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sábado, 19 de janeiro de 2013

Contrabando de Nióbio estaria financiando Rede Globo Minas



Apesar de boa parte da população brasileira não saber do que se trata, a venda e exploração do Nióbio no município mineiro de Araxá é objeto de desejo de países como Estados Unidos e Japão e de investigação pelo Ministério Público em Minas Gerais, que começa a se preocupar cada vez mais com a exploração do metal raro cuja incidência de 98% das jazidas estão no Brasil, único país que o fornece ao mundo. O minério é usado para a fabricação de turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços. A suspeita é de subfaturação e a evasão de divisas na venda do mineral.

O Ministério Público de Minas Gerais estuda a apuração dos episódios relativos à exploração das jazidas de Araxá e o promotor Leonardo Barbabela afirma que “não pode faltar um aprofundamento para se saber com clareza quem explora e se isto pode ferir de alguma forma a soberania nacional”. Para ele, o fato da secretária de Estado norte americana, Hilary Clinton, haver declarado que Araxá é área de interesse estratégico dos Estados Unidos da América do Norte acendeu a luz vermelha em torno da exploração do Nióbio.

Para Barbabela, em se tratando de um metal raríssimo que só o Brasil pode fornecer para o mundo, o essencial é que os preços a serem cobrados pela venda “sejam justos, de acordo com o real valor do metal, estabelecidos pelo Brasil, com muita verdade sobre a forma como ele é alienado ou explorado e sem perdas de valores”. Além do MP, o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) pediu a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para analisar os diretamente envolvidos no “Caso do Nióbio” por crime de lesa-pátria.

CBMM - Não são só os EUA que estenderam suas garras para o Nióbio brasileiro. Numa operação bilionária e ilegal, segundo denúncia do NovoJornal, a empresa estatal japonesa, Japan Oil, Gas and Metals National Corporation, em parceria com um fundo de investimento coreano que representa os interesses da China comprou os direitos de exploração. O valor da venda de 15% da CBMM foi de US$ 2 bilhões de dólares, após dois anos de negociações com a anuência através da omissão e o silencio do governador Antônio Anastasia, coroando negociações iniciadas em 2002, no governo do atual senador Aécio Neves.

Segundo a denúncia publicada por NovoJornal, durante a gestão de Neves, a condução das principais decisões e atividades econômicas do Estado de Minas foi confiada a Oswaldo Borges da Costa, que assumiu a função estratégica de presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG). Criou um governo paralelo, onde as principais decisões sobre obras e investimentos das estatais CEMIG, COPASA, DER/MG, DEOP e das autarquias de MG ficaram a cargo de “Oswaldinho”.

Foi na sede da CODEMIG que nos últimos 10 anos estiveram os investidores internacionais que tinham interesse no Estado de Minas, inclusive os que queriam investir na extração do mineral raro. Nesse caldeirão, estão disputas familiares, políticas e o envolvimento da Rede Globo de Minas.

Leia abaixo os detalhes desta negociata na íntegra da denúncia do NovoJornal, que vem publicando uma série de reportagens sobre o tema.

Briga entre as famílias Neves e Faria provoca crise institucional ao eliminar a soberania nacional sobre o mineral mais estratégico e raro do mundo

O Nióbio, riqueza que poderia significar a redenção da economia mineira e nacional, foi entregue, através de operação bilionária e ilegal, a empresa estatal japonesa, Japan Oil, Gas and Metals National Corporation, em parceria com um fundo de investimento coreano que representa os interesses da China. Este é o final de um ruidoso conflito instalado no centro do Poder de Minas Gerais que vem sendo, nos últimos dois anos, de maneira omissa e silenciosa, testemunhado pelo governador Antônio Anastásia.

Desde 2002 o então governador e atual senador Aécio Neves entregou a condução das principais decisões e atividades econômicas do Estado de Minas a Oswaldo Borges da Costa, que assumiu a função estratégica de presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG). Criou um governo paralelo, onde as principais decisões sobre obras e investimentos das estatais CEMIG, COPASA, DER/MG, DEOP e das autarquias de MG ficaram a cargo de “Oswaldinho”.

Para sede da CODEMIG, caminharam nos últimos 10 anos investidores internacionais que tinham interesse no Estado. O Palácio da Liberdade transformou-se apenas em cartão postal e símbolo de marketing publicitário de milionárias campanhas veiculadas na mídia. Por trás deste cenário artificial operou um esquema de corrupção, que contou com a cumplicidade até mesmo da Procuradoria Geral de Justiça, que impedia a atuação do Ministério Público Estadual.

Foi necessária esta longa introdução, uma vez que à imprensa mineira jamais foi permitido tocar neste assunto para que se entenda o que agora, uma década depois, está ocorrendo.

Após a morte do banqueiro Gilberto Faria, casado em segunda núpcias com Inês Maria, mãe de Aécio, iniciou uma disputa entre a família Faria e a mãe de Aécio, sob a divisão do patrimônio deixado. Oswaldo Borges da Costa, casado com uma das herdeiras de Gilberto Faria, passou a comandar inclusive judicialmente esta disputa.

Diante deste quadro beligerante, as relações entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa acabaram, o que seria natural, pois Aécio fatalmente ficaria solidário com sua mãe. Mais entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa é público que existia muito mais, desta forma deu-se início a divisão do que avaliam ser uma fortuna incalculável.

No meio desta divisão estaria “a renda” conseguida e a conseguir através da diferença entre a venda subfaturada e o valor real no exterior do Nióbio. Peça chave neste esquema, a CBMM pertencente ao Grupo Moreira Salles, que sem qualquer licitação ou custo renovou o contrato de arrendamento para exploração da mina de Nióbio de Araxá pertencente ao Governo de Minas Gerais por mais 30 anos. Meses depois venderia parte de seu capital a um fundo Coreano, que representa investidores, não identificáveis.

Para se ter idéia do que significou, em matéria de ganho, a renovação para Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), que tem com atividade exclusiva a exploração da mina de Nióbio de Araxá - sem a mina cessa sua atividade - depois da renovação a empresa vendeu 15% de suas ações por R$ 2 bilhões, ou seja, levando em conta apenas o valor de suas ações a empresa valeria hoje R$ 28 bilhões, R$ 4 bilhões a menos que o Estado de Minas Gerais arrecada através de todos os impostos e taxas em um ano. Mas esta operação já havia causado desconfiança principalmente nas forças nacionalistas que acompanhavam de perto a movimentação.

