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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O neopeleguismo no contexto dos protestos do Outono Brasil

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O neopeleguismo no contexto dos protestos do Outono Brasil

O “Outono Brasil”, depois de anos de hibernação fez acordar, não os reis e seus capangas da podrelítica reinante na terra brazilis, esses despertíssimos, mas a valiosa classe trabalhadora.

O despertar não teve raiz fincada no movimento sindical, mas no movimento estudantil. Foram os estudantes, organizados inicialmente no Movimento do Passe Livre (MPL), empunhando a bandeira: “Uma vida sem catracas”; a partir daí, foi surgindo outros grupos, empunhando outras bandeiras de interesse coletivo, por exemplo, entre outras, o fim da corrupção e sobre os gastos públicos para a Copa do Mundo de 2014. Enquanto o movimento sindical, a maioria político partidário, assistia de camarote a força da juventude que tomavam as ruas e praças, em especial a praça do pedágio (Vitória-ES), que de 10 estudantes passou para mais de 100 mil pessoas na histórica caminhada do dia 20 de junho.


A classe trabalhadora deve buscar as causas que aniquilaram os sindicatos operários pós-eleição do “presidente companheiro”, e retomar esse importante instrumento de luta.  Eu, particularmente acredito que o ponto na curva ocorreu bem antes da eleição do Lula; foi quando os sindicatos começaram a servir de abrigo para siglas político partidárias, em especial o PT, e esqueceu (?) de politizar suas bases. Quando o PT assume o poder “convida” as lideranças que representavam milhares de trabalhadoras e de trabalhadores para ocupar cargos no poder; engenharia responsável pelo silêncio dos sindicatos e Centrais, em especial a CUT, quando o PT, no poder, aprova o Fator Previdenciário, ação, suspeita-se, feita no modus operandi mensalão.


De lá pra cá, raro ver sindicatos combativos. Às vezes penso por conta da despolitização de sua base que ficou aturdida quando o partido político  abrigado no movimento sindical assume o poder.

Hoje não se vê mais “sindicalista” à frente de suas bases com panfletagem de material subversivo; nem tampouco eles mantêm a barba que os caracterizavam ser de esquerda. Atualmente as filiações sindicais ocorrem não para entender o “efeito borboleta”, a necessária em interminável luta de classes, mas por conta dos “convênios” com farmácias e afins, e claro, a assistência jurídica que traduz bem a falha na relação patrão versus empregado.


Por isso que não observamos mais companheiros e companheiras empunhando bandeiras vermelhas, mas famintos terceirizados. A terceirização da luta, penso, é a mostra de que a classe trabalhadora perdeu antes mesmo de iniciada a luta. Salvação até que tem. Para isso a classe trabalhadora deve esquecer sua outrora condição de semente, e entrar em processo de decomposição para adubar a terra, preparando seara para as trabalhadoras e trabalhadores do amanhã. 

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