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sábado, 21 de setembro de 2013

Movimento Cansei: Vale as Penas Rir de Novo! --- Franklin Martins de volta à TV: Vale o prazer de assistir! --- Os americanos voltaram pras trincheiras, a fim de definir novas estratégias




EU NÃO SEI O QUE É MAIS CANASTRÃO: A "INDIGNAÇÃO" OU O "LUTO" DAS ATRIZES.
 Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

Atrizes “globais” se encontraram no set da novela “Amor à vida”, e resolveram ficar de luto. Elas “ressuscitaram” o fracassado e ridículo Movimento Cansei, promovido por sindicatos patronais, à frente o empresário João Dória, o presidente da sede paulista da OAB, advogado Luís Flávio Borges D'Urso,além da apresentadora Hebe Camargo, recentemente falecida. Na época, essas pessoas da “elite” paulista contaram ainda com a presença de Ivete Sangalo, Ana Maria Braga, Agnaldo Rayol, Daniela Mercury, Regina Duarte, dentre muitas outras personalidades do mundo artístico, empresarial e político.
O primeiro Cansei aconteceu em 2007, na Praça da Sé, em São Paulo, e teve como propósito protestar contra a “corrupção” e “tudo o que está aí”, como afirmaram, de forma genérica e nada pontual, alguns grupos que no mês de junho deste ano se manifestaram nas ruas do Brasil. Muitos dos protestantes empunhavam vassouras à moda Jânio Quadros, conduta semelhante à da classe média coxinha dos idos de 1960, década que a sociedade brasileira foi vítima de um golpe militar.
Entretanto, percebe-se que tais reacionários e alienados não sabem ou se sabem não se importam em saber que os governos Lula e Dilma foram, por intermédio da Polícia Federal, da Advocacia Geral da União, da Receita Federal e do Ministério Público os que mais empreenderam ações de combate à corrupção na história deste País. Quem duvida do que afirmo, acesse o Portal da Polícia Federal e verifique a verdade que estou a comentar. Agora, algumas pessoas preferem ser informadas sobre as realidades apenas por meio da imprensa de negócios privados, evidentemente que a informação chegará com ruído ou truncada, porque se trata de uma imprensa de mercado, de oposição aos trabalhistas e ao PT, que tem lado, ideologia e preferências políticas e partidárias. Ponto.
Contudo, o “protesto” do Cansei tinha um caráter obscuro, porque, na verdade, visava acusar e culpar o ex-presidente Lula pelo acidente aéreo da TAM, ocorrido em 2007 e que ceifou a vida de 199 pessoas. Um absurdo e perversidade a intenção dos “cansados” da vida boa e da imprensa golpista, pois logo ficou comprovado que o acidente com o avião foi um erro técnico de pilotagem, o que acarretou o infeliz desastre, que até hoje machuca os corações das pessoas que tiveram seus parentes e amigos mortos. Lula, anos depois, comentou sobre o terrível episódio, mas a imprensa burguesa jamais se retratou de sua postura irresponsável e que não mede consequências para ter seus interesses políticos e econômicos concretizados.
Voltemos às atrizes. Em silêncio obsequioso, as “divas” que estão em cartaz na televisão protestaram contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de cumprir a Constituição e o Regimento Interno da Corte mais importante do Brasil. Com seus rostos sisudos e olhares decepcionados, demonstraram, “artisticamente”, que são desinformadas, alienadas, bem como sintetizam com seus atos e gestos a essência reacionária e conservadora dos coxinhas ricos e da classe média tradicional. Elas simplesmente retomaram a posição dos artistas do Movimento Cansei, pois engravidam pelo ouvido e se conduzem conforme seus patrões determinam e pensam. Coxinha é coxinha; mas coxinha artista com suas matreirices, caras e bocas é dose pra mamute!
Em pleno estado democrático de direito, tais atrizes, certamente sem saber o que está a acontecer de fato, juntam-se aos jornalistas das Organizações(?) Globo e agradam seus patrões, os irmãos Marinho, que, se pudessem, julgariam os réus do mensalão sem lhes conceder o direito pleno à defesa, ao contraditório, bem como colocariam um camburão da polícia na porta do STF para que os condenados fossem execrados em público. Certamente os fotografariam e os filmariam, além de somente entrevistar aqueles que tivessem dispostos a acusar e condenar os envolvidos com o “mensalão”, principalmente se os personagens são do núcleo político do caso, a exemplo de José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares.

