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sábado, 21 de setembro de 2013

Obama vai usar sapato de Dilma numa parada gay --- Fidel dá aula magna sobre terroristas e reformistas --- No Roda Viva, jornalista bota Sérgio Porto no bolso




Dilma não tirou o sapato, mas o arremessou no Obama

Por Davis Sena Filho  Blog Palavra Livre

A presidenta Dilma Rousseff disse não ao presidente bisbilhoteiro dos Estados Unidos, Barack Obama, e suspendeu sua viagem programada para outubro ao império belicoso, cuja política externa é a do porrete, mas mesmo assim e apesar de tudo tal mandatário yankee recebeu da academia sueca, em 2009, o Prêmio Nobel da Paz. Realmente, a premiação foi um acinte ao bom senso, bem como um deboche à inteligência alheia.
Por sua vez, Dilma arremessou o sapato no Obama. Em atitude antagônica a de Celso Lafer, chanceler de FHC — o Neoliberal I —, a mandatária não tirou os sapatos, como o fez Lafer em aeroporto de Nova York, a mando de um agente subalterno. A atitude do chanceler tucano demonstrou, simbolicamente, o quão o governo de FHC foi subserviente, pois alinhado automaticamente aos interesses norte-americanos, ao ponto de seu governo entreguista desmantelar o estado brasileiro e, por conseguinte, atender à nova ordem mundial da época, que implicava em implantar teoria que, na verdade, privilegiava os interesses econômicos de países ricos em detrimento do povo brasileiro, que tinha dificuldade até para ter acesso ao emprego.
A potência militarista do norte da América, além de invadir armada até os dentes os países que não rezam por sua cartilha política e econômica, também é useira e vezeira em cometer outros desatinos, como, por exemplo, derramar bilhões de dólares no mercado mundial de forma artificial e, consequentemente, enfraquecer a economia de países concorrentes, a fim de fortalecer a sua economia, que desde a crise internacional de 2008 enfrenta graves problemas, que afligem parte representativa de sua população, cerca de 40 milhões de pessoas, que necessitam dos conhecidos bônus de alimentação, que com o passar do tempo tiveram o poder de compra diminuído comparado a anos anteriores.
Contudo, voltemos à Dilma Rousseff. A mandatária brasileira, diferentemente do tucano Fernando Henrique Cardoso — o Neoliberal I — comanda a política externa brasileira.  A partir do Governo Lula, à frente do Itamaraty o ministro Celso Amorim, estabeleceram-se novas diretrizes para o Brasil, no que concerne à independência e à autonomia do País em viabilizar novas parcerias, concretizar a efetivação de novos blocos políticos e econômicos, além de dar maior atenção às relações Sul-Sul, porém, sem esquecer a importância que têm os países europeus, o Japão e os Estados Unidos em termos comerciais.
Além disso, o Mercosul se fortaleceu com o ingresso da Venezuela, bem como o processo de adesão da Bolívia está a tramitar pelos escaninhos do bloco, que já conta com a volta do Paraguai, país que foi punido por causa do golpe de estado de caráter “jurídico”, que apeou do poder o presidente Fernando Lugo. O fortalecimento do Mercosul enterrou de vez a Alca, controlada pelos EUA, que na verdade apenas queriam inundar o poderoso mercado interno brasileiro com seus produtos isentos de taxas e tarifas.
A verdade é que a Alca foi um fracasso e um dos responsáveis por tal bloco não vicejar nas Américas foi o presidente Lula, que implementou um política externa ousada, não alinhada aos EUA, como nos tempos de FHC, e aberta a novos parceiros e mercados, a exemplo dos países africanos, asiáticos, a ser a China atualmente o principal parceiro do Brasil, a superar os Estados Unidos.
Outra solução importante foi a criação, ainda no governo Lula, dos BRICS, bloco econômico poderoso, com mercados internos gigantescos e populações que estão a experimentar a ascensão social, porque milhões de pessoas ingressaram na classe média. Lula e Celso Amorim e muitos de seus principais assessores, a exemplo de Dilma Rousseff, na época chefe da Casa Civil, perceberam que se o mercado consumidor brasileiro não fosse fortalecido e o consumo incentivado o Brasil poderia afundar a sua economia juntamente com os europeus e os estadunidenses, países que, como um abraço de afogado, tentaram, em vão, escapar de uma crise financeira e imobiliária que puxava todos para o fundo.
A busca por novos parceiros comerciais, o fortalecimento do mercado interno, a criação de blocos para fazer contraponto à União Europeia e à economia norte-americana fez com que também o Brasil fosse um dos principais signatários da criação do G-20, grupo que engloba as maiores economias do mundo. Com a dívida externa paga, um PIB de US$ 2,253 trilhões (2012), reservas internacionais de US$ 374,417 bilhões, o Brasil se tornou a sexta maior economia do mundo, a superar países como a Itália, a Inglaterra e a Rússia, mas necessita acelerar a distribuição de renda e riqueza, além de realizar uma profunda reforma agrária, para que a sociedade brasileira se torne menos violenta, estanque as migrações e dê condições de vida àqueles que, porventura, optaram em viver no campo. E isto tudo pode ser feito, com vontade política e determinação para enfrentar a reação das “elites” e a desinformação da classe média, tradicional aliada das classes sociais dominantes.
