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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O recado do Chile, notícias da Venezuela e do Trensalão no Brasil --- Raul Longo: QUANDO O FRACASSO SOBE À CABEÇA --- Tiro de canhão pra espantar mosquito: Ilusão ou alucinação do Lobão?



16/12/2013 

O recado do Chile

Piñera emergiu na AL chamada de chavista, em 2010, como o anfíbio ansiosamente aguardado: pensava a economia como Pinochet, sem ter vestido o capuz negro.

por: Saul Leblon 
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 A volta de Bachelet ao comando do Chile, após levar 62% dos votos no 2º turno, domingo, envia uma mensagem às elites da região.


A sociedade latino-americana não tolera mais a desigualdade.



Enquanto o conservadorismo se aferra à ideia de dar eficiência às estruturas carcomidas que instalaram aqui uma das piores assimetrias de renda do planeta, as urnas  --e as ruas--  sistematicamente invertem a equação.



Em recados de crescente contundência à direita e à esquerda , avisam:  a meta deve ser a equidade, a economia  não pode funcionar mais contra as urgências da população.



O Chile rico e educado é a confirmação  enfática da fraude arquitetada por aqueles que propõem  chilenizar o Brasil primeiro (‘as reformas’), para depois distribuir.



Tudo funciona nesse modelo, mas tudo  só funciona a quem paga.



A maioria não pode pagar, por  exemplo, uma educação universitária de qualidade.

Nem a classe média remediada.

Essa, a origem da revolta dos pinguins que premiou o Chile com uma  renovação de liderança política inédita na região, pela esquerda.



Jovens comunistas  se projetam à frente da sociedade chilena dando , inclusive, uma sobrevida representativa ao Partido Comunista local, só encontrável em nações estilhaçadas pelo bisturi implacável do ajuste neoliberal. Caso da Grécia, por exemplo.



Um minúsculo enclave de 5%  da população chilena fatura por ano  quase 260 vezes mais que o seu extremo oposto na pirâmide de renda.



A principal riqueza do país, o cobre, preserva uma estatização de fachada na qual os maiores beneficiários sãos as castas fardadas que se reservaram durante a ditadura Pinochet uma fatia cativa dos rendimentos da maior reserva do metal no planeta.



Pior que o Brasil, pior que os EUA ou a Alemanha, a plutocracia chilena aferrou-se de tal maneira a seus privilégios que hoje 1% da população detém 31% de toda a riqueza nacional (21% nos EUA ; 13% no Brasil; 12,5% na Alemanha).



O conjunto faz do Chile um paradigma odioso de segregação econômica escolar.



Segundo a OCDE, dentre todos os seus membros, o Chile é o país com maior índice de financiamento privado da educação primária e secundária.



O resultado das urnas deste domingo esfarela e devolve às goelas conservadoras o júbilo manifestado em janeiro de 2010, quando um  Chile cansado das hesitações de seu centrismo, elegeu  o bilionário Sebástian Piñera  ao final do primeiro mandato de Bachelet.



Piñera reacendeu a esperança conservadora na América Latina.

Sua vitória reluzia como a revanche diante de um colar de governos progressistas que asfixiavam o horizonte da direita regional.  Enfim, um presidente para chamar de seu.



Um porta-voz moderno do dinheiro grosso.



Alguém talhado para fazer a ponte entre a inconclusa redemocratização chilena e o necessário arejamento das agendas apuradas no calabouço escuro da ditadura Pinochet.



Recorde-se que o Chile é o que é hoje  porque, antes mesmo de Thatcher,  foi militarmente capturado para ser a cozinha experimental do neoliberalismo no mundo.



Talvez fosse mais apropriada a metáfora 'açougue'.



Ali se sangrou, retalhou, picou e moeu uma nação até reduzi-la a uma massa disforme e vegetativa.



Dessa matéria-prima, nasceu a primeira receita mundial bem sucedida do cardápio que decretaria o fim do capitalismo regulado, a partir dos anos 70.



O quitute indigesto foi enfiado goela abaixo de uma das sociedades mais democráticas do continente latino-americano. Por isso mesmo, exemplarmente esgoelada na sua tentativa de construir o socialismo pela via eleitoral.



O recado foi escrito com sangue na pele da esquerda latino-americana: 'a democracia promete mais do que os mercados estão dispostos a conceder'.



Mestres-cucas da direita regional e global aderiram em massa ao mutirão corretivo.



Piñera não serviu diretamente à ditadura mais sanguinária da AL.  Justamente por isso, sua vitória em 2010 acendeu o entusiasmo conservador.