OLHA AS ATRIZES AÍ, GENTE!!!
Durma-se com um barulho desse. As globais se vestiram de preto e resolveram posar de luto. Porém, um luto direcionado e premeditado. Por seu turno, se as atrizes pensam que seus gestos vão atrair ou comover os brasileiros podem tirar o cavalinho da chuva, porque a maioria dos cidadãos não se sente mais impactada com a opinião publicada dos jornalistas e muito menos com os trejeitos e matreirices de artistas que vivem em um espaço paralelo, porque pensam que o mundo se resume ao bairro do Leblon e à cidade de Miami. Não vai haver reverberação. O STF decidiu pelos embargos infringentes e quanto a isto não há artista, jornalista e patrão dessa gente que possa mudar tal decisão constitucional e, por sua vez, baseada nas leis do Direito.
Agora, vamos à longa pergunta que se recusa a se calar: Por que as atrizes de luto Suzana Vieira, Carol Castro, Rosamaria Murtinho, Nathalia Timberg e Bárbara Paz não protestam e não se vestem de preto por causa do mensalão tucano, dos desvios do rodoanel, da privataria tucana, do príncipe da privataria, do propinoduto de Furnas, do escândalo do Banestado, da compra de votos de FHC para ser reeleito, dos escândalos do metrô e dos trens de São Paulo (Alstom e Siemens), do escândalo Veja-Época-Cachoeira-Perillo-Demóstenes, da sonegação de impostos das Organizações(?) Globo de quase R$ 1 bilhão, dos dois hábeas corpus cangurus concedidos por Gilmar Mendes ao banqueiro Daniel Dantas, além de outros casos policiais e de terror, a exemplo do estuprador e médico Roger Abdelmassih, do banqueiro Cacciola e do mensalão do DEM?
Não. Nem pensar. As atrizes enlutadas não se interessam por política e por isso não sabem que criminosos no Brasil para os membros e representantes da Casa Grande vestem a cor vermelha, muitos deles são trabalhistas ou socialistas, ganharam as últimas três eleições e votam no PT. E isto a Casa Grande jamais vai perdoar. O mensalão para certos grupos conservadores é apenas o do PT. O mensalão nunca foi comprovado e por isto é um mentirão cujo tempo vai provar e esclarecer. Não surtiu o efeito desejado a campanha feroz, insidiosa, manipulada e distorcida da imprensa cúmplice de golpe de estado contra os réus da AP 470.
O Brasil tem leis e Constituição, que garantem os direitos civis do povo brasileiro. O Movimento Cansei das atrizes coxinhas das Organizações(?) Globo é um paródia mal feita em que a sofrível interpretação delas as colocam em posição de canastronas das realidades sociais e políticas brasileiras. O Movimento Cansei vestido de corvo ou urubu interpretou o jeito coxinha de ser e foi enterrado no próprio luto. É isso aí. 
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De...
Informativo assinado por 111.000 comunicadores
...para a PressAA...

21/9/2013      

FRANKLIN MARTINS
Ex-ministro está de volta à TV

http://www.mailingplus.com.br/deliverer_homolog/arq/cli/arq_3197_135421.jpg

GREVE - DIÁRIO DO PARÁ
Diretor vê "motivações políticas" em paralisação de jornalistas