“A CBMM tem o capital dividido entre o "Grupo Moreira Sales" e a "Molybdenium Corporation - Molycorp", subsidiária da "Union Oil", por seu turno, empresa do grupo "Occidental Petroleum - Oxxi", muito embora seja fácil deduzir a prevalência do grupo alienígena, pelo histórico do banqueiro Walther Moreira Sales, tradicional "homem de palha" de capitalistas estrangeiros, inclusive de Nelson Aldridge Rockefeller, que tanto se intrometeu na política do Brasil”, afirmou à reportagem do Novojornal o Contra-Almirante Reformado Roberto Gama e Silva.

Acrescentando: “Circula por aí versão segundo a qual só as jazidas de nióbio dos "Seis Lagos" valem em torno de 1 trilhão de dólares. Necessário esclarecer que por sua localização e facilidade de exploração a jazida de Araxá vale muito mais que a “Seis Lagos”.

Evidente que o Ministério Público mineiro já está investigando esta renovação do arrendamento celebrado pela CODEMIG, porém, ela nada significa perto do crime praticado contra a soberania nacional que foi a venda de parte das ações da CBMM, dando poder de veto a uma empresa estatal japonesa. Foi uma operação cheia de irregularidades com a questionável participação de órgãos que deveriam fiscalizar este tipo de operação como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), subordinado ao Ministério da Justiça.

A operação foi aprovada em prazo recorde e com base em um parecer de folha única, que desrespeitou toda legislação existente no País. A menor das irregularidades cometidas foi conceder “Confidencialidade” aos termos da operação aprovada. Foi desrespeitada a determinação legal para que não ocorra a cassação da autorização da sociedade estrangeira funcionar no País; esta deverá tornar público todos os seus dados econômicos, societários e administrativos, inclusive de suas sucursais (art. 1.140, CC).

E mais, conforme constante do artigo 1.134 do Código Civil, se faz necessária para que a sociedade estrangeira possa funcionar no território brasileiro prévio exame da legitimidade de sua constituição no exterior e a verificação de que suas atividades não sejam contrárias a ordem pública no Brasil.

O Poder Executivo poderá, ou não, conceder a autorização para uma sociedade estrangeira funcionar no Brasil, estabelecendo condições que considerar convenientes à defesa dos interesses nacionais (art. 1.135, CC). Segundo a assessoria de imprensa do CADE, na tramitação da analise foi-se observado o regimento, evidente que um regimento não pode se sobrepor a lei.

Nada disto foi observado e agora, a exemplo da briga instaurada entre as famílias Faria e Neves, o divorcio entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa fatalmente se transformará num dos maiores escândalos da historia recente do País e poderá levar Minas Gerais a perder a propriedade sobre a jazida de Nióbio.

Principalmente as Forças Armadas veem promovendo gestões para federalizar, a exemplo da Petrobras, a exploração de Nióbio. Relatórios confidenciais da Abim e da área de inteligência do Exército demonstram como operou o esquema criminoso de subfaturamento montado pela CODEMIG/ CBMM, através da Cia de Pirocloro de Araxá. A assessoria de imprensa da CBMM, da CODEMIG e do senador Aécio Neves foram procuradas e não quiseram comentar o assunto.

O assunto “Nióbio” é amplo, não tendo como esgotá-lo em apenas uma matéria, desta forma Novojornal publicará uma série de reportagens ouvindo as diversas áreas envolvidas no tema.

Nota da Redação (atualizado às 15:26 de 21/12/2012)

O valor da venda de 15% da CBMM, ao contrário dos R$ 2 bilhões de reais, constante na matéria, foi de US$ 2 bilhões de dólares. Desta forma, 100% das ações da CBMM equivalem a US$ 28 bilhões de dólares, levando em conta que a arrecadação total anual do Estado de Minas Gerais é de R$ 32 bilhões de reais, o valor das ações da CBMM representa quase o dobro do arrecadado.

(US$ 28 bilhões de dólares x R$ 2 reais = R$ 56 bilhões de reais)

Exploração

O Ministério Público de Minas Gerais já estuda a apuração dos episódios relativos à exploração das jazidas de nióbio em Araxá, informou o promotor Leonardo Barbabela, acrescentando que “não pode faltar um aprofundamento para se saber com clareza quem explora e se isto pode ferir de alguma forma a soberania nacional”.

Para o promotor mineiro, o fato da secretária de Estado norte americana, Hilary Clinton, haver declarado que Araxá é área de interesse estratégico dos Estados Unidos da América do Norte “por si só não é um problema. O Brasil também tem interesses estratégicos voltados para diversos países da América Latina e do continente africano”.

Para Leonardo Barbabela, em se tratando de um metal raríssimo que só o Brasil pode fornecer para o mundo, o essencial é que os preços a serem cobrados pela venda “sejam justos, de acordo com o real valor do metal, estabelecidos pelo Brasil, com muita verdade sobre a forma como ele é alienado ou explorado e sem perdas de valores”.

- Aparece aí a necessidade do Ministério Público, que estuda a questão, adotar alguma medida em relação a tal fato.

Leonardo Barbabela defende a criação, de acordo com o Artigo 173 da Constituição Brasileira que diz: “Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei”, de um “organismo federal nos moldes da Petrobrás destinado a exploração do nióbio em qualquer parte onde ele exista no território brasileiro”.

Para ele, os recursos obtidos com uma venda a preço justo e sem ferir a soberania brasileira de um metal tão valioso para o futuro, inclusive da humanidade, pois sem o nióbio não podem ser fabricados foguetes para a exploração espacial, turbinas de aviões e outros artefatos, “devem obrigatoriamente servir ao coletivo do povo brasileiro melhorando todas as suas condições de vida”.

O promotor Leonardo Barbabela explica que o contexto “conduz para uma forte atração para o âmbito do governo federal”, mas ressalva achar “de muita importância” que qualquer ação futura neste sentido “tenha a participação do Ministério Público de Minas Gerais junto ao Ministério Público Federal”.

Além do mais, o promotor Leonardo Barbabela entende que a questão deve ser amplamente discutida com o envolvimento de todos quantos possam contribuir para a elaboração de uma decisão adequada, entre outras sugestões propondo ouvir cientistas, as principais universidades brasileiras, representantes das Forças Armadas e o pessoal do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

Conflitos previstos - Em meados da década de 70 recebi uma pauta do extinto “Jornal de Minas” para cobrir a exploração da hematita da Serra do Curral por parte da Minerações Brasileiras Reunidas – MBR – na Serra do Curral, agora tombada pelo patrimônio histórico e símbolo de Belo Horizonte, a Capital dos mineiro. Na verdade, o maior outdoor do mundo, pois a confirmar que “a fé remove montanhas” e “se Maomé não vem à montanha, a montanha vai a Maomé”, a MBR sucessora da Hanna Corporation e da Bethlehem Steel veio à montanha e, ferindo interesses brasileiros, a removeu para grupos econômicos estrangeiros situados fora do País.