Eis o anfíbio tão aguardado.



Porque pensava a economia como Pinochet, sem ter vestido diretamente o capuz negro, era a ponte palatável entre dois mundos, no caminho de volta a uma democracia bem comportada.



"É provável que se fortaleça na América do Sul uma "frente antichavista", integrada por Álvaro Uribe (Colômbia), Alan García (Peru) e o próprio Piñera".



O augúrio do editorial da "Folha", de 22 de janeiro de 2010, externava essa aposta ansiosa.



O dote de mandatário-ponte servia ademais para espicaçar a viabilidade da jejuna e também recém-eleita presidenta brasileira, Dilma Rousseff.



Transcorridos quatro anos, Piñera devolve o lugar a Bachelet.



Os jornalismo que apostou na ressurgência neoliberal, porém, não desiste. No Brasil flerta com anfíbios tropicalizados. 



Ou não será a mesma receita da chilenização do país que emitem as goelas de veludo dos Campos & Aécios?



Quiçá de alas petistas obsequiosas aos lamentos dos mercados?



O Chile fez tudo como eles querem fazer aqui.



É a economia "mais aberta" da América Latina.



O Estado é mínimo: a dívida do setor público é de apenas 11,5% do PIB (37% no Brasil, no conceito líquido; 60% no bruto).



A previdência foi privatizada. A proteção trabalhista é pífia.



A linha da desigualdade parece o eletrocardiograma de um morto: o índice de GINI chileno oscilou de 0,55 para 0,52 entre 1990 e 2009 (o do Brasil melhorou de 0,61 para 0,54).



Segundo a CEPAL, entre 1990 e 2009, o investimento público na área social oscilou mediocremente no país: de 15,2% para 15,6% do PIB.



Até o México deu um passo maior no mesmo período: passou de 5,5% para 11,3% do PIB.



Na direitista Colômbia, o salto foi de 6,1% para 11,5%.



No Brasil, a 'gastança' avançou de 17,6% para 27,1% do PIB; na Argentina, de 18,6% para 27,8%.



O jornalismo conservador atribui à falta de 'traquejo' político do empresário-presidente o paradoxo entre uma economia 'saudável' e a rejeição política esmagadora.



O raciocínio condescendente desdenha de uma lacuna-chave.



Piñera não foi programado para transformar a maçaroca econômica em uma Nação.



Mas para transformar uma nação em mercado.



Por que teria apoio dos seus órfãos?



O Chile tornou-se um país simplificado por uma ditadura que decidiu exterminar fisicamente o estorvo ideológico e social no seu caminho: a classe trabalhadora organizada.



Uma parte foi sangrada nas baionetas de Pinochet.



A outra, exterminada estruturalmente pelos sacerdotes do laissez-faire.



Os Chicago's boys reduziram a economia às suas estritas 'vantagens comparativas'.



Um pomar de pêssego. Vinícolas. Uma mina de cobre.



Um acervo como esse não precisa de projeto nacional.



Um fluxo de mercadorias não requer formulação intelectual própria. Logo, não precisa de universidade pública autônoma.



Um aglomerado de consumo não reclama cidadania.



Piñera tentou ser o cadeado moderno entre isso e uma redemocratização intrinsecamente tensa e limitada. Os estudantes rechaçaram esse entendimento do que seja um 'Chile moderno' .



E carregaram para as ruas o inconformismo de décadas que se consagrou nas ruas deste domingo. Mas que explica, também, o monstruoso incide de abstinência de 59%.



O desinteresse pelo voto é um aviso a Bachelet: um pedaço do país, quase suficiente para eleger um outro presidente, não aguenta mais simulacros de justiça social e maquiagens estruturais.



O fracasso de Piñera não deve ser desfrutado com precipitações simplistas.



O jogo não acabou na AL. Nunca acaba.



Os embates tendem a se acirrar.  Não por acaso Aécio e Campos acercam-se de profissionais do ramo e de modelos estratégicos que caberiam perfeitamente num ministério de Piñera.



O Chile, pequeno, mas historicamente imenso, tem muito a dizer à experiência política latinoamericana.



Não foi qualquer apego a efemérides que motivou Carta Maior a reunir, este ano,  uma dezena e meia de analistas, personagens, cineastas e filmes para registrar os 40 anos do golpe militar de 11 de setembro no Chile.



O Especial ‘Chile de Allende, 40 anos do golpe’ não mira o passado.



A atualidade da arguição inclui nuances. Algumas delas falam diretamente ao Brasil dos dias que correm. Exemplos.