JORNALISMO INFORMAL
"Você pode ser informal e ser sério", avalia Maria Beltrão

Para Maria Beltrão, o 'jogo de cintura' é essencial no jornalismo ao vivo. Ela falou sobre o estilo com o qual conduz o telejornal na Globo News e revelou que nunca se adaptou ao modelo formal. “Comecei a perceber que um canal 24h como a Globo News não podia ser todo engessado, até porque não dá tempo. Então a questão da informalidade é importante, mas sempre com seriedade e credibilidade. Você pode ser informal e ser sério, respeitar o telespectador, sem ser banal", disse, segundo informações do G1.
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PressAA: Ué! Desde quando "informalidade" é sinônimo de ordinário, burlesco, caricato, hilário...? Numa atividade como o jornalismo, a seriedade deve ser o princípio a reger qualquer de suas formas de apresentação: formal, informal, explícito e, principalmente, implícito, ou seja, quando se insinua ter consultado fontes que não podem ser nominadas; quer dizer, quando há necessidade de induzir o público alvo a pensar em outras possibilidades, que não seja apenas a dos fatos veiculados de forma objetiva. Nesse caso, para fazer jornalismo sério, basta não abusar de citações de fontes anônimas. Exemplo: "Andaram dizendo que alguém falou que fulano disse que sicrano insinuou que beltrano afirmou que a presidenta Dilma exigiu que Obama viesse para um churrasco no Alvorada e declarasse que os serviços de espionagem dos EUA invadiram os arquivos da Petrobras e descobriram que o pré-sal utilizado na picanha não é apropriado para o hambúrguer do McDonald's". Nós que fazemos esta satírica agência de notícias, acreditamos mesmo no humor sério, irônico, sem extrapolar pro sarcasmo, o que às vezes se torna impossível, visto que, às vezes, a seriedade dos personagens da notícia já ultrapassou em muito os níveis normais de austeridade; eles mesmos se tornam ordinários, burlescos, caricatos, hilários. Engessamento de determinadas equipes jornalísticas, seu estado de tensão, pode evidenciar falta de convicção sobre aquilo que se está veiculando; ou, pior, revelar que se pretende dissimular, com pretensa "seriedade", uma mentira a ser deliberadamente disseminada. Aí não tem "credibilidade" que resista.
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DANÇA DAS CADEIRAS
CBN troca âncoras em programação especial de aniversário

´Jornal da ImprenÇa´
Datena informa que é possível dormir e "acordar morto"

PRÊMIO COMUNIQUE-SE 2013
Como acompanhar a transmissão do Prêmio Comunique-se?

COMUNIQUE-SE EDUCAÇÃO
Redação para artigos científicos é tema de curso

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EUA: políticos incompetentes afirmam que a crise arrastou

19 DE SETEMBRO DE 2013 2 COMENTÁRIOS
Foto: Corbis.
Foto: Corbis.
Em seu novo livro, o lendário corretor em Wall Street Jim Rogers explica que a crise financeira mundial, mostra sua decepção com a atual política de Washington e colocar as suas maiores esperanças na Ásia.
Neste trabalho, chamado "O futuro através dos olhos de um dos investidores mais influentes do mundo", Rogers compartilha suas impressões sobre a base atual de sua própria biografia. De acordo com Rogers, dos EUA, que foi enriquecido pela política investidor razoável durante o século XX, hoje é "uma nação que em vez de investir e poupar, só consome." O autor acredita que é um erro alocar o dinheiro emprestado para pagamentos de previdência social ea enorme despesa militar do Pentágono.
"Agora o país está pedindo para pagar por uma máquina de guerra que está enferrujando. O dinheiro é recebido pelo proprietário da fábrica, mas não se ganha nesta situação. Os investimentos não estão indo para uma fonte renovável de produção, como a construção de um canal ou de uma ferrovia ", diz Jim Rogers.
As raízes desta crise continuar a incompetência dos políticos que "levaram o país ao colapso de 2008" e continue a tomar as rédeas do poder hoje . Entre os responsáveis ​​pelos problemas econômicos americanos o autor cita o presidente da Reserva Federal Alan Greenspan, que liderou a agência de 1987-2006. Rogers é acusado de ser "adepto a teoria do dinheiro fácil" e "imprimir dinheiro sempre que os problemas econômicos começaram, especialmente se eles tinham a ver com seus ex-colegas em Nova York."
O analista acrescenta que "Greenspan deixar o mercado funcionar de acordo com suas próprias leis. Ele invadido, tendo a certeza de ajudar os amigos significa fazer o bem a todos. Ele tinha uma estratégia de longo prazo, mas é guiado pelo pânico ". De acordo com Jim Rogers, nada mudou com a chegada do sucessor de Greenspan, Ben Bernanke.
Por outro lado, o investidor está animado com as perspectivas para o desenvolvimento econômico tem China.
(Extraído do Russia Today )

(Para ler publicação em espanhol, clique no título)
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Depois de algumas semanas tratando, timidamente, do rombo que a corrupção do governo tucano em São Paulo fez nos cofres públicos, a "grande imprensa" praticamente já não fala da questão; prefere alimentar o noticiário e a cabeça semipensante dos seus semiletrados fregueses... (vá lá!) de seus leitores-consumidores... com "o maior escândalo midiático" da história da imprensa brasileira, o "mensalão".