Ao cumprir a minha pauta fui tomado pela mão pelo professor Osório da Rocha Diniz que se transformou, além de amigo, em pai, professor e guru, iniciando-me a respeito dos assuntos ligados com a espoliação das riquezas brasileiras iniciada com o comércio do Pau Brasil, passando pelo Ciclo do Ouro até chegar à vedete da hora, o nióbio. O assunto rendeu e a Assembleia Legislativa de Minas Gerais instaurou uma CPI da MBR, requerida pelo então deputado estadual Jorge Orlando Flores Carone (MDB), que concluiu que os governos brasileiro e mineiro tomavam muitos prejuízos, inclusive a extinta Estrada de Ferro Central do Brasil chegando a pagar para transportar o minério, o que consta do relatório da CPI elaborado pelo ex-deputado Gerardo Renault (Arena). As previsões do professor Osório da Rocha Diniz, inexplicavelmente cassado pelo golpe civil militar de 64, ele, um dos responsáveis pela criação da Petrobrás, da implantação da Refinaria Gabriel Passos, em Betim, e igualmente um dos fundadores da Faculdade de Economia da UFMG e da Escola de Engenharia Kennedy, nacionalista de peso ao lado de Bauptista Vidal e tantos outros, agora ganham corpo na blogosfera.

Do blog do desembargador paulista Laércio Laurélli, retiramos para postagem um texto sobre o tema publicado pelo site carioca “Tribuna da Imprensa” em toda a sua íntegra:

“Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.

Recebemos do comentarista Mário Assis Causanilhas este artigo sobre o nióbio, sem a menção do órgão de comunicação, site ou blog de onde foi extraído. Por sua importância, decidimos postá-lo aqui na Tribuna da Imprensa, para conhecimento de nossos comentaristas e leitores. (Carlos Newton, editor do blog)

Júlio Ferreira

A cada vez mais no dia-a-dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante. Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando de longa data, para o gabinete presidencial?

Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?

EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.

Estamos perdendo cerca de14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?

O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.

Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.

As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.

Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.

Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.

Cada um que tire suas conclusões…”
via Carlos Campos
Nióbio: População brasileira desconhece o tema, mas governos do Japão e dos EUA não
www.brasiliaempauta.com.br
Apesar de boa parte da população brasileira não saber do que se trata, a venda e exploração do Nióbio no município mineiro de Araxá é objeto de desejo de países como Estados Unidos e Japão e de investigação pelo Ministério Público em Minas

É este o novo DJANGO? Deus nos LIVRE...

O carisma que falta para Jamie Fox...
Django Livre (Django unchained, 2012), a última besteirinha de Quentin Tarantino, tem um único mérito: despertar o interesse das novas gerações pelo western italiano, que foi realmente importante, conforme se pode constatar aqui.

Já a mixórdia pop de Tarantino, nem de longe o é. Óbvio rato de cinemateca, ele usa e abusa das referências do passado porque nada de significativo tem a dizer sobre o presente.

Seu estilo pode ser resumido em duas palavras: vacuidade pirotécnica. Ou seja, lembrando a frase imortal de William Shakespeare, são filmes que não passam de fábulas contadas por um idiota, cheias de som e fúria, significando nada.

Django (d. Sergio Corbucci, 1966), do qual extraiu a matéria-prima, tinha pelo menos três sequências memoráveis: 
  • a chegada do soturno Django (Franco Nero) a uma cidade decadente e enlameada, a pé, arrastando um caixão de defunto; 
  • o confronto com os 42 seguidores do Major Jackson (Eduardo Fajardo), quando afinal abre o caixão e dele retira uma providencial metralhadora giratória; e
  • seus angustiantes esforços para adequar o colt às mãos feridas e encaixá-lo numa cruz, quando os últimos seis inimigos vêm chegando para o duelo final.
Ou seja, apesar da produção barata e do elenco inexpressivo, Corbucci brilhou intensamente em três momentos, que até hoje estão entre os mais lembrados do bangue-bangue à italiana.

E, num momento em que os extremistas de direita eram bem mais atuantes e perigosos, teve a coragem de caracterizar os efetivos de Jackson como uma mistura de Ku Klux Klan (os capuzes e as cruzes queimadas) e  Tradição, Família e Propriedade (os lenços vermelhos no pescoço).

...Franco Nero tinha de sobra.
Django Livre, noves fora, nada vai legar quando cair no merecido esquecimento, dentro de alguns meses. Afora, talvez, as atuações marcantes de Christopher Waltz (Dr. King Schultz) e Samuel L. Jackson (Stephen), contraponto à inexpressividade de Jamie Foxx (Django) e à canastrice de Leonardo DiCaprio (Calvin Candle).

Spike Lee reclama do excesso de vezes em que os escravos são chamados de  niggers. É a obsessão dos politicamente corretos, exigir que utilizemos eufemismos, como se o importante fosse mudar a forma como nos referimos às coisas do mundo, e não mudar o mundo...

Muito pior para a imagem dos negros (se ninguém os chama de  afro-americanos  nas ruas, por que eu deveria fazê-lo, artificialmente, nos meus textos?) é um ex-escravo (Stephen) se tornar o serviçal mais devotado ao patrão e outro (Django), um vil caçador de recompensas.

É claro que a realidade é bem menos edificante do que a desejada pelos maniqueístas. Dizem, p. ex., que os quilombolas de Palmares também possuíam seus escravos; e todos sabemos terem sido os próprios africanos que supriam os navios negreiros, vendendo os inimigos capturados nas guerras tribais.

Mas, Tarantino vai além, atribuindo ao seu Django uma ignomínia extremamente repulsiva e sem base histórica (não há registro nenhum de negro atuando como caça-prêmios). E o que é pior, apresenta-a como perfeitamente justificável.

Da mesma forma, em Bastardos Inglórios (2009) ele fez a apologia das mais covardes execuções e das torturas mais hediondas, desde que impostas por guerrilheiros judeus aos militares alemães. Se o Brilhante Ustra fizesse um filme sobre DOI-Codi x resistentes, não diferiria muito...

Mas, não exageremos. Oportunismo e calculismo (busca descarada de  succès de escandale) à parte, Tarantino quer mesmo é faturar alto, com o beneplácito da indústria cultural.

Então, passou longe, muito longe, de outra característica emblemática do western italiano, a simpatia pelas revoluções. Bater em cachorro morto (racismo, hitlerismo) é sempre mais conveniente.

