ 5,6 millones para ejecutar en  cinco años un programa educativo en Burkina Faso. Iamgold, que opera una mina de oro en ese país africano,  comprometió $ 1 millón por año para el proyecto. Plan también ha prometido $ 1 millón.
Ben Little, vice presidente de relaciones corporativas de  Iamgold rehusó hacer comentarios  ante  preguntas realizadas,  Laura Young,  la oficial de relaciones de Prensa,  no devolvió las llamadas telefónicas, ni respondió a mensajes de correo electrónico.
Samantha Nutt, la fundadora de War Child, una organización sin fines de lucro que opera programas de formación profesional en países como Afganistán, dijo que al promocionar el proyecto como uno que ayuda a la inversión privada Canadiense, ACDI está perdiendo de vista su mandato de reducir la pobreza.
"Tiene el potencial de poner las ONGs en una posición de conflicto de interés", dijo Nutt.
"Nadie muerde la mano que da de comer."
"Esto se trata de ayudar a los países necesitados. . . 
por lo que nosotros no tenemos que estar continuamente  ayudando con sus problemas de alimentación,  educación, con sus problemas de salud y así sucesivamente ", dijo Fantino durante una conferencia telefónica con periodistas.
Un portavoz de la ACDI, dijo: "Los proyectos están caminando tal como estaba previsto, y cada uno está siendo monitoreado por lo que se puede aprender para aplicar en la futura programación. . . ACDI se complace que estos proyectos movilizaron apoyo adicional de las empresas del sector privado. "
McCarney dijo que en Plan deliberaron durante tres o cuatro años  sobre la asociación con Iamgold antes de decidirse a actuar.
"El debate es si debemos permanecer al margen y criticar o probar esto y ver qué pasa. . .
Podría ser un desastre colosal ", dijo.
El Proyecto del Plan Canadá ofrece entrenamiento de trabajo-habilidades para 6.400 niños, concentrándose en las regiones del país a 500 km de la mina de IAMGOLD.
"Ha habido mucha desinformación", dijo McCarney. 
"Creo que este programa es bueno para los niños".
Sin embargo, la asociación ha molestado a algunos donantes, que han dicho a Plan que, si bien no les importaba que  la organización aceptara $ 1,12 millones al año provenientes de la ACDI, si molestaba que Plan de aceptara cualquier suma - $ 250.000 al año, en este caso - de una empresa minera.
"Es realmente una cantidad insignificante de dinero", dijo. "Generamos 140 millones de dólares al año y estamos hablando de alrededor de $ 250.000. No nos vamos a comprometer aquí. 
No es que no vamos a decir nada porque hemos tomado ese dinero. "
McCarney dijo que no estaba seguro de cuántos donantes individuales han cortado sus donaciones mensuales Plan. "Mucha gente nos ha dado el beneficio de la duda", dijo. 
"Cuatro de cada cinco personas que nos han llamado han dicho: 'Bueno, tengan cuidado.' Otros dice los siento y cancelan".
McCarney, dijo que Paula Roberts vice presidente ejecutiva de Markenting de maneja los donantes descontentos. 
Un portavoz  Plan dijo que Roberts no estaba disponible para brindar comentarios.
Chris Eaton, director ejecutivo del Servicio Universitario Mundial de Canadá (WUSC), dijo que no estaba dispuesto a discutir su asociación en  Ghana, a través de la cual WUSC recibe 214.000 dólares de Rio Tinto Alcan y 928.000 dólares de la ACDI en tres años. 
"Tengo que tener cuidado", dijo, negándose a dar detalles.
"Hemos tenido muy pocas cancelaciones de los donantes, menos de 10", dijo Toycen.
En una conferencia en Ottawa el año pasado acerca de su asociación con las ONG oro de Placer Dome empresa. El acuerdo murieron por Placer tenían expectativas poco realistas acerca de lo rápido que el programa en Papua, Nueva Guinea podría dar sus frutos, Breuer dijo en la conferencia, según tres personas que lo escucharon hablar.

