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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

COMO OS ESTADOS UNIDOS SEMPRE ATUARAM E CONTINUAM ATUANDO NO BRASIL E NO RESTO DO MUNDO


COMO OS ESTADOS UNIDOS SEMPRE ATUARAM E CONTINUAM ATUANDO NO BRASIL E NO RESTO DO MUNDO



O Príncipe da Privataria, Confissões de um Assassino Econômico ,
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/175167/confissoes-de-um-assassino-economico

A Melhor Democracia que o Dinheiro Pode Comprar (Greg Palast ).
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/148631
Coloquei os links dos livros porque neles tem uma sinopse.
Sabem o que os livros têm em comum?
A forma que os EUA usam para exercer o seu imperialismo.
No “Confissões”, o autor, que foi um AE (Assassino Econômico) , conta que o método é o mesmo. 
Primeiro usam os "Assassinos Econômicos"; depois, os “Chacais” se os AEs não forem eficazes; e depois, os "Militares", se os segundos não atingirem seus objetivos.
Foi o que aconteceu no Iraque. 
Ele conta que,  na época da Invasão do Iraque, os AEs não tiveram sucesso na Venezuela; então entraram em cena os “Chacais” que derrubaram Chaves.
Mas, este conseguiu voltar ao poder 72 horas depois. Como os EUA estavam com duas frentes militares, Iraque e Afeganistão, não tiveram força para derrubar Chaves.
Os Chacais são pessoas infiltradas para desestabilizar governos, provocar ambientes propícios a golpes.
Vi vídeo recente denunciando essa prática no Oriente Médio.
A Carta Maior traz uma reportagem sobre um assunto semelhante e bem atual: A devassa que a CIA , com o Serviço Secreto Canadense, fez no Ministério de MInas e Energia.

Entre outras coisas diz a matéria :
“…A desfaçatez, no caso do pente-fino nas Minas e Energia, pode estar associada à pressa em obter informações estratégicas, antes da votação do novo Código Mineral proposto pelo governo…”
A matéria aponta um livro de 1998, “Seja feita a Vossa Vontade ” ( http://www.editoras.com/record/04532.htm ) e traz uma entrevista com seus autores.
Repare nas duas últimas falas, da Charlotte :
Em 2000, Colby e Charlotte concederam uma entrevista a Kátia Melo, da ISTOÉ, sobre suas investigações. 
Alguns trechos, abaixo, revelam a extensão dos interesses por trás de uma ação da CIA:
Colby – Como presidente do Grupo Especial do Conselho Nacional de Segurança, (Nelson Rockefeller) conhecia todos os segredos da CIA e suas atividades, incluindo tentativas de assassinatos, experimentos de controle da mente, envolvimentos em golpes.
Charlotte – Se você quer ter recursos naturais e expandir seus negócios, precisa do serviço de inteligência. Precisa saber com quem está lidando e quais são os obstáculos que irá enfrentar. E fica claro no livro que Rockefeller obteve um considerável avanço em seus negócios depois de conseguir essas informações como coordenador das políticas interamericanas.
Colby – Em cada país, incluindo o Brasil, Rockefeller instaurou um conselho local administrativo formado por empresários dos países latinos e empresários americanos que nesses países residiam. Eram essas pessoas que passavam a ele informações sobre como atuar no país e como implementar seus programas. Mas, o mais importante era como ganhar suporte dos governos para seus projetos. Esses contatos que ele fazia se estenderam para a área militar, como com o general Eurico Gaspar Dutra, que foi operacional no golpe de 1945 contra o presidente Getúlio Vargas. 
Quando assumia cargos públicos, Rockefeller estabelecia contatos que depois ele usava como empresário.
Colby – (…) a CIA ainda retém em seu poder a maior parte desses documentos. Nos papéis que conseguimos, descobrimos que os homens de Rockefeller no Brasil tinham, entre 1964 e 1969, uma ligação direta com o Serviço Nacional de Informação (SNI).

Charlotte – Rockefeller estava sempre nos bastidores nos grandes momentos da política brasileira. Em 1945, no golpe que depôs Vargas, a pessoa-chave era Adolf Berle, o embaixador americano no Brasil e protegido de Nelson Rockefeller. Depois, veio o golpe de 1964 e lá estava ele agindo novamente.
Charlotte – Vargas e Jango foram os grandes obstáculos para Rockefeller realizar o que chamava de o “sonho brilhante”, o plano de desenvolvimento da Amazônia. Jango o incomodava muito porque denunciava os ricos na Amazônia, entre eles o coronel John Caldwell King, que mais tarde tornou-se o grande homem da CIA em toda a América Latina.
Colby – King também era o chefe da operação que mandava dinheiro dos EUA para o Brasil para financiar os projetos aos golpistas. A CIA também controlava as operações de financiamento para projetos no Nordeste. E a Corporação Internacional de Economia Básica (Ibec), comandada por Rockefeller no Brasil, também foi acusada de distribuir dinheiro, antes do golpe contra Jango (um relatório da CIA menciona em até US$ 20 milhões). Inclusive foi a Ibec que escreveu as leis bancárias do Brasil para estabelecer linhas de crédito mais flexíveis a negociações para continuar com as operações na Amazônia, anunciada pelos generais brasileiros.
Charlotte – Ele (Rockefeller) acreditava que o desenvolvimento da Amazônia daria um novo respiro econômico aos EUA, assim como foi a colonização do Oeste americano.
Charlotte – Cheguei a ler memorandos de Rockefeller, para seus assessores em 1963, que diziam que Kennedy não estava cooperando. E ele colocava Kennedy e João Goulart na lista das pessoas que eram obstáculos para seus objetivos. Kennedy morreu em novembro de 1963 e Goulart sofreu um golpe em março de 1964.
Charlotte – Simplesmente, a proteção dos interesses americanos. E isso faz parte da História. As corporações americanas sempre quiseram estabilidade para seus investimentos. E, por isso, apoiam os governantes que se alinham com o pensamento americano. Caso saiam da linha, pagam as consequências.

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