Entretanto, desde a implementação de uma política externa ousada e voltada para a conquista de novos mercados comerciais, os governos trabalhistas de Lula e de Dilma sofreram pressões contrárias à nova forma de se enxergar o mundo por parte da imprensa de mercado e de setores conservadores das universidades e do próprio Itamaraty, por intermédio de alguns diplomatas da ativa que desejam a volta da diplomacia de punhos de renda, a exemplo do diplomata que trouxe às escondidas um senador boliviano, e das vozes de embaixadores aposentados, que fazem da Globo News, do Instituto Millenium, da Folha, do Globo, da Época e da Veja tribunas oposicionistas à diplomacia oficial efetivada pelos trabalhistas desde 2003, e que se tornou uma realidade vitoriosa.
Esses órgãos de comunicação privados são verdadeiras tribunas de ataques e contestações às estratégias de relações exteriores entre o Brasil e o mundo efetivadas há 11 anos, tempo em que os trabalhistas estão no poder. Os barões da imprensa, porta-vozes dos setores mais conservadores e reacionários da sociedade brasileira, estão acostumados há séculos a serem subservientes aos ditames dos países imperialistas, que são tratados por essa “elite” colonizada e com um imenso complexo de vira-lata como suas cortes — os “sonhos dourados”, inoculados em seus corações e mentes no decorrer de gerações. O provinciano que se considera cosmopolita, porque foi visitar o Mickey para se comportar como um pateta, ao tempo em que reage contra e desaprova a ascensão social de milhões de brasileiros. Trata-se do cretino sem espelho.
Dilma Rousseff não adiou a visita aos EUA, como quer fazer crer o colunista “imortal” de O Globo e 12º juiz derrotado do STF, Merval Pereira. A presidenta simplesmente suspendeu o encontro com Barack Obama, porque não ficou satisfeita com as desculpas esfarrapadas do mandatário yankee quanto às arapongagens perpetradas contra o Brasil, o Governo trabalhista e a Petrobras. Vale lembrar que cidadãos brasileiros também foram bisbilhotados. Os EUA têm uma dívida moral com a humanidade, porque, além de ser o berço de um capitalismo de exploração sem fim aos países pobres e militarmente mais fracos, é também o maior responsável e culpado pela maioria dos conflitos armados, políticos e econômicos deste planeta.
O motivo disso tudo é que os EUA bombardeiam e invadem países, cometem dupings comerciais, controlam o mercado de capitais e de armas, em âmbito mundial, e depois de todas essas atrocidades e perversidades resolvem recrudescer sua vocação policialesca, e, por seu turno, impõem a todas as nações uma paranoia e neurose de segurança que remonta ao livro 1984, de George Orwell.  As torres gêmeas foram postas abaixo e o mundo até hoje paga por este ato de guerra dos inimigos dos EUA
No decorrer desse tempo, as pessoas são vítimas de uma sociedade exageradamente espionada e fisicamente controlada pelo Grande Irmão (Big Brother), opressor de uma sociedade que fica à mercê daqueles que detêm o poder político e econômico, para edificar um estado totalitário, que são os EUA em relação ao mundo, e que beneficia as camadas sociais privilegiadas e as grandes corporações. Os Estados Unidos não são uma nação, mas, sim, um conjunto de corporações empresariais poderosas, que exploram e oprimem o mundo por intermédio da força do dinheiro e de ações de guerra no exterior.
O Brasil é um país poderoso. A sexta maior economia do mundo, mas os EUA ainda são muito mais fortes, e se valem disso. Espiona o governo brasileiro e suas empresas estatais e privadas, porque, como sempre, comportou-se dessa forma desde sua independência. O grande satã, como os EUA são considerados pelos árabes, ou Tio Sam, como é conhecido pelos seus cidadãos, não se faz de rogado e tergiversa, dissimula e distorce os fatos e as realidades para não assumir suas culpas e responsabilidades, retratadas, neste caso, quanto à sua espionagem.
O Brasil fez a sua parte. Reclamou e vai fazer uma queixa oficial na ONU e outros fóruns legais. Não tem jeito. Só se pode fazer isso, pois a bisbilhotice foi feita. Dilma não tinha outra saída, apesar do deboche e das críticas açodadas da direita partidária, da imprensa de negócios privados e dos coxinhas reacionários de classe média. Mas o caminho diplomático está a ser sedimentado, no sentido de marcar posição, que redundou na suspensão do encontro entre a brasileira e o norte-americano. Dilma não tirou os sapatos, mas o lançou em direção ao Obama. Ela não é subserviente, colonizada e muito menos tucana. É isso aí.
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No blog da redecastorphoto...