Tony Breuer, un ex ejecutivo con la Fundación Canadiense contra el hambre, dijo en una conferencia el año pasado en Ottawa acerca de la Asociación de su ONG con oro empresa Placer Dome.  “El acuerdo con Placer Dome murió porque Placer tenía expectativas poco realistas sobre la rapidez en que el programa en Papua, Nueva Guinea podría dar sus frutos”, dijo Breuer en la conferencia, según tres que le oyeron hablar.

Breuer explicó que su ONG tenía un plan de cinco a diez años para el desarrollo de una parte de la nación isleña todavía no conectado por carretera con la capital, Port Moresby. Placer Dome, por el contrario, quería resultados en 18 a 24 meses, dijo Breuer, quien se negó a hacer comentarios al diario Star.

 
Las alianzas entre las empresas mineras y las ONG no son nada nuevo. Care de Canadá, por ejemplo, ha trabajado junto a Barrick por años."Creo que las empresas mineras se sienten incomprendidos", dijo el presidente ejecutivo  de CARE Kevin McCort. "Entraron en esta asociación con las expectativas de un buen desarrollo y salió de ella con mala prensa".



Tomado del diario “Toronto Star” , 31 de Enero 2013

a entrega de Honduras ao USA

Carta de Agradecimiento a JOH Presidente del Congreso de Honduras

por Francisco Torres, Quinta, 31 de janeiro de 2013 às 21:10 ·
Sr. Presidente del congreso, déjeme felicitarlo por su nuevo cargo, yo se que con su humildad no lo mencionara pero con los nuevas ratificaciones constitucionales ya es un hecho, "Felicidades por ser el primer dictador legalmente instaurado en honduras"... lo logro.

Primeramente agradecerle, por impulsar con tanto ímpetu "las ciudades modelos", es claro que usted ha tenido la perspicacia necesaria para recoger "Una Idea de desarrollo " desechada  por casi todas las naciones  Durante varias décadas, definitivamente que tontos han sido el 99% de los economistas, gobernantes y ciudadanos de negarle a una empresa el gobernar su país".

Quede atónico de la forma en como usted removió los muros legales que detenían tal progreso para mi patria, saltándose desde la ley mas antigua hasta la ultima  ratificada por el congreso para poder sacar de la corte constitucional a esos corruptos magistrados que votaron en contra de las ciudades modelos, y para que esta idea avanzara dejar al único que voto a favor como coordinador de la nueva sala de lo constitucional, definitivamente me encanta con que transparencia es capas de hacer todo esto.

yo no estoy muy instruido sobre en  la nueva "ley de las ciudades modelos"... es mas creo que legalmente se les llama "zonas especiales de desarrollo “pero no importa, me parece correcto no saber nada al respecto, no necesito los detalles de como el capital privado gobernara mi vida y mi entorno... porque confió plenamente en usted y estoy seguro que la transnacional que venga hará todo lo necesario para mi bienestar es por eso que estoy de acuerdo en que mantenga con mucho sigilo todos las leyes secundarias que tengan que ver con las ciudades modelos.


También me gustaría agradecer su valiosa participación en la creación de la nueva "ley de minería"... entiendo que ahora las mineras podrán tener total dominio sobre las concesiones y harán lo que mejor le convenga al país.

y por ultimo agradecerle totalmente porque ahora no necesito irme de honduras para ser extranjero , ahora puedo ser extranjero en mi propio país. gracias por la gran venta de honduras.


Y que viva el "Tradicionalismo"... seré de un color hasta la muerte. porque no necesito pensar ni corregir mis errores.


GRACIAS JOH.


Atentamente.
Francisco Torres
Un Ciudadano consiente.
e "y por ultimo agradecerle totalmente porque ahora no necesito irme de honduras para ser extranjero , ahora puedo ser extranjero en mi propio país. gracias por la gran venta de honduras."

Marighella - PRESENTE!