Mas Caros Amigos não deixa cair a peteca.... 

LOJA CAROS AMIGOS

DESTAQUES DA NOVA EDIÇÃO DA CAROS AMIGOS


Os danos da corrupção no sistema de metrô e trem da capital paulista é a reportagem de capa da edição 198 da revista Caros Amigos, que está nas bancas e na LOJA. Nicho do cartel formado por grandes empresas em vários governos tucanos, o sistema teve regras de segurança e fiscalização de obras alteradas, sofre com manutenção e reposição de peças e vem operando de forma intensa e considerada irresponsável. 


A edição tem ainda entrevista com o secretário de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, Paul Singer; um raio xis das Comissões da Verdade; a derrota e o desgaste político do privatizador Cabral diante dos protestos de rua; a onda reacionária na França (e Europa), e um debate sobre a política de drogas no Brasil, que caminha para o retrocesso, entre outras.

PROMOÇÃO
Que tal comprar a nova edição da Caros Amigos e a edição temática sobre Educação e ganhar um livro de bolso "Rebeldes Brasileiros: Os Educadores que desafiaram dogmas" com biografias de Paulo Freire, Anysio Teixeira e Darcy Ribeiro? Frete Grátis

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LIBRA: AMERICANOS FORAM EMBORA ? ÔBA !


Fernando Brito lambuza os urubólogos com a mancha de óleo da Chevron.

O Conversa Afiada republica texto de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:

AMERICANOS E INGLESES SE FORAM DE LIBRA. VAMOS PERDER A CHANCE DE QUE FIQUEM FORA?

SEXTA-FEIRA, SETEMBRO 20, 2013


Desculpem os amigos se corro o risco de me repetir, mas é tanto, tanto dinheiro envolvido – e dinheiro tão importante para o Brasil – que acho importante esclarecer o quanto possa, e a quantos possa, sobre tudo o que está acontecendo nesta preparação do leilão de Libra.

Em primeiro lugar, um acréscimo que só confirma o que disse antes: a Chevron, outra gigante americana, juntou-se à Exxon, a British Petroleum e a British Gás na sua retirada. Americanos e ingleses agiram coordenadamente, numa atitude claramente política.

Governo americano e petroleiras vivem em tamanho mutualismo que é impensável que esta ação em bloco não tenha o beneplácito – senão a inspiração – dos dirigentes dos EUA.

Segundo, que todo mundo sabe que há um esqueleto de acordo firmado entre a Petrobras e os chineses para entrarem juntas no leilão como força virtualmente imbatível. Porque os chineses querem “remuneração” em vendas firmes de petróleo bruto ao seu país.

Então isso seria ruim para o Brasil? Não seria muito melhor refinar o petróleo e vender derivados refinados? Em alguns momentos – e essa é uma tendência mundial pela insuficiência global de parques de refino – sim.

Mas a questão é que, pelo investimento e prazo de implantação de refinarias, se tudo correr bem,chegaremos a 2020 com uma capacidade de refino de cerca de 3,6 milhoes de barris/dia, apenas o suficiente para suprir o mercado interno de derivados. Mas a produção de petróleo já terá chegado perto de 6 milhões de barris diários, o que produz um excedente de perto de 2 milhões diários de petróleo bruto, que terá de ser exportado em cru.

Mas não deveríamos, então, investir mais em refinarias? Sim, mas de volta o problema: é caro e demorado fisicamente e o retorno econômico do investimento é lentíssimo, de uma década ou mais. Justamente por isso, no mundo, há um déficit de refinarias e, não por acaso, fazer refinaria não está sequer nos planos das petroleiras estrangeiras para o Brasil.

Além disso, um refinaria não opera com qualquer tipo de petróleo, ela só pode utilizar óleo com determinada densidade. Antes do pré-sal, 85% do petróleo que hoje produzimos é pesado. O do pré-sal, que vai corresponder ao aumento de produção, é leve.