E até mais vantajoso, quando o presidente da República é negro.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Governo venezuolano construirá 380 mil habitações populares em 2013

Os vídeos (endereços transcritos logo abaixo) contém uma importante mensagem para todos aqueles que se interessam pela execução de programas governamentais de construção de habitações populares (na Venezuela ele tem a denominação de Gran Misión Vivienda Venezuela). É sem duvida um programa de dimensões gigantescas, sendo proporcionalmente o maior do mundo em execução na atualidade. Em seis anos serão construídas três milhões de habitações, que beneficiarão 12 milhões de habitantes (42,8% da população total do país). Nesse ano de 2013,  62% das habitações (de uma meta de 380 mil habitações) serão construídas diretamente pelos interessados, com administração de suas associações locais (na Venezuela existem 34 mil Conselhos Comunais que mobilizam 7 milhões de pessoas). O restante serão apartamentos contidos em modernos edifícios de até 20 andares construídos diretamente pelo governo para substituir as habitações precárias existentes em favelas das grandes cidades - e que formarão pequenas cidades autônomas de até cem mil habitantes. O governo também apoiará esse programa repassando o financiamento (oriundo da renda petroleira)  diretamente para os Conselhos Comunais e gerando as estruturas de apoio do tipo fábricas de cimento, de blocos, de telhas, de cerâmica etc, bem como meios de transporte e armazenamento de todo material de construção e fornecendo a necessária assistência técnica e treinamentos. Tudo isso é possível porque na Venezuela se constrói o socialismo. Em governos neoliberais (existentes em muitos países desse Continente) isso será impossível de ser realizado, pois neles impera o principio da terceirização das ações canalizadas para setores privados e estado fraco, fazendo com que tudo gire em torno dos interesses do grande capital. Em governos neoliberais a pobreza recebe os benefícios de forma marginal e precária e na Venezuela bolivariana e socialista a ação prioritária do governo está voltada para esse público. Jacob David Blinder
 
 

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"É preciso transformar desânimos e resignações em esperança combativa."

Enviado por Safrany e por Jacob Blinder
 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Prefeitos do ES presos -Será que nos presidios do ES?

Walter Conde adicionou fotos ao álbum O GOVERNO DO ESTADO DEMOCRATIZA A TORTURA OU NÃO?
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  • Walter Conde Na semana passada foi necessário o presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, desembargador Feu Rosa convocar a imprensa para fazer uma denúncia de mais um caso de tortura praticada nos presidios gerenciados pelo Governo do Estado. O caso ganhou repercussão nacional. Nesta terça-geira, 15 de janeiro de 2013, a imprensa local anuncia a prisão de ex-prefeitos que roubaram dinheiro público (com certeza em valores bem acima do que aqueles praticados pelos presos torturados). Foram presos como corruptos os ex-prefeitos Guerino Zanon, de Linhares; Edson Magalhães, de Guarapari; Ananias Francisco Vieira, de Marataízes; Edival Petri e Moacyr Carone Assad, de Anchieta; Ademar Devens e Luiz Carlos Cacá Gonçalves, de Aracruz. A PERGUNTA É: Eles também vão receber a mesma tortura que o Governo oferece aos ladrões de galinha? Vão ser obrigados a sentar no chão escaldante até queimar a bunda?

  • Fernanda Tardin II mas o ES dá aval a tortura. Veja Walter, se concorda: independente do TJ-ES ter feito esse merito, onde estava a justiça que permitiu a eleição de um secretario de segurança de um governo condenado por tortura em Presidios e DELEGACIAS em Haia em 2010? Que Pedro Valls siga nesse atual caminho, mas que fiquemos cientes que independente do TREES o TJ se tivesse empenho poderia ter impugnado a candidatura do secretario tanto a deputado quanto a prefeito. Ou não? bj

MAIS UMA PROVA DA BARBÁRIE QUE GOVERNA O ESTADO DE ISRAEL


  MAIS UMA PROVA DA BARBÁRIE QUE GOVERNA O ESTADO DE ISRAEL

 
ORIENTE MÉDIO
15/12/2012 - 10h55 | Marina Mattar | Redação Pressionado por Israel, EUA cortam bolsas de estudo de palestinosAutoridades israelenses não concedem mais o visto para universitários da Faixa de Gaza que estudam na Cisjordânia


Ali Ali / Agência Efe

Autoridades norte-americanas cancelaram de forma silenciosa um programa educacional destinado a estudantes da Faixa de Gaza que procuram cursar universidade, mas não possuem condições financeiras, informou a Associated Press.

O programa, lançado há dois anos com muito estardalhaço pela secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, fornece 30 bolsas de estudo por ano a alunos com destaque nas escolas do território ocupado em universidades palestinas, localizadas na Cisjordânia.

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O governo israelense, que controla a Faixa de Gaza, autorizou o projeto até este ano. Agora, “por questões de segurança”, as autoridades se recusam a emitir vistos para estudantes palestinos viajarem até suas universidades na Cisjordânia, o que inviabilizou a continuidade do programa.
De acordo com Israel, o ensino superior palestino está focado em construir e cooptar jovens para o terrorismo de modo que os universitários podem planejar atentados. Em setembro deste ano, a decisão foi aprovada pela Suprema Corte israelense.
Uma das explicações fornecidas pelo governo israelense ao veto é a de que os estudantes apresentam um “perfil de risco”. Apesar disso, a proibição também se aplica a indivíduos que não são suspeitos de nenhuma atividade que possa ameaçar a segurança do país.
“Hamas faz grandes esforços para estabelecer novos afiliados à infraestrutura da região e para transferir conhecimento para fortalecer a estrutura existente hoje na Cisjordânia”, sustentou Guy Inbar, porta-voz das Forças Armadas de Israel.
Inbar ainda observou que cerca de 300 estudantes palestinos receberam a permissão para estudar no exterior desde 2010. Na Faixa de Gaza, mais da metade da população é jovem, o que significa a existência de mais de 900 mil possíveis universitários que podem cursar apenas nove universidades.