19/9/2013 (enviado especial a Damasco, Marcelo Cantelmi) – El Clarín
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Clarín: Por que a crise na Síria estendeu-se e se aprofundou mais do que em qualquer outro país árabe?

Presidente Bashar al-Assad: Muitos elementos internos e externos contribuíram para a crise, o mais importante dos quais é a intervenção externa adversa; daí que, porque os cálculos dos países que intervieram na Síria eram cálculos errados, a crise se prolongou. Aqueles estados acreditavam que o plano deles teria sucesso em semanas ou meses, o que não aconteceu. Aconteceu que o povo sírio resistiu e continuamos resistindo. Estamos defendendo nosso país.

Clarín: O senhor sabe que, segundo a ONU, essa guerra já fez mais de 70 mil mortos?

Presidente Bashar al-Assad: Seria preciso conhecer as fontes dos que plantam esses números. Todas as mortes são horríveis, mas muitos dos que morreram em território sírio são mercenários que vieram para matar sírios. Tampouco se pode esquecer que há muitos sírios desaparecidos. Qual o número de sírios mortos e de mercenários estrangeiros mortos? Quantos desaparecidos? Não se conhece ainda o número exato. E esse número muda muito, porque os terroristas matam e às vezes enterram suas vítimas em covas coletivas.

Clarín: O senhor descarta que pode ter havido uso de força excessiva, desproporcional, pelos seus soldados da repressão?

Presidente Bashar al-Assad: Como é que alguém pode saber se a força foi excessiva ou não? Qual é a fórmula. Nada disso é informação objetiva. Cada um responde conforme o tipo de terrorismo que o ataca. No início, o terrorismo era local. Em seguida começou o terrorismo que vinha de fora, e esses terroristas traziam armamento sofisticado. O que se deve discutir não é o volume de força empregada ou o tipo de armas, mas o volume do terrorismo que se organizou contra a Síria e que a Síria teve de combater.

Clarín: No início da crise não teria sido possível um diálogo que evitasse esse desenlace?

Presidente Bashar al-Assad: As demandas iniciais eram reformistas, embora essa fosse apenas uma fachada, uma camuflagem, para dar a um plano, que já havia, um aspecto de reivindicação reformista. Mas fizemos as reformas. Mudamos a Constituição, leis, o estado de emergência foi anulado e anunciamos um diálogo com as forças da oposição. E a cada passo das reformas, aumentava o terrorismo. A pergunta lógica que se tem de fazer é: que relação há entre os terroristas e os reformistas?


(...)