‎"Se dele, Marighella, lembramos com admiração, se dele podemos aprender tanto em desprendimento, se dele acolhemos os sonhos generosos para com a humanidade, da ditadura, diferentemente, só podemos lembrar da violência e do arbítrio, da tortura, das mortes, dos desaparecimentos, uma longa noite de terror, uma situação que sob nenhuma hipótese queremos ver repetida. A ditadura será para sempre repudiada. Marighella é um herói de nossa gente. Para sempre."
http://www.viomundo.com.br/politica/emiliano-jose-o-comunista-baiano-que-sobreviveu-a-ditadura.html

Comissao da Verdade: SEM COBRANÇA vai sair NADA. Bora POVO, Participar e cobrar é preciso.

O jeitinho brasileiro tomou conta da Comissão da Verdade. Dos sete comissionados titulares apenas trés trabalham. Os demais tocam seus escritórios de advocacia e outros.Decidiram não investigar as circunstâncias e os responsáveis pelos desaparecimentos de militantes da Resistência Ditadura. Repetem 'a exaustão os informações que que os familiares, CDHs e GTNM vem dando publicidade nos úiltimos vinte ou trinta anos. VAMOS COBRAR RESULTADOS. A COMISSÃO DEIXA DE EXISTIR EM DEZEMBRO.
Métodos da Comissão da Verdade dificultam monitoramento | Brasil de Fato
www.brasildefato.com.br
Relatório realizado por três pesquisadoras do Instituto de Estudos da Religião (Iser) afirma que, sem dispor de uma metodologia clara, nem de mecanismos de participação da sociedade civil, trabalho se torna ainda mais 
 
 
Destaque:  é Fato: 'Um dos pontos destacados pelo relatório é a ausência de divulgação sistemática dos trabalhos da CNV, algo que poderia ser aprimorado para viabilizar uma mobilização mais intensa da sociedade. A publicação de relatórios parciais seria o caminho adequado, porém essa prestação de contas tem acontecido apenas por meio de notícias no site que são replicadas nas redes sociais Facebook e Twitter. “Essa prestação de contas com notícias é vaga em vários sentidos e essa é a transparência que tem se delineado”, aponta Moniza. Segundo o relatório, não é possível identificar nem mesmo quantas pessoas foram ouvidas pelos comissionados até agora, tampouco todos os assuntos abordados nas oitivas. '... Bora, JUNTOS SOMOS FORTES,

CELAC SI, Juntos somos fortes.

Foto: Viva la Latinoamérica..... 

Estamos vivendo tempos de esperanças em lutas .
Esperamos que a luta nos faça iguais e livres do imperio dos USA.

A Foto acima, postada por 

Fernando Toledo Martins chama
 para a luta e a comemoração da CELAC, instituição dos povos da America Latina e Caribe que visa suprir a deficiente ( para os paises que nãocomungam com as ordens del império) OEA.
E como fala CHE ( CHE VIVE) :"Y si fuéramos capaces de unirnos,... qué hermoso y qué cercano seríael. futuro" . Sem Union de los Pueblos não teremos avanços. Bora POVO hermano, a luta continua, viva BOLIVAR

Enviada por hermanos del Clarin Colombia,

Fica abaixo uma sugestão de leitura atual sobre a necessidade e importancia da CELAC a todos os povos hermanos:


Desativar para: espanhol

Guerra de 4º Generación, tras la CELAC

Internacionales
E-mailImprimirPDF
Por J. Manuel Arango C.
Como en los “viejos tiempos” ahora las guerras son la conspiración, por intermedio de la militar, económica, social y sicológica; como lo pretende demostrar las “bondades" de la EU ante la CELAC que aunque “pati rajaos”, ahora si les olemos a bien; no somos “terroristas”, si camaraderiles; dignos en quien confiar, para saquear o recolonizarnos aun mas. En 29 de 2013.- La cumbre de la CELAC, me llena de orgullo patrio, de camaraderil sentimiento hacia nuestros ancestros que ofrendaron sino sus vidas

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Utilidade Publica: A Homofobia pode e DEVE ser punida. Saiba como