Ali Ali/ Agência Efe

Em comunicado, o Consulado dos EUA em Jerusalém afirmou que todas as bolsas para residentes da Faixa de Gaza haviam sido cortadas neste primeiro semestre letivo por conta da proibição israelense. “Por conta do risco de perder o financiamento, bolsas de estudo disponíveis foram atribuídas a outros candidatos”, diz o texto. “Esperamos incluir estudantes de Gaza em programas futuros."
“É lamentável e revelador que o governo dos EUA não possa convencer seu aliado mais próximo na região a dar vistos para os seus bolsistas viajarem até a Cisjordânia, por medo de entrar em conflito”, afirmou Sari Bashi, diretor da Gisha, organização israelense de direitos humanos.
Para além do programa norte-americano
Jovens que não estão incluídos no programa de bolsas do governo dos EUA também foram afetados pelo veto israelense.
Cinco estudantes palestinas que moram na Faixa de Gaza estão impedidas de continuar seus estudos de mestrado nos cursos de gênero, democracia e direito na Universidade de Birzeit, na Cisjordânia. Andaleeb, Amal, Suhair e Azza não foram proibidas de frequentar a faculdade por seus pais ou familiares, mas pelo estado de Israel, que desde 2000 proíbe palestinos de viajarem para estudar.
À pedido da Suprema Corte israelense, o governo reconsiderou o caso das mulheres, mas, no final de julho, o Ministério de Defesa anunciou que mantém sua decisão de negar o visto de viagem às estudantes por questões de segurança nacional. Segundo a nota assinada pelo General Eitan Dangot, o estado possui “substanciais razões políticas e de segurança” para tal.
Em audiência em maio sobre o caso, no entanto, o ministério chegou a admitir que não existe nenhuma alegação de que as estudantes apresentem risco à segurança do país. A regra faz parte, na verdade, do veto aplicado a todos os moradores da Faixa de Gaza que precisam da aprovação de Israel para sair do território em direção à outra parte palestina do país uma vez que o governo israelense controla todas as rotas de acesso a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.
Segundo a organização israelense de direitos humanos Gisha, Israel não só está ferindo todas as suas obrigações em relação ao direito internacional, como também os Acordos de Oslo, sob o qual concordou em reconhecer a Faixa de Gaza e a Cisjordânia como uma unidade territorial.

Bloqueio à Gaza

A Faixa de Gaza sofre com sanções do governo israelense desde 2001 quando palestinos tomaram às ruas contra a ocupação israelense e foram intensificadas em 2007 após as eleições legislativas que levaram o Hamas democraticamente ao poder. Além de controlar a entrada e saída de pessoas, os militares israelenses também verificam os produtos que chegam no território.
Instrumentos musicais, roupas, lençóis de cama, itens culinários, materiais de construção, sucos e até mesmo alimentos, como chocolate e marmelada, sofrem restrições.
 
Mensg Enviada por Vitor B.

Unesco premia Frei Betto por contribuição à paz

Unesco premia Frei Betto por contribuição à paz

11 de Janeiro de 2013 • 11h10
A Unesco reconheceu nesta sexta-feira Frei Betto com o Prêmio José Martí 2013 por sua "contribuição à construção de uma cultura de paz universal e a justiça social e os direitos humanos na América Latina e no Caribe".
A diretora geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) escolheu Frei Betto - cujo nome completo é Carlos Alberto Libânio Christo - por recomendação de um júri internacional, informou em comunicado a organização com sede em Paris.
"Frei Betto (Belo Horizonte, 1944) foi eleito por seu trabalho como educador, escritor e teólogo, por sua oposição a todas as formas de discriminação, injustiça e exclusão e por sua promoção da cultura de paz e os direitos humanos", detalhou a Unesco.
O premiado, autor de mais de 50 livros traduzidos para vários idiomas, ingressou na ordem dos dominicanos aos 20 anos de idade, quando estudava jornalismo.
Durante a ditadura militar, o mineiro foi preso duas vezes, a primeira em 1964, que o levou a deixar a universidade, e a segunda entre 1969 e 1973, por colaborador com a organização guerrilheira Ação Libertadora Nacional (ALN), que dirigia Carlos Marighella.
Quando recuperou a liberdade, trabalhou durante cinco anos em uma favela da cidade de Vitoria.
Durante a década dos anos 1980, foi consultor sobre as relações Igreja-Estado de vários países como Nicarágua, Cuba, China, União Soviética, Polônia e Tchecoslováquia e na década seguinte integrou o conselho da Fundação Sueca de Direitos Humanos.
Adepto à Teologia da Libertação e militante de movimentos pastorais e sociais, foi assessor especial do ex-presidente Lula, entre 2003 e 2004 e foi coordenador de Mobilização Social do programa "Fome Zero".
O prêmio José Martí, criado em 1994, reconhece "contribuições extraordinárias de organizações e de indivíduos à unidade e a integração da América Latina e do Caribe baseada no respeito das tradições culturais e nos valores humanistas".
A cerimônia de entrega do prêmio vai acontecer no dia 30 em Havana, durante a terceira Conferência Internacional pelo Equilíbrio do Mundo, realizado na capital cubana de 28 a 30 de janeiro e marca o 160º aniversário do nascimento de José Martí.
O último vencedor do prêmio  foi o analista político argentino Atilio Alberto Borón, por sua contribuição à unidade e integração dos países da América Latina e do Caribe e por sua contribuição ao estudo e a promoção do pensamento do apóstolo da independência de Cuba, concluiu a Unesco. 



Enviada por Vitor B.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Comunicado ao Pueblo de Nuestra America: sobre la evolución clínica del Presidente Hugo Chávez.

Comunicado
El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela informa al pueblo venezolano y demás pueblos hermanos, sobre la evolución clínica del Presidente Hugo Chávez.
A pesar de su delicado estado de salud después de la compleja intervención quirúrgica el 11 de diciembre pasado, en los últimos días la evolución clínica general ha sido favorable.
El Presidente se mantiene cumpliendo estrictamente con el tratamiento médico. La infección respiratoria está controlada, aunque el Comandante Presidente todavía requiere de medidas específicas para la solución de la insuficiencia respiratoria.
El Presidente está consciente, en comunicación con su familia, con su equipo político y con el equipo médico que lo atiende, manteniéndose al tanto de las informaciones de interés.
En víspera de la celebración de la procesión de la Divina Pastora, el Gobierno Bolivariano de Venezuela invita a las familias venezolanas a unirse en oración para que la Patrona de Barquisimeto colme a nuestra patria de paz y felicidad.

¡Que viva Chávez!

Caracas, 13 de enero de 2013.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xyTmcRYuztM
Ver tradução
Chávez está consciente y en comunicación con su equipo político
www.youtube.com
Chavez en comunicación con equipo político y al tanto de informaciones de interés, informó este domingo el ministro Ernest

domingo, 13 de janeiro de 2013

SP URGENTE: a boquinha de serra

ASSIM A CHICA PIRA...
"QUANDO VOCÊ PENSA QUE NÃO PODE PIORAR, NÃO SE ILUDA: PODE!!!
O SERRÓQUIO SERÁ SECRETÁRIO DE SAÚDE DE ALCKMIN"

Governo tucano torna-se uma "boquinha lucrativa" para os derrotados nas eleições. Presentinho de Natal com o nosso dinheiro para o Zebolinha!!!