Clarín: Nas eleições presidenciais de 2014 haverá observadores internacionais e a imprensa terá livre acesso para cobrir o evento?

Presidente Bashar al-Assad: Para ser sincero, não sei. O tema dos observadores internacionais ainda terá de ser decidido, porque parte da população síria não tolera a ideia de monitoramento, que não se faz em outros países do mundo, e implica uma questão de soberania nacional. E não confiamos no ocidente para essa tarefa. Se aceitarmos a presença de observadores, serão de países amigos, como Rússia ou China, por exemplo.

Clarín: China?

Presidente Bashar al-Assad: ... [por que não?!]

Clarín: Na entrevista que o senhor concedeu ao Clarín em Buenos Aires, o senhor disse com firmeza que rechaçava a ideia de negar o Holocausto. Ainda mantém essa posição?

Presidente Bashar al-Assad: Perdoe-me, mas por que falar de Holocausto e não falar do que acontece na Palestina? Ou do 1,5 milhão de iraquianos assassinados? O Holocausto é tema histórico, que exige visão ampla e não pode ser usado como assunto político. Não sou historiador para determinar a verdade desse tema. As questões históricas variam conforme quem escreva a história. Por isso a história às vezes é falseada.

Clarín: Desculpe, mas há alguma autocrítica que o senhor se faça a si mesmo?

Presidente Bashar al-Assad: Não há sentido algum em autocríticas antes de as coisas estarem feitas, com sucesso ou sem. Se se assiste a um filme, é tolice criticar antes da última cena. Quando o quadro estiver completo, então saberei o que criticar e o que não criticar.

Clarín: Finalmente, o senhor tem alguma informação sobre o paradeiro dos jornalistas James Foley, norteamericano desaparecido aqui há seis meses, e do italiano Domenico Quirico, do italiano La Stampa, perdido há cerca de um mês aproximadamente?


Presidente Bashar al-Assad: Alguns jornalistas entraram ilegalmente na Síria, pelas áreas onde os terroristas estão ativos. Houve casos em que nossos soldados conseguiram libertar alguns jornalistas que haviam sido sequestrados por terroristas. Seja como for, sempre que temos informação sobre jornalistas, mesmo que tenham entrado clandestinamente em território sírio, nós transmitimos a informação ao país dele. Até o presente, não há qualquer informação sobre os dois jornalistas que o senhor citou.

(Para ler entrevista completa, clique no título) 

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Sabra e Chatila: Diário de um massacre 2ª Parte

20.09.2013

Nabil Ahmed acordou com o ruído dos aviões da força aérea de Israel sobrevoando, a baixa altitude, os campos de refugiados. Foi informado de que tanques israelenses haviam cercado Sabra e Chatila, impedindo que os moradores saíssem.
Por Baby Siqueira Abrão*
Terça-feira, 14 de setembro de 1982.
Era quase meio-dia quando a professora palestina Halabi viu duas vans brancas estacionando em frente ao Cemitério dos Mártires, perto da rua Sabra. Delas desceram quatro homens, com aparência de estrangeiros. Halabi imaginou que eles fossem funcionários de alguma organização humanitária europeia disposta a realizar obras de infraestrutura, tão necessárias nos campos de Sabra e Chatila, instalados na parte ocidental de Beirute. Por isso, quando um dos homens se dirigiu a ela, pedindo-lhe, com um sotaque acentuado, que mostrasse os abrigos de guerra dos campos, ela não hesitou em levá-los às 11 acanhadas construções
(Para ler matéria completa, clique no título)
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Artigo indicado pela nossa colaboradora-correspondente Urda Alice Klueger:


Paulo Reims 19/09/2013

Verdadeiramente, Obama se revela dia após dia uma grande decepção para o mundo.

Em 2008, quando foi eleito ao primeiro posto dos EUA, e consequentemente do mundo, por conta do imperialismo, muitíssima gente, no mundo inteiro, traumatizada por tanta violência e guerra, viu nele um ‘messias’ que iria estabelecer uma nova ordem mundial, baseada na justiça, na paz e na concórdia entre os povos.