José Carlos Cobacho
Utilidade Publica: A Homofobia pode e DEVE ser punida. Saiba como
A Homofobia pode ser punida?
A Lei Estadual nº 10.948/2001 penaliza,
administrativamente, a prática de discriminação
por orientação sexual. Pode ser punido todo
cidadão, inclusive detentor de função pública,
civil ou militar, e toda organização social,
empresa pública ou privada (restaurantes,
escolas, postos de saúde, motéis, etc.).
A Defensoria Pública do Estado firmou uma
parceria com a Secretaria de Justiça e da Defesa
da Cidadania do Estado e com a Coordenadoria
de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura
de São Paulo com a finalidade de implementar
a Lei Estadual nº 10.948/2001, prestando
assistência jurídica às pessoas vítimas deste tipo
de discriminação que não têm condições
financeiras de pagar advogado.
Como proceder se você for
vítima de homofobia:
O cidadão ou cidadã homossexual, bissexual,
travesti ou transexual que for vítima de
discriminação poderá apresentar sua denúncia
pessoalmente, por telefone, carta ou fax à
Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania,
sem necessidade da presença de um advogado.
Ou, se preferir, poderá apresentar a sua
denúncia ao Núcleo de Combate a Discriminação,
Racismo e Preconceito da Defensoria