A intenção é tirar o ex-governador do ócio político, depois da derrota na disputa à Prefeitura de São Paulo e fortalecer o nome do tucano para uma disputa ao Senado em 2014.
***
Ahhhhhhhhh... e antes que o Serróquio volte com seus feitos na saúde, relembramos:

1- O verdadeiro pai dos GENÉRICOS foi um ilustre quadro histórico do PSB, falecido em dezembro do ano passado. É o ex-ministro da Saúde, JAMIL HADDAD, com o decreto-lei nº 793, de 1993, muitos anos antes de Serra ser ministro da Saúde, e antes mesmo de FHC ser eleito. Este decreto tornou obrigatório tudo aquilo que Serra afirma ter feito.

REMÉDIOS GENÉRICOS: SERRA MENTE! http://nossacarasp.blogspot.com.br/2010/07/remedios-genericos-serra-mente.html

***

2- PROGRAMA ANTIAIDS foi criado por ADIB JATENE.
1991. Começa a distribuição gratuita do AZT (único anti-retroviral disponível) e de alguns medicamentos para infecções oportunistas. Foi Lair Guerra de Macedo que, numa das viagens ao exterior, trouxe escondidas na bagagem as primeiras caixas de AZT que chegaram ao Brasil.

1992. O atendimento é ampliado. O Ministério da Saúde inclui os procedimentos para tratamento da aids na tabela do SUS (Sistema Único de Saúde). O cardiologista e professor Adib Jatene, considerado um dos maiores cirurgiões cardíacos do país, assume o Ministério da Saúde, colocando Lair na coordenação-geral do PN-DST/Aids. Fernando Collor de Mello era o presidente da República. O professor Jatene também foi fundamental. Se ele não tivesse a visão estratégica de que o Brasil tinha que produzir os próprios anti-retrovirais, não se teria garantido o acesso universal ao tratamento antiaids. Foi dele a decisão política de fabricar no País o AZT e o ddI [didanosina, outro anti-retroviral].

1993. O AZT começa a ser produzido no Brasil.

1995. Em janeiro, o professor Adib Jatene assume o Ministério da Saúde pela segunda vez. Moderniza o PN-DST/Aids, dando-lhe novo rumo e capacidade econômico-gerencial. Permanece até novembro de 1996. Nesse período, são dados três passos vitais: apoio aos projetos das ONGs ligadas à área de prevenção e tratamento de HIV/aids; as primeiras recomendações para utilização dos “coquetéis” anti-retrovirais; decisão de comprar os inibidores da protease, a nova família de drogas anti-HIV, que começava a ser comercializada.

“Em março de 1995, editamos a portaria ministerial regulamentando a compra e a distribuição de medicamentos para HIV/aids, para garantir acesso gratuito ao tratamento”, relembra Jatene. “Em 1996, convocamos uma reunião em Brasília com 60 infectologistas para debater qual seria a atitude mais adequada do Ministério da Saúde em relação ao ‘coquetel’. Ele já existia, era capaz de controlar os sintomas e permitir sobrevida longa aos pacientes com aids, permitindo que mantivessem suas atividades profissionais. A recomendação foi de que fornecêssemos os anti-retrovirais a todos os pacientes com aids.”

Pela primeira vez no mundo, essa proposta era apresentada. Sensibilizado com o problema, o senador José Sarney, então presidente do Senado, apresentou e conseguiu aprovar contra a opinião de alguns setores do governo (do presidente Fernando Henrique Cardoso), a Lei 9313 de 1996. “Com a Lei Sarney, o Ministério da Saúde ficou legalmente autorizado a disponibilizar gratuitamente os anti-retrovirais”, continua Jatene. “O Brasil se tornou o primeiro país a abordar a aids não apenas nos aspectos educativo e preventivo, mas também ao oferecer o tratamento mais eficaz de forma universal e gratuita.” “Sem a Lei Sarney a distribuição gratuita e universal dos anti-retrovirais não teria se tornado política de Estado, realidade até hoje”.


AIDS: SERRA ASSUME COMO DELE PROGRAMA CRIADO POR LAIR GUERRA E ADIB JATENE
http://www.viomundo.com.br/denuncias/aids-serra-assume-como-dele-programa-de-lair-guerra-e-adib-jatene.html

‘SERRA NÃO INVENTOU PROGRAMA CONTRA A AIDS’
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/serra-nao-criou-o-pn-dstaids-essa-ideia-me-ofende/
ASSIM A CHICA PIRA...
"QUANDO VOCÊ PENSA QUE NÃO PODE PIORAR, NÃO SE ILUDA: PODE!!! 
O SERRÓQUIO  SERÁ SECRETÁRIO DE SAÚDE DE ALCKMIN"

Governo tucano torna-se uma "boquinha lucrativa" para os derrotados nas eleições. Presentinho de Natal com o nosso dinheiro para o Zebolinha!!!

A intenção é tirar o ex-governador do ócio político, depois da derrota na disputa à Prefeitura de São Paulo e fortalecer o nome do tucano para uma disputa ao Senado em 2014.
***
Ahhhhhhhhh... e antes que o Serróquio volte com seus feitos na saúde, relembramos:

1- O verdadeiro pai dos GENÉRICOS foi um ilustre quadro histórico do PSB, falecido em dezembro do ano passado. É o ex-ministro da Saúde, JAMIL HADDAD, com o decreto-lei nº 793, de 1993, muitos anos antes de Serra ser ministro da Saúde, e antes mesmo de FHC ser eleito. Este decreto tornou obrigatório tudo aquilo que Serra afirma ter feito. 

REMÉDIOS GENÉRICOS: SERRA MENTE! http://nossacarasp.blogspot.com.br/2010/07/remedios-genericos-serra-mente.html

***

2- PROGRAMA ANTIAIDS foi criado por ADIB JATENE.
1991. Começa a distribuição gratuita do AZT (único anti-retroviral disponível) e de alguns medicamentos para infecções oportunistas. Foi Lair Guerra de Macedo que, numa das viagens ao exterior, trouxe escondidas na bagagem as primeiras caixas de AZT que chegaram ao Brasil.