Terminadas as festas da sua posse, ele já se comprometeu, diante dos líderes do Pentágono, a levar adiante os compromissos militares do seu antecessor, o presidente Bush. Todos os considerados ‘herois’ nas promoções das guerras, que só levaram sofrimentos, dores, mortes e destruições no Iraque, Afeganistão, Líbia... tiveram promoções dentro do seu governo.

E assim o imperialismo estadunidense continua a disseminar morte e ódio por todo lado, por pura ganância e megalomania...

Se existe a cultura da guerra nos EUA, há também, por parte da maioria dos cidadãos desse país, o repúdio à guerra, pois estão cientes de que entre os seus há muito sofrimento e dor, também. Há mais mortes por suicídio entre os soldados estadunidenses, do que mortes nos campos de batalhas. Só no ano passado, 6.500 veteranos de guerra tiraram a própria vida.

Assim, os que acalentavam sonhos bons, continuam vivendo no pesadelo, pois aquele que recebeu o “Prêmio Nobel da paz”, verdadeiro insulto, semanalmente vai vistoriar os aviões não tripulados, os terroristas dos ares, que matam centenas de pessoas pelo mundo, consideradas inimigas perigosas para seu país.

Mesmo assim, muitos líderes ocidentais e outros aliados do imperialismo continuam vendo em Obama o primeiro presidente negro, eleito para garantir a liberdade e a dignidade dos povos, independentemente do rastro de sangue deixado pelo seu governo.

O historiador Norman Pollack escreve: “Temos à frente do país um reformador fracassado e ressentido, que pratica alegremente o assassinato com sorriso nos lábios”.

Conhecemos pelo wikileaks que o processo de espionagem dos EUA é muito sofisticado, e que muitos bilhões de dólares são empregados para ter todas as pessoas e instituições em suas mãos, na hora que desejar, sem escrúpulos; quanta sordidez! Desta forma promovem a insegurança e o terrorismo pelo planeta. Quem poderá escapar das garras da águia? Até a presidente Dilma cancelou sua visita oficial aos EUA, sine die, por conta desta aberração. Ela aguardava explicações do Obama sobre a espionagem exercida sobre ela, seus assessores e o povo brasileiro. Certamente as recebeu, mas não as convenceu...

O medo dos EUA de perder a hegemonia, exercida de forma violenta, é tão grande que certamente buscam uma forma de conhecer e espionar até os pensamentos; veem em cada pessoa um potencial terrorista, um inimigo a ser destruído.

Porém, lideranças militares dos EUA estão reagindo contra o ‘messias’, que se revela o anti-cristo. A Editora norte-americana Bob Powell publicou uma informação, no mínimo, interessante: “Cinco generais do exército estadunidense se reuniram com Obama e o advertiram de que, se ele ordenar um ataque à Síria, seria preso e acusado de traição por fornecer ajuda e assistência à organização terrorista Al Qaeda - associada aos ‘rebeldes’ na  Síria - e inimiga declarada dos EUA.

Conforme o jornal "The Guardian", sob o governo de Obama, muito fraco, a influência do militarismo é maior do que nunca, dentro do país, e não se descarta um golpe militar.

Resta-nos saber se Obama toma decisões pessoais, ou é manipulado pela nata do sionismo internacional, assim como o é a maioria dos governantes! 

E a grande mídia que insiste em chamar o presidente da Síria de ditador, e que o considera responsável por lançar armas químicas, quando o mundo inteiro já sabe quem são os verdadeiros ditadores e quem são os responsáveis pela tragédia provocada pelas armas químicas?

Faz alguns dias, dois ganhadores do “Prêmio Nobel da paz”, latino-americanos, Adolfo Pérez Esquivel e Rigoberta Menchú, juntos escreveram ao presidente Obama, solicitando que ele busque a paz através do diálogo com o governo sírio.