A inconveniência do leilão de Libra está no valor do bonus iniciial – de R$ 15 bilhões – que vai obrigar a uma descapitalização lesiva à Petrobras, que só pelos seus 30% obrigatórios na nova lei, terá um desembolso de R$ 4,5 bilhões. Se, como tudo indica, a participação da brasileira for de 60% ou pouco mais que isso, o desembolso será em torno de R$ 9 a 11 bilhões. Dinheiro que sai da sua capacidade de investir para formarmos o tal – e mau – superavit fiscal.

Mas, frente à conjunção política que se formou, isso acaba sendo aceitável, se nos garante o controle majoritário do maior campo de petróleo do mundo, hoje.

Escrevo no início da madrugada, ainda sem ver as manchetes desta sexta.

Mas já deu para ver com que espanto e indignação a nossa mídia trata a saída de americanos e ingleses do leilão, falando em “fracasso” e “esvaziamento”.

E pergunto aos setores nacionalistas que ainda advogam o adiamento do leilão: não era isso o que o país desejava, sobretudo depois da revelação da espionagem americana sobre a Petrobras?

Vamos perder, por puerilidade, a oportunidade histórica de controlar hegemonicamente o maior campo de petróleo deste país e, hoje, do mundo? Tudo dentro da lei, das regras por ela lixada, com tal solidez que balizará o desenvolvimento exploratório do enorme tesouro do pré-sal ainda por ser descoberto ou delimitado?

A resposta a isso só pode ser um não!

Por: Fernando Brito 

Comentário

Os jornais estadunidenses publicados no Brasil Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo estamparam manchetes hoje de que o leilão será um fracasso. Eles tem razão, o objetivo das petrolíferas estadunidenses e inglesas de surrupiar o petróleo brasileiro deu errado. Queriam adiar o leilão, vazando a espionagem na Petrobras, para que caso haja um golpe de estado e os tucanos voltem ao podem, eles poderiam reverter tudo e dar o petróleo para essas companhias. Quem saiu fracassado foram os Estados Unidos e a Inglaterra. O petróleo do pré-sal tem de ser utilizado para gerar o desenvolvimento social e econômico do povo brasileiro. Os comentaristas da Globo, Folha, Veja e Estado que agem a serviço de empresas estrangeiras no Brasil, assim como os economistas neoliberais, que também estão contra o povo brasileiro, estão esperneando porque dessa vez não conseguiram entregar o serviço. 
Postado por 

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Olha os ingleses aí, gente!

Prefeitura do Rio divulga nova foto do projeto do Parque Olímpico 2016

Local vai abrigar competições de 14 modalidades olímpicas e terá cinco equipamentos olímpicos


Da redação 
postado em 19/07/2013
A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou nesta semana mais uma projeção do futuro Parque Olímpico dos Jogos 2016. O local receberá competições de 14 modalidades olímpicas e 10 paralímpicas e está situado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

O projeto é assinado pelo escritório inglês AECOM, que participou do projeto do Parque Olímpico de Londres, em 2012. As obras estão em andamento desde julho do ano passado. 
Parque Olímpico do Jogos 2016: coração do megaevento (crédito: Divulgação)
A construção ocorre por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) na modalidade de concessão administrativa, com prazo de vigência de 15 anos. O consórcio Rio Mais, formado pelas construtoras Norberto Odebrecht, Andrade Gutierrez e Carvalho Hosken, vencedor da licitação estão à frente dos trabalhos

O projeto prevê a construção de três pavilhões que integrarão o futuro Centro Olímpico de Treinamento, o Centro Internacional de Transmissão (IBC), o Centro de Mídia Impressa (MPC), um hotel e a infraestrutura da Vila dos Atletas.
Para viabilizar a construção das demais instalações do Parque Olímpico (Centro de Tênis, Centro Aquático, Arena de Handebol e Velódromo), a Prefeitura assinou um acordo de cooperação técnica com o governo federal.

Em dezembro do ano passado, foram concluídas as licitações para escolha das empresas que desenvolverão os projetos básico e executivo do centro aquático, do centro de tênis e do velódromo. Já a licitação do projeto da arena de handebol foi concluída em janeiro.

O início das obras desses equipamentos está previsto para o segundo semestre deste ano. A conclusão dos trabalhos, por sua vez, deve ocorrer em três anos. A entrega total, segundo o cronograma, ocorrerá em janeiro de 2016, a sete meses da abertura dos Jogos Olímpicos.