1992. O atendimento é ampliado. O Ministério da Saúde inclui os procedimentos para tratamento da aids na tabela do SUS (Sistema Único de Saúde). O cardiologista e professor Adib Jatene, considerado um dos maiores cirurgiões cardíacos do país, assume o Ministério da Saúde, colocando Lair na coordenação-geral do PN-DST/Aids. Fernando Collor de Mello era o presidente da República. O professor Jatene também foi fundamental. Se ele não tivesse a visão estratégica de que o Brasil tinha que produzir os próprios anti-retrovirais, não se teria garantido o acesso universal ao tratamento antiaids. Foi dele a decisão política de fabricar no País o AZT e o ddI [didanosina, outro anti-retroviral].

1993. O AZT começa a ser produzido no Brasil.

1995. Em janeiro, o professor Adib Jatene assume o Ministério da Saúde pela segunda vez. Moderniza o PN-DST/Aids, dando-lhe novo rumo e capacidade econômico-gerencial. Permanece até novembro de 1996. Nesse período, são dados três passos vitais: apoio aos projetos das ONGs ligadas à área de prevenção e tratamento de HIV/aids; as primeiras recomendações para utilização dos “coquetéis” anti-retrovirais; decisão de comprar os inibidores da protease, a nova família de drogas anti-HIV, que começava a ser comercializada.

“Em março de 1995, editamos a portaria ministerial regulamentando a compra e a distribuição de medicamentos para HIV/aids, para garantir acesso gratuito ao tratamento”, relembra Jatene. “Em 1996, convocamos uma reunião em Brasília com 60 infectologistas para debater qual seria a atitude mais adequada do Ministério da Saúde em relação ao ‘coquetel’. Ele já existia, era capaz de controlar os sintomas e permitir sobrevida longa aos pacientes com aids, permitindo que mantivessem suas atividades profissionais. A recomendação foi de que fornecêssemos os anti-retrovirais a todos os pacientes com aids.”

Pela primeira vez no mundo, essa proposta era apresentada. Sensibilizado com o problema, o senador José Sarney, então presidente do Senado, apresentou e conseguiu aprovar contra a opinião de alguns setores do governo (do presidente Fernando Henrique Cardoso), a Lei 9313 de 1996. “Com a Lei Sarney, o Ministério da Saúde ficou legalmente autorizado a disponibilizar gratuitamente os anti-retrovirais”, continua Jatene. “O Brasil se tornou o primeiro país a abordar a aids não apenas nos aspectos educativo e preventivo, mas também ao oferecer o tratamento mais eficaz de forma universal e gratuita.” “Sem a Lei Sarney a distribuição gratuita e universal dos anti-retrovirais não teria se tornado política de Estado, realidade até hoje”.


AIDS: SERRA ASSUME COMO DELE PROGRAMA CRIADO POR LAIR GUERRA E ADIB JATENE
http://www.viomundo.com.br/denuncias/aids-serra-assume-como-dele-programa-de-lair-guerra-e-adib-jatene.html

‘SERRA NÃO INVENTOU PROGRAMA CONTRA A AIDS’
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/serra-nao-criou-o-pn-dstaids-essa-ideia-me-ofende/

QUEM SÃO OS ÉTICOS E MORALISTAS? Por Raul Longo


QUEM SÃO OS ÉTICOS E MORALISTAS?

Raul Longo

Da para fazer uma série e adiante reproduzo o primeiro dessa série com um convite para você:

Você tem algum vizinho ou importuno correspondente que prega condenações aos que historicamente sempre lutaram e se esforçaram pelos patrimônios da pátria e pela melhoria de condições de vida do povo brasileiro?

Conhece alguém que mesmo se beneficiando da atual situação econômica do Brasil, tenta convencer a todos que vivemos a crise que desespera os cidadãos europeus e estadunidenses?

Apesar das profundas conquistas sociais nos países de nosso continente e da procura internacional a seus governos para ajudarem a tirar o mundo do atoleiro da crise financeira, por certo você ouve diariamente reclamações e críticas de gente que há 10 anos atrás vivia em condições bem piores do que a que experimentam hoje.

Por quê? Por que um jornal tradicional como “O Estado de São Paulo” alardeia uma notícia falsa como o pedido de investigação do ex-presidente Lula pelo Procurador Geral para se expor ao ridículo de ser desmentido pelo próprio Procurador Geral. E observe que o Procurador Geral da República também não é nenhum santo, pois em entrevista à Folha de São Paulo ele mesmo reconheceu não ter se baseado em prova alguma para formular as acusações que fez aos apontados como corruptos por Roberto Jefferson, este sim um corrupto assumido.

E por falar em Folha de São Paulo, lembra-se de quando seu proprietário se viu obrigado a reconhecer publicamente a falsificação de uma ficha policial da atual Presidenta do Brasil? 

Por trás disso tudo existe muita coisa, mas à frente disso tudo só existe você que é visto pelos promotores, fabricantes e distribuidores de mentiras como um idiota. Já não está cansado desses que o vêm como idiota? Não tem vontade de desmascará-los um a um, mesmo  que seja o seu anônimo vizinho ou indesejado parente?

Pois é este o meu convite: desmascare-os. Investigue-os, descubra o que realmente os revolta. Você vai descobrir que mesmo se beneficiando por sermos um país muito melhor do que há uma década atrás, muitos desses têm saudade dos tempos em que ganhavam dinheiro fácil prejudicando aos outros. Entre esses outros, um é você mesmo ou você mesma.

Isso é um vício. De quantos magnatas você já ouviu falar que apesar de já ricos com falcatruas passadas, continuam praticando ilícitos para ficarem mais ricos ainda?  O prazer dessa gente não é ganhar, mas ganhar às custas de alguém, de outro, dos cidadãos do município onde moram, do estado em que vivem, do país.

Se orgulham disso. Por pior que fosse, podiam sentir orgulhos de suas “espertezas”. E como não podem mais satisfazer esse orgulho de enganar, ludibriar; saem acusando a tudo e todos que impedem a continuidade de seus ganhos ilícitos.

Para dar uma exemplo: alguma vez ouviu falar do escândalo do Hotel Quatro Rodas? Esse foi um dos maiores escândalos financeiros envolvendo dinheiro público da história da ditadura militar. O caso era tão escandaloso que apesar de na ditadura se ter praticado diversos do mesmo tipo, esse não conseguiram consumar. No entanto, o mesmo grupo editorial que o promoveu hoje é um dos principais acusadores do atual governo. 

Por que o governo é ruim ou por que não conseguem mais realizar as falcatruas que promoviam antes?

E não são apenas os grandes especuladores, não. Sei de gente que hoje está muito melhor de situação financeira trabalhando honestamente, mas reclama de tudo porque tem saudade dos tempos em que trazia muamba do Paraguai, falsificava remédios, interceptava cargas roubadas, negociava no câmbio negro, vendia madeira ilegal, sonegava ou atendia clientes desses ramos de atividades prejudiciais a cada cidadão do país. Inclusive você.