O que acontece em um país quando o conservadorismo forma a percepção de que as possibilidades democráticas e eleitorais de seu retorno ao poder se estreitaram?
Que contrapesos poderiam, ou melhor, deveriam ser acionados quando a judicialização da política e o golpismo midiático compõem um corredor polonês asfixiante em torno de um governo democrático e progressista?



Em que medida é realista apostar em um alicerce defensivo ancorado exclusivamente nas instituições existentes, quando o propósito é superar o que elas guarnecem? É um primeiro indicativo.



Há outros a sinalizar que não estamos falando de ontem. Mas das evocações que 1973 inspira em 2013. E em 2014.

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No blog da redecastorphoto...



enviado por Max Altman Vila Vudu em 14/12/2013


Crucial vitória de Nicolás Maduro, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e da Revolução Socialista Bolivariana; contundente derrota de Henrique Capriles, da MUD e dos setores golpistas de oposição; agora a atacar e resolver os problemas da economia e avançar nas conquistas sociais

“Dedicaram-se, durante todo o ano de 2013 , principalmente após a morte de Chávez, a sabotar a economia, a sabotar o sistema elétrico, à desestabilização, ao caos, à guerra psicológica. Trataram de converter eleições municipais em plebiscito. E o que ocorreu? O triunfo da Revolução Socialista Bolivariana derrotou os planos golpistas da direita”. (Nicolás Maduro)

Notaram, meus caros amigos e amigas, que o noticiário sobre a Venezuela desapareceu da grande imprensa quando antes do 8 de dezembro enchiam suas páginas vaticinando a débâcle do governo Maduro pelos inúmeros enviados especiais e correspondentes?

Disseram que era um plebiscito e foram com tudo. Os oligarcas são sempre insolentes. Ainda mais se são apoiados pelos Estados Unidos. Contavam que o empurrão definitivo para derrocar Maduro viria com o 8 de dezembro. Estavam cuidando dessa tarefa fazia meses. Remarcação de preços de todos os produtos muito acima da inflação, provocando desespero na população, desabastecimento induzido, sabotagem elétrica, açambarcamento, insegurança. 

(E mais erros do próprio governo, que as manchetes gritantes dos jornais, rádios e televisão punham em evidência).

O mesmo cenário que se havia preparado para Salvador Allende antes do golpe de 1973. Desde os Estados Unidos, Roger Noriega escreveu e descreveu a tese do colapso total, que seria arrematado oportunamente, quando a situação ficasse insustentável, pelo exército norte-americano. Que a Venezuela tem demasiado petróleo. Parte importante da oposição estava de pleno acordo com esse roteiro. Por fim, o chavismo aniquilado. Fim do pesadelo. Malditos vermelhos.

Disseram que as eleições eram um plebiscito. E estavam disso plenamente convencidos. E o repetiram El País, ABC, El Mundo, Clarín, The New Yor TimesNewsweek, a CNNFox NewsRAIExcelsior, Miami Herald, Folha de S. PauloO GloboTV Globo, o Estado de S. Paulo ...

(Para ler completo, clique no título)

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QUANDO O FRACASSO SOBE À CABEÇA
ou
A ESTUPIDEZ É MÃE OU FILHA DA PREPOTÊNCIA DE MOACIR PEREIRA?
Raul Longo*