Pepr Mujica troca armas por Computadores e bicicletas


Hilde ANGEL - MINHA FALA NO ATO NA ABI PELA ANULAÇÃO DO JULGAMENTO DO MENSALÃO


http://www.hildegardangel.com.br/?p=17100


MINHA FALA NO ATO NA ABI PELA ANULAÇÃO DO JULGAMENTO DO MENSALÃO

Publicado em 30/01/2013
Venho, como cidadã, como jornalista, que há mais de 40 anos milita na imprensa de meu país, e como vítima direta do Estado Brasileiro em seu último período de exceção, quando me roubou três familiares, manifestar publicamente minha indignação e sobretudo minha decepção, meu constrangimento, meu desconforto, minha tristeza, perante o lamentável espetáculo que nosso Supremo Tribunal Federal ofereceu ao país e ao mundo, durante o julgamento da Ação Penal 470, apelidada de Mensalão, que eu pessoalmente chamo de Mentirão.
Mentirão porque é mentirosa desde sua origem, já que ficou provada ser fantasiosa a acusação do delator Roberto Jefferson de que havia um pagamento mensal de 30 dinheiros, isto é, 30 mil reais, aos parlamentares, para votarem os projetos do governo.
Mentira confirmada por cálculos matemáticos, que demonstraram não haver correlação de datas entre os saques do dinheiro no caixa do Banco Rural com as votações em plenário das reformas da Previdência e Tributária, que aliás tiveram votação maciça dos partidos da oposição. Mentirão, sim!
Isso me envergonhou, me entristeceu profundamente, fazendo-me baixar o olhar a cada vez que via, no monitor de minha TV, aquele espetáculo de capas parecendo medievais que se moviam, não com a pretendida altivez, mas gerando, em mim, em vez de segurança, temor, consternação, inspirando poder sem limite e até certa arrogância de alguns.
Eu, que já presenciara em tribunais de exceção, meu irmão, mesmo morto, ser julgado como se vivo estivesse, fiquei apavorada e decepcionada com meu país. Com este momento, que sei democrático, mas que esperava fosse mais.
Esperava que nossa corte mais alta, composta por esses doutos homens e mulheres de capa, detentores do Supremo poder de julgar, fosse imune à sedução e aos fascínios que a fama midiática inspira.
Que ela fosse à prova de holofotes, aplausos,  projeção, mimos e bajulações da super-exposição no noticiário e das capas de revistas de circulação nacional. E que fosse impermeável às pressões externas.
Daí que, interpretação minha, vimos aquele show de deduções, de indícios, de ausências de provas, de contorcionismos jurídicos, jurisprudências pós-modernas, criatividades inéditas nunca dantes aplicadas serem retiradas de sob as capas e utilizadas para as condenações.
Para isso, bastando mudar a preposição. Se ato DE ofício virasse ato DO ofício é porque havia culpa. E o ônus da prova passou a caber a quem era acusado e não a quem acusava. A ponto de juristas e jornalistas de importância inquestionável classificarem o julgamento como de “exceção”.
Não digo eu, porque sou completamente desimportante, sou apenas uma brasileira cheia de cicatrizes não curadas e permanentemente expostas.
Uma brasileira assustada, acuada, mas disposta a vir aqui, não por mim, mas por todos os meus compatriotas, e abrir meu coração.
A grande maioria dos que conheço não pensa como eu. Os que leem minhas colunas sociais não pensam como eu. Os que eu frequento as festas também não pensam, assim como os que frequentam as minhas festas. Mas estes estão bem protegidos.
Importa-me os que não conheço e não me conhecem, o grande Brasil, o que está completamente fragilizado e exposto à manipulação de uma mídia voraz, impiedosa e que só vê seus próprios interesses. Grandes e poderosos. E que para isso não mede limites.
Esta mídia que manipula, oprime, seduz, conduz, coopta, esta não me encanta. E é ela que manda.
Quando assisti ao julgamento da Ação Penal 470, eu, com meu passado de atriz profissional, voltei à dramaturgia e me lembrei de obras-primas, como a peça As feiticeiras de Salém, escrita por Arthur Miller. É uma alegoria ao Macartismo da caça às bruxas, encetada pela direita norte-americana contra o pensamento de esquerda.
A peça se passa no século 17, em Massachusets, e o ponto crucial é a cena do julgamento de uma suposta feiticeira, Tituba, vivida em montagem brasileira, no palco do Teatro Copacabana, magistralmente, por Cléa Simões. Da cena participavam Eva Wilma, Rodolpho Mayer, Oswaldo Loureiro, Milton Gonçalves. Era uma grande pantomima, um julgamento fictício, em que tudo que Tituba dizia era interpretado ao contrário, para condená-la, mesmo sem provas.
Como me lembro da peça Joana D’Arc, de Paul Claudel, no julgamento farsesco da santa católica, que foi para a fogueira em 1431, sem provas e apesar de todo o tempo negar, no processo conduzido pelo bispo de Beauvais, Pierre Cauchon, que saiu do anonimato para o anonimato retornar, deixando na História as digitais do protótipo do homem indigno. E a História costuma se repetir.
No julgamento de meu irmão, Stuart Angel Jones, à revelia, já morto, no Tribunal Militar, houve um momento em que ele foi descrito como de cor parda e medindo um metro e sessenta e poucos. Minha mãe, Zuzu Angel, vestida de luto, com um anjo pendurado no pescoço, aflita, passou um torpedo para o então jovem advogado de defesa, Nilo Batista, assistente do professor Heleno Fragoso, que ali ele representava. O bilhete dizia: “Meu filho era louro, olhos verdes, e tinha mais de um metro e 80 de altura”. Nilo o leu em voz alta, dizendo antes disso: “Vejam, senhores juízes, esta mãe aflita quebra a incomunicabilidade deste júri e me envia estas palavras”.
Eu era muito jovem e mais crédula e romântica do que ainda sou, mas juro que acredito ter visto o juiz militar da Marinha se comover. Não havia provas. Meu irmão foi absolvido. Era uma ditadura sanguinária. Surpreende que, hoje, conquistada a tão ansiada democracia, haja condenações por indícios dos indícios dos indícios ou coisa parecida…
Muito obrigada.


Via mailing da colunista, Paulo Avila, Rede Castor

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

BEIJO DA MORTE: CAPITALISMO EXTERMINA MAIS 235

Sob o capitalismo, a prioridade máxima é o lucro. A vida humana vem depois.

Então, a cada grande tragédia o quadro que se repete é o de homens e mulheres vitimados pela ganância.

Eu era praticamente vizinho do Edifício Joelma, cujo incêndio, em 1974, causou 144 óbitos. Então, quando a imprensa publicou a lorota de que os funcionários dos escritórios não souberam encontrar as escadas de emergência, quase vomitei.