Todos esses querem ver na cadeia aqueles que os impediram de continuar ganhando por estes meios, mesmo que hoje tenham perceptível maior ganho através de meios honestos possibilitados pelo avanço econômico promovido pelos esforços dos que condenam.

Você quer mesmo melhorar nosso país? Quer mesmo combater a corrupção? Comece pelas pessoas que o cercam, pois já deve ter percebido que através dos meios de comunicação não se pode chegar a coisa alguma. Quantas vezes você já não leu que o Brasil iria falir? Desde 2003, qual foi o ano que não iniciou com previsões catastróficas dos tais analistas econômicos? Não bastassem os nacionais, tem os internacionais como os indignados com a perda da especulação de capital no Brasil pelos bancos ingleses por causa da queda dos juros promovidas pelo Ministro Guido Mantega. 

Queda que beneficia à você e também aos empresários de nossa imprensa, mas o que fez a imprensa nacional? Coro aos economistas britânicos que pedem a cabeça do Ministro.

E os políticos da oposição fazem o quê? Querem chamar o Ministro para explicações. Explicar o quê? Como consegue manter o Brasil afastado do desemprego, do arrocho salarial, dos cortes de aposentadorias, da inadimplência e das dívidas internacionais que afetam cidadãos da Inglaterra e do Estados Unidos?

E quem são os grandes moralistas que exigem explicações do Ministro? A dupla dinâmica Álvaro Dias e Roberto Freire. Qualquer pernambucano sabe que se levantar o tapete da vida do usineiro metido a comunista, sai até cadáver de camelo. E o Álvaro Dias está com a filha que não quer reconhecer apesar da comprovação do DNA exigindo participação na fortuna que o “ético e honesto” não declarou ao Imposto de Renda.

A hipocrisia no Congresso Nacional ou no STF hoje presidido por um condenável pela Lei Maria da Penha tem ser combatida desde a sua casa, na sua rua, entre seus familiares e vizinhos.

Mas não seja leviano! Não vá cair na onda do denuncismo barato utilizada pelos hipócritas da política e da mídia. É preciso distinguir os meramente ingênuos que ainda acreditam no moço ou na moça bonita da TV, nas palavrinhas bonitinhas e incompreensíveis. Aqueles que acreditam em tudo o que não conseguem entender e não conhecem. Não vá acusá-los, pois estas são apenas vítimas deixando que se os faça de idiotas.

Também tem os ingênuos afoitos que pensam que se pode mudar 500 anos de história em uma década. Raciocinam pouco, mas não são mal intencionados. Acreditam que o certo seria mandar todos os ricos para o paredão, fechar todos os bancos e expulsar os industriais. São românticos e com eles o jeito é ter paciência. Desses tem os que querem que se preserve tudo, mas que não falte luz pra ninguém, e dos que querem um passe de mágica que transforme a educação na melhor do mundo. Dentro de 24 horas se acabe com a seca, a enchente, o crack, se instale rodovias por todo o território nacional, trem bala e um hospital por quarteirão, mas como entendem que governo é uma espécie de cornucópia, tem se eliminar todos os impostos.

Esses não têm jeito, mas não fazem mal a ninguém nem o vêm como a um idiota. Já os falsos moralistas são perigosos e é preciso tomar cuidado. Veja aí o que aconteceu ao Décio Sá que desmascarou um deles. Mas não se intimide por isso e lembre-se que a cada hipócrita que desmascarar entre os de seu relacionamento, estará evitando que mais pessoas sejam feitas de idiotas e que nesse país se proliferem os pistoleiros de aluguel. Sejam os das palavras ou aqueles que dizem que quem mata é Deus, eles puxam o gatilho.

 Saiba quem é Ucho Haddad
ter, 15/06/10
por Décio Sá (jornalista maranhense assassinado pelo crime organizado)
categoria Polícia
A imprensa “balaia” descobriu recente artigos de um tal Ucho Haddad, tucano de carteirinha. Mas quem é mesmo esse “jornalista” paranaense. Conheça a história dele nessa reportagem, de 2003, de José Paulo Lanyi, Fabiano Falsi e Fábio José de Mello, publicado no Portal Comunique-se:
Evaldo Haddad Fenerich é o nome de um publicitário com várias passagens pela polícia, uma prisão e uma condenação pela Justiça do Estado de São Paulo. Ucho Haddad é Evaldo Haddad Fenerich. Ucho Haddad apresenta-se como um baluarte do jornalismo investigativo – por alguns, é reconhecido como tal. Ao que parece, Evaldo Haddad Fenerich tem várias profissões, dada a versatilidade de seu cotidiano. Nos registros da polícia e da Justiça, ele se autodeclara publicitário. Em outros trechos do processo a que responde, por estelionato, figura como consultor de investimentos em bancos estrangeiros. Não bastasse, o mesmo Fenerich – tal qual seu alter-ego, Ucho Haddad – tem propalado, há muito, sua inclinação pela lida de Hipólito José da Costa.
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Evaldo Haddad Fenerich (foto) nasceu em 30 de outubro de 1958. Deve satisfação à Justiça há mais de dez anos. Habituou-se, desde 1992, a responder a inquéritos criminais: apropriação indébita, estelionato e outras fraudes, crimes falimentares, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, uso de documentos falsos, receptação, ameaça… Mas, ressalte-se, foi condenado em somente um deles: por apropriação indébita, em 02/02/98. A sentença: um ano de reclusão em regime aberto e 10 dias-multa. Concedido o sursis, pôde cumprir a pena em liberdade.
Ele responde a um processo por estelionato e outras fraudes. É acusado de ter aberto uma empresa para arrancar dinheiro de gente interessada em empréstimos e investimentos em bancos estrangeiros. De acordo com o depoimento de um ex-funcionário, Fenerich cobrava US$ 20 mil (na época, câmbio com paridade real-dólar) para fazer a operação; teria uma fórmula para evitar a corrida ao escritório, na rua Francisco Leitão, centro de São Paulo: depositava os juros na conta de suas supostas vítimas. Algo em torno de 5% ao mês. Aparecem na quizumba três empresas que seriam de Fenerich: QI Holding, Activa Financial Service e Apoio Financial Service.
O escritório teria sido fechado; Fenerich, desaparecido, viajado para Miami. São informações públicas do processo 050.99.090664-9, controle 374/01, da 3ª Vara Criminal da Capital, Fórum Criminal Ministro Mário Guimarães, Barra Funda, região central de São Paulo. Ao todo, são 370 páginas em dois volumes. Leia aqui.