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Política

Editorial

Revide soberano

Dilma reage à espionagem americana como cabe à presidenta de um país que não é mais quintal dos EUA

por Mino Carta — publicado 20/09/2013 
Mino CartaDiretor de redação. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital e criou o Jornal da Tarde

A prepotência é própria dos impérios, desfaçatez e hipocrisia também. Se me ocorrem os Estados Unidos, me vêm à mente os pais fundadores e sua Constituição pioneira, Lincoln, Roosevelt, Martin Luther King. E logo sobrevêm invasões e guerras, destruição e morte em nome dos interesses imperiais. A Doutrina Monroe e a inquisição macarthista. Hiroshima e Nagasaki. O ataque à Baía dos Porcos, Granada, Panamá, os golpes latino-americanos, em primeiro lugar o nosso, de 1964. A CIA, a DEA. Abu Ghraib e Guantánamo. O diabo a quatro, sem contar os barões ladrões e os inventores do neoliberalismo. Etc. etc.
É um nunca acabar de desmandos e violência, de opressão e crimes contra a humanidade, perpetrados à sombra da pretensa bandeira da liberdade e da democracia, como se os EUA fossem avalistas da boa conduta do mundo. Não há novidade neste comportamento, os impérios anteriores ao americano agiram da mesma maneira, e alguns duraram séculos e séculos. Não parece ser este o destino de Tio Sam, de sorte que não falta quem lhe puxe a barbicha.
O Brasil figurou, com o destaque devido à sua potencialidade e ao seu tamanho, no quintal dos Estados Unidos, ou seja, a América Latina em bloco. Assim foi desde que os ingleses deixaram de dar as cartas a cavaleiro dos séculos XIX e XX. Dispenso maiores comentários sobre a participação americana no golpe que derrubou Jango Goulart democraticamente eleito e o papel que no episódio desempenharam a CIA e o embaixador Lincoln Gordon.
Os governos pós-ditadura foram súcubos das imposições do “grande irmão do Norte”, política e economicamente, e neste campo o FMI deitou e rolou. Houve o estertor da moratória de 1987, mal administrada ao sabor das veleidades sarneysistas, e, ao cabo, a subserviência do governo de Fernando Henrique, que tanto apreciava cair nos braços de Bill Clinton e chegou a sonhar com a privatização da Petrobras. Até agora FHC, com imbatível candura, diz desconhecer qualquer gênero de espionagem americana no Brasil.

Tudo muda com o governo Lula, por meio de uma política exterior independente, conduzida pelo chanceler Celso Amorim, capaz de se evadir da rede ardilosa do chamado “Consenso de Washington” e de tomar rumos próprios. A linha é clara, altiva na medida certa e sempre elegante. Uma aula de diplomacia sutil e eficaz. Em quadrantes diversos, Lula não se alinha às conveniências americanas, quando não simplesmente as transpõe, para os habituais desconforto e repulsa da mídia nativa.

Com a chegada de Dilma Rousseff à Presidência, a política exterior passa por uma fase menos nítida, diria mesmo morna. Alcançamos os dias de hoje. Prepara-se uma viagem da presidenta a Washington, em visita oficial e solene. E então, revelada a espionagem americana nas entranhas governistas ao ponto de monitorar os movimentos da própria Dilma, o encontro com Obama é sumariamente cancelado.
Tão ofensiva à soberania brasileira foi a operação, que a mídia nativa se viu forçada a considerar devida a reação do governo. Mesmo assim, cuidou de minimizar a atitude presidencial, enquanto destacava a observação de Aécio Neves, de que aquela não passa de marketing político. Aécio faz sua lição de casa. É óbvio, no entanto, que ações de forte repercussão popular aproveitam politicamente a quem as realiza.
Resta a verdade factual, como de hábito omitida, ou desprezada, pelos editorialistas midiáticos. Quanto ao leitor atento, não se deixe enganar pela ideia de que a decisão de Dilma teve, de alguma forma, o beneplácito de Washington, a ponto de provocar a publicação de comunicados conjuntos. De fato, ambos coincidem no anúncio do cancelamento da visita, diferem, porém, na essência.
Até o mundo mineral percebe que para Tio Sam a questão precipita um revés político diante do país mais importante do quintal de um antanho superado. E tem mais, muito mais, o malogro de transação comercial pouco inferior a 10 bilhões de dólares, pela qual o Brasil adquiriria os caças da Boeing que o balconista Obama esperava vender à visitante brasileira em lugar dos Dassault negociados há tempo.
Uma personalidade brasileira voltada aos interesses do País recentemente me dizia: “Não quero entrar no mérito da qualidade dos dois caças, mas é bom que os Estados Unidos não mandem por aqui”.
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Recebido por e-mail da lista de Hélder Câmara:

HOSPITAL OFTALMOLÓGICO 
leia e repasse FAVOR NÃO DELETE

Transplante de córneas sem precisar entrar na fila dos transplantes!!!


leia e repasse NÃO DELETE (curtinho)



O  jornal da rede globo mostrou uma reportagem sobre o hospital dos olhos de Sorocaba.Esse hospital é sem fins lucrativos. Ele é conveniado com o SUS, e tem capacidade para realizar cerca de 300 (trezentos) transplantes de córneas por mês, pois há um estoque de córneas suficiente para a realização dos mesmos. 
Entretanto, esse hospital está realizando somente cerca de 120 (cento e vinte) transplantes por mês, devido a falta de pacientes. As córneas não utilizadas estão sendo jogadas fora por passarem do tempo de utilização e validade!
Repassando de mão em mão este e-mail poderá cair na mão de alguém que conheça uma pessoa que está a espera de córneas. Ela pode entrar em contato com o Hospital Oftalmológico de Sorocaba - SP e se curar!
> TELEFONE -             
> (15) 3212-7009       > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009
> (15) 3212-7009            > (15) 3212-7009   
> (15) 3212-7009               (15) 3212-7009

> - DE 2ª A 6ª FEIRA

Atenciosamente,

Dr. Eduardo Bezerra -médico
POR FAVOR, REPASSEM ESTE E-MAIL. VOCÊ PODE NÃO ESTAR PRECISANDO, MAS SEMPRE     HÁ ALGUÉM NECESSITANDO.

Vera Castro
(21) 9231.8726 - 8665.1052
O que fazemos na vida ecoa na eternidade !!!!!

Desde o início da circulação dessa mensagem internet adentro, em 2002, ela foi desmentida, como nessa postagem em 2010:



Grupo BOS

Esclarecimento sobre informação inverídica veiculada na internet!

Atualmente o banco de olhos de Sorocaba é considerado referência no Brasil para as pessoas que necessitam de um transplante de córnea. Somos atualmente o banco de olhos que mais capta córneas no Brasil.

Constantemente somos notícia na mídia, porém uma má interpretação nos causou uma grande dor de cabeça. Um médico chamado Dr. Eduardo Bezerra (médico do trabalho de uma usina de monte alegre - presidente prudente), o qual não tem nenhum vínculo com nossas instituições, divulgou através da internet que em Sorocaba sobravam córneas e estavam sendo jogadas fora. Isto não é verdade.

Captamos muitas córneas, porém somos procurados por pacientes de todo o Brasil, a procura é muito maior do que captamos, mesmo assim temos a lista de espera mais rápida do Brasil.

Este e-mail esta circulando desde o ano de 2002 percorrendo o Brasil e até o exterior (Portugal, Espanha, Alemanha, etc.) o e-mail cita que: “hoje de manhã eu vi na tv a seguinte reportagem...”. Isto leva as pessoas acreditarem que o fato mal interpretado é atual, pois o mesmo não cita data.

Temos a grande preocupação que isto possa diminuir o número de doações no Brasil atualmente existem mais de 25 mil pessoas na fila de espera por um transplante de córnea.

Edil Vidal de Souza
Administrador do Hospital Oftalmológico de Sorocaba Banco de Olhos de Sorocaba

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O Prêmio Nobel da Paz não é dado pela Academia Sueca e sim pela Noruega. Há uma grande diferença entre os dois países, apesar dos dois pertencerem à 
Península Escandinava.

Guilem Rodrigues da Silva
morador em Lund, na Suécia, desde 1966 quando chegou como o primeiro refugiado político brasileiro.

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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA


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