Há poucos dias comentei que Moacir Pereira é tão estúpido quanto Luís Carlos Prates. Peço desculpas, pois me equivoquei. Embora pareça impossível, a realidade é que Moacir Pereira é muito mais estúpido do que Luís Carlos Prates. Aquele condenou o governo Lula por promover a possibilidade de pobres adquirirem automóveis, virou chacota nacional e a RBS se viu na contingência de demitir seu desastrado comentarista, mas ao menos não reafirmou seu ridículo xingando os indignados com a promoção de seus preconceitos.
Moacir Pereira segue pela mesma trilha com agravantes. Como Prates também estimula preconceitos sociais, mas, para piorar, sistematicamente incorre em crime de incitação ao racismo
Passaria despercebido porque, embora não saiba, a verdade é que bem pouca gente lê o que escreve. Um pouco mais, mas também não são muitos os que o ouvem pela Rádio CBN Diário.
Não é por exclusiva culpa que não é lido nem ouvido pela grande maioria da população catarinense, mas os veículos por onde se pronuncia não conseguem realmente se comunicar e seus proprietários não estão preocupados com isso, pois o que de fato lhes importa é manter em circulação veículos obrigatórios à inserção de comunicados, editais e propaganda.
Obrigatórios porque únicos. O Diário Catarinense pertence ao Grupo RBS, subsidiário da Rede Globo. O jornal onde escreve Moacir Pereira é obrigatório ao anunciante assim como a Rádio CBN pelo monopólio que exercem no estado, mas tirante os poucos que alimentam os próprios preconceitos, limitações e provincianismos através dos preconceitos, limitações e provincianismos dos contratados pelo Grupo RBS, a verdade é que o Diário Catarinense é menos lido do que vendido, pois a maioria dos que adquirem diariamente seus exemplares o fazem para ocasional consulta especifica de determinada informação de interesse individual ou para serem oferecidos em salas de espera onde algumas vezes ao dia são displicentemente folheados por leitores de manchetes; da mesma forma que qualquer voz pela rádio CBN mais serve para preencher o silêncio do que distrair a solidão.
Afinal, vamos combinar: quem de sã consciência ou qualquer outro motivo haveria de atentar para tão desinteressantes matérias?
No entanto, evidente que o monopólio torna o nome dos mais assíduos colaboradores destes veículos conhecidos na capital e no interior do estado. Principalmente os que aparecem na TV através dos telejornais, como foi o caso do Luís Carlos Prates que, hoje no SBT, perdeu-se no limbo.
Mesmo sem aparecer na TV o nome de Moacir Pereira se tornou conhecido no estado mais pela persistência do que pela pertinência. Impertinente como todos seus colegas do Grupo RBS, mas assíduo, Moacir acabou se tornando respeitado por quem não o lê e mesmo considerando seus textos sem tempero e característica que o singularize ou possa identificar-se a um estilo que o distinga do preconceito comum a boa parte de seus colegas da grande imprensa local; sua cara sisuda e sua secura inexpressiva transmitiam uma impressão de seriedade.
Nada suficiente para despertar alguma atenção dos provindos de centros onde o jornalismo seja um pouco mais desenvolvido e espontâneo, tampouco para atrair o interesse dos poucos leitores locais, mas só o fato de ter seu nome reconhecido como um jornalista do Diário Catarinense, já foi o suficiente para o ego do Moacir lançá-lo ao espaço sideral com poder de propulsão maior do que os empregados na base de Cabo Canaveral.
Moacir Pereira se acredita jornalista. Em minha concepção e aprendizado por meio século no exercício desse ofício, jornalista é o que colhe informações para reportar com maior amplitude possível todos os aspectos de uma realidade. Tratamento unilateral de qualquer tema da forma que o Moacir e a maioria de seus colegas procedem, é outra coisa. Antigamente se apontava como "pena de aluguel", mas depois dos dígitos e teclados a atividade mais pra oportuna do que profissional, passou a ser reconhecida como "pistolagem". Um pouco em analogia à prostituição e outro tanto em analogia aos pistoleiros de aluguel, onde a digitação das palavras substitui o calibre de revolveres e fuzis.
Pois bem, Moacir Pereira tem se comprovado um predador de índios dessa forma mais moderna e aparentemente menos bárbara, mas igualmente violenta e desumana, talvez até um pouco pior por não só cometer o crime de racismo, previsto pelo código penal brasileiro, mas incitar e estimular à prática desse crime conforme se comprova em dossiê de mais de 70 páginas só com parágrafos de sua coluna no Diário ou de seu blog e citações pela CBN do mês de dezembro de 2012 à novembro de 2013. Um ano de sistemática manifestação e estimulação ao racismo contra os povos originários das Américas no estado de Santa Catarina.
Todo preconceito é uma estupidez, mas importa se Moacir é estupido porque se acredita jornalista ou se crê que seja jornalista porque é demais de estúpido para reconhecer a diferença entre um "pena de aluguel" e um verdadeiro jornalista?
A meu ver tanto faz, pois de toda forma o caso é grave. Gravíssimo! A ponto do Moacir se considerar em condições de passar um pito numa das mais reconhecidas e admiradas escritoras do estado. Admirada e respeitada tanto por seus leitores de Santa Catarina quanto os de demais estados brasileiros que a leem através de portais, blogues e sítios eletrônicos onde é publicada no Rio de Janeiro, em São Paulo, em versões ao espanhol nos países latino-americanos e na África lusófona.
E não só deu pito em ninguém menos do que a cronista Urda Klueger como acusou a mais de uma centena de renomadas instituições, autoridades e especialistas signatários de uma carta de repúdio às manifestações de preconceitos contra os indígenas que publiquei aqui ainda há pouco. Teve o desplante de afirmar que se trata de uma cambada de inconsequentes manipuladores de fatos.
Vejam aí a Nota de Desagravo da ultrajada escritora Urda Klueger e seja para prestar solidariedade ou para pedir que remeta a coleção de documentos que comprovam a incitação e a prática de crime de racismo, podem escrever para meu endereço que remeto à Urda.
Mãe ou filha da estupidez de Moacir Pereira, a pretensão do fracasso que subiu à sua cabeça o tornará tão conhecido nacionalmente quanto o Luís Carlos Prates, e pelos mesmos motivos: pistolagem através da mesma agenciadora: o Grupo RBS, subsidiária do Sistema Globo de Indução. Ou, aos que preferem: comunicação.
Mais apropriado seria Sistema Globo de Condicionamento, mas os especialistas em psicologia sabem muito bem que é praticamente impossível demonstrar ao condicionado a realidade de sua situação. E já estou aguardando os comentários daqueles que me escreverão convictos de que fui condicionado pelos índios e por isso não consigo perceber onde os "dados foram fortemente manipulados" no manifesto, como acusa Mbo’a’su .