O principal negócio lá instalado era uma financeira. Havia controle extremamente rígido de portarias, para que ninguém lograsse escafeder-se com a sagrada grana. Daí tangerem toda a movimentação entre andares para os elevadores, TRANCANDO as escadas. Deu no que deu.

Agora foi a vez da cidade gaúcha de Santa Maria, nome agourento --a cidade de Santa Maria de Iquique, no Chile, foi palco em 1907 do massacre de centenas de trabalhadores esfaimados por tropas militares, episódio imortalizado numa belíssima cantata do grupo Quilapayún.

Por ganância, na tal boate Kiss (cujo beijo foi o da morte...) dificultava-se a movimentação das pessoas, tanto que nem mesmo saída de emergência existia. Era mais importante que ninguém saísse sem saldar sua comanda, a ponto de, no início do incêndio, os seguranças ainda estarem mais preocupados em BARRAR a fuga dos clientes.

Por ganância, os extintores eram FALSIFICADOS.

Por ganância, a banda usou um sinalizador baratinho (R$ 2,50) que só serve para espetáculos ao ar livre, ao invés de adquirir o mais caro (R$ 70), indicado para recintos fechados.

Por ganância não se investiu na estrutura necessária para realmente garantir a segurança dos frequentadores.

Por ganância se permitiu o ingresso de um número demasiado de pessoas, extrapolando em muito a lotação recomendada.

CONTAGEM REGRESSIVA

Resumo da opereta: o capitalismo exterminou mais 235 seres humanos. E, em sua fase terminal, continuará cumprindo a função de anjo exterminador, até que o matemos nós.

Esta opção entre a vida e a morte, teremos de fazê-la à medida que as alterações climáticas forem se acentuando.

Torcendo para que, quando a ficha afinal cair, ainda tenhamos como assegurar a perpetuação da espécie humana, independentemente dos milhões e milhões que o capitalismo já terá sacrificado com a maximização das catástrofes causadas pela ganância.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Jornalismo da mentira




Capa do El País (com a foto falsa) e Tommaso De Benedetti

Publicado em 29/01/2013 por Mário Augusto Jakobskind*

O jornal El País realmente bateu o recorde em matéria de barriga (termo utilizado por jornalistas para designar divulgação de notícias erradas) ao publicar uma foto de um suposto presidente Hugo Chávez entubado na cama de um hospital. Os primeiros exemplares impressos foram rodados e distribuídos, bem como a foto divulgada no site ficou no ar algum tempo.

Tudo começou quando o jornalista italiano Tommaso De Benedetti enviou a foto, capturada doYouTube, para três agências de notícias, que não divulgaram nada. Estranhamente, a imagem acabou aparecendo no jornal El País, cujos editores, sem nenhum tipo de checagem, publicaram.

De Benedetti alega que ao divulgar a falsa foto de Chávez queria apenas testar o jornalismo que vem sendo exercido atualmente. Será? Então, por que ao enviar a imagem se fez passar pelo Ministro venezuelano da Cultura, Pedro Calzadilla?

O jornalista italiano não é confiável. Tem antecedentes negativos como autor dos rumores sobre a morte do líder da Revolução cubana Fidel Castro, do escritor colombiano Gabriel García Márquez e se apresentou no Facebook e Twitter como personagens famosos, entre os quais Mário Vargas Llosa, Umberto Eco e até o Papa Bento XVI.

Na verdade, não é de hoje que a mídia de mercado tem publicado falsas informações sobre a saúde do presidente venezuelano. Aqui neste espaço já se comentou o desejo de algumas publicações em ver Chávez morto. A Rede Globo que o diga, bem como colunistas vinculados ao famigerado Instituto Millenium, já conhecidos e cujos nomes nem vale a pena citar.

O El País pediu desculpas aos seus leitores e teve de admitir publicamente o erro grosseiro. Se não o fizesse perderia de vez a credibilidade até mesmo entre os leitores que o consideram o melhor dos melhores.

