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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A barbárie antidemocrática de cada um ou quem atirou a primeira pedra




O comandante da tropa de repressão saiu de sua condição para ir laçar
pessoalmente uma "vândala" num ambiente de violência compartilhada, em que a PM exibiu 
com garbo sua truculência incontrolável

 
Acuada por cobranças implacáveis, atormentada pelas sombras do passado e preocupada principalmente com a vulnerabilidade do Estado repressivo, a presidenta Dilma Rousseff classificou como "barbáries antidemocráticas" as depredações ocorridas em São Paulo, durante manifestação pelo passe livre no transporte público da cidade. Via twitter, a presidente prestou solidariedade ao coronel Reynaldo Simões Rossi "agredido covardemente por um grupo de  black blocs".
 
"Agredir e depredar não fazem parte da liberdade de manifestação. Pelo contrário. São barbáries antidemocráticas. A violência cassa o direito de quem quer se manifestar livremente. Violência deve ser coibida", escreveu Dilma na rede social; A presidente cobrou das forças de segurança "a obrigação de assegurar que as manifestações ocorram de forma livre e pacífica".
 
Ninguém de sã consciência aplaude a explosão violenta da indignação juvenil nas ruas das cidades brasileiras. Mas a todos os que ainda pensam livremente impõe-se a pergunta elementar:
 
por que chegamos a esse tipo de manifestação desconectada das gôndolas alegóricas que singram mansas as águas turvas de um mar de lama?
 
Até junho passado, o descontentamento e as frustrações  de milhares de jovens não haviam transposto os muros escolares e os guetos marginalizados.
 
Não fosse um coquetel de diabruras de um sistema hegemonizado por  um poder econômico insaciável e a repressão descontrolada da PM ninguém teria atirado a primeira pedra, alvejando prioritariamente as vitrines dos bancos, senhores absolutos de todos os podres poderes, fontes inesgotáveis de corrupção e beneficiários necessários de das peripécias governamentais ao longo de décadas.
 
Foi preciso a exposição da cumplicidade subserviente de prefeitos na relação delituosa com as máfias dos transportes, que a todos subornam, para que as ruas fossem retomadas por seus legítimos donos. Já não dava mais para sufocar o grito que estava parado no ar.

 
Primeiro, uns. Depois outros. Em dias a cidadania inteira se tocava de sua força e de sua responsabilidade. Um mar humano invadiu os palácios e os covis numa pungente explosão de efeitos apocalípticos.  Era uma onda de calouros da revolta que se espalhava pelos quatro cantos produzindo um recado cristalino: basta de toda essa farsa fermentada pelas farinhas do mesmo saco que simulavam conflitos para escamotear a uníssona submissão a um modelo econômico excludente, com viés compensatório vicioso, que alcança todas as camadas sociais, opera uma sensação canastrona de boa semeadura, deixa milhões de jovens sem ter onde enfiar seus canudos de papel, criminaliza a odisseia dos anciãos, mantém intactas as estruturas da opressão selvagem  e torna a sobrevivência digna uma utopia obsoleta.
 

Os próceres dos podres poderes fingiram que ouviram o clamor das ruas. Fingiram, apenas, da boca pra fora. Ao contrário, porém, trataram de novas artimanhas para manter intacto o sistema da injustiça e da impostura.   
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