Há pouco tempo escrevi: Obama, converte-te, ainda há tempo! Sonha, Obama, com a maioria do povo, para que um novo mundo, justo e solidário, desponte!
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Recebido por e-mail da redecastorphoto...
A "crasse mérdia" ignara e malcheirosa brasileira, que há meio de mudar-se para Miami, está debochando da presidente Dilma por ter cancelado a viagem aos EUA, em protesto contra a espionagem criminosa praticada impunemente pelos gangsters dos EUA não só contra o Brasil, mas contra o mundo todo.
Gente dessa laia não perde uma oportunidade para desfilar sua ignorância, seu servilismo, sua estupidez, sua falta de civismo, de patriotismo, de vergonha na cara e, principalmente, seu preconceito descarado contra a presidente, a quem chamam de "guerrilheira" para desqualificá-la.
Estão com saudades dos canalhas tucanos que, como eles, adoram envergonhar o Brasil.
A começar pelo Fernandinho Vendilhão da Pátria, que quando presidente desfilava seu servilismo discursando em inglês e francês, e chegar no então ministro Celso Lafer, que se prestou a tirar o sapato para ser revistado num aeroporto norte-americano.
Essa gente aplaude e, até, justifica a submissão desses desavergonhados.
Sofrem, sem saber, de uma doença terrível, que o Nelson Rodrigues chamou de "complexo de vira-lata".
Eu penso que um cachorro vira-lata é imune a essa doença e, portanto, não merece ser comparado com gente dessa laia.
É uma ofensa ao animal.
---
Silvio de Barros Pinheiro.
Santos.SP.
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De...
...para Editor-Assaz-Atroz-Chefe...

Prezado escritor Fernando Soares, agradecemos e informamos, que foi colocado um LINK DE DESTAQUE para o seu texto "Dilma e Lula ― os espetaculares engolidores de sapo",  setor "ARTIGOS E CRÔNICAS". Este texto  ficará neste espaço durante 1 semana, ou até ser substituído por outro mais recente. Clique na página principal, setor "ARTIGOS E CRÔNICAS" e confira: 
Abraços,
Albertino Fernandes (Construtor)
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PressAA: O texto atualmente em destaque no  Para Ler e Pensar também foi publicado no portal Pravda
Em vista do exposto nos primeiros parágrafos, recebeu o comentário abaixo e resposta do autor:
Jorge Cortás Sader Filho 

San Tiago Dantas e Ulysses Guimarães, talvez tenham sido os maiores políticos brasileiros. Se o primeiro participou do movimento integralista, foi por modismo da juventude. Logo abandonou o partido. A memória política brasileira é curta. Curta e inexistente, em muitos casos. San Tiago jamais fez a afirmação citada. Esta conversa de que 'contam' serve para iludir e trapacear a verdadeira informação. Afinal, disse quando, a quem e por qual motivo "que o povo era de bosta"?
Política e informação não servem para iludir. Existe esta péssima mania brasileira. Até mesmo o senador Roberto Freire, ex-presidente do Partido Comunista Brasileiro durante muitos anos, foi acusado recentemente de ser 'reacionário'.
O jornalismo político no país anda mal.
Fernando Soares Campos  
Caro Jorge, você tem razão quando diz que "essa conversa de 'contam' serve para iludir e trapacear a verdadeira informação". Isso realmente acontece em grande escala. Mas também serve para a gente fazer o leitor pensar melhor no assunto ou manifestar-se como você o fez.

Escrevi isso baseado em crônica de Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
"Atribui-se ao professor San Tiago Dantas (1911-1964) uma frase segundo a qual 'a Índia tem uma grande elite e um povo de bosta, o Brasil tem um grande povo e uma elite de bosta' ".
(Gaspari não contesta a frase)

Se não foi dita pelo professor San Tiago, está dita e é compartilhada por muita gente preconceituosa. Portanto, vale comentar a citação. Tanto como fiz quanto como você corrige.
Grato pelo esclarecimento.
Uma ponderada opinião, meu caro Fernando Soares. Mas San Tiago era, antes de tudo, um homem muito educado, onde expressões como esta não faziam parte da sua personalidade e compostura.
Meu abraço.
Jorge
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De: Lia Maria Marques <secretariasejudh@gmail.com>
Data: 18 de setembro de 2013 14:42
Assunto: CONVITE REUNIÃO SEJUDH/COMISSÃO ANISTIA
Para: assis pb <
agencia.assaz.atroz.pressaa@gmail.com[Estranhamos o "assis pb" titulando o nosso e-mail; mas internet tem dessas coisas; o que realmente nos interessou foi a mensagem]
  CONVITE

A Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, através da Secretaria executiva de Justiça e Direitos Humanos, tem a grata satisfação de reiterar  os termos do convite para V.Sa.  participar  da reunião com familiares e vítimas da ditadura militar, onde se discutirá sobre a edificação de monumentos em memória aos anistiados políticos, mortos.