Mas o governo venezuelano entendeu que não bastam as desculpas e decidiu entrar com uma ação judicial contra o jornal espanhol, conforme anunciou o Ministro da Comunicação e Informação, Ernesto Villegas.

Há muitos mitos sobre os meios de comunicação pelo mundo a fora. O El País, por exemplo, é citado por outros jornais, como “o consagrado jornal espanhol”. A BBC de Londres é considerada pelos acadêmicos de plantão como o exemplo de mídia pública a ser seguido. Mas nem todos pensam assim.

Dias desses, ativistas sociais fizeram manifestação em frente a sede da emissora britânica denunciando a parcialidade na cobertura dos acontecimentos no Oriente Médio. Os palestinos, segundo os manifestantes, são tratados de forma discriminada.

Na época da invasão e ocupação do Iraque pelos Estados Unidos e com o apoio do Reino Unido, a BBC foi acusada de apenas defender os interesses do Estado britânico, ou seja, estadunidenses, nas coberturas sobre os acontecimentos.

Se analisarmos as coberturas jornalísticas de outras mídias eletrônicas no Brasil, não há como silenciar diante das barbaridades que estão sendo cometidas.

Para ficarmos em um exemplo mais recente, já comentado na reflexão da semana passada, a intervenção francesa no Mali teve a unanimidade favorável ao que determinou o presidente François Hollande.

Em décadas passadas, por exemplo, antes da derrota dos franceses no Vietnã, substituídos em seguida pelos estadunidenses, vale uma consulta aos meios de comunicação para constatar a unanimidade em torno da defesa da ação colonial contra os “bárbaros nacionalistas comunistas” comandados pelo General Giap. Era um tempo em que comunistas eram acusados de “comer criancinhas” .

Na África de décadas passadas, o esquema era semelhante. Para se ter uma ideia, há 52 anos a CIA e os serviços de inteligência belga assassinaram Patrice Lumumba, líder da luta de libertação nacional no Congo.

Vale também uma consulta sobre o noticiário da mídia de mercado. Aliás, praticamente nenhum meio de comunicação brasileiro concedeu agora espaço para analisar a figura de Lumumba, assassinado em 17 de janeiro de 1960.

Nem é preciso recuar muito no tempo para constatar a parcialidade da mídia de mercado em relação a fatos históricos recentes. Meios de comunicação que hoje posam de democratas desde sempre, apoiaram a ditadura chilena de Augusto Pinochet. Silenciaram sobre as atrocidades que ocorriam no Uruguai depois de 1973 e assim sucessivamente. Alguns chegaram a defender a invasão do Uruguai pelos “democratas” militares brasileiros para coibir os tupamaros. E assim sucessivamente.

Para citar um caso mais recente, já lembrado neste espaço, o atual presidente da CBF e do Comitê Organizador para a Copa do Mundo, José Maria Marin, um dos responsáveis pelo assassinato de Valdimir Herzog, ao discursar como deputado estadual da Arena pedindo “rigor das autoridades para enfrentar a infiltração na TV Cultura”, nunca foi questionado pelos grandes veículos de comunicação.

Tem aparecido muito em função dos cargos que ocupa, mas poucos foram informados sobre o seu passado de extrema direita e até defensor do famigerado delegado Sergio Fleury.

A exceção fica por conta de O Estado de S. Paulo que na semana passada, pelo menos, editou declaração de Igor Herzog pedindo a exoneração de Marin por considerá-lo um dos responsáveis pelo que aconteceu com o seu pai, Vladimir Herzog em outubro de 1975.
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Mário Augusto Jakobskind* é correspondente no Brasil do semanário uruguaio Brecha. Foi colaborador do Pasquim, repórter da Folha de São Paulo e editor internacional da Tribuna da Imprensa. Integra o Conselho Editorial do seminário Brasil de Fato. É autor, entre outros livros, de América que não está na mídia, Dossiê Tim Lopes - Fantástico/IBOPE.

Via Casthor