*Raul Longo, jornalista, escritor e pousadeiro, colabora com esta nossa Agência Assaz Atroz
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"É ilusão achar que 40 milhões de pessoas saindo da miséria significa um avanço" (Lobão no Roda Viva, com o velho Avanço vencido, fedendo pra caramba!)


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Prezado escritor Fernando, agradecemos e informamos, que foi colocado um LINK DE DESTAQUE para o seu texto " Lula na guilhotina, Dilma de tricoteuse ",  setor "ARTIGOS E CRÔNICAS". Este texto  ficará neste espaço durante 1 semana, ou até ser substituído por outro mais recente. Clique na página principal, setor "ARTIGOS E CRÔNICAS" e confira: http://www.paralerepensar.com.br#link_de_destaque


Abraços,
Albertino Fernandes (Construtor)
Para você que pensa e atua!
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Para o nosso Editor-Assaz-Atroz-Chefe, que hoje faz 64...


FELIZ ANIVERSÁRIO !!!
Um abraço, Lou
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(informações de rodapé e outras que talvez você não tenha visto)
Leia nos links abaixo ou clique aqui > AQUI 

"PAPUDA" PODERÁ FICAR SUPERLOTADA, CASO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) ADOTE NO JULGAMENTO DO "TRENSALÃO"  O MESMO RIGOR DO "MENSALÃO", COMO SERIA LÓGICO E CONFORME DEFENDE JORNAL DO INTERIOR DE SP EM EDITORIAL

JULGAMENTO DA "MÁFIA DOS TRENS DE SP": JORNAL PEDE MESMO RIGOR E CELERIDADE USADO NO "MENSALÃO"

Diário da Região

Editorial - Cartel e Mensalão
O Mensalão deu nova dimensão aos julgamentos no Supremo. Por mais que as provas do esquema de desvio de dinheiro público para comprar apoio no Congresso fossem robustas, era muito difícil acreditar na condenação dos envolvidos. E muito menos que fossem um dia para cadeia. 
O mesmo rigor e a mesma celeridade devem ser utilizados agora no caso envolvendo o cartel do metrô.

SÃO INJUSTIFICÁVEIS AS APURAÇÕES LENTAS - DEVAGAR, QUASE PARANDO -  DOS CRIMES PRATICADOS POR INTEGRANTES DA "MÁFIA DE TRENS DE SP"?

IstoÉ (via CNT)
Agora não pode parar
Justiça Federal confirma indícios do propinoduto e remete caso ao STF, mas há risco de prescrição de crimes se o processo não andar

Revista Época
Por que a investigação do Caso Siemens avança tão devagar
Pequeno erro dos investigadores (será que foi de propósito) esconde, na verdade, um padrão inaceitável de trapalhadas cometidas pela PF e pelos procuradores da República e promotores do Estado de SP, responsáveis pelos casos Alstom e Siemens, afirma a revista

VOCÊ VIU? NA  6ª PASSADA, OCORRERAM  PROTESTOS EM SP CONTRA ALCKMIN E FRAUDES BILIONÁRIAS NO METRÔ E CPTM
Folha - 14/12/2013
Ato de 'black blocs' termina com oito detidos na Paulista
O ato teve concentração no Theatro Municipal, a partir das 18h. Eles protestavam contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o cartel do metrô.

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Mais notícias, clique em... RodapéNews - 16/12/2013, segunda-feira 

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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA


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