Para este momento contaremos com  a presença da Consultora /PNUDH- Dra. SONIA COSTA, representante da Comissão da Anistia/MJ.

Loca: Auditório da SEJUDH
Hora: 09h00
Data: 20/09/013

Paulo Roberto Xavier de Moraes
Secretário  Executivo de Justiça e Direitos Humanos


Recebido por e-mail da lista de Hélder Câmara:

Um portal sobre o Nordeste na Internet

Olá,
É um portal da Internet que disponibiliza para consulta gratuita textos, fotos, áudios e vídeos através de sites e blogs.

O portal visa indexar, catalogar e disponibilizar informações sobre a região Nordeste do Brasil para leitura gratuita de todos e, em especial, estudantes, professores e pesquisadores.

Integra este produto cultural o site “Enciclopédia Nordeste” com um acervo de mais 2.000 verbetes, na sua maioria de nordestinos e nordestinados. São personalidades de destaque na área da ciência, política e cultura. Além de informações sobre municípios, geografia, fauna e flora da região.

Eis os destaques desta semana:


Ivan Maurício
Diretor de Conteúdo WWW.onordeste.com
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De...

Informativo assinado por 111.900 comunicadores

...para a PressAA...



  •   
 Publicado em Quinta, 19 Setembro 2013 14:47
 Escrito por Redação Comunique-se
O jornalista e escritor Laurentino Gomes lança o livro 1889, que completa a trilogia sobre a história do século XIX ao lado de 1808 1822, em Itu (SP). A cerimônia, organizada pela Academia Ituana de Letras (Acadil), está marcada para 28 de setembro, às 10h, no Plaza Shopping Itu.
0-LAURENTINO CAPA1889Jornalista conta história do Brasil em seus livros (Imagem: Divulgação)Na ocasião, Laurentino e a acadêmica Maria de Lourdes Figueiredo Sioli vão apresentar palestras. Haverá, ainda, sessão de autógrafos na Livraria Nobel, que fica no centro de compras.
A ideia era que o evento fosse realizado no Museu Republicano, instituição mantida pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo, mas não teve permissão. “Foi um veto. A USP disse que não tinha agenda”, disse o jornalista em entrevista ao SBT.
Segundo o escritor, a resposta negativa teria sido motivada pela reportagem de capa da ‘Veja São Paulo’, publicada em 14 de agosto. No artigo, Laurentino criticou o estado de conservação do Museu do Ipiranga, também ligado à USP, que foi fechado ao público as vésperas do feriado de Sete de Setembro. “Naquela semana, veio a decisão de que o museu não abriria as portas para meu livro. Então, acho que foi uma retaliação”, declarou ao 'Jornal do SBT'.
Serviço
Lançamento do livro 1889, de Laurentino Gomes
Data: 28 de setembro, às 10h
Local: Plaza Shopping Itu
Endereço: Avenida Dr. Ermelindo Maffei, 1199, Jardim Paraíso - SP
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PressAA: Assista à entrevista de Laurentino Gomes no Roda Viva. É divertido vê-lo divertindo-se com as perguntas dos entrevistadores, que, em diversos momentos, tentam parecer eruditos e mais bem informado que o entrevistado. Fazem comentários como este: "Essa coisa de tirar os esqueletos do armário foi recente, né? ... Agatha Christie fica no chinelo dessa História do Brasil... é... (...) e você vê que D. João VI até teve um caso homossexual, que o Pedro II... quando ele viu a Maria Tereza manca... é... quatro anos mais velha, porque ele já tinha casado por procuração... Ele chorou... e a Carlota Joaquina teria envenenado o D. João VI com o filho... que... que... que... queria o trono, né? Bom... Isso é coisa de jornalista...". Bom, daí vem a pergunta, que você pode conferir assistindo ao vídeo:

Roda Viva | Laurentino Gomes | 09/09/2013 | Bloco 1

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Samba do Crioulo Doido

Demônios da Garoa


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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA

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